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OBRIGADA, VENTRE!

Por Tayane Sampaio

Outro dia eu estava reclamando da dificuldade que as pessoas têm em encerrar ciclos e colocar um ponto final nas coisas; hoje, estou aqui com dificuldade de aceitar o fim de um ciclo que nem é meu. A vida é mesmo um paradoxo.

Nessa sexta-feira (23), os cariocas da Ventre anunciaram que a banda entrará em hiato. Assim, às vésperas de um show no Lollapalooza, que é considerado, por grande parte das pessoas, o auge da carreira de um músico independente.

Para acalentar os corações partidos, o trio lançará, em breve, um EP. As duas últimas faixas, “Pulmão” e “Alfinete”, você já pode escutar abaixo. Amanhã, quem estiver no palco Onix, às 11h50, poderá escutar, pela primeira vez, as quatro músicas novas ao vivo.

A Ventre, formada por Larissa Conforto (bateria e voz), Hugo Noguchi (baixo) e Gabriel Ventura (voz e guitarra), sempre foi fora da curva, tanto no som, quanto na trajetória. É muito difícil uma banda conseguir tanto em tão pouco tempo. Com apenas um álbum de estúdio, Ventre (2015), o trio ganhou os ouvidos e o coração de milhares de fãs; são mais de 22 mil ouvintes mensais só no Spotify. Eles viraram uma referência na cena nacional, são inspiração para muitas bandas. Fizeram (muitos) shows em vários estados do Brasil e foram atração em importantes palcos do circuito brasileiro de festivais. É muito difícil você encontrar alguém que não goste da banda, eles são quase unanimidade.

Apesar da tristeza pelo hiato, ainda consigo enxergar poesia nesse “até logo” do grupo. Como freiar quando se está caminhando pra frente e a passos largos? Como interromper a viagem rumo ao sucesso quando esse é o caminho que muita gente quer, mas não consegue? Na música, um universo que é uma constante batalha de egos, tomar uma atitude dessas chega a ser louvável.

Fica o sentimento de gratidão. Por ter tido a chance de ver vários shows do grupo, aquele show enérgico e que emana uma força transformadora pra quem está na plateia. Pelas músicas, que são o Yin Yang em forma sonora: têm uma delicadeza que nos afaga e uma agressividade que nos desperta. Gratidão pelo posicionamento político e social da banda, que sempre usou os shows como um espaço de conversa com o público. Os discursos da Larissa sobre o respeito à mulher são importantíssimos e eu tenho certeza que eles foram o pontapé inicial para a mudança de algumas pessoas.

Mas, como disse a própria banda, o fim é só mais um começo. Espero que não demore muito até a próxima oportunidade de ver a Ventre brilhando em um palco.

Obrigada, Ventre!

Foto: Hannah Carvalho

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“Só” e ”Évora”, os novos Singles da Banda Alarmes

Por Camila Borges

Início de ano geralmente é sinônimo de férias, mas esse não é bem o caso da Banda Alarmes. O grupo de Brasília formado por Arthur Brenner (vocal e guitarra), Lucas Reis (baixo) e Gabriel Pasqua (bateria) lançou nesta última quarta-feira (31/1) dois singles: e Évora.

Nossa abordagem pras musicas novas mudou completamente. O intuito era deixar o som mais vivo, com mais verdade e com cara de power trio. Descemos um pouco a afinação dos instrumentos e botamos o peso que levamos pros shows na gravação, que é justamente o que mais gostamos. Essa mudança no processo todo de composição e produção nos levou a um resultado bem diferente.” destaca Arthur Brenner ao comparar o processo de gravação ao álbum anterior (Em Branco), além de ser uma forma mais madura mas sem perder a essência.

Gravação dos Singles

A gravação se deu no Estúdio Zeroneutro, da banda Natiruts. Contando com um time de peso formado por Samyr Aissami e Marcel Papa, mixagem com o Daniel Felix e masterização com o Joe La Porta.

Sobre as faixas a banda explica um pouco o processo “O Pizza (apelido do baixista) levou o riff de baixo do começo de Évora e fomos trabalhando juntos até termos uma estrutura pronta da música, depois fizemos vários testes com letras diferentes até que chegamos a um consenso com uma letra do Arthur, feita em uma madrugada. “” foi bem interessante de trabalhar, a música era completamente diferente no começo, parece que a viramos do avesso e chegou no resultado que queríamos. O Samyr deu uma mão cabulosa, principalmente em Só que ficou empacada em algumas partes durante o processo. Tivemos a melhor vibe de composição e produção possível, ficamos bem livres para experimentar tudo, isso gerou um resultado bem legal.

Em percebemos o peso de um adeus, a melancolia, uma reflexão profunda nos próprios erros, porém ainda com sentimento de esperança. Buscando pela compreensão, dando uma visão de um novo, uma abertura.

Évora é mais intensa, forte. Com momentos de libertação para seguir em diante.

Desafio

Antes da data de lançamento, nos dias 24 e 25 de janeiro, a banda lançou uma espécie de desafio. O fã iria diretamente para um link onde poderia ouvir a música “”. Porém, para obter acesso ao outro single “Évora”,  o desafiado faria um vídeo onde seria necessário postar nos stories do Instagram e marcar a banda. Aliás, vídeos esses que farão parte do videoclipe de “”.

Foi incrível fazer essa ação, aproximou a gente bastante dos nossos fãs e ainda conseguimos acalmar um pouco a ansiedade da galera de ouvir as músicas e a nossa de soltar pro mundo.” menciona Arthur sobre a ação em relação às músicas e a ansiedade.

Próximos Passos

E o ano de 2018 recém começou e a banda ainda pretende trabalhar muito em cima dos dois singles, além de outras coisas que serão lançadas no decorrer do ano como descreve Arthur neste trecho “A galera pode esperar muita coisa desses singles ainda! Teremos clipes, lyric videos, versões ao vivo, guitar cam e tudo mais, a ideia é fazer de tudo pra essas musicas enquanto a gente prepara o próximo disco e espalha essas canções pelo Brasil com as turnês que temos em vista.

E é claro, um recado para os fãs:

Gostaríamos de deixar um agradecimento especial a todos os fãs que participaram do nosso desafio e que estão divulgando as músicas nas suas redes pessoais. Fiquem de olho nas nossas redes porque já já estaremos rodando pelo Brasil espalhando essa roqueiragem dançante!’’

As músicas estão disponíveis em todas as plataformas digitais. 

Redes sociais da banda:

Facebook: Alarmes Oficial 

Twitter @AlarmesOficial

Instagram: @AlarmesOficial

Ficha Técnica dos Singles:
Produção Musical: Samyr Aissami
Coprodução musical: Alarmes e Marcel Papa
Produção Executiva: Marcel Papa
Gravação e Mixagem: Daniel Félix
Assistentes de gravação: Marcel Papa e Samyr Aissami
Gerente de estúdio: Rafael Cruz
Masterização: Joe LaPorta (Sterling Áudio – NY)
Artwork: VOJD (Alemanha)
Gravado no Estúdio ZeroNeutro – Brasília – DF

Banda Alarmes desafia Fãs

Por Camila Borges

Você gosta de ser desafiado? E se o desafio proposto for por uma banda que você gosta e a recompensa for algo inédito?

Essa é a ideia da banda Alarmes, banda de Brasília que conta com Arthur Brenner (vocal e guitarra), Lucas Reis (baixo) e Gabriel Pasqua (bateria).

Quem ficou de olho nas redes sociais da banda nos últimos dias pôde acompanhar as gravações e um pouco mais sobre “Só” e “Évora”, novas músicas de trabalho que serão lançadas oficialmente dia 31 deste mês.

Só / Arte por VOJD
Évora / Arte por VOJD

Para os fãs mais ansiosos, a banda lançou um desafio que começou hoje às 10h00 e termina às 10h00 do dia 26/01 (sexta).
Tudo isso faz parte da divulgação dos novos singles, e vocês podem participar do desafio clicando aqui . 

Boa sorte!

 

Brasilia Sessions surpreende em sua última edição do ano

Por Tayane Sampaio

Se você acompanha as resenhas que postamos aqui no site, provavelmente já conhece o Brasilia Sessions. Quem não conhece, tá perdendo tempo! O projeto, que sempre promove novos artistas locais e proporciona o intercâmbio musical entre artistas de todo o país, dessa vez, trará à Capital três artistas gringos. Em parceria com o Norsk Fest, evento que acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro, e com apoio da Embaixada da Noruega no Brasil, a nona edição do Brasilia Sessions apresentará os noruegueses Sondre Lerche, Greni, e Alexander von Mehren, além da incrível banda brasiliense Oxy.

Sondre Lerche retorna ao país para apresentar seu último trabalho, o dançante Pleasure (2017), um álbum carregado no synthpop. Sondre, que tem uma relação próxima com a música brasileira, desde o início de sua jornada musical, já se apresentou em Recife, Fortaleza, São Paulo e Porto Alegre, em 2015.

Greni, ex-vocalista da banda de rock Bigbang, também já esteve no Brasil. Essa será sua quarta visita ao País, segunda como artista solo. Muitas vezes intitulado como representante da surf music norueguesa, Oystein Greni está divulgando seu último disco, Pop Noir, lançado também este ano.

O pianista, compositor e produtor Alexander Von Mehren fecha o line-up norueguês dessa edição do Brasília Sessions. Alexander tocará músicas do seu álbum de estreia, Aéropop (2013), além de novas composições.

A prata da casa, dessa vez, é a surpreendente Oxy. Do shoegaze ao dreampop, passando pelo psicodélico, a banda, que teve sua estreia no começo do ano, está ganhando os palcos da Cidade e os ouvidos de quem acompanha a cena local. Liderada por Sara Cândido e Blandu Correira, a Oxy representará muito bem a efervescente cena musical brasiliense.

A venda dos ingressos já está acontecendo, pela plataforma Sympla, e os preços variam de R$ 35,00 (meia-entrada, segundo lote) a R$ 100,00 (ingresso + meet and greet com Sondre Lerche ou Greni). O primeiro lote de ingressos está esgotado.

SERVIÇO
Ingressos: http://bit.ly/BrasiliaSessions-NorskFest
Data: 02/12/2017 (sábado)
Horário: a partir das 21h
Local: Canteiro Central
Mais informações: http://www.facebook.com/brasiliasessions

INGRESSOS DO PORÃO DO ROCK JÁ ESTÃO À VENDA

​​Por Tayane Sampaio

Este ano, o Porão do Rock chega à 20ª edição. Após um adiamento, o festival está confirmado para o dia 25 de novembro, no estacionamento do Estádio Nacional, o antigo Mané Garrincha.
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Mantendo a tradição, o festival realizou as seletivas de artistas locais para integrar o line-up. Após três etapas seletivas, as bandas brasilienses O Tarot , Maria Sabina & a Pêia, Mofo, Agressivo Pau Pôdi, Eufohria e Lupa foram selecionadas para se apresentar no palco do Porão do Rock.
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O grande destaque dessa edição é a curadoria. O festival, que sempre investiu nos dinossauros do rock nacional como headliners, está buscando renovar sua cartela de artistas, desde o ano passado, e, dessa vez, surpreendeu. Os nomes que mais chamam atenção, Elza Soares, BaianaSystem e Céu, foram destaques em vários festivais nacionais (e internacionais!) durante o ano. O Sepultura também é headliner dessa edição.
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Apesar da curadoria antenada e acertada, muitos fãs do festival estão reclamando, nas redes sociais, da “falta de rock” na escalação das atrações principais, que, inclusive, tocaram na última edição do Rock in Rio, em setembro.
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O BaianaSystem, por exemplo, banda que mistura o sound system com a guitarra baiana, tem um dos melhores shows da atualidade, pesadíssimo e com direito a roda punk. Mais rock and roll do que muito show de rock propriamente dito. Elza Soares, A Mulher do Fim do Mundo, do alto dos seus 80 anos, tem fôlego pra fazer um show incrível e deixar muito moleque no chinelo.
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Os ingressos do festival custam R$ 20,00, meia-social, condicionado à doação de 1kg de alimento não perecível, e já estão à venda, no site da Bilheteria Digital.
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SERVIÇO
Data: 25/11/2017
Horário: a partir das 15h
Local: estacionamento do Estádio Nacional
Mais informações: http://www.poraodorock.com.br/

Em entrevista exclusiva, Garage Fuzz encerra 1º mês do Las Quintas no Rio de Janeiro

Por Canal RIFF | @canalriff | Entrevista por Erick Tedesco

 

Ícone do hardcore nacional retorna à capital carioca após 5 anos.

Para celebrar o encerramento do primeiro mês do projeto Las Quintas, que está movimentando a cena do rock autoral no Rio de Janeiro todas as quintas-feiras na casa La Esquina (Lapa), a lendária banda do hardcore melódico nacional Garage Fuzz, após 5 anos longe de palcos cariocas, é escalada como atração principal da noite que também terá Hover e N.D.R. O evento acontece no dia 28 de setembro, a partir das 19h30, e haverá boas vindas com shots de Jägermeister aos primeiros que chegarem.

O Garage Fuzz foi unanimidade entre as produtoras responsáveis pelo Las Quintas – Abraxas, Collapse Agency, Flecha Discos e Speed Rock – para ser a grande atração desta edição especial. Com 25 anos de estrada, os santistas mostram vigor com um hardcore de bases potentes e com os característicos dedilhados de guitarra, envolvidos em melodias para se cantar junto, do início ao fim. O show de retorno ao Rio de Janeiro terá músicas de todos os álbuns, do “Relax In Your Favorite Chair” (1994) até “Fast Relief” (2015).

A abertura fica por conta da N.D.R, a prata da casa que levanta a bandeira do hardcore com influências de rock, metal e rap. O quarteto foi formado em 2010 e desde então preza por fazer música por meio de experimentos sonoros e experiências de vida. Na sequência, sobe ao palco a Hover, a banda mais badalada de Petrópolis, que ficou popular pelo rock alternativo cantado em inglês com bastante melodia.

Confira abaixo o papo super bacana com Alexandre Cruz, vocalista do Garage Fuzz, que nos fala sobre a carreira de sucesso da banda, o longo tempo longe do Rio de Janeiro e muito mais.

“Fast Relief” mostra um Garage Fuzz maduro e que justifica chegar aos 25 anos de carreira ainda relevante no rock brasileiro. Passado algum tempo desde o lançamento, como entende o momento e a sonoridade deste disco?

Alexandre: O “Fast Relief” foi o disco que não estávamos muito preocupados com o que estava rolando no momento no cenário brasileiro. Ele é um disco meio que feito para a banda e para os fãs, tem alguns fatores que o diferenciam dos nossos trabalhos anteriores, é o primeiro disco full com o Fernando Bassetto na guitarra e o que é engraçado que mais da metade dele já estava composto quando ele entrou na banda. Então o fato de passar a integrar a banda em um momento que estávamos indo em uma direção mais trabalhada agregou ao som também. Eu lembro de passar mais de um ano indo na casa do Fabrício a tarde para fazer as melodias de voz de cada música no violão com ele; lembro da banda ensaiando o disco muito, o Daniel tocando que nem doido, o Wagner também, e acho que é um dos lançamentos que mais nos empenhamos fazendo praticamente tudo. Foi com esse disco que partimos para as plataformas digitais também.

Acredito que os 25 anos do Garage Fuzz tem a ver com o som peculiar da banda e a energia das apresentações ao vivo. Como lidam com os velhos falatórios de ser punk, mas não ser, de ter uma pegada mais comercial do que as formações mais puras do estilo?

Alexandre: Hardcore e Punk eu acho que crescemos fazendo e escutando em nossas bandas anteriores do final dos anos 80, o Psychic Possesso e o O.V.E.C., e nossa leitura para estilo é outra. Hardcore é Anti-Cimex e acho que nos últimos 12 / 13 anos, quando estávamos fazendo as músicas para o Morning Walk (Álbum de 2005) isso já mudou, o som ficou algo mais rock, mas não comercial no sentido de fazer algo para estourar, as composições e melodias tem muitas notas e passagens. Acho que complica para rotular como algo comercial.

Levando em conta os 25 anos de banda, como avaliam o cenário musical atual?

Alexandre: O mundo está mudando e os hábitos culturais também, acho que até muito por uma visão do consumo atual. Eu acho que a o momento atual do mundo lembra o meio dos anos 80 em uma versão hi-tech. A cena atual apresenta muito isso, várias oportunidades mas não sabemos quem está no controle do que e as coisas vão mudando muito rápido e nisso muita coisa boa tem passado batido pelo timming atual da existência de uma banda, uma casa noturna ou um selo.

Vocês são sempre lembrados, entre outros motivos, por sempre fazerem shows perfeitos tecnicamente e sempre com som incrível. Qual o segredo?

Alexandre: Acho que o fato da formação praticamente nunca ter mudado ajuda. Então é um entrosamento de décadas, muito ensaio e o mesmo set up de palco.

O que os afastou tanto do Rio? São 5 anos de espera, desde que vieram pela última vez.

Alexandre: Caramba, nem parece que faz tanto tempo! É uma cidade que curtimos muito as pessoas, bandas e a cena, não sei o porquê, mas vamos fazer um show para compensar esse hiato.

O que vocês têm ouvido ultimamente? Entre bandas nacionais, internacionais, desconhecidos e renomados…

Alexandre: Eu vou falar no meu caso pessoal, muitas bandas antigas que escutávamos quando montamos a banda Celibate Rifles, The Saints, Lemonheads, Husker Du das novas Cloud Nothings, Meatbodies, Togheter Pangea.

Lá nos anos 90, o Garage já fez parte do cast de uma grande gravadora, a Roadrunner. O cenário da música mudou bastante desde aqueles tempos, principalmente a relação banda/gravadora. O que aquele contato possibilitou ao Garage que vale até os dias de hoje?

Alexandre: Acredito que ali montamos nossa base de fãs, por causa de dois fatores: o da distribuição e o fato da banda na época ter feito uma das primeiras tours com datas seguidas durante 4 meses em 1995. Isso na época da roadrunner foi importante para o que vivemos nos dias de hoje.

O Garage está se relacionando com as novas plataformas de música, como Spotify, Deezer, iTunes?

Alexandre: Sim utilizamos todas e acho que seria impossível fazer o trabalho que fazemos atualmente com a banda sem o uso das plataformas digitais!

Deixe uma mensagem para a galera se motivar e comparecer ao show de vocês no Las Quintas!

Alexandre: Muito obrigado pelo espaço e todo mundo que sempre nos ajudou na cidade! E colem no próximo Las Quintas prometo um dos nossos melhores shows que já fizemos no Rio de Janeiro!

 

SERVIÇO
Las Quintas – 4ª edição
Evento no facebook: Garage Fuzz no Rio de Janeiro! Festa de encerramento Las Quintas
Atrações: Garage Fuzz, Hover e N.D.R.
Data: 28 de setembro
Horário: a partir das 19h30
Local: La Esquina
Endereço: Avenida Mem de Sá, 61. Lapa-RJ                                     Ingresso: www.sympla.com.br/las-quintas—todas-as-quintas-de-setembro-no-la-esquina__180601

 

Lollapalooza Brasil anuncia as atrações para a edição 2018

Por Felipe Sousa | @felipdsousa | Foto @ Lollapalooza Brasil

Depois de muita espera, a organização do Lollapalooza Brasil finalmente divulgou as atrações do evento que acontece entre 23 e 25 de março de 2018, no Autódromo de Interlagos (SP).

Alguns nomes já haviam sido especulados, e agora confirmados, outros são novidades. Os headliners serão The Killers, Red Hot Chili Peppers e Pear Jam. O Lolla também vai contar com outros nomes de peso, tais como Tyler The Creator, Liam Gallagher, The National, Mac Demarco e Royal Blood. E é claro, grandes nomes nacionais vão participar da festa também, e tá lindo demais esse lineup br, Malu Magalhães, Braza, Ego Kill Talent, Ventre e O Terno são alguns deles.

E ao mesmo tempo que a produção do Lolla anunciou os nomes, atualizaram também os preços. Agora os ingressos estão no seu segundo lote, variando entre R$ 660,00 e R$ 780,00 a meia entrada e até R$ 1500,00 a inteira. É bom lembrar que as vendas se iniciaram no início de setembro, mesmo sem a divulgação das atrações.

Todas as informações completas sobre preços, dúvidas e também o lineup completo, você confere no site oficial do Lollapalooza Brasil.

 

 

Lineup Oficial | Site oficial Lollapalooza Brasil

 

Outro ótimo nome da cena brasiliense, banda Toro lança EP homônimo

Por Felipe Sousa | @felipdosusa | Foto por Thaís Mallon

De Brasília vêm as melhores bandas? A resposta fica por conta de vocês, riffeiros, mas é certo que de lá saem muitos nomes bons. E você tem que ouvir mais esse aqui: Toro!

Formada por Thuyan Santiago (guitarra e vocal), Francisco Vasconcelos “Xicão” (guitarra), Álvaro Rodrigues “Alvin” (baixo) e Arnoldo Ravizzini (bateria) a Toro apresenta um som de muita qualidade e bom gosto. Com claras referências em QOTSA e Royal Blood, o som dos caras se ambientam no stoner rock e hard rock com guitarras barulhentas, e um vocal bem acessível. E particularmente, me lembrou um pouco de Scalene também.

O EP conta com seis faixas gravadas no Estúdio 1234, em Brasília, numa produção totalmente independente. A mixagem e masterização foi feita por Ricardo Ponte (Scalene, Dona Cislene e Hover). As canções tratam, basicamente, de um eu lírico lidando com os altos e baixos da vida, a relação social com as pessoas, e como elas podem sair de um conformismo social e pessoal se quiserem; que é o que a faixa “Luz Vermelha” diz. Essa música, inclusive, já ganhou um clipe que você pode conferir clicando aqui.

Quando ouvir aquela velha história “O rock nacional morreu” você já sabe que é pura baboseira. A quantidade de banda boa que tem por aí é incrível. E eu coloco a Toro nesse meio. Prestigie.

Abaixo você pode ouvir o EP na íntegra nos Spotify e também seguir a Toro nas redes sociais.

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Documentário reúne Menores Atos, Bullet Bane, Zander e Chuva Negra 

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa | Foto Rick Costa Fotografia

Festival Flecha, produzido pela gravadora Flecha Discos, aconteceu no dia 29 de abril no Hangar 110 (SP) e pra você ficar por dentro do que rolou por lá, a Flecha divulgou um Mini Doc contanto tudo.

“Isso é pra provar que todos vocês podem fazer o mesmo, beleza?! Montar uma banda, organizar o rolê, juntar a galera e botar pra foder!” – Gabriel Zander

Flecha Discos é uma gravadora independente que tem em seu cast as bandas Menores AtosBullet BaneZander e Chuva Negra, e em abril desse ano as quatro subiram ao palco do Hangar 110 e realizaram um baita evento celebrando a nova cena autoral brasileira. O resultado disso foi um documentário onde contam como se conheceram, como se reuniram pra formar o coletivo, e acima de tudo, contam como foi a produção desse evento massa demais!

O Doc foi produzido por L’exquisite Films, Direção e Edição por Murilo Amancio e as imagens por João BonaféIsadora SartorBruno Santim e Murilo Amancio.

 

 

Além do Documentário, a Flecha disponibilizou nas plataformas digitais a Coletânia Flecha Discos Vol.1, que começou a ser gravada em janeiro do ano passado e conta com 12 faixas, três de cada banda. Ouça:

 

 

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