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Lista: 5 bandas que gostaríamos de ver no Rock in Rio 2017

Por Bruno Britto

O Rock in Rio 2017 vai tomando forma!

Foi confirmado que a banda americana Maroon 5 estará presente na próxima edição do evento. Os californianos já estiveram presentes em edições anteriores e, recentemente, estiveram em turnê no Brasil. A notícia deixou fãs eufóricos e curiosos com as novas confirmações.

O Canal RIFF vai dizer agora 5 bandas que trariam muita qualidade para o Rock in Rio. Sonhar, afinal, não custa nada.

OBS: Tentamos evitar bandas que fizeram turnês recentes (2016) no Brasil. Por isso, grupos como Black Sabbath e Guns N’ Roses não estão sendo considerados.


5. Arctic Monkeys

amonkeys

Os ingleses do Arctic Monkeys são uma das bandas preferidas da nova geração. Com excelentes canções como Fluorescent Adolescent e I bet you look good on the dance floor, o grupo do vocalista Alex Turner acrescentaria grande qualidade ao festival e, com certeza, alcançaria um público mais variado. Representantes do chamado indie rock, a banda não vem ao Brasil desde 2014.

4. Slipknot/Stone Sour

stone e slipknot

O Slipknot já deu as caras em edições passadas do evento, inclusive sendo um dos headliners em 2015. A banda sempre faz apresentações memoráveis, com performances fortes e um público bastante fiel. Entretanto, mesmo com a ausência do grupo, seria interessante ver o vocalista Corey Taylor com seu outro projeto, o Stone Sour. Vale ressaltar que em 2011, ambas as bandas se apresentaram. Ouvi alguém pedir bis?

3. Foo Fighters

foo fighters

Os americanos do Foo Fighters foram uma das grandes surpresas do Rock in Rio 3, em 2001. Até então tratados como “desconhecidos” do grande público, a banda surpreendeu bastante ao liderar a enquete sobre “atrações favoritas”. No palco, não desapontou em nada. Dave Grohl e companhia hoje já são uma banda mais madura que, na humilde opinião desse redator, evoluiu bastante. Se a participação anterior foi boa, uma mais recente deveria brigar pelo posto de melhor show do festival.

2. KISS

KISS

Apesar da banda ter se apresentado recentemente no Monsters of Rock, uma apresentação no Rock in Rio seria histórica. A banda tem talvez os seguidores mais fiéis do mundo (o chamado KISS Army) e com certeza traria um sentimento muito nostálgico a todos os presentes.

1. AC/DC

acdc

Ah, ainda bem que sonhar é de graça.

O AC/DC esteve presente na primeira edição do festival e seria uma grande honra para todos os fãs recebê-los mais uma vez.

Independente de quem esteja ocupando o posto de vocalista, o show seria imperdível.


Nós já demos o veredito sobre o Rock in Rio no É Bom:

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Enquete

As cartas estão na mesa! Rock in Rio lança enquete com medalhões da música internacional

Por Guilherme Schneider | @Jedyte

Desde 2011 o Rock in Rio entrou em uma rotina inédita no Brasil, com edições em anos alternados. Os ingressos das edições de 2011, 2013 e 2015 se esgotaram em pouco tempo – mesmo antes do anúncio da maioria das bandas. Não é à toa que a expectativa para a edição 2017 já seja bem grande.

O site oficial do mais tradicional festival de pop-rock do Brasil lançou uma enquete de peso hoje. 24 nomes com força os suficiente para serem os headliners de seus respectivos dias (pop, heavy metal, etc).

A lista tem até AC/DC com Axl Rose nos vocais

Destaque para a grande quantidade de bandas “repetidas”. Isto é, artistas que já tocaram por aqui em edições passadas – fato recorrente do Rock in Rio.  Vote na enquete oficial clicando aqui.

Você, caro leitor do Canal RIFF, vote também no nosso termômetro. Fizemos uma enquete (abaixo) com as mesmas 24 bandas que o site do RIR indicou. A ideia é saber quais bandas vocês estão mais sedentos para assistirem de perto. Vote em até cinco bandas. E coloque nos comentários quais bandas/artistas você gostaria de ver aqui no Rio!

Ah, e ainda está na dúvida se o Rock in Rio É Bom? ;)

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Todos os vencedores do Prêmio RIFF de Música 2015

No último dia 21 de dezembro o Canal RIFF orgulhosamente apresentou a sua primeira premiação oficial: o Prêmio RIFF de Música 2015. Ao todo foram 13 categorias eleitas através de voto popular.

O grande vencedor de 2015 foi a banda Versalle, finalista do programa SuperStar da Rede Globo (vencedora do infame Glande de Ouro). A Versalle levou nada menos do que o Álbum do ano (Distante Em Algum Lugar), Música do ano (Marte) e Banda/Artista nacional.

Florence and The Machine faturou Banda/Artista internacional. O melhor show internacional foi para o System of a Down, pelo showzaço do Rock in Rio. Já o CPM 22 levou o melhor show brasileiro, justamente pelo apresentado no mesmo festival. Por sinal o Rock in Rio levou o prêmio de melhor line-up.

A revelação do ano foi a banda de rock Mr Catra e os Templários. O clipe de Histeria, do Scalene, foi eleito pelos fãs o melhor de 2015. A viajada capa de Currents, do Tame Impala, ganhou com a melhor do ano. E a mídia de música que mais se destacou em 2015 foi o canal Minuto Indie. O melhor riff de guitarra foi para Don’t wanna fight do Alabama Shakes.

Ah, e o próprio Canal RIFF quis saber qual quadro que mais agradou no ano. O finado Comentando SuperStar foi o grande vencedor (ele não está mais no YouTube, mas pode ser revisto no Facebook do RIFF).

Confira a lista COMPLETA dos resultados e até dezembro de 2016!

  • Banda/Artista do Ano – Internacional

Florence and The Machine

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Foto: Tom Beard/Toast Press
  • Banda/Artista do Ano – Nacional

Versalle

Foto: Divulgação/Facebook da Versalle
Foto: Divulgação/Facebook da Versalle
  • Melhor Clipe

Histeria (Scalene)

  • Melhor Show – Internacional 

System of a Down

  • Melhor Show – Nacional 

CPM 22

  • Revelação 2015 

 Mr Catra e Os Templários

  • Melhor capa de álbum 

Currents (Tame Impala)

Currents

  • Melhor riff de guitarra do ano

Don’t wanna fight (Alabama Shakes)

  • Melhor quadro do Canal RIFF 

Comentando SuperStar

  • Melhor line-up de Festival 

Rock in Rio

Foto por Ariel Martini / I Hate Flash
Foto: Ariel Martini / I Hate Flash
  • Mídia de Música 

Minuto Indie

minuto indie

  • Música do Ano 

Marte (Versalle)

  • Álbum do ano 

Distante Em Algum Lugar (Versalle)

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RIFFCAST #3 – O que você perdeu no Rock In Rio 2015

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RESENHA: O pior show de todos os tempos

Por Guilherme Schneider I @Jedyte I Fotos IHateFlash

Em 2011 tive a oportunidade de assistir ao show do Slipknot no Rock in Rio, em uma apresentação que foi praticamente uma unanimidade. Irretocável, explosivo, empolgante… aquela foi uma noite com muitos adjetivos e sabor de “quero mais”.

Para alegria dos muitos que estiveram lá quatro anos atrás, a banda norte-americana foi anunciada para o line up de 2015. Dessa vez não como abertura do Metallica, e sim como o headliner da última sexta-feira (25). Comprei o ingresso logo no primeiro dia de vendas – doido para repetir a adrenalina de antes.

Mas, nem sempre as coisas saem como o planejado.

A noite rendeu shows bem interessantes, como Nightwish, Steve Vai, Mastodon e Faith no More. Porém, era claro que a maioria ali queria ver os mascarados de Iowa. Além dos sucessos antigos, a banda lançou no final do ano passado o ótimo .5: The Gray Chapter.

Como esperado, a abertura já foi matadora. Estava ali, no olho do furacão, na borda da maior roda possível do lado direito do palco. Há alguns metros de Corey Taylor & Cia. A sequência inicial foi XIX, Sarcastrophe, The Heretic Anthem, Psychosocial e The Devil in I.

Linda, né? E foi assim que acabou o show – pelo menos para mim.

Corey‘Me fudi!’, pensei na hora. E não é que foi isso mesmo?

Foi ali que percebi ter entrado para as estatísticas com mais um furtado em um festival. E, se você já perdeu o seu celular ou carteira (o meu caso) assim, tenho certeza que entende do que estou falando. É frustrante, desesperador, e, principalmente, revoltante.

Na verdade essa não é uma resenha sobre Slipknot, caro leitor do Canal RIFF. Essa é uma resenha sobre o ato de resenhar shows.

O curso de Jornalismo no qual me formei ensinou a tirar o “eu” de um texto. Imparcialidade, intenção… ok. As emoções humanas ajudam a separar teoria e prática. Não havia uma disciplina para analisar shows – apenas filmes, o que de fato foi bem legal.

Mas tem horas que não é possível tirar o tom pessoal. E aí que está a dificuldade do tal “moço das resenhas”. Seria profissionalismo apagar uma dor de cabeça dessas e fingir que nada aconteceu? Tudo em troca de alguns chavões como “grande performance” ou “banda em grande fase”?

SlipNesse momento alguém foi furtado também, ó lá!

A verdade é que o pior show possível é aquele em que algo dá muito errado para você. É, você mesmo. Pouco adianta um setlist perfeito, pirotécnica e malabarismos se você (um pontinho na multidão) não entrou no clima – e a culpa não é da banda.

Seja torcer um pé, passar mal, tomar um toco daquela pessoa que você estava de olho, ser furtado… difícil sublimar tudo isso, não? Tudo vai por água abaixo. E a verdade também é que não há muita diferença entre quem está lá “só” assistindo, ou quem está resenhando.

Difícil contar uma história sobre o que acontece em um palco e plateia quando você vira o seu próprio personagem – infelizmente.

Talvez eu tivesse percebido a ausência da carteira no finalzinho do show… ao menos teria me divertido. O que fiz foi ignorar aquele caos lindo, procurando algo no meio do lixo que é o chão de um festival. Até achei um BlackBerry genérico – que devolvi no lotadíssimo ‘Achados e Perdidos’, claro.

Tanto no posto de atendimento da Polícia Civil, onde fiz o BO, quanto no posto do evento, onde preenchi um formulário, dezenas de pessoas tiveram histórias parecidas. Provavelmente você conhece alguém que também já voltou para casa dizendo que “foi o pior show” por conta disso.

É uma merda mesmo, mas sem choro. Ficam as lições (mesmo depois de trocentos shows nessa vida).

Em tempo: chegando em casa assisti ao Slipknot no Rock in Rio. Claro que foi lindo, a banda está cada vez melhor, e com certeza é uma das bandas mais interessantes do rock das últimas décadas. Mas, para (e por) meu azar, esse foi o pior show de todos os tempos.

E qual o seu?

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RESENHA: A redenção (sem spoilers) do System of a Down

Por Gustavo Chagas I @gustavochagas I Fotos IHateFlash

Eu odeio spoiler. Odeio muito. Sou daqueles que se isolam do mundo quando eu não assisto Game of Thrones no domingo a noite. Sou assim com série, filme, luta e principalmente com setlist. Quando sou muito fã da banda, fujo deles com afinco.

Antes de sair de uma gravação no dia 24, um cara que trabalha comigo disse: “Ae, saiu o setlist do System! Quer saber?!”. Eu disse um sonoro “não” e sai da sala. Dois passos depois eu parei, voltei e perguntei: “Cara, só me diz se eles vão tocar I-E-A-I-AI-O. So isso que eu quero saber”. E a resposta também foi um sonoro “não”.

SOAD

Sou fã de System of a Down há muito, muito tempo. Quando fui vê-los em 2011, eu tava muito, muito ansioso. Muito. Mas, não sei se foi por causa da minha localização na Cidade do Rock, mas eu não conseguia ouvi-los. Tava tão baixo que, ou eu cantava, ou eu tentava ouvir. Tentei chegar mais pra frente, pro lado, pro outro e nada. Fiquei tão decepcionado com o show, que só consegui voltar a ouvir System quando eles foram anunciados pro Rock in Rio.

Quase não fui desta vez. Medo de ser horrível de novo. Mas comprei e fui. Foda-se.

Dessa vez eu não dei mole e sai emburacando la pra frente. Fiquei em frente a uma caixa de som. Começa o show do Queens. Som alto. Check. E lá fiquei.

Termina o showzaço do Queens. A hora não passa. Luzes se apagam. Vai começar. A banda entra sem cerimônia, e quais são as primeira letras que o guitarrista Daron Malakian emite ao chegar no microfone? I-E-A-I-AI-O!!
PUTA MERDA! MAS ELA NÃO TAVA NO SETLIST!! Ali eu percebi que esse show iria ser diferente.

Tocaram Attack e Know que não entravam em setlists desde 2011! Temper então… NÃO ERA TOCADA HÁ 16 ANOS!! Todos, sem exceção, pareciam se dar conta de que estava, presenciando um momento único e o público parecia estar em transe. Aerials foi cantada pelo coro mais bonito que eu já vi em 4 edições de Rock in Rio que já fui.

System

Soldier Side, Forest, CUBErt, todas as músicas que gosto sendo tocadas! Ao final do show tive que fazer um esforço pra poder lembrar alguma que eu goste muito e que não foi tocada. Só ao chegar em casa que eu lembre de Chic ‘n’ Stu.

Mas pouco importou. Ao fechar o show com a dobradinha Toxicity (que viu o maior mosh pit da história do Rock in Rio ser formado) e Sugar (alguém não pulou essa hora?), o SOAD partiu com a sensação de missão cumprida. Pra mim, pra eles e pros 80 mil presentes.

 Obrigado System. Minha fé no rock agradece.
set
  1. I-E-A-I-A-I-O
  2. Suite-Pee/Attack
  3. Prison Song
  4. Know
  5. Aerials
  6. Soldier Side – Intro
  7. B.Y.O.B.
  8. Soil
  9. Darts
  10. Radio/Video
  11. Hypnotize
  12. Temper
  13. CUBErt
  14. Needles
  15. Deer Dance
  16. Bounce
  17. Suggestions
  18. Psycho
  19. Chop Suey!
  20. Lonely Day
  21. Question!
  22. Lost in Hollywood
  23. Vicinity of Obscenity
  24. Forest
  25. Cigaro
  26. Toxicity (Com a participação de Chino Moreno, do Deftones)
  27. Sugar
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RESENHA: A emoção e a destruição do Deftones

Por Ricardo Irie I @Irie_ I Foto IHateFlash

Dia 24 de setembro, primeiro dia da segunda semana de shows em comemoração aos 30 anos de Rock in Rio. Quantos números, não? Números que não conseguem contar a ansiedade dos fãs dos Deftones, quarteto californiano que já não pisavam em terras brasileiras havia cinco anos.

O grupo começou com a direta Diamond Eyes do seu álbum homônimo de 2010, já fazendo o público cantar junto.

Em seguida, Rocket Skates e Be Quiet and Drive (Far Away). Particularmente, tenho uma ligação muito forte com essa música e foi onde as lágrimas caíram. Ao meu lado, outras pessoas estavam emocionadas como eu e todas cantaram junto o refrão.

Pra manter o clima de emoção e aproveitar a nostalgia das pessoas, My Own Summer (Shove It) que é o primeiro hit mainstream e uma das músicas presentes do que podemos chamar de “golden age of new metal”. Nesse momento, uma roda abriu com a galera indo ao delírio.

Acalmando os ânimos, veio Sextape que é forte demais. Foi uma das músicas que você percebe como o vocalista Chino Moreno é muito competente ao vivo.

Knife Party, do aclamado álbum White Pony veio em seguida fazendo todo mundo pular e cantar o refrão em uníssono!

Tempest e Swerve City do álbum Koi no Yokan fizeram os presentes agitarem bastante quando veio a pedrada na cara com Passenger.

Ao fim de Passenger, veio Change (In the House of Flies). Música famosa por estar na trilha sonora do filme A Rainha dos Condenados. O clima que essa música deixou no ar, foi mágico. Poucas bandas sabem unir peso e atmosfera/ambiência, quanto o Deftones.

Pra encerrar, Engine No.9 e Head Up. Pra se despedir do Brasil, nada melhor do que duas porradarias e rodas enormes na plateia pra banda sentir a vibe dos brasileiros.

O Deftones é uma banda que não precisa ficar muito tempo sem vir para o Brasil. São extremamente competentes e cada vez mais fazem uma legião de fãs novos interessados no som bastante diferenciado deles. Ficamos no aguardo de um novo show por aqui e com um setlist maior!

set

  1. Diamond Eyes
  2. Rocket Skates
  3. Be Quiet and Drive (Far Away)
  4. My Own Summer (Shove It)
  5. Sextape
  6. Knife Prty
  7. Tempest
  8. Swerve City
  9. Passenger
  10. Change (In the House of Flies)
  11. Engine No. 9
  12. Headup
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RIFFCAST #2 – O que você não pode perder no Rock in Rio 2015

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Agenda de Shows

System of a Down, Slipknot, Katy Perry… a segunda semana do Rock in Rio é ainda maior!

Novamente a agenda da semana do Canala RIFF é dominada pelo Rock in Rio. E não poderia ser diferente, né? Afinal, o festival mais tradicional do Brasil trouxe grandes shows nos últimos dias – e isso foi só o começo.

O segundo final de semana do festival é ainda maior: serão quatro dias, ao invés de três. Dois deles dedicados ao rock, e dois ao pop.

System of a Down - Rock in Rio 2011Depois de quatro anos o SOAD está de volta ao Rock in Rio

Bandas consagradas como System of a Down, Queens of the Stone Age, CPM 22, Deftones, Slipknot e Faith no More se apresentam entre os dias 24 e 25 (os dias de rock). Mas, claro, tem muitas outras bandas interessantes.

Já no fim de semana do pop é impossível não destacar os retornos de Rihanna e Katy Perry. Além disso, há o A-Ha, Sam Smith e Cidade Negra.

Confira a Agenda de Shows do RIFF e se programe (nem que seja para assistir na TV). E se quiser nos indicar algum show legal é só nos avisar nas redes sociais que recomendamos – envie com a hashtag #AgendaRIFF.

Vamps - Hyde - 2015Hyde, do L’arc en Ciel, toca com o Vamps em São Paulo

QUINTA – 24 de setembro
24 – 4º dia do Rock in Rio – System of a Down, Queens of the Stone Age, Hollywood Vampires, CPM 22, Deftones e outros (Cidade do Rock)

SEXTA – 25 de setembro
25 – 5º dia do Rock in Rio – Slipknot, Faith no More, Mastodon, Nightwish + Tony Kakko e outros (Cidade do Rock)

SÁBADO – 26 de setembro
26 – 6º dia do Rock in Rio – Rihanna, Sam Smith, Sheppard, Lulu Santos e outros (Cidade do Rock)

DOMINGO – 27 de setembro
27 – 7º dia do Rock in Rio – Katy Perry, A-Ha, Cidade Negra, Suricato + Raul Midón e outros (Cidade do Rock)

27 – Vamps – Cine Joia (São Paulo)

E, o tal de Rock in Rio É Bom?

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RESENHA: Royal Blood consegue o ‘impossível’ no Rock in Rio

Por Gustavo Chagas I @gustavochagas I Foto IHateFlash

A missão era difícil, beirava o impossível: agradar fã de metal não sendo uma banda de metal. Mas não é que o Royal Blood conseguiu?!

Com uma pressão bizarra e sem tirar de dentro, os ingleses foram conquistando o exigente público aos poucos.

A maré começou a virar pra eles quando tocaram o hit Little Monster. O que eu mais ouvi nessa hora das pessoas ao meu redor foi “Ah, essa eu conheço.

Dono de uma das melhores vozes do rock atual, Mike Kerr e seu parceiro de banda, Ben Tatcher, tem uma presença de palco absurda e a impressão que fica é que tem pelo menos mais umas 10 pessoas na banda. O baterista, alias, deu show a parte. Tocou em pé, subiu nas caixas de som, se jogou duas vezes na galera e, a maior das façanhas: voltar com o boné!!

A merecida redenção do Royal veio na ultima música, o ultra hit indie Out of the Black. Tocando o riff de Iron Man, sucesso do Black Sabbath, o Royal Blood ganhou o resto da galera que ainda não tinha sido fisgada pela porradaria que ecoava pela cidade do rock, dando assim um final que aquela show merecia.

A esperança é que a banda não demore a voltar e que venha pra um show solo em algum lugar menor. E sigam meu conselho: NÃO DEIXEM DE IR!!!

setlist

  1. Come on Over
  2. You Can Be So Cruel
  3. Figure It Out
  4. Better Strangers
  5. Little Monster
  6. Blood Hands
  7. One Trick Pony
  8. Ten Tonne Skeleton
  9. Loose Change
  10. Out of the Black
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O que o Metallica trouxe de novo dessa vez? Relembre todas participações no Rock in Rio!

Metallica é a banda mais acostumada ao Palco Mundo do Rock in Rio. Desde o retorno e consolidação do festival, em 2011, a banda norte-americana esteve nas três edições brasileiras – fora as no exterior.

Analisamos os setlists das três vindas dos gigantes do heavy/thrash metal. E, ao contrário do que dizem por aí, os shows não são tão repetitivos assim. Claro que algumas músicas estiveram em 2011, 2013 e agora em 2015.

Metallica Rock in Rio 2015
Fotos: I Hate Flash

Das 18 músicas apresentadas em cada um dos shows, sete delas se repetiram sistematicamente – além da introdução instrumental The Ecstasy of Gold, também presente em todas aberturas. São elas: For Whom the Bell Tolls , Sad But True, One, Master of Puppets, Nothing Else Matters, Enter Sandman e Seek & Destroy.

Além tocarem músicas de todos os álbuns (exceto o St Anger), a edição de 2015 trouxe alguns momentos diferentes (como a animada Whiskey in the Jar e a clássica The Unforgiven) no setlist, que lembrou mais o show de 2011 do que 2013. Na verdade as novidades foram: The Unforgiven, Turn the Page, King Nothing, The Frayed Ends of Sanity  e Whiskey in the Jar.

Ah, além dos problemas técnicos (o som simplesmente desapareceu para o público em certas partes, irritando a banda) durante as mais de 2h20 de apresentação… fora isso, o que você achou do(s) show(s)?

setlist
R
ock in Rio 2011

  1. Creeping Death
  2. For Whom the Bell Tolls
  3. Fuel
  4. Ride the Lightning
  5. Fade to Black
  6. Cyanide
  7. All Nightmare Long
  8. Sad But True
  9. Welcome Home (Sanitarium)
  10. Orion
  11. One
  12. Master of Puppets
  13. Blackened
  14. Nothing Else Matters
  15. Enter Sandman
  16. Am I Evil? (Cover de Diamond Head)
  17. Whiplash
  18. Seek & Destroy

setlist
Rock in Rio 2013

  1. Hit the Lights
  2. Master of Puppets
  3. Holier Than Thou
  4. Harvester of Sorrow
  5. The Day That Never Comes
  6. The Memory Remains
  7. Wherever I May Roam
  8. Welcome Home (Sanitarium)
  9. Sad But True
  10. …And Justice for All
  11. One
  12. For Whom the Bell Tolls
  13. Blackened
  14. Nothing Else Matters
  15. Enter Sandman
  16. Creeping Death
  17. Battery
  18. Seek & Destroy

setlistRock in Rio 2015

  1. Fuel
  2. For Whom the Bell Tolls
  3. Battery
  4. King Nothing
  5. Ride the Lightning
  6. The Unforgiven
  7. Cyanide
  8. Wherever I May Roam
  9. Sad But True
  10. Turn the Page (Cover de Bob Seger)
  11. The Frayed Ends of Sanity
  12. One
  13. Master of Puppets
  14. Fade to Black
  15. Seek & Destroy
  16. Whiskey in the Jar (Cover de Thin Lizzy)
  17. Nothing Else Matters
  18. Enter Sandman
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RIFFCAST – O que você não pode perder no Rock in Rio 2015