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Top 5: As melhores Canções Originais do Oscar

Por Bruno Britto

O Oscar é uma das maiores (ou a maior, para alguns) cerimônias do ano. O evento anual é um espetáculo completo e se tornou um programa obrigatório para os fãs de cinema. Entretanto, a música sempre teve sua participação no prêmio da Academia.

O Canal RIFF, ainda saudoso pelo Oscar de 2017, vai listar as cinco melhores canções que já concorreram ao prêmio de “Canção Original”. É importante ressaltar que não foram avaliadas apenas músicas vencedoras do prêmio, mas todas as que concorreram, devido a subjetividade do critério de escolha.

Menções honrosas: “Hakuna Matata” – O Rei Leão (1994) e “Blame Canada” – South Park: Bigger, longer and uncut (2000) – Interpretada por: Trey Parker e Marc Shaiman


  1. You’ve Got a Friend in Me” – Toy Story (1995) – Interpretada por: Randy Newman

Para quem foi criança nos anos 90 e 2000 e, assim como eu, assistiu muito Toy Story, é impossível não se emocionar ao ouvir a música principal do longa. “You’ve Got a Friend in Me” é uma música lindíssima e retrata exatamente a mensagem que a animação tenta passar: a amizade e o companheirismo.

Mas em 1996 perdeu para a música de outra animação: “Colors of the Wind“, de Pocahontas.

  1. Lose Yourself” – 8 Mile (2002) – Interpretada por: Eminem

Particularmente, não acho 8 Mile uma obra-prima do cinema. Mas é inegável dizer que “Lose Yourself” não se tornou uma das principais músicas de Eminem. Com uma batida poderosa e uma letra forte, a canção recebeu os prêmios de “Melhor Canção Original” no Oscar de 2003, assim como dois Grammys em 2004.

  1. “My heart will go on” – Titanic (1997) – Interpretada por: Céline Dion

Nos tempos atuais é muito improvável que exista alguém que não conheça essa canção, que foi reproduzido de forma exaustiva nos anos posteriores ao clássico Titanic. Interpretada de forma belíssima por Céline Dion, a música venceu o Oscar de “Melhor Canção Original” em 1998 e entrou de vez para a história.

  1. “City of Stars” – La La Land (2016) – Interpretada por: Emma Stone e Ryan Gosling

Confesso que achei que existisse um “hype” gigantesco tanto em La La Land, como em suas músicas. Nunca havia me enganado tanto.

O filme é repleto de excelentes músicas, com um clima completamente envolvente e canções bem produzidas, mas “City of Stars” se destoa de todo o resto. A canção é completamente apaixonante e faturou o Oscar de “Melhor canção original” em 2017.

  1. I Don’t Want to Miss a Thing” – Armageddon (1998) – Interpretada por: Aerosmith

Quando eu já estava decidido que “City of Stars” iria ficar em primeiro lugar, lembrei que “I Don’t Want to Miss a Thing” era trilha sonora do filme Armageddon.

A música não é apenas uma das melhores a ser indicada para o prêmio da academia, mas também é uma das melhores músicas do Aerosmith, uma das principais bandas de rock de todos os tempos. Infelizmente, acabou perdendo o prêmio em 1999 (ainda que, para esse humilde redator, de maneira injusta – para “When You Believe“, cantada por  Mariah Carey).


E você, cinéfilo fã do Canal RIFF, concorda com minha escolha? Qual sua canção vencedora (ou não) do OSCAR preferida? Deixe sua opinião nos comentários.

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As 5 melhores apresentações do SuperStar

Por Bruno Britto

A era do SuperStar na Globo chegou ao fim, ao menos por enquanto. O programa, que inspirou um dos quadros preferidos de todos os seguidores do RIFF, o “Comentando o SuperStar”, não foi renovado pela emissora.

Em um tom um pouco mais saudoso, resolvemos lembrar as melhores apresentações que ocorreram no programa. É importante ressaltar que estamos falando apenas das apresentações de forma avulsa, não avaliando a banda nem por sua trajetória no programa, nem um contexto maior.

Sem mais demoras, vamos ao ranking.


5. Bellamore – “Come Together”

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Participante da terceira temporada do programa, a Bellamore destruiu logo na sua primeira apresentação. Colocaram sua própria personalidade na clássica música dos Beatles e o resultado agradou a todos, incluindo os jurados, que elogiaram a presença de palco do vocalista Pedro Sárria.

Logo no seu primeiro dia, a Bellamore mostrou a que veio.

4. Suricato – “Trem”

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A Suricato esteve presente na temporada original do SuperStar e foi talvez a banda mais querida de tal edição. Não era pra menos.

Após uma audição onde inovaram com instrumentos bem inusitados, o grupo trouxe sua música autoral para a fase de duelos, sendo bastante elogiada e mostrando o poder de suas composições.

3. Supercombo – “Piloto Automático”

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A banda de indie rock de Vitória-ES, já tinha um bom reconhecimento, principalmente na internet. Mas logo em sua audição na segunda temporada, o Supercombo conseguiu atingir um enorme público, graças a qualidade e bom gosto musical. “Piloto Automático” foi um dos maiores sucessos do programa e serviu para trazer mais interesse para o grupo.

2. OutroEu – “Coisa de Casa”

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Com influências diretas do folk, a OutroEu emocionou a todos com sua apresentação de estreia, com uma música extremamente linda e com arranjos muito bem feitos. O grupo se tornou o queridinho do público nessa edição do programa e muito isso se deve a “Coisa de Casa”.

  1. Scalene – “Danse Macabre”

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Em uma opinião própria do autor, arrisco-me a dizer que a Scalene foi a maior “revelação” que o programa já fez e que a música em questão foi a responsável por isso. A vice-campeã da segunda temporada apresentou “Danse Macabre” na sua segunda participação no programa e foi com ela que mostraram toda a sua personalidade.


Menções honrosas: Plutão Já Foi Planeta – “Viagem Perdida”, Pagan John – “Carta”, JAMZ – “Love never felt so good”, Scambo – “Janela”, Kita – “You”, Versalle – “Marte”.


E aí, lembrou de outra apresentação marcante? Deixe suas opiniões nos comentários!

Resenha: Guns N’ Roses @Estádio Mané Garrincha

Por Bruno Britto

E havia quem dissesse que o Guns N’ Roses nunca mais seria o mesmo.

Domingo, dia 20 de novembro, foi último show da turnê “Not In This Lifetime Tour” em terras tupiniquins. O local escolhido para tal encerramento foi o Estádio Nacional de Brasília, o Mané Garrincha, e o que ocorreu foi realmente digno de tal palco.

Desde cedo observávamos a presença dos fãs no local, tanto em filas como na área externa do estádio, confraternizando e compartilhando a ansiedade. O evento foi bastante organizado, com as filas fluindo de forma surpreendentemente rápidas e bastante sinalizado.

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O show de abertura ficou por conta dos brasilienses da Plebe Rude, que fez um show bastante empolgado, principalmente por estarem tocando em casa. O público, apesar da casa ainda não estar cheia, aplaudida bastante. A banda mostrou muita maturidade e uma excelente relação com a platéia, que já ficou bastante animada para o que vinha a seguir.

Eram por volta das 20h45 quando foi ouvido o primeiro grito de Axl Rose, que entrou no palco acompanhado de Slash, Duff Mckagan, Frank Ferrer, Richard Fortus, Dizzy Reed e Melissa Reese. Ao som de “It’s So Easy”, a banda iniciou o show, para delírio dos presentes. Logo em seguida, executaram “Mr. Brownstone” e a faixa que deu o nome ao último álbum, “Chinese Democracy”, cantada em uníssono pelos presentes. O público já estava completamente rendido ao Guns N’ Roses nesse ponto.

E Brasília foi a 'Jungle' do Guns por um dia. Logo mais #CoberturaRIFF completa no site.

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Axl mostrou que realmente recuperou bastante da sua qualidade vocal ao cantar “Welcome To The Jungle”, que levou a galera ao delírio, já emendando com a agitada “Double Talkin’ Jive”. Em seguida, o clima ficou um pouco mais lento, com a belíssima “Sorry”. “Better”, “Estranged”, “Live and Let Die” e “Rocket Queen” não deixaram ninguém ficar desanimado, mesmo que a chuva, bastante forte antes do show, já retornasse, ainda que tímida.

Logo após tocarem “You Could Be Mine”, vemos Duff Mckagan tomar a frente (e vocais) da banda para ouvirmos  “Can’t Put Your Arms Around A Memory” e “Attitude”. Após isso, os versos iniciais de “This I love” chegaram para emocionar a todos os presentes, com destaque para o solo magistral de Slash. “Used To Love Her” também foi muito bem recebida por todos, com um clima inclusive de nostalgia. Porém, foi em “Civil War” que a banda chegou ao ápice do show, sendo a música da noite. “Coma” também não ficou atrás, sendo a banda ovacionada ao perceberem que a música seria tocada.

Após tantos clássicos, Slash nos presenteia com um solo e o tema de “The Godfather”, para depois performar os riffs de “Sweet Child o’ Mine” para completo delírio do público presente no Mané Garrincha, que cantarolava até o solo da música. “Out Ta Get Me” veio para dar uma acalmada nos ânimos, até que Slash e Richard Fortus fizeram o instrumental de “Wish You Were Here”, do Pink Floyd. E como tocou esse Fortus! O guitarrista saiu extremamente consagrado após o show, sendo bastante elogiado por todos.

Pra relembrar um pouco da passagem do Guns N' Roses por aqui. Será que eles voltam em setembro?

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Em um momento bastante simbólico, a chuva na capital federal voltou, trazendo com ela a bela “November Rain”, em um momento emocionante, onde era possível observar grande parcela do público em lágrimas. “Yesterdays” também continuou a onda de emoção, sendo uma das grandes surpresas do setlist e abrindo as portas para uma das mais esperadas da noite, “Knockin’ On Heavens Door”, momento de maior interação da banda com os fãs. “Nightrain” veio depois e encerrou a primeira parte do show, onde a banda saiu do palco agradecendo a todos.

A gritos de “Guns-N’-Roses” do público, o grupo voltou executando “Angie” e a balada “Patience”, tão famosa por sua introdução. “The Seeker”, do lendário grupo The Who e “Paradise City” vieram para encerrar de vez o show.

O público saiu bastante satisfeito e alegria era contagiante. Muitos, inclusive, ainda ficaram na área externa do estádio, em um momento de muita euforia e de felicidade. Pelo que foi observado, Brasília vai falar desse show por muito tempo.


Gostaria de agradecer ao amigo, e riffeiro por um dia, Saymon Oliveira pelo auxílio nas fotos e vídeos.

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Guns N’ Roses Setlist Estádio Mané Garrincha, Brasília, Brazil 2016, Not in This Lifetime

Lista: 5 atores que são excelentes músicos!

Por Bruno Britto

A combinação entre atuação e a música não é coisa nova. Frank Sinatra deixa isso bem claro.

Entretanto, recentemente temos visto uma enorme quantidade de atores e atrizes tentarem emplacar singles ou lançar bandas. A maioria tem um resultado bastante embaraçoso, porém outros nos surpreendem, mostrando que possuem talentos em diversas áreas.

O Canal RIFF elaborou agora uma lista de artistas que conseguiram ser bem sucedidos em ambas as áreas. Confira a seguir!

Menções honrosas: Mark Wahlberg, Zooey Deschanel, Ryan Gosling, Marisa Orth.


5. Jack Black

Para quem assistiu os clássicos “The Pick of The Destiny” (ou “Tenacious D: Uma Dupla Infernal”) e “Escola do Rock”, o talento musical de Jack Black não é segredo.

Membro da banda Tenacious D e com participações em projetos com Dio (trabalho que lhe rendeu um Grammy), o ator ficou famoso no meio musical por um de seus maiores atributos no meio cenográfico: a comédia. Sua banda abusa de um rock cômico, com letras bem humoradas, mas com grande qualidade musical, contando com participações até de Dave Grohl.

Músicas imperdíveis: Beelzeboss (The Final Showdown); Kickapoo.

4. Kevin Bacon

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Esse talvez seja o menos famoso da lista em termos musicais, mas minha reação ao ouvir sua banda The Bacon Brothers, onde performa junto com seu irmão Michael Bacon, foi de um completo espanto e satisfação. O som do ator de sucessos como “The Following” e “O Homem Sem Sombra” é um folk rock de extrema qualidade, sendo cativante e fácil de ouvir.

Músicas imperdíveis: “Go My Way” ; “When The Morning Comes”.

3. Clarice Falcão

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A representante brasileira da nossa lista é uma velha conhecida de quem acompanha outros canais além do RIFF no Youtube. Clarice Falcão, além de atuar durante muito tempo no canal Porta dos Fundos e em filmes como “Desculpe o Transtorno”, já lançou dois álbuns e tem um público fiel em todo o Brasil. Com uma voz bastante suave e músicas que parecem não sair do repeat após serem descobertas, a cantora tem tudo para ter uma grande carreira por um longo tempo.

Músicas imperdíveis: “Monomania” ; “Capitão Gancho”.

2. Justin Timberlake

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Se há alguns anos me dissessem que o menino do “Mickey Mouse Club” e do ‘N Sync ainda faria todo esse sucesso em projetos solos, eu não poderia acreditar.

Justin Timberlake é um dos maiores fenômenos do pop, com Grammys e VMAs em sua conta. Seu talento, entretanto, não encerra por aí, percebido em suas participações em filmes como “A Rede Social” e “Professora Sem Classe”.

Músicas imperdíveis: “Suit & Tie” ; “Love Never Felt So Good”.

1. Jared Leto

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É impossível citarmos atores que atuam no cenário do músico e não lembrarmos dele.

Jared Leto não apenas ganhou um OSCAR por sua atuação em “Clube de Compras Dallas” e protagonizou papéis memoráveis, como em “Esquadrão Suicida” e “Clube da Luta”, mas também é o vocalista de uma das maiores bandas de rock alternativo do momento, o 30 Seconds to Mars, que possui uma grande legião de fãs em todo o mundo e já recebeu muitas indicações aos maiores prêmios musicais.

Músicas imperdíveis: “Closer To The Edge” ; “This is War”.


E aí, faltou alguém? Deixe suas sugestões nos comentários!

Lista: 5 motivos para amar o rock britânico (ou britpop)!

Por Bruno Britto

Que o rock britânico é um dos mais fortes do mundo, isso não é segredo para ninguém. O país de bandas como Queen, The Beatles e The Rolling Stones é considerado por muitos como o maior expoente de bandas de rock do planeta. E, felizmente, qualidade das bandas não parece estar próximo de um declínio.

Para conseguirmos atingir um público específico, bandas clássicas como Iron Maiden, Queen e o Sex Pistols não estarão presentes. O foco será em bandas que podem até ter começado nos início dos anos 90, mas que sejam conhecidas por ter feito parte dessa geração mais nova.

Confira agora 5 motivos para amar o rock britânico!

Menções honrosas: Kaiser Chiefs, Radiohead, Travis, Keane e Franz Ferdinand.


5. Blur

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O Blur foi um dos principais nomes na conhecida “guerra do Britpop”. A banda do vocalista Damon Albarn, que posteriormente, criaria o Gorillaz. Com hits como “Song 2” e “Girls & Boys”, a banda alcançou o estrelato e lançou sete álbuns de estúdio, sendo “The Magic Whip”, de 2015, o mais recente.

4. The Verve

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The Verve conseguiu fazer o que poucas bandas conseguem: tornar uma música um hino.

Muitos conhecem a banda através de seu maior hit, a sensacional “Bitter Sweet Symphony”, mas a banda formada em Wigan tem quatro álbuns de estúdio e mais outros sucessos, como a bela “Lucky man”, também muito conhecida pelos amantes do britpop. Após indas e vindas, a banda encerrou de vez em 2009.

3. Coldplay

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Se eu não colocasse o Coldplay aqui, eu tenho certeza que 90% dos leitores pediriam minha cabeça.

Brincadeiras a parte, os londrinos são uma das bandas de maior sucesso do momento e com uma das maiores legiões de fãs. Fazendo um estilo que mescla elementos do rock alternativo e do britpop, a banda do vocalista Chris Martin dispensa apresentações. Com um sucesso atrás de outro, o grupo é sempre lembrado por canções como “Yellow”, “Paradise” e “Viva la Vida”, entre outros. (vide o vídeo do RIFF abaixo)

2. Arctic Monkeys

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Estamos falando aqui da, na humilde opinião desse redator, melhor banda de indie rock da atualidade.

O Arctic Monkeys é uma banda mais jovem, formada em 2002, em Sheffield, e desde o início contagiou a cena do rock britânico, depois conquistando o mundo. A voz marcante de Alex Turner tem ponto forte nessa conquista, mas a evolução do A.M como banda foi gigantesca. Seu primeiro sucesso, “I bet you look good on the dance floor” alcançou nº 1 no Reino Unido. Desde então, a banda apenas subiu o nível e vem conquistando ainda mais seguidores.

1. Oasis

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É impossível falar do cenário do rock britânico e não mencionarmos o Oasis.

A banda dos irmãos Gallagher é uma das maiores da história do cenário musical britânico, com músicas icônicas como “Wonderwall”, “Live Forever” e “Stop crying your heart out”, que virou até tema para a seleção inglesa na Copa do Mundo de 2002. A banda ficou famosa por suas canções e também por suas desavenças internas, com os irmãos Liam e Noel sempre discutindo muito. Fato esse que ocasionou o fim da banda em 2009, deixando até hoje os fãs na expectativa de um possível retorno (fato esse que já foi matéria aqui no Canal RIFF!).

Após o fim da banda, Liam formou o Beady Eye com os outros integrantes da Oasis, enquanto Noel criou seu próprio projeto, o Noel Gallagher’s High Flying Birds.


E aí, faltou alguma banda? Deixe suas sugestões nos comentários!

Lista: 5 bandas que gostaríamos de ver no Rock in Rio 2017

Por Bruno Britto

O Rock in Rio 2017 vai tomando forma!

Foi confirmado que a banda americana Maroon 5 estará presente na próxima edição do evento. Os californianos já estiveram presentes em edições anteriores e, recentemente, estiveram em turnê no Brasil. A notícia deixou fãs eufóricos e curiosos com as novas confirmações.

O Canal RIFF vai dizer agora 5 bandas que trariam muita qualidade para o Rock in Rio. Sonhar, afinal, não custa nada.

OBS: Tentamos evitar bandas que fizeram turnês recentes (2016) no Brasil. Por isso, grupos como Black Sabbath e Guns N’ Roses não estão sendo considerados.


5. Arctic Monkeys

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Os ingleses do Arctic Monkeys são uma das bandas preferidas da nova geração. Com excelentes canções como Fluorescent Adolescent e I bet you look good on the dance floor, o grupo do vocalista Alex Turner acrescentaria grande qualidade ao festival e, com certeza, alcançaria um público mais variado. Representantes do chamado indie rock, a banda não vem ao Brasil desde 2014.

4. Slipknot/Stone Sour

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O Slipknot já deu as caras em edições passadas do evento, inclusive sendo um dos headliners em 2015. A banda sempre faz apresentações memoráveis, com performances fortes e um público bastante fiel. Entretanto, mesmo com a ausência do grupo, seria interessante ver o vocalista Corey Taylor com seu outro projeto, o Stone Sour. Vale ressaltar que em 2011, ambas as bandas se apresentaram. Ouvi alguém pedir bis?

3. Foo Fighters

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Os americanos do Foo Fighters foram uma das grandes surpresas do Rock in Rio 3, em 2001. Até então tratados como “desconhecidos” do grande público, a banda surpreendeu bastante ao liderar a enquete sobre “atrações favoritas”. No palco, não desapontou em nada. Dave Grohl e companhia hoje já são uma banda mais madura que, na humilde opinião desse redator, evoluiu bastante. Se a participação anterior foi boa, uma mais recente deveria brigar pelo posto de melhor show do festival.

2. KISS

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Apesar da banda ter se apresentado recentemente no Monsters of Rock, uma apresentação no Rock in Rio seria histórica. A banda tem talvez os seguidores mais fiéis do mundo (o chamado KISS Army) e com certeza traria um sentimento muito nostálgico a todos os presentes.

1. AC/DC

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Ah, ainda bem que sonhar é de graça.

O AC/DC esteve presente na primeira edição do festival e seria uma grande honra para todos os fãs recebê-los mais uma vez.

Independente de quem esteja ocupando o posto de vocalista, o show seria imperdível.


Nós já demos o veredito sobre o Rock in Rio no É Bom:

Lista: 5 bandas de “apenas um hit”

Por Bruno Britto | @brunosbritto

Existem bandas que são lendárias por seus álbuns. Outras, precisam apenas de uma única faixa para alcançar o estrelato. As chamadas “one-hit wonders” são famosas por conseguirem um sucesso meteórico, conseguindo muitas vezes se tornar 1º lugar em diversos países e, tão rapidamente como chegaram no topo, desaparecem de lá sem deixar vestígios. É importante lembrar que o fato de uma banda ser “one-hit wonder” não é necessariamente falta da qualidade da banda. Fatores como oportunidade e concorrência no cenário musical não podem simplesmente serem descartados.

O Canal RIFF traz a oportunidade de relembrar algumas das mais famosas. Qual sucesso você acha que está na lista?

Menções honrosas: Os Virgulóides (Bagulho no bumba), OutKast (Hey Ya!), Hoobastank (The Reason), Smash Mouth (All star) e óbvio, Los del Rio (Macarena).


  1. Extreme – More Than Words

O grupo norte-americano foi um completo sucesso nos anos 90. More Than Words é, até hoje, umas das músicas mais tocadas em qualquer karaokê e por bandas de garagem. Uma música muito bonita, famosa pelo belo vocal de Gary Cherone, que inclusive chegou a ocupar o posto de vocalista de uma das maiores bandas de rock da história, o Van Halen, e pela virtuosidade de Nuno Bettencourt. O Extreme até conseguiu lançar músicas que fizeram relativo sucesso, como a ótima Play With Me, mas nada que alcançasse o mesmo sucesso.

  1. Blind Melon – No Rain

Os americanos de Los Angeles conseguiram bastante atenção por dois motivos: a aparição do falecido vocalista Shannon Hoon ao lado de Axl Rose no clipe de Don’t Cry e, claro, pela canção No Rain, que atingiu o 3º lugar no ranking da Billboard. Tanto a canção, como o clipe, sempre lembrado pela presença de uma pequena atriz vestida em uma fantasia de abelha, são ícones dos anos 90. A banda encerrou as atividades após a morte do vocalista, em 1995, porém retornou com Travis Warren ocupando o posto em 2006. Porém, nunca mais chegaram perto do sucesso ocorrido devido a No Rain.

  1. The Verve – Bitter Sweet Symphony

Bitter Sweet Symphony tem talvez um dos instrumentais mais famosos da história. Conterrâneos e contemporâneos de bandas como Oasis e Blur, o The Verve é uma excelente banda que não conseguiu alcançar o mesmo patamar das citadas, porém, seu maior hit fez um sucesso estrondoso ao redor de todo o mundo. A banda chegou ao fim em 1999 e retornou em 2007, apenas para lançar o  bastante elogiado álbum “Forth”, e se separar novamente.

  1. The Calling – Wherever You Will Go

Talvez não exista um único ser na face da Terra que não tenha ouvido essa canção. A banda do vocalista Alex Band conseguiu um sucesso absurdo graças a Wherever You Will Go, sendo o 1º lugar em diversos países. Apesar de ter feito um trabalho de qualidade, o The Calling nunca mais conseguiu sair da sombra de seu maior sucesso. A banda entrou em uma pausa indeterminada em 2005.

  1. Survivor – Eye Of The Tiger

Rocky III. Apenas.

Todo mundo já fez alguma atividade física ao som dessa música, talvez, como uma espécie de estímulo a mais. Se ajudava Rocky Balboa, vai ajudar na academia também.

Survivor é o exemplo mais clássico de uma banda de um único hit. Eye Of The Tiger é um clássico e umas das mais famosas músicas da história. Mas, alguém lembra de outra canção do Survivor?


E aí, faltou alguma banda? Deixe suas sugestões nos comentários!

5 shows imperdíveis que ainda irão acontecer no Brasil em 2016

Por Bruno Britto | @brunosbritto

Podemos dizer que 2016 tem sido generoso em relação a música no Brasil. Apenas no primeiro semestre, tivemos shows de bandas consagradas, como Coldplay, The Rolling Stones e os americanos do Maroon 5, espetáculo que esse humilde redator teve a oportunidade de conferir em Fortaleza. Após tão grandioso início de ano, diziam que não dava para melhorar.

O Canal RIFF vem mostrar através dessa lista que 2016 ainda está longe de terminar. Confiram cinco shows imperdíveis que ainda irão acontecer no nosso país até a virada do ano!

  1. Scorpions

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Os alemães do Scorpions estão de volta, dessa vez trazendo até nós a “50th Anniversary World Tour”, em comemoração aos 50 anos de carreira. A voz poderosa e singular de Klaus Meine poderá ser ouvida em São Paulo nos dias 01/9, 03/9 e 04/9, todos no Citibank Hall. Fortaleza e Rio de Janeiro também, nos dias 08/9 e 10/9, respectivamente.

Por que é imperdível? Ouvir clássicos como Still Loving You e Wind of Change, percebendo como a banda parece não sentir os efeitos do tempo.

  1. Aerosmith

Aerosmith 2016

O Aerosmith dessa vez vem para o Brasil com a turnê “Rock n’ Roll Rumble – Aerosmith Style 2016″. Serão realizados três shows ao todo, sendo dia 11/10 em Porto Alegre, 15/10 em São Paulo e 21/10 em Recife. O grupo de Steven Tyler e Joe Perry já passou por aqui um total de seis vezes, sempre com apresentações memoráveis.

Por que é imperdível? Os últimos shows do Aerosmith foram memoráveis e a tendência é turnês como essa ficarem menos frequentes. Melhor aproveitar.

  1. Megadeth

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Um dos integrantes do chamado “Big 4 do Thrash Metal” retorna ao Brasil, já contando com o guitarrista Kiko Loureiro, para a divulgação do mais recente álbum do grupo, Dystopia. Serão realizados shows em São Paulo, Fortaleza, Belo Horizonte, Porto Alegre, Blumenau e Curitiba, entre os dias 07 e 18 de agosto.

Por que é imperdível? Dystopia foi um trabalho excelente e as apresentações com a nova formação, que além de Kiko também conta com Chris Adler e David Ellefson, estão sendo bastante elogiadas. A turnê parece ser imperdível.

  1. Black Sabbath

A lendária banda britânica Black Sabbath irá passar pelo nosso país com a sua turnê de despedida, “The End”. Toni Iommi, Geezer Butler e claro, Ozzy Osbourne, integrantes da formação original, serão acompanhados pelo baixista Tommy Clufetos, e realizarão shows em Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo, nos dias 30/11, 02/12 e 04/12, respectivamente.

Por que é imperdível? É a turnê de despedida do Black Sabbath. Precisa falar mais alguma coisa?

  1. Guns N’ Roses

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Alguns anos atrás, diriam que o retorno do Guns N’ Roses era tão provável quanto Portugal vencer uma Eurocopa: sempre existiu a possibilidade, mas ninguém de fato acreditava muito. Fomos surpreendidos novamente.

Os shows serão realizados em Porto Alegre, dia 08/11, São Paulo, dia 11/11, Rio de Janeiro, dia 15/11, Curitiba, dia 18/11 e em Brasília, dia 20/11.

Por que é imperdível? Axl Rose, Slash e Duff Mckagan juntos em um palco. Se eu estiver sonhando, não quero ser acordado.


Menções honrosas: The Offspring, Whitesnake, Simple Plan

E qual mais você sugere?

A influência dos meios de comunicação para o novo cenário musical

Por Bruno Britto | @brunosbritto

O cenário musical atual é bastante diversificado. Existem bandas e projetos para os mais diversos gostos musicais e, por mais que existam críticas sobre determinados gêneros, há espaço para todos. Em festivais, vemos bandas sem muitas semelhança musical se apresentando no mesmo dia, as vezes até nos brindando com uma parceria inesperada.

Naturalmente, sempre existirá uma progressão, simbolizada pela expressão “passar a tocha”. Grupos já consagrados começam a ficar perto do fim da carreira e outros começam a adquirir o status que sempre almejaram. No cenário do rock e do metal, bandas como Avenged Sevenfold, Queens Of The Stone Age, Bring Me The Horizon, e até mesmo os tão criticados, Ghost e Slipknot já deixaram de ser promessas há tempos, sendo hoje bandas gigantescas, com legiões de fãs. De fato, com o avanço da tecnologia, a divulgação de trabalhos autorais consegue ser mais prática e, consequentemente, podemos descobrir bandas que dificilmente teríamos acesso, dando mais oportunidade as mesmas para, quem sabe, se tornarem futuros ícones.

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A televisão exerce esse papel de grande divulgação a muito tempo, sendo responsável pela exposição de grandes grupos, seja através de programas de auditório ou pela transmissão de festivais de música, como o clássico Rock in Rio. Sempre existiram críticas à respeito do que é oferecido e, sem dúvidas, existe a influência de produtores e todo um grande “backstage” envolvido. Entretanto, os programas musicais, que são vistos como os novos “xodós” das emissoras, parecem ter uma maior liberdade e, apesar de serem amplamente criticados, são responsáveis por divulgar inúmeros talentos, tanto no âmbito internacional, como nacionalmente. Bandas como Scalene e vocalistas como Adam Lambert e Phillip Philipps teriam grande possibilidade de sucesso graças ao seu talento, mas talvez acabassem por não ter um reconhecimento tão amplo se não fosse por essa oportunidade.

Porém, atualmente a internet é o grande foco de divulgação da maioria do chamado novo cenário musical. Em uma simples navegação por plataformas de vídeo, como o YouTube, ou de áudio, como o Deezer e o Spotify, é possível ouvir bandas excelentes que sequer ouvimos falar o nome. O poder de interação da rede e o alto custo-benefício são fatores muito estimulantes para grupos que ainda estão começando. Um exemplo disso são artistas como o grupo americano Boyce Avenue, que conseguiu um grande público através de seus covers, publicados no seu canal no YouTube. A era digital é excelente para descobrirmos novos talentos, que cada vez mais vão ficando independentes e construindo suas carreiras de forma bastante popular.

Estamos diante do que pode ser um futuro promissor para a música, ao contrário do que muitos “old school” tentam afirmar. É preciso ter em mente que nenhuma banda vem com a missão de apagar o que grupos como Queen ou Pink Floyd fizeram, mas sim, tentam buscar seu próprio espaço na história. Parece que não mais será necessário escolher qualidade ou quantidade, mas sim usufruir da  sintonia de ambos.

5 músicos que nos deixaram de forma precoce

Por Bruno Britto | @brunosbritto

O fim de uma vida é sempre um choque, apesar de ser uma certeza para todos nós. Nossos ídolos não estão imunes a isso, e a notícia de que algum deles nos deixou sempre causa aquele aperto no coração dos fãs.

Diversos músicos conseguem usufruir de seu sucesso e possuir uma vida longa, porém não foi o caso dos listados abaixo. Existem aqueles que partiram cedo demais, alguns no ápice de suas carreiras, e essa partida repentina se torna ainda mais triste e saudosa.

Confiram abaixo cinco músicos que nos deixaram de forma precoce.

  1. Kurt Cobain

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O fundador de um dos maiores fenômenos musicais da história, o Nirvana, Kurt Cobain sempre lutou contra seu vício em drogas e seu histórico de depressão. Visto como um marco da geração dos anos 90, a banda foi um dos mais fortes grupos de grunge e alcançou sucesso absoluto. Apesar de todas suas qualidades como vocalista e guitarrista, a presença e a personalidade de Cobain eram sua marca registrada. Faleceu aos 27 anos, com um tiro de espingarda na cabeça. E, apesar de oficialmente ter sido considerado suicídio, muitos ainda questionam se realmente foi o que de fato aconteceu.

  1. Jim Morrison

Jim Morrison

Jim Morrison foi o vocalista da lendária banda norte-americana, The Doors. É considerado uma das maiores influências musicais para bandas da atualidade, além de ter sido o principal compositor do The Doors. Além da música, Morrison escrevia poesias, a qual dedicou bastante do seu tempo. Faleceu em julho de 1971, também aos 27 anos, e a causa ainda continua bastante discutida. Apesar de inicialmente ter sido relatado um ataque cardíaco, não houve autópsia e, consequentemente, confirmação.

  1. Randy Rhoads

Randy Rhoads

Virtuoso é uma palavra que pode ajudar a definir Randy Rhoads. Foi o guitarrista do Quiet Riot e do projeto solo de Ozzy Osbourne e, apesar da pouca idade, impressionava a todos por sua maneira de tocar, tanto por sua habilidade, como por sua originalidade, criando um estilo diferenciado, sendo considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos. Nos deixou de maneira muito precoce, apenas com 25 anos, após um acidente de avião.

  1. Cliff Burton

Cliff Burton

Os fãs do Metallica ainda hoje parecem não ter superado a perda de Cliff Burton. Mas, quem pode culpá-los? Um baixista extraordinário, que inovou usando a distorção e efeitos mais característicos da guitarra, em seu baixo, deixando-o com um som peculiar. Esteve presente em três álbuns da banda, incluindo uma das maiores unanimidades do metal,  “Master of Puppets”. Faleceu em 1986, após um acidente de ônibus com a banda, com apenas 24 anos.

  1. The Rev

The Rev

A mais recente perda da lista, Jimmy Sullivan, conhecido como “The Rev”, foi o baterista do grupo norte-americano Avenged Sevenfold. Um excelente baterista, The Rev era um músico carismático e muito querido por todos os integrantes da banda. Faleceu em 2009, aos 28 anos, vítima de uma overdose acidental de remédios. Em sua memória, a banda lançou como tributo ao mesmo a emocionante canção So far away.


O RIFF já fez um vídeo sobre “Maldição dos 27 anos”. Confira: