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Resenha: The Maine @ Arena Futebol Clube

Por Gabriel Menezes e Tayane Sampaio

Brasília pode te proporcionar algumas experiências interessantes. Tipo ir no show de uma banda gringa que tem quase 800.000 likes no Facebook, mas parecer que você está no show daquela banda do underground nacional, que ainda tem poucos, mas fervorosos, fãs. Isso praticamente resume o show do The Maine em Brasília.

Na última sexta-feira (21), os estadunidenses fizeram o pequeno palco do Arena Futebol Clube ficar gigante.  Em turnê com o novo disco, Lovely Little Lonely, a banda voltou ao Brasil pela quinta vez, apesar dessa apresentação ter sido a estreia do quinteto em Brasília. O show, com clima intimista, virou praticamente um culto, tamanha a dedicação dos fãs em cantar (muito) alto todos os versos de todas as músicas.

Os integrantes do The Maine não foram os primeiros a subir no palco, pois a abertura ficou por conta de Michael Band. Michael, que estava acompanhado apenas de seu violão, fez uma apresentação encantadora. O folk muito bem tocado conquistou os ouvidos da plateia, que, apesar da ansiedade para a apresentação principal, recebeu muito bem o músico e até fez alguns pedidos de música. O cantor, que se declarou fã do grupo do Arizona, foi escolhido pela própria banda para abrir os shows de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro.

Michael Band | Por Tayane Sampaio

Logo depois do show de Michael e dos devidos ajustes no palco, foi a vez do The Maine aparecer, minutos depois dos fãs puxarem um coro apaixonado de “Into Your Arms”. John O’Callaghan, o vocalista do grupo, começou o show pedindo pra galera guardar os celulares e curtir um show de rock como as pessoas faziam antes dos smartphones. A banda já abriu o show com muita energia, ao som de “Black Butterflies & Dèjà Vu”, faixa do novo álbum, que os fãs cantaram a plenos pulmões. Em seguida, eles tocaram “Am I Pretty?”, que fez as poucas pessoas que estavam mais contidas também tirarem o pé do chão.

The Maine | Por Tayane Sampaio

Não é só John que tem uma presença de palco impecável, a sinergia dos músicos é fantástica. Garrett Nickelsen (baixo), Kennedy Brock (guitarra), Jared Monaco (guitarra) e Pat Kirch (bateria) não param um segundo e também não deixam o público ficar parado. John disse que queria ver todo mundo suando e realmente conseguiu. Logo no começo do show, em “Like We Did (Windows Down)”, ele subiu na grade e dividiu o microfone com o público. Os fãs retribuíram o carinho e a entrega da banda com balões brancos, durante a balada “(Un)Lost”.

The Maine | Por Tayane Sampaio

Durante toda a apresentação, houve uma troca de energia muito boa entre público e banda. Kennedy e Garrett eram só sorrisos. A animação estava tão grande que o quinteto deixou a triste “Raining in Paris” fora do setlist e tocou “Taxi”, música que nunca tinha sido tocada ao vivo e era uma das mais pedidas pelos fãs brasileiros, desde que a tour começou.

Um dos pontos altos da apresentação foi “Girls Do What They Want”, um clássico do grupo. Nessa hora, o vocalista já tinha se desfeito da jaqueta e da camiseta e foi assim que ele foi parar no meio da galera, rodeado pelos fãs que gritavam a letra da música e pulavam sem parar. John voltou ao palco com dois ajudantes, Tatyana e Fillipe, pra terminar de cantar a música no palco.

https://www.instagram.com/p/BW8DrfflN-h/?taken-by=stonebellbr

O show reuniu canções de vários momentos da banda, de discos mais recentes até os mais antigos. O pedido de “zero phones” de O’Callaghan foi ignorado, mas, ainda assim, foi um momento muito bonito de conexão entre artista e fã. Depois de pouco mais de uma hora de total catarse, a despedida foi ao som de “Another Night on Mars”.

O show é um dos que vale muito a pena ver ao vivo. Sem dúvidas, foi uma noite memorável. Os caras amam o Brasil e, provavelmente, vão voltar em breve. Então, se você ainda não foi a um show do The Maine, não perde a próxima chance!

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Resenha: Noahs – Lançamento EP Rise @Teatro Renascença

Por Camila Borges

Domingo, 23 de julho de 2017. Tempo relativamente agradável como vem sendo nos últimos dias na capital gaúcha.

Já era passado das 20h quando o Noahs adentrou ao palco. Primeira vez em Porto Alegre, num dos teatros mais conhecidos da cidade: o Teatro Renascença.

Quarteto formado pelos goianos Murilo Brito (vocal) e Danilo Brito (baixo), pelo mineiro Bruno Bastos (guitarra) e por Felipe Hipólito (bateria), de Florianópolis. A banda  tem dois EPS: o primeiro Cedar & Fire com cinco musicais autorais, todas em inglês e lançado em 2014. E Rise, lançado em Fevereiro deste ano.

Ep Rise

Posicionados no palco, o show já começa com belos arranjos na introdução, as luzes dão um contraste do espetáculo que iria surgir a seguir. As músicas alternam entre os dois Ep’s. Começamos por Colours, primeira faixa do segundo Ep. Fãs sentados, apesar de grande parte querer ficar lá na frente e dançar ao ritmo da música que é contagiante. Passamos então por Take Me Higher, Love Will Save Us, The River, Carry On. E no intervalo de cada música a banda interage com a platéia mesmo ela sendo ainda um pouco tímida. Logo depois tivemos Suddenly, música que foi composta ao estilo “Frankenstein”, de acordo com o vocalista. Foi a última música a entrar no Rise. Talvez a parte mais emocionante do show pra muitos tenha sido a bela canção Home Again. A partir dali o público marcava mais sua presença. Em Bridges, a iluminação que nunca deixou a desejar dava um ar mais forte a música, principalmente no seu final. Logo após fomos embalados pela famosa Talk To Me, aliás música que já ultrapassa 271.00 ouvintes no Spotify, e ao som da platéia que cantava tímida o refrão. E o fim chegou ao som de Catching Stars, com o público de pé em frente ao palco e acompanhando nas palmas.

No meio de tudo isso a banda também resolve agraciar o público gaúcho com uma nova canção, porém ainda sem nome.

Há muitas bandas Indie/Folk por esse mundo, mas Noahs veio pra mostrar que não é necessário sair do país pra se ter um belo espetáculo de sonoridade, voz e simpatia. A conexão dos integrantes no palco é algo de se admirar. Qualquer um que não conheça  facilmente confundiria com uma banda internacional. A banda tem alguns projetos, entre eles lançamento de produtos que ainda não são comercializados, dentre eles os belos pôsteres criados.

Um show pra se aproveitar do início ao fim, prestando atenção em cada detalhe. Nunca uma noite de domingo foi tão agradável como essa.

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Lançamentos Listas

5 CLIPES NACIONAIS (INCRÍVEIS) PARA VOCÊ ASSISTIR

Por Natalia Salvador

Durante o auge do pop e da MTV, os clipes musicais eram o carro chefe das bandas e artistas, além de uma das principais ferramentas para buscar a atenção do público. Com o surgimento e popularização do streaming foi possível notar uma diminuição na volumetria de produções audiovisuais, mas, por outro lado, a qualidade não deixa nada a desejar. Cada vez mais bem produzidos, os videoclipes continuam prendendo o telespectador nas telas. O Canal RIFF selecionou 5 vídeos lançados recentemente e que vão fazer o seu play valer a pena – e até um replay. Confira!

1) Stereophant – Homem ao Mar

Às vésperas de lançar um novo álbum – Mar de Espelhos -, a banda carioca Stereophant, já deu o ponta pé inicial para o novo ciclo com o clipe de Homem ao Mar, primeiro single que contou com uma superprodução audiovisual! Além de narrar a história da canção, o vídeo traz referências à outras faixas do novo disco, envoltas em um contexto lírico e conceitual.

A direção ficou por conta de Hugo Gama e Fabrício Abramov, que também é baixista da banda. “Quando chegaram com a ideia do clipe, foi uma responsa em dobro pra mim. Primeiro, pela questão da produção e logística serem muito complicadas e, segundo, que por eu ser da banda e saber o quanto trabalhamos e acreditamos nesse disco, um clipe à altura do primeiro single era um grande desafio. Quando finalmente fomos pro mar gravar foi um momento muito especial e de muita união. Todos deram o sangue pelo projeto, a gente mergulhou na história junto com o personagem. A impressão que eu tenho é que toda a equipe viveu a história da música!”, conta Abramov.

2) Comodoro – Doce

O clipe de Doce é o primeiro trabalho audiovisual da banda Comodoro. Com muitas cores, carinhos e guloseimas, a banda carioca dá mais um passo na carreira e mostra que veio para ficar. O som dançante e a irreverência dos músicos, principalmente de Fred Rocha, vocalista, que rouba a cena nos palcos, não vai te deixar ficar parado.

O vídeo tem direção de Diego Zimmermann e direção de fotografia de Rodrigo Galha. Além do single, o grupo – que também conta com Roberto Carneiro, Saulo Arctep, Thiago Garcia, Luiz Felipe Caetano e Mateus Nagem – tem um EP lançado, Livre, com 5 músicas e o projeto é liberar, até o fim de 2017, um álbum completo.

3) O Terno – Não Espero Mais

Carinhosamente apelidados de “Ok, Go brasileiro”, mais uma vez a banda O Terno surpreendeu com o lançamento do clipe de Não Espero Mais. A faixa compõe o terceiro disco do trio, Melhor do que Parece, e o vídeo conta com grandes clássicos da internet, que vão desde ‘Pedro me da meu chip’ e Luisa Marilac a Gretchen e John Travolta.

“Não imaginava O Terno tocando essa música. Tinha essa coisa de ‘estou feliz, estou na rua, eu gosto de você’. É uma canção simples”, afirmou Tim Bernardes em entrevista. Para complementar, o vídeo ainda conta com participação de Liniker, cantando via chamada de vídeo.

4) Medulla – Abraço

Deus e o Átomo já rendeu boas críticas ao grupo Medulla, entre as músicas favoritas dos fãs, Abraço foi a escolhida para ganhar o primeiro clipe do álbum. A melodia envolvente traz às telas um conteúdo adulto, que retrata diferentes tipos de relacionamentos com cenas intensas de sexo e envolvimento.

A música é quase um trip hop, mas tem uma sonoridade sensual e uma letra leve, que contrastam com a sequência de imagens, fazendo com que o clipe adquira uma estética sensual e contagiante. O vídeo foi inspirado nos  filmes da Erika Lust, diretora sueca de filmes eróticos considerados “pornografias feministas”.

5) Alarmes – Gruta

Com o intuito de tirar o telespectador de sua zona de conforto, o novo clipe dos brasilienses da banda Alarmes mostra os integrantes em situações desconcertantes. Segundo declarações dos músicos, o objetivo do projeto era justamente deixar o telespectador decidir se deve assistir até o fim ou não. Gruta conta com direção de Lucas Furtado, baixista da banda Scalene e também diretor de Incerteza de um Encontro Qualquer.

“Por mais que as pessoas estejam interagindo com a gente, estamos focados em olhar para um ponto específico e cantar. O objetivo é mostrar que, as vezes, a gente esquece ou se deixa levar pelo sentir nada quando várias coisas estão acontecendo”, afirmou Arthur Brenner, vocalista. Em sua conta pessoal no twitter, Gabriel Pasqua, baterista, afirmou não ter sido obrigado a apanhar no vídeo e que até gosta – ficamos mais aliviados!

E ai, conta pra gente o que você achou dos últimos trabalhos audiovisuais brasileiros.

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Limp Bizkit É BOM?!

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Pearl Jam – Black (Black Circle cover) | RIFF Sessions

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Três dias seguidos de Basement no Brasil! A turnê começa hoje e você deveria prestar atenção neles

Começa hoje (sexta-feira, 21/7), em Porto Alegre, a primeira tour da banda inglesa Basement no Brasil. Além da capital gaúcha eles passarão por São Paulo e Curitiba. Se levarmos em conta os vídeos da turnê latino-americana, estamos diante de um dos melhores shows do ano. Não deixem de ir nos shows!


BASEMENT EM PORTO ALEGRE
Porto Alegre – 21 de Julho – Sexta
Local: El Toro Pub – Avenida Cristóvão Colombo, 545, Shopping Total, Porto Alegre/RS
Horário: Portas 21h
Banda de Abertura: Big Stone Crew
Preços: De R$75 à R$130
Vendas Online: www.maisshows.com/application/public/basement-uk-em-porto-alegre-rs
Outras informações: https://www.facebook.com/events/250434662095325

BASEMENT EM SÃO PAULO
São Paulo – 22 de Julho – Sábado
Local: Clash Club – Rua Barra Funda, 969, São Paulo/SP
Horário: Portas 18h
Bandas de Abertura: Kill Moves e Brvnks
Preços: De R$80 à R$160
Vendas Online: https://ticketbrasil.com.br/show/5013-basement-saopaulo-sp/
Outras informações: https://www.facebook.com/events/1258972594221913/

BASEMENT EM CURITIBA
Curitiba – 23 de Julho – Domingo
Local: John Bull – Rua Mateus Leme, 2204, Curitiba/PR
Horário: Portas 18h
Bandas de Abertura: Garden of the Eatingtapes e Othersame
Preços: De R$70 à R$80
Vendas Online: https://pixelticket.com.br/eventos/1390/basement-em-curitiba
Outras informações: https://www.facebook.com/events/433594610326425/


Na dúvida ainda? Explicamos em vídeo:

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Artigo

Artigo: A morte do Chester me fez pensar bastante

Por Tábata Sampaio

Enquanto você cresce existem coisas fundamentais que ajudam a formar sua personalidade e também o jeito com o que você lida com seus sentimentos. Quem ouve rock, ou “sabe” que ouve rock, entende que a tristeza e a agressividade no som e nas letras reflete a nossa própria.

Quando eu ouvi Linkin Park pela primeira vez eu era pré adolescente. Você que está lendo agora provavelmente estava na mesma fase. É nesse momento da vida que nós vamos aprendendo quem somos de verdade e partimos em busca da nossa identidade. A arte tem um impacto significativo nesse crescimento, e o Linkin Park foi pra mim uma porta aberta a um novo mundo. Eu descobri que a escuridão que a gente tenta esconder ali no cantinho do armário pode ser reformada, remodelada.

Se você já esperou ficar sozinho em casa pra colocar o som alto e ouvir os gritos do Chester sem sua mãe ficar reclamando, se você já entrou numa roda querendo empurrar a pessoa ao lado não pra machucar alguém, mas pra expulsar esse ódio só os idiotas fazem questão de negar, se você já saiu de um show com a garganta arranhada mas completamente satisfeito, se você já sentiu a música viajar tão forte pelo seu corpo que te fez fechar os punhos até que suas unhas se marcassem a palma da mão… Se você fez tudo isso, você sabe o que o Linkin Park foi pra mim.

“It’s like a whirlwind inside of my head”

Eu não tenho depressão e nunca vou entender o que motivou o Chester a chegar nesse extremo. Eu achava que entendia tudo quando ouvia sua voz e me identificava, mas nem mesmo a arte consegue diminuir esse oceano que separa cada um de nós.

Quando você entra na roda e empurra a pessoa ao lado, e a pessoa ao lado te empurra de volta, vocês estão na verdade lutando contra um monstro invisível que não pode ser derrotado por um só. Então alguém que me ensinou a lutar desiste da batalha, e é como se eu perdesse um pouco a fé na batalha e na vitória.

A perda do Chester pra depressão é muito triste pra mim, uma otimista. Eu tenho certeza que a arte é umas das melhores formas de lidar com os piores sentimentos. É através dela que conseguimos transmitir nossa dor ao outro, dizer que ele não está sozinho. Acreditar na solidão é a perda da esperança.

Se existe alguma lição no triste fim de um artista tão amado, é a de que amor e compreensão nunca são demais, não só com as pessoas próximas, mas com cada ser que cruza nosso caminho. A gente não sabe da batalha de cada um, e ser gentil pode ao menos ajudar a aliviar o cansaço da guerra.


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Chester Bennington: As bonitas homenagens dos amigos músicos

Por Guilherme Schneider | @Jedyte 

O mundo da música chorou nesta quinta-feira com a notícia da morte de Chester Bennington,  vocalista do Linkin Park, que foi encontrado morto na manhã de ontem (20/7). A principal hipótese da polícia local é suicídio, por enforcamento em sua residência localizada em Los Angeles, Estados Unidos.

Após o choque inicial da perda, diversos artistas, sobretudo músicos, publicaram dezenas de mensagens nas redes sociais. Mensagens de gratidão, admiração e respeito pela vida e obra de Chester. Mas também mensagens de força e apoio à vida – em especial dos que também lutam contra a depressão.


Matt Skiba (Alkaline Trio/Blink 182): “Vá em paz, belo garoto. Chester B., RIP | Ligue 1 (800) 273-8255 se você precisa de alguém para conversar por favor. Obrigado @billiejoearmstrong pelas belas palavras, amor e inspiração nesta hora escura ❤”

Travis Barker (Blink182): “Absolutamente de coração partido. Valorizo cada vez que estivemos juntos ou detonamos em um palco, meu amigo. Condolências e orações aos amigos, familiares e Linkin Park. Tão triste #RIPCHESTER”

Daron Malakian (System of a Down/Scars on Broadway): “Muito chocado e triste com as notícias da morte de Chester Bennington. Me lembro de quando conheci Chester. Eu estava de mau humor nos bastidores e ele entrou no camarim e levantou minha alma antes de subir ao palco. Trabalhar com Chester e com o Linkin Park na música ‘Rebellion’ foi um dos mais divertidos trabalhos que já colaborei com outro artista. Eles me fizeram sentir em casa quando entrei no palco no Hollywood Bowl e no Forum. Nossos corações vão para o Linkin Park e para a família de Chester. Sentiremos saudades de Chester Bennington.”

Tico Santa Cruz (Detonautas): “Fica a lembrança das musicas, o show que tive o privilégio de assistir no Novo México onde entrevistei a banda em 2004 e a certeza de que devemos considerar mais o debate e as conversas sobre depressão. #ripchester

https://www.instagram.com/p/BWx-z2en2fo/

Avril Lavigne: “Não estou conseguindo lidar. Notícias horríveis. Perdemos um dos melhores. Sem palavras. Nós amamos você, Chester. Me lembro de tocar com você no Rock Am Ring, em Nuremberg, como se fosse ontem. Um momento mágico. Durante o seu set, você se aproximou e me deu um grande beijo no meu rosto enquanto eu estava assistindo do lado do palco. Descanse em paz.”

Nickelback: “‘Quando a vida nos deixa cegos, o amor nos mantém gentis’. – Chester Bennington. Descanse em paz, senhor.

A depressão não loga para sua idade, raça, gênero ou status. Não discrimina. Deixe aqueles que você se importa sabendo que estará lá para eles.”

https://www.instagram.com/p/BWyFHL-DpeH/

Billie Joe (Green Day): “Encontrei o Chester algumas vezes. Ele era muito gentil e também muito inteligente. E um puta de um cantor. Saúde mental e dependência quimíca são questões muito complexas. Só sei que você não está sozinho. Descanse em paz Chester. Sentiremos sua falta… telefone de prevenção de suicídios: +1 (844) 540-5889”

Lzzy Hale (Halestorm): “RIP Chester. Hoje perdemos outra voz de uma geração. Gostaria de lembrar a todos que me seguem que você nunca está sozinho. A vida é muito difícil e cada um de nós tem feras dentro de si, contra as quais lutamos diariamente. E como humanos … faça sua parte. Pare com o bullying cibernético e odiar as pessoas por razões estúpidas. Que tal, em vez disso, deixar mensagens de esperança, amor e rock n roll? Apenas uma palavra de bondade pode mudar a vida de alguém … Eu vi na minha linha de trabalho … você é poderoso o suficiente para ajudar alguém ou ferir alguém … então escolha espalhar positividade. Chester, sentiremos sua falta, e sinto muito por você ter se sentido assim para nos deixar desse jeito. Mas por todas as pessoas que você curou através da sua música, nós agradecemos o seu tempo aqui com a gente e sua música vai viver através de nós!”

Rihanna: “Literalmente o talento mais impressionante que já vi ao vivo! Fera no vocal! #RIPChester #LinkinPark”

https://www.instagram.com/p/BWyx7XEgXVq

Rise Against: “Chester não era apenas uma potência de um líder de banda, mas também uma das pessoas mais gentis e mais engraçadas num palco. Ficamos felizes por conhecê-lo. Nossos corações estão com sua família e com os caras do @linkinpark. Para todos os que estão lutando contra demônios: fiquem acordados comigo, vamos provar que eles estão errados. #ripchester #makeitstop 1-800-273-TALK (Natl Suicide Prevention Center)


Naturalmente, as bandas estrangeiras divulgaram centros de prevenção de suicídio locais. Sua vida importa: aqui no Brasil não hesite em ligar para 141 – o Centro de Valorização da Vida (CVV). 


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A morte de Chester (Linkin Park) | Primeiras informações (Live)

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3° Distúrbio Feminino Fest reúne música e mídia feminina

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa

 

Segundo o próprio coletivo, o Distúrbio Feminino é uma plataforma de empoderamento feminino através da música e das artes. Tem a produção nacional como principal foco, mas também abre os olhos pro resto mundo. Produz conteúdo em zine, blog e podcast, além de produção de eventos e artistas.

No próximo sábado (22/07) acontece a terceira edição de seu festival, de nome homônimo, na Associação Cultural Cecília, em São Paulo.  Na programação do evento aparecem rodas e encontros sobre Mídia Feminista, mulheres comunicadoras e produtoras de conteúdo, empoderamento feminino e mais.

O Festival ainda conta com os shows de Dominatrix, comemorando o aniversário de 20 anos do seu primeiro disco “Girl Gathering”, a Charlotte Matou Um Cara divulgando seu primeiro álbum de nome homônimo, e também as bandas Soror e Katze de Brasília e Curitiba, respectivamente.

Você pode conferir a programação completa, que ainda terá bazares, gastronomia e exposições, no evento oficial no facebook.

Prestigie a iniciativa, que preza pelo reconhecimento da força da mulher nos mais diversos segmentos. Seja na música, artes plásticas, gastronomia, ou nos demais, a participação das mulheres, e sua qualidade de produção, merece toda a visibilidade e incentivo.

 

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BRAINSTORM DO PRÓXIMO PROGRAMA DO RIFF

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Entrevista: Lutre

Intensidade é a palavra-chave para descrever a banda goiana Lutre, com suas composições que prezam por uma delicadeza sincera e uma crueza sonora. No processo de criação de seu primeiro disco, eles contaram com apoio de uma outra banda conhecida pelas mesmas características: a carioca Ventre.

“Conhecemos a Ventre num show que fizemos juntos em março de 2016, no Complexo Estúdio (Goiânia). Logo após o show, numa conversa em volta da mesa de merchandising deles, nos convidaram pra gravar um EP em seu estúdio no Rio de Janeiro. Sem saber como reagir direito, aceitamos e logo já corremos pra ver datas em que todos pudessem estar juntos e comprar as passagens”, conta Chrisley Hernan, baixista da banda.

 Ele forma a banda junto de Marcello Victor (guitarra e vocal) e Jefferson Radi (bateria). O power trio de rock alternativo surgiu em 2015 e no pouco tempo de existência, já passou por palcos importantes como o Festival Bananada e Festival Vaca Amarela em sua tour nacional. Em janeiro de 2016, lançaram seu primeiro EP e miram alto com o lançamento de “Apego”.

 


RIFF: Como cada um dos integrantes acha que contribuiu musicalmente com o CD novo?

Chrisley: Então.. Todas as letras são do Marcello. Ele sempre manda as músicas novas pra já irmos nos familiarizando, aí a gente chega no estúdio e fica quebrando a cabeça para desenvolver o resto. O resto na maior parte das vezes foi feito em conjunto mesmo, todos pensando sobre como deveria soar e como julgamos melhor soar. Isso não é muito complicado porque acaba que a gente ouve MUITA coisa parecida e igual, temos na maior parte do tempo as mesmas referências e tudo mais.


RIFF: Qual foi a pior parte desse período de gravação do disco novo?

Marcello: Pra mim foi o final da gravação no Rio, no último dia de gravina eu estava bastante estressado e não suportava mais nenhuma piada e nada mais. O foda é que não dava pra dizer: “Gente, hoje não dá, vamos fazer amanhã.” Estávamos no último dia e voltávamos na manhã seguinte pra Goiânia.


RIFF: Chrisley, como é tocar o baixo mais leve do Brasil?

Chrisley: É CHOCRÍVEL ahhahahah

RIFF: Como foi gravar com a produção do Ventre?

Marcello: Foi uma experiência muito gratificante e de bastante aprendizado tanto no lado musical quanto no lado pessoal. Quanto ao lado musical eu pude aprender mais sobre timbre, pedal e tudo mais voltado pra guitarra, camadas de guitarra, dobras e tudo mais. Quanto a parte pessoal, lá a gente aprendeu como o independente vai se construindo a partir do amor das pessoas. Pelo menos eu aprendi muito sobre solidariedade e sobre poder passar pra outras pessoas o que se sabe e o que se pode fazer com o que tem. Nessa semana em total presença com a Ventre, a gente voltou com um pouco de cada uma das personalidades e é isso, eu acho. Não sei se deu pra entender kkkk foi bonito foi.

RIFF: Quando vai rolar session com o RIFF?

Chrisley: Por mim a gente ia pro Rio de mês em mês e gravava session todas as vezes!

Marcello: Uai, só vamo, eu digo bóra e vocês dizem quando kkk