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Playlist: O lado mais ‘light’ de Corey Taylor, do Slipknot e Stone Sour

Um dos vocalistas de rock mais respeitados dos últimos anos é Corey Taylor. Vocalista do Slipknot Stone Sour, Taylor sabe como poucos como dominar um palco – com ou sem máscaras. Mas, ainda é bastante estigmatizado pela postura ‘agressiva’ do Slipknot.

Quem é fã sabe que Taylor vai muito além do Nº 8 (alter ego em sua principal banda). O cantor também é compositor e multi-instrumentista, tocando ao menos cinco intrumentos diferentes. Fora seu lado mais melódico, seja em projetos solos ou em suas duas principais bandas.

O Canal RIFF montou uma playlist no Spotify para destacar justamente as suas músicas com um tom mais ‘light‘. Bom para relaxar, entre uma porradaria e outra, né?

Ouça e inscreva-se na playlist: https://goo.gl/5uMwYU

Siga o RIFF no Spotify para acompanhar outras listas: https://open.spotify.com/user/canalriff

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Lista: 5 bandas que gostaríamos de ver no Rock in Rio 2017

Por Bruno Britto

O Rock in Rio 2017 vai tomando forma!

Foi confirmado que a banda americana Maroon 5 estará presente na próxima edição do evento. Os californianos já estiveram presentes em edições anteriores e, recentemente, estiveram em turnê no Brasil. A notícia deixou fãs eufóricos e curiosos com as novas confirmações.

O Canal RIFF vai dizer agora 5 bandas que trariam muita qualidade para o Rock in Rio. Sonhar, afinal, não custa nada.

OBS: Tentamos evitar bandas que fizeram turnês recentes (2016) no Brasil. Por isso, grupos como Black Sabbath e Guns N’ Roses não estão sendo considerados.


5. Arctic Monkeys

amonkeys

Os ingleses do Arctic Monkeys são uma das bandas preferidas da nova geração. Com excelentes canções como Fluorescent Adolescent e I bet you look good on the dance floor, o grupo do vocalista Alex Turner acrescentaria grande qualidade ao festival e, com certeza, alcançaria um público mais variado. Representantes do chamado indie rock, a banda não vem ao Brasil desde 2014.

4. Slipknot/Stone Sour

stone e slipknot

O Slipknot já deu as caras em edições passadas do evento, inclusive sendo um dos headliners em 2015. A banda sempre faz apresentações memoráveis, com performances fortes e um público bastante fiel. Entretanto, mesmo com a ausência do grupo, seria interessante ver o vocalista Corey Taylor com seu outro projeto, o Stone Sour. Vale ressaltar que em 2011, ambas as bandas se apresentaram. Ouvi alguém pedir bis?

3. Foo Fighters

foo fighters

Os americanos do Foo Fighters foram uma das grandes surpresas do Rock in Rio 3, em 2001. Até então tratados como “desconhecidos” do grande público, a banda surpreendeu bastante ao liderar a enquete sobre “atrações favoritas”. No palco, não desapontou em nada. Dave Grohl e companhia hoje já são uma banda mais madura que, na humilde opinião desse redator, evoluiu bastante. Se a participação anterior foi boa, uma mais recente deveria brigar pelo posto de melhor show do festival.

2. KISS

KISS

Apesar da banda ter se apresentado recentemente no Monsters of Rock, uma apresentação no Rock in Rio seria histórica. A banda tem talvez os seguidores mais fiéis do mundo (o chamado KISS Army) e com certeza traria um sentimento muito nostálgico a todos os presentes.

1. AC/DC

acdc

Ah, ainda bem que sonhar é de graça.

O AC/DC esteve presente na primeira edição do festival e seria uma grande honra para todos os fãs recebê-los mais uma vez.

Independente de quem esteja ocupando o posto de vocalista, o show seria imperdível.


Nós já demos o veredito sobre o Rock in Rio no É Bom:

RESENHA: O pior show de todos os tempos

Por Guilherme Schneider I @Jedyte I Fotos IHateFlash

Em 2011 tive a oportunidade de assistir ao show do Slipknot no Rock in Rio, em uma apresentação que foi praticamente uma unanimidade. Irretocável, explosivo, empolgante… aquela foi uma noite com muitos adjetivos e sabor de “quero mais”.

Para alegria dos muitos que estiveram lá quatro anos atrás, a banda norte-americana foi anunciada para o line up de 2015. Dessa vez não como abertura do Metallica, e sim como o headliner da última sexta-feira (25). Comprei o ingresso logo no primeiro dia de vendas – doido para repetir a adrenalina de antes.

Mas, nem sempre as coisas saem como o planejado.

A noite rendeu shows bem interessantes, como Nightwish, Steve Vai, Mastodon e Faith no More. Porém, era claro que a maioria ali queria ver os mascarados de Iowa. Além dos sucessos antigos, a banda lançou no final do ano passado o ótimo .5: The Gray Chapter.

Como esperado, a abertura já foi matadora. Estava ali, no olho do furacão, na borda da maior roda possível do lado direito do palco. Há alguns metros de Corey Taylor & Cia. A sequência inicial foi XIX, Sarcastrophe, The Heretic Anthem, Psychosocial e The Devil in I.

Linda, né? E foi assim que acabou o show – pelo menos para mim.

Corey‘Me fudi!’, pensei na hora. E não é que foi isso mesmo?

Foi ali que percebi ter entrado para as estatísticas com mais um furtado em um festival. E, se você já perdeu o seu celular ou carteira (o meu caso) assim, tenho certeza que entende do que estou falando. É frustrante, desesperador, e, principalmente, revoltante.

Na verdade essa não é uma resenha sobre Slipknot, caro leitor do Canal RIFF. Essa é uma resenha sobre o ato de resenhar shows.

O curso de Jornalismo no qual me formei ensinou a tirar o “eu” de um texto. Imparcialidade, intenção… ok. As emoções humanas ajudam a separar teoria e prática. Não havia uma disciplina para analisar shows – apenas filmes, o que de fato foi bem legal.

Mas tem horas que não é possível tirar o tom pessoal. E aí que está a dificuldade do tal “moço das resenhas”. Seria profissionalismo apagar uma dor de cabeça dessas e fingir que nada aconteceu? Tudo em troca de alguns chavões como “grande performance” ou “banda em grande fase”?

SlipNesse momento alguém foi furtado também, ó lá!

A verdade é que o pior show possível é aquele em que algo dá muito errado para você. É, você mesmo. Pouco adianta um setlist perfeito, pirotécnica e malabarismos se você (um pontinho na multidão) não entrou no clima – e a culpa não é da banda.

Seja torcer um pé, passar mal, tomar um toco daquela pessoa que você estava de olho, ser furtado… difícil sublimar tudo isso, não? Tudo vai por água abaixo. E a verdade também é que não há muita diferença entre quem está lá “só” assistindo, ou quem está resenhando.

Difícil contar uma história sobre o que acontece em um palco e plateia quando você vira o seu próprio personagem – infelizmente.

Talvez eu tivesse percebido a ausência da carteira no finalzinho do show… ao menos teria me divertido. O que fiz foi ignorar aquele caos lindo, procurando algo no meio do lixo que é o chão de um festival. Até achei um BlackBerry genérico – que devolvi no lotadíssimo ‘Achados e Perdidos’, claro.

Tanto no posto de atendimento da Polícia Civil, onde fiz o BO, quanto no posto do evento, onde preenchi um formulário, dezenas de pessoas tiveram histórias parecidas. Provavelmente você conhece alguém que também já voltou para casa dizendo que “foi o pior show” por conta disso.

É uma merda mesmo, mas sem choro. Ficam as lições (mesmo depois de trocentos shows nessa vida).

Em tempo: chegando em casa assisti ao Slipknot no Rock in Rio. Claro que foi lindo, a banda está cada vez melhor, e com certeza é uma das bandas mais interessantes do rock das últimas décadas. Mas, para (e por) meu azar, esse foi o pior show de todos os tempos.

E qual o seu?

System of a Down, Slipknot, Katy Perry… a segunda semana do Rock in Rio é ainda maior!

Novamente a agenda da semana do Canala RIFF é dominada pelo Rock in Rio. E não poderia ser diferente, né? Afinal, o festival mais tradicional do Brasil trouxe grandes shows nos últimos dias – e isso foi só o começo.

O segundo final de semana do festival é ainda maior: serão quatro dias, ao invés de três. Dois deles dedicados ao rock, e dois ao pop.

System of a Down - Rock in Rio 2011Depois de quatro anos o SOAD está de volta ao Rock in Rio

Bandas consagradas como System of a Down, Queens of the Stone Age, CPM 22, Deftones, Slipknot e Faith no More se apresentam entre os dias 24 e 25 (os dias de rock). Mas, claro, tem muitas outras bandas interessantes.

Já no fim de semana do pop é impossível não destacar os retornos de Rihanna e Katy Perry. Além disso, há o A-Ha, Sam Smith e Cidade Negra.

Confira a Agenda de Shows do RIFF e se programe (nem que seja para assistir na TV). E se quiser nos indicar algum show legal é só nos avisar nas redes sociais que recomendamos – envie com a hashtag #AgendaRIFF.

Vamps - Hyde - 2015Hyde, do L’arc en Ciel, toca com o Vamps em São Paulo

QUINTA – 24 de setembro
24 – 4º dia do Rock in Rio – System of a Down, Queens of the Stone Age, Hollywood Vampires, CPM 22, Deftones e outros (Cidade do Rock)

SEXTA – 25 de setembro
25 – 5º dia do Rock in Rio – Slipknot, Faith no More, Mastodon, Nightwish + Tony Kakko e outros (Cidade do Rock)

SÁBADO – 26 de setembro
26 – 6º dia do Rock in Rio – Rihanna, Sam Smith, Sheppard, Lulu Santos e outros (Cidade do Rock)

DOMINGO – 27 de setembro
27 – 7º dia do Rock in Rio – Katy Perry, A-Ha, Cidade Negra, Suricato + Raul Midón e outros (Cidade do Rock)

27 – Vamps – Cine Joia (São Paulo)

E, o tal de Rock in Rio É Bom?