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Lista: 22 Álbuns de julho pra você ouvir agora

or Felipe Sousa | Felipdsousa

 

Riffeiros, voltamos com nossa lista mensal de lançamentos. Preparem-se, pois temos excelentes discos separados pra você incrementar sua playlist. Mais uma vez esse resumo conta com belos trabalhos nacionais, e também álbuns bastante promissores no mundo todo. Confiram abaixo.

E ah, também temos nossas próprias playlists lá no Spotify. Segue a gente porque sempre tem novidade. Outra excelente opção pra acompanhar o RIFF é o nosso podcast. 

 

Something To Tell You – HAIM

Segundo álbum de estúdio do grupo formado pelas irmãs Este, Danielle e Alana Haim, “Something To Tell You”, é o sucessor de “Days Are Gpne” (2013). O novo registro conta com onze faixas muito bem trabalhadas e um mix de melancolia e melodias dançantes. Ouça abaixo:

 

 

 

Issa Album – 21 Savage

Embora não tenha grandes diferenciais em relação ao que já tem sido feito no hip-hop, “Issa Album”, disco de estreia de 21 Savage, agradará aos fãs menos preocupados com letras profundas ou instrumentais com grande criatividade. Com 14 faixas, o registro segue a mesma linha rítmica, inspiradas, ao que parece, em músicos como Future e Migos. Ouça e nos diga o que achou.

 

 

 

A Sala – Sons de Saturno

Os paulistas da Sons de Saturno estão na estrada há cinco anos e lançaram este mês, seu segundo trabalho. “A Sala” traz 14 faixas que propõem climas variados . Boa escolha pra quem curte indie brazuca. Ouça e compartilhe.

 

 

 

Bem Vindos a La Raza – La Raza

No último dia 13, Dia Mundial do Rock, a La Raza liberou em todas as plataformas digitais seu mais novo disco, intitulado “Bem Vindos a La Raza”, que foi gravado no Family Mob (SP), QG Hoffman (SP) e Wah Wah Studios (SP), e mixado e masterizado no NRG Recording Studios em Los Angeles, Estados Unidos. O álbum ainda conta com participações de Baduí (CPM22) e Caio Macbeserra (Project 46).

 

 

 

Kaleidoscope EP – Coldplay

Chris Martin vem ao Brasil em novembro liderando o Coldplay na Head Full Of Dreams Tour, e antes disso, para animar ainda mais os fãs, os britânicos liberaram o EP Kaleidoscope em todas as plataformas digitais. O Registro conta com cinco excelentes canções. Ouça:

 

 

Jungle Rules – French Montana

“Jungle Rules” não é inovador, mas se mostra muito coeso. O disco contém 18 faixas e conta com parcerias de peso como The Weeknd, Travis Scott, Pharrell, Future, Young Thug e mais. Confira abaixo:

 

 

 

Dead Reflection – Silverstein

Muito antes do lançamento oficial do álbum, a banda já havia entregue aos fãs alguns sons do novo trabalho. “Retrograde”, e “Lost Positives”, por exemplo, já antecipavam a vibe mais sensível e melódica do disco. “Dead Reflection” é o nono álbum da banda.

 

 

 

Night & Day – The Vamps

“Night & Day” é o quarto álbum dos britânicos The Vamps. Com 10 faixas, o disco foi lançado em quatro versões, e você pode adquirir a versão física no site da banda.

No dia 17 de setembro o grupo vem ao Brasil em turnê promovendo o disco. Ouça abaixo a versão oficial:

 

 

Ultralife – Oh Wonder

Josephine Vander Gucht e Anthony West formaram em Londres o duo pop Oh Wonder.  E neste mês liberaram “Ultralife”, segundo disco da dupla, que foi gravado na própria casa dos caras. Confira abaixo:

 

 

Flower Boy – Tyler, The Creator

Quarto álbum do californiano Tyler, The Creator, “Flower Boy” se mostra incrivelmente plural e criativo. Nas composições, que mostram em boa parte o cotidiano do rapper, Tyler se afirma com maturidade em seu melhor álbum até aqui.

 

 

Lust for Life – Lana Del Rey

No que diz respeito às melodias e arranjos, Lana não ousa muito, e mantém sua marca melancólica dos discos anteriores. O que difere esse álbum dos demais – ainda que o assunto relacionamento continue muito presente – é a forma como a cantora aborda os temas; dessa vez com mais calmaria. Ouça e nos conte o que achou.

 

 

Sacred Hearts Club – Foster the People

Na busca por se reinventar, a banda americana Foster The People traz “Sacred Hearts Club”, terceiro álbum de estúdio. Mais pop, dançante, e eletrônico, o registro passa longe de ser espetacular – se por acaso fosse esse o objetivo -, ficando bem atrás dos discos anteriormente lançados pelo grupo.

 

 

Add Violence [EP] – Nine Inch Nails

“Add Vioolence”  é o segundo registro de uma série de três lançamentos, que se iniciou em 2016 com “Not the Actual Events” e o terceiro é esperado ainda pra 2017. Ouça abaixo o EP:

 

 

Stony Hill – Damian Marley

Depois de longos 12 anos desde seu último álbum, Damian volta com “Stone Hill” falando de maconha medicinal, poder do amor e das pessoas, e mais em um disco com 18 faixas.

 

 

Balanga Raba EP – Rico Dalasam

Pautado na luta pelas minorias e com composições fortes, “Balanga Raba” conta com quatro faixas de uma experimentação entre pop e hip-hop. Ouça o EP, que ainda conta com participação de Mahal Pita do BaianaSystem.

 

 

Racing Time – DWNTWN

Formada em 2010 na Califórnia, a banda de indie rock/pop, DWNTWN seu primeiro disco, intitulado “Racing Time”. Antes, o grupo já havia lançado três Ep’s.  Com insinuações oitentistas, Racing Time  traz uma sensibilidade pop bem interessante. Ouça:

 

 

A Black Mile to the Surface – Manchester Orchestra

No dia ultimo dia 28, Machester Orchestra liberou seu mais novo álbum, “A Blak Mile to the Surface”, que tem produção de Catherine Marks (que já trabalhou com nomes como The Killers). Desde sua capa belíssima e enigmática até suas letras texturizadas, o novo disco se mostra um projeto bem interessante do grupo. Ouça:

 

 

 

Paranormal – Alice Cooper

Um hard-rock cheio de classe. Esse é o “Paranormal”, novo disco de Alice Cooper. Nele, o músico nos faz viajar de volta aos anos 70, relembrando um pouco da sua sonoridade original e deixando de lado a modernidade dos seus últimos lançamentos.

 

 

 

Everything Now – Arcade Fire

Há quem goste, há quem conteste o novo disco do Arcade Fire. O fato, é que “Everything Now” não passa nem perto de ser bom como são Funeral (2004) e Reflektor (2013). No novo disco, a banda parece não encontrar equilíbrio entre as variações de ritmos e a tentativa de se reinventar. O registro mostra-se um pouco chato e perdido no objetivo de ser alguma coisa.

 

 

Ottomatopeia – Otto 28

Mais uma novidade nacional.

Com participação de Céu – entre outros – e produção de Pupillo (Nação Zumbi), “Ottomatopeia” chega cinco anos após o último lançamento do Otto. Esse é mais um belo trabalho do talentoso músico pernambucano. Prestigie.

 

 

Dois Reis – Dois Reis

Formada por Theodoro e Sebastião Reis, filhos do cantor Nando Reis, a banda está na estrada há três anos e já participou do programa Superstar, da Rede Globo. No último dia 28, eles divulgaram seu primeiro disco, homônimo, que conta com oito faixas. Ouça:

 

 

Mar de Espelhos – Stereophant

Pra finalizarmos nossa lista, nada melhor do que lançamento nacional. E pra isso, falamos da “porrada” que é o segundo disco da Stereophant.

“Mar de Espelhos” evidencia o amadurecimento do grupo, e ao ouvir esse som nas plataformas digitais, é fácil perceber que o novo álbum continua com a energia contagiante e marcante dos caras.

No dia 29/07 os caras estiveram no Estúdio Aldeia, em Petrópolis lançando o álbum. Estivemos lá e você pode conferir na nossa resenha  tudo o que rolou por lá.

 

Vale o play! Vale o show. Ouça e compartilhe.

 

 

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Coldplay anuncia show extra em São Paulo

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa

 

Se você queria ir no show do Coldplay mas não conseguiu ingresso, pode manter vivas as esperanças de acompanhar ao vivo a apresentação dos britânicos no Brasil. Hoje (17/07) a banda anunciou um show extra em São Paulo.

Em 08 de novembro, um dia depois da sua primeira apresentação na cidade, o grupo aterrissa novamente no Allianz Park para mais um show. O anuncio aconteceu depois do clamor dos fãs por uma nova data da tour dos caras por aqui, já que os ingressos do primeiro show em São paulo esgotaram rapidamente.

Essa é a terceira data confirmada da “A Head Full Of Dreams Tour” no país, que ainda vai passar por Porto Alegre, no dia 11 de novembro, e também conta com o lançamento de “Kaleidoscope”, seu mais recente EP.

Você pode  clicar aqui para saber todas as informações dos ingressos.

 

 

Ah, aproveita e assiste o nosso vídeo, “Coldplay é bom?”, onde comentamos sobre a banda, e marca os amigos que vão ver esse baita show com você.

Prestes a retornar ao Brasil o Coldplay libera EP com inéditas

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa

Nessa sexta-feira (14) o grupo britânico Coldplay disponibilizou em todas as plataformas digitais seu mais novo EP: Kaleidoscope.

Depois de confirmar vinda ao Brasil para dois shows da turnê “A Head Full Of Dreams Tour”, que acontecem em São Paulo no dia 7 de novembro no Allianz Park, e em Porto Alegre no dia 11, do mesmo mês, na Arena do Grêmio, a banda acaba de divulgar um EP com inéditas.

As cinco faixas, “All I Can Think About Is You“, “Miracles (Something Special)” com a participação de Big Sean, “A L I E N S“, “Something Just Like This” com The Chainsmokers, e “Hypnotised“, já podem ser ouvidas nas plataformas digitais pra já ir dando aquela afiada no inglês e cantar ao vivo junto com os caras quanto desembarcarem por aqui.

Lista: 5 motivos para amar o rock britânico (ou britpop)!

Por Bruno Britto

Que o rock britânico é um dos mais fortes do mundo, isso não é segredo para ninguém. O país de bandas como Queen, The Beatles e The Rolling Stones é considerado por muitos como o maior expoente de bandas de rock do planeta. E, felizmente, qualidade das bandas não parece estar próximo de um declínio.

Para conseguirmos atingir um público específico, bandas clássicas como Iron Maiden, Queen e o Sex Pistols não estarão presentes. O foco será em bandas que podem até ter começado nos início dos anos 90, mas que sejam conhecidas por ter feito parte dessa geração mais nova.

Confira agora 5 motivos para amar o rock britânico!

Menções honrosas: Kaiser Chiefs, Radiohead, Travis, Keane e Franz Ferdinand.


5. Blur

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O Blur foi um dos principais nomes na conhecida “guerra do Britpop”. A banda do vocalista Damon Albarn, que posteriormente, criaria o Gorillaz. Com hits como “Song 2” e “Girls & Boys”, a banda alcançou o estrelato e lançou sete álbuns de estúdio, sendo “The Magic Whip”, de 2015, o mais recente.

4. The Verve

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The Verve conseguiu fazer o que poucas bandas conseguem: tornar uma música um hino.

Muitos conhecem a banda através de seu maior hit, a sensacional “Bitter Sweet Symphony”, mas a banda formada em Wigan tem quatro álbuns de estúdio e mais outros sucessos, como a bela “Lucky man”, também muito conhecida pelos amantes do britpop. Após indas e vindas, a banda encerrou de vez em 2009.

3. Coldplay

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Se eu não colocasse o Coldplay aqui, eu tenho certeza que 90% dos leitores pediriam minha cabeça.

Brincadeiras a parte, os londrinos são uma das bandas de maior sucesso do momento e com uma das maiores legiões de fãs. Fazendo um estilo que mescla elementos do rock alternativo e do britpop, a banda do vocalista Chris Martin dispensa apresentações. Com um sucesso atrás de outro, o grupo é sempre lembrado por canções como “Yellow”, “Paradise” e “Viva la Vida”, entre outros. (vide o vídeo do RIFF abaixo)

2. Arctic Monkeys

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Estamos falando aqui da, na humilde opinião desse redator, melhor banda de indie rock da atualidade.

O Arctic Monkeys é uma banda mais jovem, formada em 2002, em Sheffield, e desde o início contagiou a cena do rock britânico, depois conquistando o mundo. A voz marcante de Alex Turner tem ponto forte nessa conquista, mas a evolução do A.M como banda foi gigantesca. Seu primeiro sucesso, “I bet you look good on the dance floor” alcançou nº 1 no Reino Unido. Desde então, a banda apenas subiu o nível e vem conquistando ainda mais seguidores.

1. Oasis

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É impossível falar do cenário do rock britânico e não mencionarmos o Oasis.

A banda dos irmãos Gallagher é uma das maiores da história do cenário musical britânico, com músicas icônicas como “Wonderwall”, “Live Forever” e “Stop crying your heart out”, que virou até tema para a seleção inglesa na Copa do Mundo de 2002. A banda ficou famosa por suas canções e também por suas desavenças internas, com os irmãos Liam e Noel sempre discutindo muito. Fato esse que ocasionou o fim da banda em 2009, deixando até hoje os fãs na expectativa de um possível retorno (fato esse que já foi matéria aqui no Canal RIFF!).

Após o fim da banda, Liam formou o Beady Eye com os outros integrantes da Oasis, enquanto Noel criou seu próprio projeto, o Noel Gallagher’s High Flying Birds.


E aí, faltou alguma banda? Deixe suas sugestões nos comentários!

Resenha Coldplay: A head full of dreams, a sky full of stars e um Maracanã full of lights

Por Lorena Nascimento | @lorenallori | Fotos Gustavo Chagas

Era setembro de 2003, aquela banda inglesa de rock alternativo, que tocava diariamente no “repeat” do meu mp3 player, viria pela primeira vez ao Brasil; eu precisava ver e ouvir de perto aquele quarteto.

Que eu me lembre, foi em um dia de semana, bem à noite. Eu tinha 15 anos, aula no dia seguinte e nenhum dinheiro. Os meus amigos também. Como fazer pra arrumar ingresso, companhia e alguém pra me levar até o ATL Hall?

Chegou o dia e nada de ingresso, companhia ou carona. 19 hrs, 20 hrs, 21 hrs… Coldplay tocando no mp3 player… “Pai, o show vai começar, acho que já ate começou! Vamos lá comigo, você não pode me levar não? Eu fico lá na porta… quem sabe não consigo entrar?! *cara de cachorro abandonado”

Funcionou! (OBRIGADA, PAI!!)

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Eu não sei como, mas, quando vi, já estava lá dentro, encantada e emocionada com os lasers verdes de Clocks, e puxando assunto com algum  desconhecido que tava do meu lado, que também chorou e cantou comigo quando tocou In My Place.

A Rush Of Blood to the Head Tour foi emocionante, e também intimista. Com um público de aproximadamente 8000 pessoas, Chris, Guy, Jonny e Will estavam ainda tímidos e monocromáticos, e os únicos (porém muito marcantes) efeitos luminosos desse show foram os lasers.

Teve Coldplay em 2007 em São Paulo, não teve eu… Teve Coldplay em 2010 na Apoteose, não teve eu… Teve Coldplay em 2011 no Rock in Rio, teve eu, ridícula, assistindo de casa, emocionada e tirando fotos da TV.

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Abril de 2016, aquela banda inglesa de rock alternativo, que tocava diariamente no “repeat” do meu mp3 player, tinha mudado, crescido, se transformado (assim como eu), e viria pela quinta vez ao Brasil; eu precisava ver e ouvir de perto aquele quarteto.

Quando recebi a confirmação do credenciamento pro show do Coldplay no Maracanã, comecei a ler e a pesquisar sobre os outros shows da turnê A Head Full of Dreams. Confesso que me intriguei quando li “Coldplay mostra pop sem brilho e rock frouxo em show de pirotecnia”, uma resenha onde a apresentação da banda em São Paulo é comparada à uma micareta, e o clima, ao de uma aula de ginástica (?).

Cheguei no show curiosa e ansiosa. De cara rolou uma chuva de papel, em A Head Full of Dreams, música que abriu a noite. As pulseiras recebidas pelo público, que acendiam e mudavam de cor de acordo com as músicas, fizeram da plateia um show à parte.

Em Yellow, segunda música da noite, o carismático Chris Martin solta um “Boa noite, pessoal! Que alegria estar no Rio, Cidade Maravilhosa!”, em alto e bom portugês. Foi bom, né?! =p

Logo ao final da terceira música, Every Teardrop is a Waterfall, tem mais chuva de papel, e até fogos de artifício. O espetáculo segue com The Scientist, Birds e Paradise.

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A banda agora segue pela passarela que invade a pista, e toca Everglow, Princess of China (com direito a Rihanna no telão), e Magic.

De volta ao palco principal, chega a hora mais nostálgica pra mim: Clocks levanta ainda mais o público, que chega ao ápice do brilho (será?) quando começam a tocar Charlie Brown, logo em seguida.

A partir daí, meus amigos, tenho que confessar que não aguentei: larguei meu lápis, celular e meu bloquinho, e “fui pra galera” rs, me joguei!  Ainda bem que o Gustavo pegou o setlist e o Guilherme vai colocar aqui pra vocês, porque se dependesse das minhas anotações, o show teria acabado aí! ;]

Conclusão…

A banda está mais pop? Está.

Minhas músicas preferidas continuam sendo os hits de 2003?

Continuam.

Isso faz do show algo ruim? Não, Brasil!

Foi um espetáculo, em um dos lugares preferidos do carioca. Sob um céu estrelado, e uma chuva de confetes, balões, fogos e luzes, o  Maracanã vibrou, coloriu, cantou e se emocionou durante as 2 horas de show.

Com certeza o Coldplay tornou a noite de muitos, uma noite inesquecível.

setlist

Coldplay Setlist Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro, Brazil 2016, A Head Full of Dreams Tour