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Lançamento: Ouça “Ato Três”, novo e ótimo álbum da RADIOATIVA

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa  Foto @MarjorySales

 

Quinteto carioca divulgou no último dia sete de outubro o seu terceiro disco de estúdio, intitulado “Ato Três”.

Fundada em 2009, no Rio de Janeiro, a RADIOATIVA vem ganhando espaço na cena underground e desde 2012, ano do lançamento do seu primeiro EP, “Acredite”, esse espaço é acompanhado de grande destaque através de um som muito bem feito. A Radioativa ainda tem lançado o EP “Se Ainda Há Razão”, e quatro clipes produzidos de forma totalmente independente.

O grupo que já abriu shows de Chunk! e Evanescense fazendo um pop punk de ótima qualidade, com arranjos de guitarras bem elaborados e com os vocais marcantes da Ana Marques, é pra mim uma das bandas mais legais do Rio de Janeiro. Outro destaque da banda, é a presença de palco da Ana, liderando o grupo há quase dez anos na estrada e deixando claro algo que deveria estar: A mulher faz uma put@ diferença no palco. E cada vez mais têm que subir nele e “quebrar” tudo.

Agora em “Ato três”, quatro personagens chegam a um estágio de reflexão sobre suas trajetórias e tentam definir os próximos passos de um destino incerto, porém cheio de esperança. O novo projeto tem sete faixas, incluindo “Inverno” que já ganhou clipe, e traz em suas composições muito dos sentimentos comuns a todas as pessoas, esperança, saudade, batalha, acreditar em um futuro bom.

Eu ouvi e curti muito!

RADIOATIVA é Ana Marques (Vocal), Felipe Pessanha (Guitarra/Sintetizador), Fabricio Oliveira (Guitarra), Rodrigo Aranha (Bateria) e Cris Gadelha (Baixo). Conheça um pouco mais do quinteto no Facebook Oficial da banda e ouça “Ato Três” no seu Canal Oficial no Youtube.

 

 

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Lançamentos: 21 Álbuns de setembro que você tem que ouvir

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa

Nossa lista mensal de lançamentos está pronta. Confira alguns dos lançamentos mais legais do mês de setembro entre produções nacionais e internacionais.

E ah, aproveita e segue o RIFF no spotify. lá rolam várias playlists, incluindo a dos lançamentos.

Bora ouvir:

 

Jake Bugg – Hearts That Strain

Um dos primeiros e mais legais lançados em setembro, o intimista “Hearts That Strain” é o quarto disco do Jake Bugg. O Sucessor de “On My One” (2016) tem 11 faixas, dentre elas o single “How Soon The Dawn”, e participações especiais de Noah Cyrus e Dan Auerbach (The Black Keys).

LCD Soudsystem – American Dream

Finalmente os nova-iorquinos do LCD Soudsystem retornaram de seu hiato de cinco anos. A banda de punk disco lançou em setembro o provocante e dançante “American Dream”.

 

Mogwai – Every Country’s  Sun

Eu não conhecia o som da banda escocesa Mogwai, e me surpreendi ao ouvir seu mais novo lançamento, o disco “Every Country’s Sun”. Me deparei com versos cantados instrumentalmente, belas guitarras gritando suavemente, ora não tão suaves, ambientes melódicos e também repletos de sujeira… curti! Ouça:

Motorhead – Under Cover

“Under Cover”, lançamento do Motorhead, é um disco com 11 faixas de covers executados pela banda durante toda sua carreira. Dentre eles, a inédita versão de “Heroes”, David Bowie.

Jack Johnson – All The Light Above It Too

“All The Light Above It Too” é o sétimo disco de Jack Johnson e contém dez faixas, dentre elas os singles “Sunsets For Somebody Else” e “You Can’t Control It”.

O músico aterrissa em terras brasileiras em novembro para shows em São Paulo e Rio de Janeiro. Algum riffeiro vai?

The National – Sleep Well Beast

Com a sua amargura poética e sonora, O The National retorna quatro anos depois de “Trouble Will Find Me” (2013) e explora o amor caótico do eu lírico em “ Sleepe Well Beast”. Com uma nova pitada eletrônica e o ambiente melancólico já tradicional da banda, o novo disco é mais um belo trabalho do quinteto. Eu me Amarro em The National. E você?

Neil Young – Hitchhiker

“Hitchhiker” traz dez canções originalmente compostas na década de 70 e que só agora Neil Young decidiu lançar – Algumas aparecem em outros trabalhos do cantor. Ouça:

Foo Fighters – Concret And Gold

Lançado no dia 15 de setembro, “Concret And Gold” é o nono disco da carreira do Foo Fighters e conta com participações de Justin Timberlake e Paul McCartney. Se liga na nossa resenha do disco.

E lembrando, o Foo Fighters vem ao Brasil em 2018 em turnê conjunta com o Queens Of The Stone Age. Os shows acontecem e fevereiro e março em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba.

Prophets Of Rage – Prophets Of Rage

O Prophets Of Rage é um projeto formado por membros de Rage Against The Machine, Public Enemy e Cypress Hill, e os caras acabam de lançar o seu primeiro álbum, homônimo. O disco tem doze faixas, incluindo os singles “Radical Eyes” e “Living On The 110”.

Ringo Starr – Give More Love

Com participação de Paul McCartney, o ex Beatles Ringo Starr lançou seu décimo nono disco solo, intitulado “Give More Love”. O disco está disponível em todas as plataformas digitais e você pode ouvi-lo abaixo:

The Killers – Wonderful Wonderful

Você curtiu ao álbum novo do The Killers? Eu curti. Uma das coisas que gosto nos Killers é que suas músicas podem ser ouvidas a partir de ordem nenhuma. As mais antigas ou as mais recentes caem muito bem nos ouvidos. E é por isso que gostei de “Wonderful Wonderful”. É The Killers.

The Horros – V

A banda britânica, que tem muita audiência no reino unido, The Horrors lançou o seu quinto disco de estúdio, intitulado “V”. O Disco conta com dez faixas e está disponível em todas as plataformas digitais.

The Neighbourhood – Hard

Os aguardadíssimos do The Neighbourhood lançaram em setembro o EP “Hard”. O registro contém cinco faixas e é uma prévia do seu novo álbum, que ainda não tem nome nem data de lançamento prevista.

Os caras também devem pintar no Lollapalooza Brasil em 2018 e provavelmente já com o álbum completo lançado. Ouça “Hard”:

Circa Survive – The Amulet

A banda norte-americana Circa Survive lançou “The Amulet”, seu sexto álbum de estúdio.  O disco conta com dez faixas, e dentre elas, “The Amulet”, “Lustration” e Rites Of Investiture” já ganharam clipes.

As Bahias e a Cozinha Mineira – Bixa

Raquel Virgínia, paulista, Assucena Assucena, baiana e o mineiro Rafael Acerbi formaram a banda, na época de faculdade, em São Paulo. E nesse mês de setembro eles lançaram o disco “Bixa”. O trabalho é inspirado em Caetano Veloso, e traz também sonoridades variadas com muitas batidas eletrônicas e MPB. Vale ouvir.

Maglore – Todas as Bandeiras

Mais um lançamento brazuca. E de uma das bandas mais legais do país. A Maglore acaba de lançar o ótimo álbum “Todas as bandeiras”. Você pode conferir nossa resenha do disco e já vai compartilhando esse dom massa da Maglore.

Tim Bernardes – Recomeçar

“Recomeçar” é o primeiro disco solo do cantor e compositor Tim Bernardes. O paulistano, que é vocalista da banda O Terno (Que vai estar no Lollapalooza 2018), propõe um ambiente intimista e com composições bastante sentimentalistas. Ouça e diga o que achou:

Sound Bullet – Terreno

Mais um lançamento brazuca de setembro é o “Terreno”, dos cariocas da Sound Bullet. Esse é o primeiro disco do grupo, que já havia aparecido bem com o EP “Ninguém Está Sozinho” (2013). Ouça a mistura de indie rock e rock alternativo dos caras:

Bergamota – Oscilação

Quarteto carioca formado por Lucas Fernandes (guitarra), Lucas Machado (guitarra e vocal), Amon Deister (baixo) e Gabriel Medeiros (bateria), mistura influências do rock progressivo, stoner rock e Indie rock, e lançam pelo selo Crooked Tree Records seu disco de estreia, intitulado “Oscilação”. Mais uma banda nacional pra você curtir!

The Flying Eyes – Burning Of The Season

Mais um belo lançamento do selo Abraxas, “Burning Of The Season” é o quarto disco dos norte-americanos The Flying Eyes. Com muitas distorções, psicodelia pedindo passagem pro protagonismo, riffs afloradíssimos e o vocal envolvente de William Kelly, “Burning Of The Season” é de fato um ótimo disco.

Quarto Ácido – Paisagens e Delírios

A Abraxas na lista de novo e agora trazendo coisa boa pros fãs de instrumental. “Paisagens e Delírios” é novo álbum do Quarto Ácido, que tem uma roupagem influenciada pelas maravilhas sonoras da década de 70 e pelo stoner rock noventista.

 

Lançamento: Ouça agora “Terreno”, novo disco da Sound Bullet

Por Felipe Sousa | @felipdsousa | Arte @ThiagoModesto

 

Após o EP “Ninguém Está Sozinho” (2013), os cariocas da Sound Bullet lançaram nessa sexta-feira, pela Sagitta Records, seu disco de estreia intitulado “Terreno”.

O disco conta com a participação de Aline Lessa, e foi produzido por Patrick Lapan (Los Hermanos, Rodox), mixado por Pedro Gracia e masterizado no Hansek Audio, em Seattle (EUA). São onze canções que falam, entre outras coisas, de empatia, relações interpessoais, otimismo e provocamentos sobre a “vida real”.

A Sound Bullet ganhou força principalmente em 2015 com o single “When It Goes Wrong”, que tem mais de 700 mil plays no spotify. Em “Terreno”, a banda traz um som flertando com o rock alternativo, indie rock e math rock. “Amanheci”, segunda faixa do disco, já ganhou um clipe e você pode assistir clicando aqui.

A Sound Bullet é Guilherme Gonzalez (guitarra e voz), Fred Mattos (baixo e voz), Henrique Wuensch (guitarra) e Pedro Mesquita (bateria), e está presente em todas as plataformas digitais.

Ouça “Terreno” e compartilha com ox amigxs:

 

 

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Lançamentos: 30 Álbuns de agosto pra você ouvir agora

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

O mês mais longo do ano finalmente chegou ao fim, e se tivemos motivos pra comemorar agosto, eles estão aqui. Confira alguns dos lançamentos, nacionais e internacionais, que tivemos no mês. Divirta-se com essa bacana e variada lista:

The Rise Of Chaos – Accept

Os Alemães do Accept estão de volta com “The Rise Of Chaos”. Esse é o quarto disco dos quarentões do Heavy Metal depois de vários momentos conturbados e desde a saída do vocalista Udo Dirkscheneider em 1996. A Partir de 2009 Mark Tonillo Assumiu os vocais do grupo.

 

Índigo Cristal – Natiruts
Já eram oito anos desde o último disco do Natiruts, o sucessor de “Raçaman” (2009) chega com 11 faixas e participação especial de Ed Motta. Ouça:

 

Unlikely – Far From Alaska
A primeira dica pra você riffeiro é: Vá ao show do Far From Alaska. Principalmente agora com “Unlikely”, segundo álbum da banda. O disco traz a formula para extrair com sucesso elementos em referências gringas e produzir um autoral brazuca digno de grandes nomes e festivais. Um trabalho onde Emmily Barreto  canta mesclando raiva, melancolia e um sentimento de expurgação numa performance já marcante dela e do grupo. Ouça:

 

Arauna – O Trago
Rafael Mimi (Projeto Caixa Preta, Nx Zero), Fi Ricardo (Nx Zero), Yuri Nishida (Granada, VOWE, Nx Zero, Gloria) e Ale Labelle (BBGG), forma a banda O Trago. E já está disponível em todas as plataformas digitais seu excelente EP de estreia “Arauna” Confira:

 

Indefinido – Msário
Movido pelo sentimento pessoal de desconstrução, o rapper Msário lançou no último dia 04 de agosto o seu primeiro EP, intitulado “Indefinido”. O EP tem cinco músicas, tais como “Dona de Si” que fala sobre igualdade de gêneros e a criação machista que o rapper teve.

 

Who Told You To Think – Milo
O papel do artista na sociedade, política, Harry Potter, crenças pessoais, esses são alguns dos temas abordados filosoficamente no plural “Who Told To Think”, novo disco do americano Milo. Um Hip Hop com rimas métricas propositalmente tentando atingir o consciente analítico do ouvinte. Ouça:

 

24-7 Rockstar Shit – The Cribs
O The Cribs traz em 2017 o “24-7 Rockstar Shit”,  seu sétimo álbum. Quem vai gostar do trabalho do trio inglês: Admiradores de garage rock com guitarras por todo o lado e que não tem tanta ânsia por originalidade. Alguns contras: Como falei, falta originalidade, músicas de destaque (…). O que achou do disco?

 

Scum – Rat Boy
O inglês Jordan Cardy, o Rat Boy, de 21 anos lançou em agosto o seu disco de estreia, “Scum”. Como todo jovem, Jordan Sente a necessidade de gritar ao mundo suas angústias, e ele faz isso muito muito bem nesse disco. Ouça o álbum. Vale a pena.

 

A Gente Mora no Agora – Paulo Miklos
Confesso que o som solo do Paulo Miklos não é dos meu preferidos. Embora isso seja apenas a opinião deste que vos escreve. Fato é que Miklos é  um dos artistas mais respeitados no país e
em seu terceiro disco solo, intitulado “A Gente Mora No Agora”, ele mostra toda sua versatilidade trazendo vários elementos da música brasileira. Ouça abaixo:

 

O Cheiro da Chuva na Farmácia Pobre da Velha Congela – Bife Simples  o Carabala
Rock noventista, groove e uma pinatda de psicodelia esse é o EP “O Cheiro da Chuva Na Farmácia Pobre da Velha Congela!”, que leva no título o nome das quatro faixas que o compõem. Bife Simples é Carlinhos Carneiro (vocalista da Bidê ou Balde e criador do Império da Lã) e o Carabala (Gabriel Klaser, Ronaldo Rocha e Guilherme Cunha) em uma excelente união gaúcha. Confira:

 

Antes Durante Depois – Pavilhão 9
Com dez faixas, “Antes Durante Depois” é o sétimo disco de estúdio Pavilhão 9 que já está há 25 na estrada. Ouça na sua plataforma de preferência e compartilhe o som brazuca. Abaixo o disco no spotify:

 

II – Humbold
De Brasília, Guilherme de Paula (vocal e guitarra), Guilherme Breda
(guitarra), Lorena Lima (baixo) e Anderson Freitas (bateria) formam a Humbold que disponibilizaram o EP “II”, segundo trabalho do grupo. Ouça e prestigie:

 

Big Mess – Grouplove
“Big Mess” é o novo disco do Grouplove. Com 11 faixas carregadas de pop, ele chega sem grande alarde mas pode agradar quem curte umas baladinhas. Ouça e nos diga o que achou:

 

Painted Ruins – Grizzly Bear
Quinto disco de inéditas dos novaiorquinos, “Painted Ruis” traz boas composições, guitarras protagonistas e boa interpretação vocal; ouça abaixo o novo disco de Grizzly Bear:

 

A Fever Dream – Everything Everything
Dizem que o rock britânico é melhor, mas essa eu deixo pra vocês responderem. Mas uma coisa é certa: ótimos nomes saem da terra da rainha. Everything Everything é um deles. Agora com seu quarto disco, intitulado “A Fever Dream”, o quarteto se lança novamente como um desses bons nomes. Ouça:

 

Magnetite – Scalene
“Magnetite” é a consolidação da Scalene como novo nome do rock nacional. O terceiro disco dos brasilienses traz 12 excelentes faixas inéditas. Ouça abaixo o disco enquanto desvenda um pouco mais sobre ele na nossa resenha:

 

The Peace And The Panic – Neck Deep

Que tal ouvir um pop punk? Os galeses do Neck Deep lançaram em agosto o seu terceiro disco, intitulado “The Peace And The Panic”. Ouça abaixo e conta pra gente o que achou:

 

Lá e Cá – Novo
De Vitória (ES), Rodrigo Novo lança o seu primeiro EP, no projeto que carrega se sobrenome, intitulafo “lá e Cá”. É mais um belo lançamento nacional e nos do RIFF adoramos isso. Prestigie:

 

Science Fiction – Brand New
Depois de oito anos de hiato, o Brand New está de volta com o inédito “Science Fiction”. O disco é com certeza um dos mais legais do ano e evidencia ainda mais o Brand New como uma das bandas mais influentes no cenário da música.

 

Still Strving – A$AP Ferg
Esse trabalho trata-se de uma mixtape (Produções com a mesma qualidade de um disco), a segunda de A$AP Ferg. “Still Strving” tem 14 faixas e conta com participações de Migos, French Montana e mais.

 

All We Know of Heaven, All We Need of Hell – PVRIS
Mais sombrio e adulto, o segundo disco de estúdio de PVRIS está disponível nas plataformas de streaming desde 25 de agosto. Ouça “All We Know Of Heaven, All We Nedd Of Hell”:

 

Seekers And Finders – Gogol Bordello
No dia 25 de agosto o punk do Gogol Bordello ganhu mais um capítulo na sua carreira. O Grupo lançou “Seekers And Finders”, sucessor de “Pura Vida Conspirancy” (2013).

 

Villains – Queens Of The Stone Age

O sétimo disco disco de estúdio do QOTSA, “Villains”, está disponível nos streamings. O novo trabalho do grupo chega com um ambiente dançante (Com ajuda de Mark Ronson na produção), as tradicionais guitarras e sintetizadores, pitadas de psicodelia. Ouça abaixo o dançante Villains:

 

Beast Epic – Iron & Wine
Sam Beam e seu Iron & Wine chegam a 15 anos de carreira com um folk de ótima qualidade. Em agosto, Sam nos deu mais oportunidade para, pelas suas composições, entender mais sobre amor. “Beast Epic” é o nome do seu mais novo disco e você pode ouvir abaixo:

 

A Deeper Understanding – The War On Drugs
O novo disco do The War On Drugs é composto por dez músicas distribuídas em quase 70 minutos.  Abaixo você pode ouvir “Deeper Understanding”, sucessor de “Lost In The Dream” (2014):

 

Good Nature – Turnover
Os estadunidenses da Turnover lançaram no último dia 25 o seu terceiro disco de estúdio, intitulado “Good Nature”. Além do disco, a banda já confirmou três shows no Brasil em 2017, no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. Ouça abaixo e se prepare pra vinda do grupo:

 

Orc – Oh Sees
O Oh Sees (Antes conhecido como Thee Oh Sees) lançou o seu 19º disco, intitulado “Orc”. O álbum conta com dez faixas incluindo o single “The Static God”.

 

Tribalistas – Tribalistas
Depois de quinze anos, Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes anunciaram a volta do projeto Tribalistas e com ele, o novo disco de inéditas, homônimo. Ouça abaixo:

 

Caravanas – Chico Buarque
“Caravanas” novo disco de Chico Buarque é essencialmente um ambiente romântico. Suas composições continuam afiadas e a mestria, bom, ela parece só aumentar. Ouça abaixo o genial Chico Buarque:

 

EP2 – Whipallas
“EP2” é quase um lado do B do primeiro EP (2016) dos cariocas da Whipallas. Com inglês adotado para suas canções, que dessa vez passeiam pelo rock e indie rock dos anos 2000. Ouça abaixo mais um lançamento nacional:

 

Quer ver sua banda aqui no RIFF? Fala com a gente. Vamos adorar conhecer o teu som!

Braza nos convida a dançar um Ragga

Por Maria Paula

Após lançarem o segundo clipe do álbum “Tijolo Por Tijolo” (2017), muita gente quis aprender a coreografia de ritmo envolvente que a dançarina Thainá Santos junto ao Danilo Cutrim, vocalista da banda Braza, fazem no intercalar do clipe (link lá embaixo).

Ela Me Chamou Para Dançar Um Ragga”, quarta faixa do segundo álbum da Braza, na verdade convidou muitos a dançarem e conhecerem o ragga, gênero da música eletrônica surgido em meados dos anos 80, com influências do dancehall jamaicano (uma mistura de reggae mas com instrumentação digital).

Então afastem as cadeiras, sofás, o que tiver ocupando espaço, chamem um parceiro ou parceira, e caiam na dança ragga, porque “Ela me chamou para dançar um ragga…”.

Aproveitem e ouçam o álbum completo disponibilizado pela banda e em todas as plataformas digitais:

Clipe:

Coreografia:

O estado ”magnetite”: um pouco mais sobre o novo álbum da Banda Scalene

‏‏‏Por Camila Borges

“magnetite é um estado. magnetita é a pedra-imã mais magnética de todos minerais. cristais de magnetita estão presentes em diversos lugares da natureza e em cérebros de animais, inclusive nos nossos. magnetite é o estado de viver ciente e responsável pelas causas e consequências energéticas de nossas ações. inflamados com essa condição, magnetite é nosso estado.”

Assim descreve a Banda Scalene sobre o seu terceiro álbum de estúdio em suas redes sociais.

Com 12 faixas, o álbum gravado no estúdio do Red Bull Station teve seu lançamento na sexta-feira (18/8) e já é um dos mais queridos pelos fãs.

Aproveitando toda essa empolgação conversamos um pouco com o Tomás Bertoni, onde ele conta um pouquinho mais sobre o magnetite e algumas curiosidades.

Canal Riff: A arte do álbum é do Bruno Luglio, vocês já conheciam o trabalho dele? Como foi a escolha?

Tomás:  Conhecemos ele há um tempo. Ele era da banda Level Nine, então sabe como funciona o mercado e a vida na música. Hoje em dia ele é diretor criativo de uma agência em Nova York. Trabalhou no amor com a gente, interessado em ajudar e chegar em um resultado legal. Foi um prazer ter ele conosco, o cara é gêniozinho.

E sobre o processo de gravação, como foi gravar no Red Bull Station? Alguma coisa diferente que você possa contar?

Foi a primeira gravação completa em um estúdio profissional. O Real/Surreal foi 100% em home studio, o Éter gravamos bateria em um estúdio profissional e o resto em home studio e agora no magnetite tivemos o apoio da Red Bull pra gravarmos no estúdio deles. Não necessariamente um caminho é melhor que o outro, são escolhas bem relativas e com muitas variáveis, mas queríamos a experiência de passar semanas em um estúdio como o da Red Bull Station pra gravar um álbum. Sentimos que mudarmos por um mês pra SP também seria interessante pelo foco natural que isso iria gerar. Estávamos todos em outra cidade, das 11h às 20h, todo dia. Diferente de gravar em casa, com horário mudando todo dia, com compromissos do dia-a-dia e etc.

Red Bull Station in Sao Paulo, foto Patrícia Araújo

A maioria das músicas são do Gustavo, você tem participação em duas. Como é o processo de composição de vocês (banda) juntos?

Na verdade tenho participação em bem mais de duas haha e o processo do instrumental e da letra são em momentos meio separados e minha participação é grande principalmente nas letras. Varia muito! Algumas músicas o Gustavo faz tudo como foi o caso de ‘maré’ (eu escrevi só uma frase dessa haha), outras eu faço a letra inteira e o Gustavo todo o resto. ‘fragmento’ por exemplo chegou a ter duas letras sobre temas diferentes, uma eu fiz e a outra eu ajudei o Gustavo a terminar. A letra que ficou foi finalizada todo mundo junto um dia antes de gravar voz.

No início de tudo a preocupação maior é de estruturar a música, depois vamos pensando nos arranjos e nas letras. No processo de fazer os arranjos e letras as vezes mudamos a estrutura. Então realmente não tem um passo-a-passo definido, vamos deixando o fluxo nos levar e vamos fazendo o que cada composição pede.

Existe algum motivo de os nomes das músicas estarem todos em letras minúsculas?

falar hoje em dia é digitar, então é falar com calma, em voz baixa. também chamando atenção pro conteúdo e não como ele é divulgado.

Tenho duas perguntas sobre Phi

A primeira é que o final de Phi liga a introdução de Extremos Pueris. Dá uma certa sensação de como se o álbum não tivesse fim. Foi pra galera se sentir assim ou só pra haver ligação mesmo entre as músicas?

todos são parte do ciclo sem fim, causa e efeito do bom e ruim.

A segunda é que numa parte de Phi a gente nota o instrumental de XXIII, as músicas foram compostas ao mesmo tempo, uma depois da outra, tem alguma ligação?

tem que digitar as músicas em caixa baixa gente, bora nessa haha

então! phi foi composto na época do DVD, junto de Inércia, Vultos e Entrelaços. ponta do anzol também, falando nisso. Escolhemos as três do DVD, mas estávamos muito apegados e gostávamos muito da música que ainda não tinha nome nem letra. Usar parte da música como introdução do DVD e de toda a turnê do DVD foi uma forma daquela composição já fazer parte das nossas vidas desde ano passado. E estava nos planos ela vir no álbum desde sempre. Acabou que virou duas músicas diferentes e complementares. Uma espécie de sequência, como rola em Sonhador e Sonhador II, mas de outra forma e com outra proposta.

Foto Breno Galtier

É pouco tempo pra saber, mas dá pra ter uma noção do que a galera tá achando do álbum?

Foi muito legal ver tanta gente já gostando de primeira, disposta a ouvir e gostar, de coração aberto pra absorver o que tem de diferente. Repercussão tá muito boa! Tem uma galera estranhando, mas estaríamos bem mais preocupados se não tivesse. Normal um álbum que a banda explora outros caminhos, os ouvintes precisarem de algumas ouvidas pra digerir. Estamos com o sentimento que os objetivos estão sendo cumpridos e expectativas alcançadas. Galera gostando bastante das letras também, o que tem sido bem gratificante. Como você disse, tem pouco tempo ainda, mas a tendência é ir crescendo mais ainda.

Vocês tiveram muito da música brasileira num todo no Magnetite, dá pra citar algumas bandas/cantores que serviram de inspiração?

Vitor Rammil, Metá Metá e Lenine são algumas. As bandas amigas da nossa geração influenciaram bastante também. Muita gente sacou que Inky foi influência por exemplo. Ouvíamos muita mpb e bossa nova quando éramos crianças, resgatamos isso nesse álbum também.

E sobre o Rock in Rio, falta praticamente um mês! Estão ansiosos? Como anda a preparação pra esse grande dia?

Ansiedade vai começar a bater mais perto só. As músicas que tocamos desde ano passado ou desde 2013 tão mais que ensaiadas, a questão maior vai ser decidir quantas músicas novas vamos tocar e ensaiá-las muito bem. Além de descobrir como vamos encaixá-las na setlist. Geralmente esse processo acontece aos poucos ao longo de meses de shows até ficar bonzão e não vamos ter esse tempo.

Com álbum novo vem turnê nova. Quais os próximos passos após o Rock in Rio?

Continuar divulgando o magnetite, fazer os shows que estão sendo marcados e gerar mais conteúdo do álbum novo. Estamos com vontade de voltar a fazer colaborações com bandas amigas também, tomara que a gente consiga.

RESENHA: Stereophant + Hover + Montablan @ Estúdio Aldeia

Por Natalia Salvador

Toda vez que eu volto para casa depois de um belo show (e são muitos), eu fico pensando o por que alguma grande quantidade de brasileiros ainda insistem que não há boa música sendo feita no país hoje em dia. Saindo dos rótulos e julgamentos de que ‘funk não presta’, ‘o rock morreu’, ‘essa letra não diz nada’ ou qualquer outra expressão que todos já estamos cansados de ouvir, eu só posso concretizar que o que sobra nas pessoas é pura preguiça de buscar pelo conteúdo que lhes agrada. No último sábado, 29 de julho, foi o primeiro show após o lançamento do novo da Stereophant – Mar de Espelhos – e foi exatamente assim que eu me senti no dia seguinte.

A  noite fria parecia espantar o público do Estúdio Aldeia, espaço que já é um velho conhecido das bandas independentes do Rio de Janeiro, e o primeiro show não teve grande adesão de público. Os petropolitanos da Montablan fizeram um show curto, mas redondinho e de muita qualidade.

IMG_3551Montablan @2017

Na sequência e já com um pouco mais de público, os também petropolitanos da Hover fizeram mais um belíssimo show. O quinteto – velho conhecido do RIFF – , que agora conta com o apoio de Leonardo Bronze no baixo, se sente em casa no palco do Aldeia e deixa isso bem claro para a plateia. Trabalhando o disco Never Trust The Weather, que será apresentado no Estúdio Showlivre no próximo dia 11 de agosto, I’m Homesick, Teeth, My Name Is Alaska e There’s No Vampire In Antarctica, At Least For Six Months não ficaram de fora de setlist.

IMG_3650Hover @ 2017

Todos estavam ansiosos pelo primeiro show da Stereophant logo após o lançamento do CD Mar de Espelhos. O disco foi liberado nas plataformas digitais um dia antes do encontro e já conta com um clipe – e que clipe! Apesar de afirmarem que ainda estão aprendendo a tocar as músicas novas, o show foi bastante linear e trouxe as faixas de maior destaque para o setlist. Tem algo estranho no ar, Homem ao mar, A Cidade, Mar de Espelhos, Fora de Rota, entre outras das 15 faixas, provaram a força do novo trabalho.

Claro que Vermelha e O Tempo não podiam ficar de fora e ganharam o apoio das vozes presentes. Mas se engana que achou que as músicas novas já não estavam ensaiadas. Essa Música é a Cura ganhou coro e pegou os músicos de surpresa. Outro ponto que chama atenção nos palcos é a performance de Fabrício Abramov, baixista.

IMG_3752Stereophant @ 2017

Mar de espelhos tem produção de Felipe Rodarte, da banda The Baggios, e diversas  participações especiais como Felipe Pacheco (Baleia), Gabriel Ventura (Ventre), Jan Santoro (Facção Caipira), Walber Assis (Verbara), entre outros. O álbum explora novas sonoridades e traz letras baseadas na relação do homem com o mar. Confira o novo trabalho da Stereophant e fique de olho nas próximas datas para não perder esse show!

 

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Scalene em dois singles: Ponta do Anzol e Cartão Postal

‎ Por Camila Borges

Parece que aos poucos os fãs sedentos por novidades estão sendo agraciados.

Exatamente a meia-noite de quinta pra sexta (hoje) o Scalene lançou dois singles: Ponta do Anzol e Cartão Postal. Ambas farão parte do terceiro álbum da banda chamado Magnetite.

O álbum tem lançamento para o dia 18/8, com 12 faixas. A bela arte de capa foi feita pelo designer Bruno Luglio.

Capa Magnetite

Nota-se já de cara influências brazucas, alternando entre os novos elementos usados e as belas letras reflexivas.

Um bom exemplo é o que o próprio vocalista Gustavo Bertoni traduz no seu twitter: “Alma, corpo e mente derramados nessas composições”.

A banda promete algumas surpresinhas até o lançamento do cd, não fazemos ideia do que seja mas com certeza serão ótimas.

Agora é segurar a ansiedade (se for possível) e aguardar até que o Magnetite seja lançado.

5 CLIPES NACIONAIS (INCRÍVEIS) PARA VOCÊ ASSISTIR

Por Natalia Salvador

Durante o auge do pop e da MTV, os clipes musicais eram o carro chefe das bandas e artistas, além de uma das principais ferramentas para buscar a atenção do público. Com o surgimento e popularização do streaming foi possível notar uma diminuição na volumetria de produções audiovisuais, mas, por outro lado, a qualidade não deixa nada a desejar. Cada vez mais bem produzidos, os videoclipes continuam prendendo o telespectador nas telas. O Canal RIFF selecionou 5 vídeos lançados recentemente e que vão fazer o seu play valer a pena – e até um replay. Confira!

1) Stereophant – Homem ao Mar

Às vésperas de lançar um novo álbum – Mar de Espelhos -, a banda carioca Stereophant, já deu o ponta pé inicial para o novo ciclo com o clipe de Homem ao Mar, primeiro single que contou com uma superprodução audiovisual! Além de narrar a história da canção, o vídeo traz referências à outras faixas do novo disco, envoltas em um contexto lírico e conceitual.

A direção ficou por conta de Hugo Gama e Fabrício Abramov, que também é baixista da banda. “Quando chegaram com a ideia do clipe, foi uma responsa em dobro pra mim. Primeiro, pela questão da produção e logística serem muito complicadas e, segundo, que por eu ser da banda e saber o quanto trabalhamos e acreditamos nesse disco, um clipe à altura do primeiro single era um grande desafio. Quando finalmente fomos pro mar gravar foi um momento muito especial e de muita união. Todos deram o sangue pelo projeto, a gente mergulhou na história junto com o personagem. A impressão que eu tenho é que toda a equipe viveu a história da música!”, conta Abramov.

2) Comodoro – Doce

O clipe de Doce é o primeiro trabalho audiovisual da banda Comodoro. Com muitas cores, carinhos e guloseimas, a banda carioca dá mais um passo na carreira e mostra que veio para ficar. O som dançante e a irreverência dos músicos, principalmente de Fred Rocha, vocalista, que rouba a cena nos palcos, não vai te deixar ficar parado.

O vídeo tem direção de Diego Zimmermann e direção de fotografia de Rodrigo Galha. Além do single, o grupo – que também conta com Roberto Carneiro, Saulo Arctep, Thiago Garcia, Luiz Felipe Caetano e Mateus Nagem – tem um EP lançado, Livre, com 5 músicas e o projeto é liberar, até o fim de 2017, um álbum completo.

3) O Terno – Não Espero Mais

Carinhosamente apelidados de “Ok, Go brasileiro”, mais uma vez a banda O Terno surpreendeu com o lançamento do clipe de Não Espero Mais. A faixa compõe o terceiro disco do trio, Melhor do que Parece, e o vídeo conta com grandes clássicos da internet, que vão desde ‘Pedro me da meu chip’ e Luisa Marilac a Gretchen e John Travolta.

“Não imaginava O Terno tocando essa música. Tinha essa coisa de ‘estou feliz, estou na rua, eu gosto de você’. É uma canção simples”, afirmou Tim Bernardes em entrevista. Para complementar, o vídeo ainda conta com participação de Liniker, cantando via chamada de vídeo.

4) Medulla – Abraço

Deus e o Átomo já rendeu boas críticas ao grupo Medulla, entre as músicas favoritas dos fãs, Abraço foi a escolhida para ganhar o primeiro clipe do álbum. A melodia envolvente traz às telas um conteúdo adulto, que retrata diferentes tipos de relacionamentos com cenas intensas de sexo e envolvimento.

A música é quase um trip hop, mas tem uma sonoridade sensual e uma letra leve, que contrastam com a sequência de imagens, fazendo com que o clipe adquira uma estética sensual e contagiante. O vídeo foi inspirado nos  filmes da Erika Lust, diretora sueca de filmes eróticos considerados “pornografias feministas”.

5) Alarmes – Gruta

Com o intuito de tirar o telespectador de sua zona de conforto, o novo clipe dos brasilienses da banda Alarmes mostra os integrantes em situações desconcertantes. Segundo declarações dos músicos, o objetivo do projeto era justamente deixar o telespectador decidir se deve assistir até o fim ou não. Gruta conta com direção de Lucas Furtado, baixista da banda Scalene e também diretor de Incerteza de um Encontro Qualquer.

“Por mais que as pessoas estejam interagindo com a gente, estamos focados em olhar para um ponto específico e cantar. O objetivo é mostrar que, as vezes, a gente esquece ou se deixa levar pelo sentir nada quando várias coisas estão acontecendo”, afirmou Arthur Brenner, vocalista. Em sua conta pessoal no twitter, Gabriel Pasqua, baterista, afirmou não ter sido obrigado a apanhar no vídeo e que até gosta – ficamos mais aliviados!

E ai, conta pra gente o que você achou dos últimos trabalhos audiovisuais brasileiros.

Prestes a retornar ao Brasil o Coldplay libera EP com inéditas

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa

Nessa sexta-feira (14) o grupo britânico Coldplay disponibilizou em todas as plataformas digitais seu mais novo EP: Kaleidoscope.

Depois de confirmar vinda ao Brasil para dois shows da turnê “A Head Full Of Dreams Tour”, que acontecem em São Paulo no dia 7 de novembro no Allianz Park, e em Porto Alegre no dia 11, do mesmo mês, na Arena do Grêmio, a banda acaba de divulgar um EP com inéditas.

As cinco faixas, “All I Can Think About Is You“, “Miracles (Something Special)” com a participação de Big Sean, “A L I E N S“, “Something Just Like This” com The Chainsmokers, e “Hypnotised“, já podem ser ouvidas nas plataformas digitais pra já ir dando aquela afiada no inglês e cantar ao vivo junto com os caras quanto desembarcarem por aqui.