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Os estudantes, Vilipêndio e Neon Dharmas no Aparelho

Sábado é dia de punk rock no Aparelho. A casa localizada na Praça Tiradentes, nº 85, recebe às 22h três nomes consolidados no underground carioca por apenas R$ 10: Os Estudantes, Vilipêndio e Neon Dharmas.

No dicionário “vilipendiar” significa “aviltar”, “desprezar”. Foi por isto que Vilipêndio foi escolhido para ser o nome de uma banda que promete fugir de qualquer regra ou modismo que possam aprisionar o barulho de seu som. A banda conta com o guitarrista Ricardo e a tecladista Simone, e tem conseguido se manter fiel a proposta de som como no primeiro disco. O peso dos riffs, o sarcasmo, as letras ácidas e a melodia caótica que a sua própria forma sempre rompeu padrões estéticos e previsíveis do punk rock.

Seguindo uma linha um pouco mais melancólica/bucólica, a banda Neon Dharmas sinaliza suas frustrações, angústias com as questões cotidianas, o caos e paranoia de se viver na cidade, a aversão aos dogmas, criticas ao consumo, com o vazio da existência, com a sequência e padrão do fluxo, da rotina e soluções prontas nos quais são temas quase que sempre presentes em suas letras.
A banda tem mantido uma agenda bem agitada e promete o lançamento de material novo até o começo do próximo ano, e uma super Gig-tour ainda para esse ano.

Os veteranos da banda Estudantes, que teve origem na banda “Claro que Não”, talvez a banda mais importante atualmente que se manteve ativa na cena punk carioca, também fará performance no evento. Não há muito o que comentar sobre a banda, por que a performance fala por si mesma. Assistir um show com Os Estudantes é um sentimento inexplicável e às vezes perturbador. É como levar uma pedrada portuguesa na cabeça. Nos faz lembrar que a vida às vezes é muito séria e que temos trabalhos chatos, responsabilidades e preocupações de pessoas adultas vazias.

Evento no Facebook:  https://www.facebook.com/events/618313218647694/

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The Tryout: Banda colombiana de Hardcore chega ao Rio

No sábado, 18 de maio, a banda The Tryout vai mostrar aos cariocas a energia do hardcore colombiano. O show, que tem a produção da Oxenti Records, terá a abertura dos cariocas Vilipêndio e Tuíra. A apresentação ocorre às 22h, no Estúdio MDM, com ingressos a módicos R$ 5.

The Tryout foi formado em 2009, em Bogotá, e tem três trabalhos gravados: We All Have Stories To Tell (2011), Somos vida (2013) e Las mil cumbre (2015). Os álbuns despertaram interesse em países como Argentina, Peru e Equador. Hoje o grupo é considerado um dos mais representativos da forte cena de hardcore que emerge na Colômbia.

É também uma chance de conferir dois representantes do underground carioca.  O Vilipêndio, que desde 2002, vem mesclando punk, hardcore e metal com letras inconformistas em português e a Tuíra, formada por mulheres, cuja sonoridade reflete, ao mesmo tempo, a espontaneidade do punk e a resiliência LGBT. 

O estúdio MDM fica na Rua do Resende 82, no Centro do Rio. Haverá, no local, recebimento de donativos para as vítimas de Moçambique. No caso, roupas, alimentos não perecíveis e itens de limpeza.

Evento: https://www.facebook.com/events/681952138902134/

Resenha: The Internet @ Circo Voador

Por Alan Bonner (@bonnerzin) e Matheus Tiengo (@tiengolinho)

A noite da véspera do feriado do dia do trabalhador trouxe mais uma experiência fantástica proporcionada pela parceria Queremos e Heineken. O The Internet desembarcou pela primeira vez no Brasil na última terça-feira (30/04) direto para o palco do Circo Voador, com abertura dos paranaenses da Tuyo e set do DJ Nyack.

A Tuyo subiu ao palco em 4 cabeças, com Jan Lucca, produtor da banda, fazendo a cama para as vozes, beats cordas de Lio, Lay e Machado. A banda entregou o usual bom show, cheio de elementos eletrônicos misturados a guitarras meio tímidas e um baixo bastante marcado. As vozes estavam harmonicamente muito bem sintonizadas e tudo soou muito bem ensaiado, nada ali ficava fora do lugar. Apesar do pouco público do Circo naquele momento, foi visível que os presentes estavam interessado e intrigado pelo show do trio, sinergia comum nos shows da banda.

Enquanto a troca de palco era efetuada, DJ Nyack (que, para quem não sabe, é o DJ que acompanha o rapper Emicida em seus shows a 10 anos) entregou um set list matador, transformando a espera num baile dos bons, o que ia ser repetir depois da atração principal da noite.

O The Internet pareceu esperar até às 23 horas para ter o pulso que estabelecesse uma conexão perfeita com A Lona. Modem ligado, banda no palco, conexão bem sucedida. O público pirou quando os instrumentistas da banda surgiram no palco, e a histeria foi completa com a entrada da pilota da nave, Syd the Kid. A banda de Los Angeles fez, durante uma hora e vinte minutos, uma mistura de passeio pela sua discografia e apresentação do último registro de estúdio, “Hive Mind”. Durante o show, a absurda qualidade da banda levantava questões: como tanto groove pode ser produzido por um único instrumento como produz Pat Pagie com seu baixo? Quantos tambores Chris Smith é capaz de tocar simultaneamente? Steve Lacy é desse mundo? Como algum com tão pouca idade pode ter tanta referência e uma carreira já tão consolidada? E como a Syd ainda arruma tempo de ser carismática ao extremo mesmo cantando tanto? A certo ponto do show, todo mundo só relevou e curtiu. Genialidade, brilhantismo e talento não se discutem, só se admira.

Não Percam os shows do Bush e do Stone Temple Pilots!

O rio está, aos poucos, voltando ao circuito de shows de grande porte internacionais. E, o show que vai ocorrer sexta (15/02) vai ser muito especial pra mim. Eu vou ter a oportunidade de assistir o Bush, uma das minhas bandas favoritas, 22 anos depois!!! No dia 12/11/1997, uma quarta feira, o Gustavinho estava de 13 anos estava perdendo a voz com Gavin Rossdale e cia. Muito provavelmente a minha memória vai me trair, mas eu acho que eles abriram aquele showzão com ” A Tendency to start fires”, e fecharam com “Little things”. Pelo que eu pude descobrir, eles ainda tocam “Little Things” nos shows.

Infos:

SÃO PAULO

Data: Quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Abertura dos portões: 19h30
Horário: 21h00 – Stone Temple Pilots
Local: Credicard Hall SP – Av. das Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro – São Paulo (SP)
Capacidade: 7.064 pessoas
Ingressos: de R$ 60 a R$ 600.
Classificação etária: De 15 a 17 anos: Permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis legais. De 18 anos em diante: Permitida a entrada desacompanhados.
Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo.
Acesso para deficientes
Ar-condicionado
Venda de ingressos no site: www.ticketsforfun.com.br
Venda a grupos: grupos@t4f.com.br
Estacionamento (terceirizado): R$ 60.

RIO DE JANEIRO

Data: Sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
Abertura dos portões: 19h30
Horário: 21h00 – Stone Temple Pilots
Local: Km de Vantagens Hall RJ – Av. Ayrton Senna, 3000 – Shopping Via Parque – Barra da Tijuca
Capacidade: 7.758 pessoas.
Ingressos: De R$ 130 a R$ 590.
Classificação etária: De 15 a 17 anos: Permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis legais. De 18 anos em diante: Permitida a entrada desacompanhados.
Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo.
Acesso para deficientes
Ar-condicionado
Venda de ingressos no site: www.ticketsforfun.com.br
Venda a grupos: grupos@t4f.com.br
Estacionamento do Shopping: Moto: R$ 5,00 – preço único / Carro: Primeiras 5 horas: R$ 10,00. A partir da 5ª hora: R$ 2,50 – por hora ou fração.

BELO HORIZONTE

Data: Domingo, 17 de fevereiro de 2019
Local: Km de Vantagens Hall – Av. Nossa Sra. do Carmo, Belo Horizonte
Venda de ingressos no site: www.ticketsforfun.com.br
Venda a grupos: grupos@t4f.com.brP

Sério, não dá pra perder! E, caso você esteja em dúvida, vou listar aqui 5 músicas que com certeza estaram no show!

The Chemical Between us:

Everything Zen

The People that we love

Swallowed

Comedown

“Nossos Amigos e os Lugares que Visitamos” da El Toro Fuerte é sobre afeto em tempos difíceis

Por Alan Bonner (@bonnerzin)

A partir de hoje, toda sexta, o Canal RIFF trará a “Próxima da Fila”, uma coluna sobre os próximos grandes artistas/bandas nacionais. Na estreia, a banda mineira El Toro Fuerte.

O que leva uma banda independente e desconhecida até mesmo de parte do público de seu nicho a rodar boa parte do pais? Não há investimento de gravadora, apoio de selo, grana própria para investir e a tal “cena” se preocupa cada vez mais em falar mal de si mesma e menos em se ajudar. Alguém precisa bancar esse rolê em cada cidade, fornecendo estrutura para o show, teto, comida, cachê e um mínimo de orientação de como chegar e ir embora. Este alguém, portanto, precisa gostar do que essa banda faz e/ou de seus membros. Afinal, se tudo der errado, pelo menos vai ficar a satisfação de ter visto uma banda ou uma pessoa querida.

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El Toro Fuerte (da esq. para a dir.: João Carvalho, Fábio de Carvalho, Diego Soares e Gabriel Martins). Foto: Vitor Jabour

É na base do afeto que bandas como a El Toro Fuerte conseguem se manter logisticamente e desbravar a dor e a delícia de se fazer música no Brasil. Iniciada em Belo Horizonte no ano de 2015 e formada na época por Diego Soares (baixo/guitarra/voz), Gabriel Martins (bateria) e João Carvalho (baixo/guitarra/voz) a banda lançou seu debut “Um Tempo Lindo para Estar Vivo” em 2016, se tornando rapidamente uma das caras da estética multifacetada que, de forma bem humorada, foi denominada como rock triste. Rótulos a parte, a banda entregou um primeiro trabalho coeso e competente, apresentando sua identidade firmada no emo e no math rock e repleto de elementos experimentais e de música brasileira.

Olha que capa linda!

Os três anos que se passaram até o presente da banda trouxeram as glórias que um disco localmente aclamado pode proporcionar a uma banda independente: o primeiro show fora da cidade natal, a primeira casa cheia, a primeira invasão de palco pelos fãs. Logo vieram uma turnê no Nordeste, datas pelo Centro-Oeste e a coroação do primeiro disco no maior festival de música independente do país, o Bananada (GO) e a entrada de um novo membro, o jovem Fábio de Carvalho. O primeiro disco fez a banda rodar bastante, e logo era a hora de voltar para Belo Horizonte e começar a projetar o futuro da banda, o que significava um novo disco.

Essa volta foi um período complicado para os membros da Toro. Desentendimentos, perda de pessoas queridas, planejamentos que não deram certo e a pressão de gravar um disco no meio disso tudo. Mas, tal qual Frank Ocean, a banda fez valer a espera. No fim de janeiro de 2019, era vazado lançado o aguardado “Nossos Amigos e os Lugares que Visitamos”. Um disco que dá pra ver o suor escorrendo e a testa brilhosa só de ver a tracklist. São 13 músicas com uma duração total de quase uma hora. É trabalhoso (e caro!) fazer um disco deste tamanho em estúdio, com aluguel de piano, despesas e logística de gravação de videoclipe e das participações especiais, fora o trabalho e custo de mixagem e masterização (feitas brilhantemente por Fernando Bones e João Carvalho). E se ter uma banda hoje em dia é pensar como uma empresa, o NALV é um investimento daqueles de muito valor.

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Olha que capa linda [2]!

E a riqueza do disco é perceptível em cada uma de suas nuances. A incorporação de novas influências do pós-punk e do hip hop agregou ainda mais a sonoridade inventiva do agora quarteto. Os letristas da banda trazem temáticas diversas ao disco, mas que se conversam na questão do afeto, sempre ele. Desde a relação com uma pessoa que já foi muito importante e que atualmente não é mais, passando pelo sofrimento do fim de um relacionamento até declarações explícitas de amor aos amigos e parceiros. O afeto presente nas letras é cíclico, pois a banda o recebe de volta dos fãs, fiéis e barulhentos nos shows e nas redes sociais.

A entrada de Fábio de Carvalho como compositor da banda trouxe o seu estilo particular de composição e, de forma simbiótica, criou algo diferente do que artista e banda apresentavam em separado. Ouça “Aniversários São Difíceis” para entender. João Carvalho é responsável, como de costume, pelos momentos mais surpreendentes da obra, principalmente pelos elementos eletrônicos incorporados em suas canções. Ouça “Hidra” para entender. Diego Soares parece ter a fórmula de compor hits em seu nicho, e fez as canções que batem mais fácil no disco. Ouça “Santa Mônica” para entender. E as linhas de bateria de Gabriel Martins são o destaque maior em um disco que acertou em quase tudo que se propôs a entregar. Preste atenção no que esse rapaz, que já pode ser considerado um dos bateristas mais criativos do país, fez durante todo o disco.


“Nossos Amigos e os Lugares que Visitamos” é um disco dialeticamente denso e leve, em todos seus aspectos. Tem um fator de replay ilimitado pela diversidade de mensagens contidas nas letras e a complexidade dos arranjos, mas bem fácil de ouvir por e de se deixar levar pelas melodias carismáticas e pelas mensagens empáticas. Um disco pra ouvir por meses, até o fim do ano, onde ele será devidamente consagrado na lista dos melhores de 2019.

Ouça El Toro Fuerte

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCa-nHNsuYzMmaEsc8rn7kVA

Spotify: https://open.spotify.com/artist/2YElQs97LTX6gn5Td89FaQ

Bandcamp: https://eltorofuerte.bandcamp.com/

Deezer: https://www.deezer.com/br/artist/10094068

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Twitter: https://twitter.com/el_toro_fuerte

Entrevista: A hora de ver Shaman ao vivo é agora!

“Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. De tanto os fãs do Shaman insistirem, a formação clássica de uma das mais expressivas bandas de heavy metal do Brasil está de volta. E a história só pôde acontecer graças à esse apelo.

“Cada um na banda tinha os seus projetos pessoais, mas, ao longo dos últimos anos a gente recebia muitas mensagens mesmo pedindo a volta do Shaman… no último ano especialmente começou uma campanha muito grande”, admite orgulhoso Hugo Mariutti, guitarrista do Shaman. “Todo dia abria as mensagens na internet e lia a galera escrevendo: ‘#VoltaShaman’, ‘volta Shaman'”.

Aos 42 anos, Mariutti deu um parada em sua carreira solo (com uma sonoridade bem diferente do Shaman, diga-se de passagem – clique aqui para ouvir seu álbum ‘For a Simple Rainy Day’) e agora o foco é em celebrar a carreira do Shaman, grupo formado em 2000 por seu irmão Luis Mariutti (baixo), Andre Matos (vocal e teclados) e Ricardo Confessori (bateria) – logo após o trio deixar o Angra.

O repertório não deve apresentar surpresas e sim a íntegra os dois primeiros álbuns da banda, o ‘Ritual‘ (2002) e o ‘Reason‘ (2005). 12 anos sem tocar as músicas da banda deram um trabalhinho extra para Hugo, que admite ter tido que treinar algumas músicas que jamais haviam sido tocadas ao vivo. “É aquela mesma coisa de jogador de futebol né, a gente treina, treina, mas só pega o ritmo mesmo com a rotina da turnê”.

O próximo show será em Brasília, nesta sexta-feira (30/11), depois tocam em Belo Horizonte no sábado (01/12) e fecham o final de semana no Rio de Janeiro (02/12).

Último show? Ainda não. “Teremos algumas datas no início do ano que vem e depois a gente senta para colocar tudo em ordem. Mas agora a hashtag mudou (é o #FicaShaman)”. “Tamos querendo é curtir muito os shows, que tão sendo muito especiais pra todo mundo. Tem sido muito emocionante”.

Os cariocas terão a oportunidade de ouvir Shaman ao vivo na HUB, na região portuária. A capital fluminense rende boas memórias ao guitarrista.

“Lembro que um dos melhores shows da turnê do Ritual foi no Rio. Foi no Metropolitan, um dia depois depois da gravação do DVD em São Paulo, tocamos muito mais soltos, sem a pressão da gravação, e o clima estava incrível”, disse Hugo, que aproveitou para convocar: “Estamos bem empolgados pra tocar de novo no Rio de Janeiro. O público daí sempre tratou o Shaman muito bem”.


INFORMAÇÕES

Data: 02/12/2018 (domingo)

Local: HUB RJ (Av. Professor Pereira Reis, 50, Porto Maravilha. Próximo à Rodoviária Novo Rio)

Horários: Portas 16h/ Shows a partir de 17h

Banda convidada: Rec/All

Ingressos: https://www.pixelticket.com.br/eventos/2290/shaman-no-rio-de-janeiro

Morrissey retorna ao Brasil para shows no Rio e São Paulo

Morrissey está prestes a retornar ao Brasil. O eterno ex-vocalista do The Smiths desembarca no país para dois shows: dia 30/11, sexta, na Fundição Progresso (Rio de Janeiro); e 02/12, domingo, no Espaço das Américas (São Paulo).

No repertório espere por muito de sua longa e consolidada carreira solo, que teve em ‘Low in High School‘, do ano passado, seu último lançamento. Sucessos de seus 11 álbuns de estúdio estarão presentes – mas não se preocupe que também terá espaço para The Smiths e algum outro cover surpresa.

Aos 59 anos Morrissey é tido considerado polêmico por suas opiniões fora dos palcos. E sua genialidade é costumeiramente reverenciada: citado pela sua conterrânea BBC como “uma das figuras mais influentes da história do pop britânico”.

Clique aqui para comprar ingressos do show no Rio de Janeiro (a partir de R$ 220)  e aqui para o show em São Paulo (a partir de R$ 175).