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Lista: 11 álbuns de outubro pra ouvir agora!

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa

Entra mês, sai mês e nós do Canal RIFF ficamos garimpando o que de melhor foi lançado na música – pelo menos para os nossos ouvidos. Separamos uma lista aqui com os novos álbuns que outubro nos trouxe. E foi mais um mês com belos lançamentos, inclusive com grandes nomes nacionais. Confere que tá demais!


1. Fresno – A Sinfonia de Tudo que Há

Em outubro a galera da Fresno surpreendeu todo mundo lançando “A Sinfonia de Tudo que Há”, seu sétimo disco. Os caras fizeram todo o trabalho na calmaria, sem nem mesmo falar que estavam produzindo. Mas embora não tenham feito alardes na produção, isso acontece agora, após o lançamento; o projeto dos caras chega bem amadurecido. É com certeza um dos melhores da banda.

2. Ventre – Ao vivo no Méier

Os cariocas da Ventre foram até o Imperator, no Rio de Janeiro, para gravar seu primeiro DVD por lá – em um dos eventos mais tradicionais da cena carioca, o Rio Novo Rock. Marcada por belas performances ao vivo, Ventre já se consolida como um dos bons nomes do novo rock. Chega, e diz aí se não vale a pena ouvir esse som.

3. Sabotage – Sabotage

13 anos após seu falecimento, Sabotage, um dos maiores nomes do rap nacional, é homenageado com álbum póstumo de mesmo nome. Cheio de participações, como as de Negra Li e Rappin’ Hood, o segundo disco do grande Sabotage é um excelente presente pra música – e foi tema de reportagem aqui no site!

4. Kaiser Chiefs – Stay Together

Dizem que o reino Unido é o berço do Indie, e concordamos que de fato vemos grandes nomes no estilo vindos de lá. O Kaiser Chiefs é um exemplo disso. Apareceu muito forte nos anos 2000 com o tradicional indie rock inglês e conquistou muitos fãs mundo afora. Mas nesse novo trabalho, a banda decidiu mudar um pouco o estilo. “Stay Together” tem uma pegada bem mais dançante, com elementos eletrônicos e bem mais pop que o de costume. É um bom disco. Mas pra quem curte o som antigo da banda talvez não curta tanto.

5. Two Door Cinema Club – Gameshow

Quem vai ao Lollapalooza em 2017 tem a chance de conhecer um pouco mais do Two Door Cinema Club. Os caras lançaram em outubro o terceiro álbum da carreira. Ouça “Gameshow” e conta pra gente o que achou.

6. Kings Of Leon – Walls

Walls” foi lançado em outubro e levou os Kings Of Leon direto para o topo da Billboard. Os caras ousaram mudar a sonoridade e parecem ter acertado em cheio.

7. Green Day – Revolution Radio

Outra banda quem tem recebido boas críticas, o Green Day lançou “Revolution Radio”. Depois de quatro anos sem material inédito, a banda liderada por Billie Joe Armstrong foi ao topo da Billboard 200 com o novo trabalho. O álbum que é cheio de críticas sociais e políticas, tenta trazer de volta a sonoridade punk rock do inicio da carreira do Green day. Vale ouvir e esperar que os caras pintem por aqui em turnê.

8. KoRn – The Serenity Of Suffering

O belo “The Serenity Of Suffering” do KoRn foi bem recebido e conta com a grande participação de Corey Taylor, do Slipknot. Uma volta marcante pra banda – que não lançava um álbum desde 2013. Vale ouvir.

9. Jimmy Eat World – Integrity Blues

Mais uma para quem quer se ambientar com o Lollapalooza 2017. Os alternativos da Jimmy Eat World lançaram seu nono disco, o “Integrity Blues”.

10. The Pretenders – Alone

Décimo primeiro álbum da carreira do The Pretenders, “Alone” chega depois de oito anos sem a banda lançar material novo. O disco ainda conta com a participação do vocalista do The Black Keys, Dan Auerbach.

11. Sportfreunde Stiller – Sturm & Stille

O power trio alemão Sportfreunde Stiller lançou em outubro “Sturm & Stille“, seu sétimo álbum de estúdio. Uma ótima comemoração pelos 20 anos da banda, completados justamente em 2016. Vale a pena conhecer esse rock alternativo cantado em alemão.


E aí, riffeiros, curtiram? Faltou algum? Conta pra gente o que estão ouvindo. E aproveita e segue o RIFF lá no Spotify.

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Hell in Rio 2016 | Cobertura RIFF #14

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Resenha

Resenha: Anavitória @Circo Voador

Por Ricardo Irie I @Irie_ I Fotos: Natalie Oliver

O Circo Voador já é um palco mais do que conhecido do público carioca. Nele já passaram artistas consagrados e artistas em ascensão – e que caíram (ou cairão) cedo ou tarde nas graças do Brasil. O mesmo acontece com a dupla Ana Caetano e Vitória Falcão do Tocantins, também conhecidas como Anavitória.

O som delas é descrito como um pop rural, mas o que vi e percebi pelo show, é algo como uma evolução do sertanejo e não leia isso de forma pejorativa. Pelo contrário, a dupla faz uma releitura muito interessante de um estilo que particularmente achava que não tinha pra onde sair – e no final das contas me surpreendeu muito!

O show do dia 1º de novembro atrasou um pouco, deixando o público bem impaciente, mas foi bem recompensado. A interação das duas meninas é perfeita e a presença, entrega e entrosamento das vozes é algo impressionante. Pra um cara como eu que sou totalmente alheio a esse universo, mas amo música, foi uma experiência bem interessante ir num show de algo tão diferente pra mim.

Dentre as músicas que tocaram, um destaque foi Trevo (tu) onde o Tiago Iorc participou com as meninas. Barquinho de Papel também foi outro destaque pois os fãs estavam com barcos de papel balançando nas mãos e no final, acabaram jogando no palco.

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As músicas num geral são bem calmas e gostosas de ouvir. São em suma letras românticas, mas de uma forma doce e suave de se ouvir, sabe? Pra quem gosta de ouvir música sem preconceito, eu super indico o show delas. A casa de show estava lotada e fiquei me perguntando de onde elas ficaram tão famosas porque não conhecia.
Pra quem gosta de sons como Clarisse Falcão ou Tiago Iorc, pode ouvir sem medo. No mais, fico feliz com a tamanha diversidade dos artistas brasileiros da atualidade!

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25 anos do Loveless l DROPS RIFF

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Podcast

Podcast: Na Fossa #2

Músicas da edição:
1) Bed of Roses – Bon Jovi
2) Duas Lágrimas – Fresno
3) Only in Dreams – Weezer
4) This Modern Love – Bloc Party
5) The Price We Pay – A Day to Remember
6) My Heart – Paramore
7) Porque Homem Não Chora – Pablo
8) Forever Love – X-Japan | *Na Sua Língua

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Lista: 5 atores que são excelentes músicos!

Por Bruno Britto

A combinação entre atuação e a música não é coisa nova. Frank Sinatra deixa isso bem claro.

Entretanto, recentemente temos visto uma enorme quantidade de atores e atrizes tentarem emplacar singles ou lançar bandas. A maioria tem um resultado bastante embaraçoso, porém outros nos surpreendem, mostrando que possuem talentos em diversas áreas.

O Canal RIFF elaborou agora uma lista de artistas que conseguiram ser bem sucedidos em ambas as áreas. Confira a seguir!

Menções honrosas: Mark Wahlberg, Zooey Deschanel, Ryan Gosling, Marisa Orth.


5. Jack Black

Para quem assistiu os clássicos “The Pick of The Destiny” (ou “Tenacious D: Uma Dupla Infernal”) e “Escola do Rock”, o talento musical de Jack Black não é segredo.

Membro da banda Tenacious D e com participações em projetos com Dio (trabalho que lhe rendeu um Grammy), o ator ficou famoso no meio musical por um de seus maiores atributos no meio cenográfico: a comédia. Sua banda abusa de um rock cômico, com letras bem humoradas, mas com grande qualidade musical, contando com participações até de Dave Grohl.

Músicas imperdíveis: Beelzeboss (The Final Showdown); Kickapoo.

4. Kevin Bacon

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Esse talvez seja o menos famoso da lista em termos musicais, mas minha reação ao ouvir sua banda The Bacon Brothers, onde performa junto com seu irmão Michael Bacon, foi de um completo espanto e satisfação. O som do ator de sucessos como “The Following” e “O Homem Sem Sombra” é um folk rock de extrema qualidade, sendo cativante e fácil de ouvir.

Músicas imperdíveis: “Go My Way” ; “When The Morning Comes”.

3. Clarice Falcão

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A representante brasileira da nossa lista é uma velha conhecida de quem acompanha outros canais além do RIFF no Youtube. Clarice Falcão, além de atuar durante muito tempo no canal Porta dos Fundos e em filmes como “Desculpe o Transtorno”, já lançou dois álbuns e tem um público fiel em todo o Brasil. Com uma voz bastante suave e músicas que parecem não sair do repeat após serem descobertas, a cantora tem tudo para ter uma grande carreira por um longo tempo.

Músicas imperdíveis: “Monomania” ; “Capitão Gancho”.

2. Justin Timberlake

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Se há alguns anos me dissessem que o menino do “Mickey Mouse Club” e do ‘N Sync ainda faria todo esse sucesso em projetos solos, eu não poderia acreditar.

Justin Timberlake é um dos maiores fenômenos do pop, com Grammys e VMAs em sua conta. Seu talento, entretanto, não encerra por aí, percebido em suas participações em filmes como “A Rede Social” e “Professora Sem Classe”.

Músicas imperdíveis: “Suit & Tie” ; “Love Never Felt So Good”.

1. Jared Leto

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É impossível citarmos atores que atuam no cenário do músico e não lembrarmos dele.

Jared Leto não apenas ganhou um OSCAR por sua atuação em “Clube de Compras Dallas” e protagonizou papéis memoráveis, como em “Esquadrão Suicida” e “Clube da Luta”, mas também é o vocalista de uma das maiores bandas de rock alternativo do momento, o 30 Seconds to Mars, que possui uma grande legião de fãs em todo o mundo e já recebeu muitas indicações aos maiores prêmios musicais.

Músicas imperdíveis: “Closer To The Edge” ; “This is War”.


E aí, faltou alguém? Deixe suas sugestões nos comentários!

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Festa

Prêmio RIFF de Música 2016 já tem data e local! #PrêmioRIFF2016

O Canal RIFF orgulhosamente apresenta a sua segunda edição do Prêmio RIFF de Música! A edição de 2016 será exatamente daqui a um mês, no dia 1º de dezembro, uma quinta-feira.

A grande novidade é que essa celebração será aberta ao público – sim, de graça! E não será em qualquer espaço, e sim no tradicional Teatro Odisseia, no coração da Lapa, Rio de Janeiro – palco de memoráveis shows nacionais e internacionais.

Prêmio RIFF de Música 2016

Além da premiação de diversas categorias (eleitas por voto popular em link divulgado em breve aqui no site do RIFF), também teremos shows com três grandes nomes do rock nacional – o anúncio também será em breve nas redes do canal.

Então não se esqueça: dia 1º de dezembro é o dia do #PrêmioRIFF2016! RIFF, o seu canal de música!

Confirme participação no evento: https://www.facebook.com/events/1196889620397748/

Ps: O ingresso Sympla não é obrigatório para a entrada no evento, mas garante fila preferencial. Evento sujeito a lotação da casa.


Veja como foi a premiação realizada em 2015:

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Resenha

Resenha: The Black Dahlia Murder + Siriun + Reckoning Hour @Teatro Odisseia

Por Igor Gonçalves | @igoropalhaco

A Dark Dimensions fez a grande gentileza ao público de death metal trazendo o The Black Dahlia Murder para uma turnê de três shows no Brasil, sendo eles em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. Fomos, no domingo (23/10), conferir a última apresentação da banda aqui no país – no Teatro Odisseia, Rio. A noite teve Siriun e Reckoning Hour como bandas de abertura.

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The Black Dahlia Murder @2016

O quarteto carioca da Siriun abriram o evento com seu death metal e sua dupla de Schecter apresentando músicas muito bem construídas e dominando os instrumentos no palco – como quem faz isso todo dia por muitos anos. Eu não conhecia a banda e sinceramente não tive tempo de parar para ouvi-los antes do show, então os assisti sem quaisquer expectativas. Apesar da formação relativamente recente da banda, já tiveram outros feitos como abrir o show da Krisiun em setembro também no Odisseia, e ter tido a participação de Kevin Talley (ex baterista do The Black Dahlia Murder) em pelo menos uma de suas músicas. O show me convenceu e me agradou. Siriun tem a minha atenção daqui pra frente.

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The Black Dahlia Murder @2016

Dando seguimento ao sentimento de orgulho do underground carioca, a Reckoning Hour assumiu os instrumentos. Assim como a Siriun, a banda também abriu o show de São Paulo. Reckoning Hour já era conhecida minha e o gênero deles é algo que considero difícil de classificar. Diria que é um meio termo entre metalcore e death metal melódico… Talvez? Bom, o importante é que eu curto o som dos caras. O último show da banda que assisti foi no ano passado e deu pra notar uma mudança de lá pra cá. Uma boa mudança. Eu diria que eles aprenderam a usar melhor o palco. Com seu álbum mais recente, ‘Between Death and Courage’, a banda apresentou uma setlist agitada. Carregada de pedal duplo acompanhado por um baixo bem executado e belos riffs do seu par de guitarras Dean, a banda deixou o ambiente perfeito para os astros da noite comandarem o final da festa.

Os americanos da The Black Dahlia Murder subiram ao palco e foram tratados como heróis. Para a minha grata surpresa, como heróis se comportaram. Já conhecia a banda pois alguns conhecidos são muito fãs, mas só fui dar a devida atenção a banda antes do show. Eles apresentam um metal de muito peso e qualidade. A bateria é orquestrada com maestria e a guitarra segue pesada até os solos que trazem harmônicos inesperados para uma banda do gênero. Continuando o seu espetáculo de surpresas, The Black Dahlia Murder tem uma presença de palco extremamente carismática. Trevor Strnad (vocalista) domina a platéia de forma que muitos frontmen de rock, onde a característica é até exigida de certa forma, invejariam. Entre conversas, piadas e high fives com todos ao alcance do palco, conquistou os ainda céticos no meio de um público já apaixonado. Os sucessos de Miasma e Nocturnal (setlist acima) foram eficientes em fazer os fãs de cabelos e barbas longas parecerem crianças num parque de diversões. Saí do Odisseia feliz pela experiência e todo o público estampava no rosto que saíram da mesma forma.

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Paramore É Bom?

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Artigo

O sonhou acabou: Marli, primeira viral musical brasileira, encerra carreira sem fazer os grandes shows que merecia

Por Guilherme Schneider | @Jedyte 

Passou batido por muita gente, mas cabe o registro – mesmo tardio. Há pouco menos de um mês, a página oficial da cantora Marli anunciou o fim de sua carreira. Ícone da internet brasileira, Marli era fruto de um dueto com o produtor Antônio Augusto. “É com um pouco de aperto no coração que comunico a vocês que o projeto musical com Marli está oficialmente encerrado”, anunciou.

Ela surgiu para a internet na auge do Orkut e nos primórdios do YouTube brasileiro. Em pouco tempo criou o que talvez possa ser apontado como primeiro viral musical brasileiro, o sombrio clipe de ‘Bertulina‘ – evocando a veia nacional para produções trash.

O conto de fadas de Marli na música é um capítulo que merece ficar para a história do nosso combativo underground. Especialmente de quem acredita na máxima ‘uma câmera na mão e uma ideia na cabeça’. Vídeos criativos, sonoridades variadas… o experimental sempre esteve presente na obra. (ouça abaixo uma playslist esxclusiva do RIFF: Marli Essencial)

Tudo começou dentro de casa, em Feira de Santana, Bahia. Marli Souza Silva trabalhava como empregada doméstica. Durante o trabalho gostava de cantar, e isso chamou a atenção do filho dos patrões, o visionário Antônio Augusto – apenas quatro anos mais novo que Marli.

Antônio convidou Marli para gravar algumas músicas e vídeos. Em pouco tempo o retorno apareceu em forma de vizualiações. Não em shows, pelo que consta Marli nunca fez um grande show ao vivo – uma lástima.

Mesmo após largar a carreira de doméstica ela continuou gravando as composições de Antônio, que se inspirava inicialmente na sonoridade do naipe de Madonna e Björk.

Marli
A discografia completa está disponível no Spotify

“O personagem que eu e a Marli ‘real’ criamos é inspirado em cantoras como Madonna buscar e Björk buscar, uma versão exagerada e, digamos, ‘avacalhada‘ dessas cantoras, sem nunca denegrir a imagem das mesmas, até porque eu sou fã das duas. Gostamos de explorar temas polêmicos como sexo e religião em boa parte das músicas, sempre com uma boa dose de humor negro.”, declarou Antônio em entrevista ao portal G1.

Foram ao todo oito álbuns de estúdio lançados entre 2002 e 2013. Além disso, foram lançadas também coletâneas, ánbuns de remixes e outros extras. Foram ao todo oito álbuns de estúdio lançados entre 2002 e 2013. Além disso, foram lançadas também coletâneas, ánbuns de remixes e outros extras (inclusive o melhor álbum natalino do século teaser abaixo).

Felizmente a discografia seguirá disponível para as próximas gerações no Spotify e em outras redes. Como definiu Antônio no comunicado oficial de despedida: “A arte nunca morre” – mas deixa desde já saudades.


Siga o perfil do RIFF no Spotify para ouvir outras listas: https://open.spotify.com/user/canalriff

Conheça mais no site oficial da Marli: http://marlionline.com.br

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Lista: 5 motivos para amar o rock britânico (ou britpop)!

Por Bruno Britto

Que o rock britânico é um dos mais fortes do mundo, isso não é segredo para ninguém. O país de bandas como Queen, The Beatles e The Rolling Stones é considerado por muitos como o maior expoente de bandas de rock do planeta. E, felizmente, qualidade das bandas não parece estar próximo de um declínio.

Para conseguirmos atingir um público específico, bandas clássicas como Iron Maiden, Queen e o Sex Pistols não estarão presentes. O foco será em bandas que podem até ter começado nos início dos anos 90, mas que sejam conhecidas por ter feito parte dessa geração mais nova.

Confira agora 5 motivos para amar o rock britânico!

Menções honrosas: Kaiser Chiefs, Radiohead, Travis, Keane e Franz Ferdinand.


5. Blur

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O Blur foi um dos principais nomes na conhecida “guerra do Britpop”. A banda do vocalista Damon Albarn, que posteriormente, criaria o Gorillaz. Com hits como “Song 2” e “Girls & Boys”, a banda alcançou o estrelato e lançou sete álbuns de estúdio, sendo “The Magic Whip”, de 2015, o mais recente.

4. The Verve

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The Verve conseguiu fazer o que poucas bandas conseguem: tornar uma música um hino.

Muitos conhecem a banda através de seu maior hit, a sensacional “Bitter Sweet Symphony”, mas a banda formada em Wigan tem quatro álbuns de estúdio e mais outros sucessos, como a bela “Lucky man”, também muito conhecida pelos amantes do britpop. Após indas e vindas, a banda encerrou de vez em 2009.

3. Coldplay

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Se eu não colocasse o Coldplay aqui, eu tenho certeza que 90% dos leitores pediriam minha cabeça.

Brincadeiras a parte, os londrinos são uma das bandas de maior sucesso do momento e com uma das maiores legiões de fãs. Fazendo um estilo que mescla elementos do rock alternativo e do britpop, a banda do vocalista Chris Martin dispensa apresentações. Com um sucesso atrás de outro, o grupo é sempre lembrado por canções como “Yellow”, “Paradise” e “Viva la Vida”, entre outros. (vide o vídeo do RIFF abaixo)

2. Arctic Monkeys

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Estamos falando aqui da, na humilde opinião desse redator, melhor banda de indie rock da atualidade.

O Arctic Monkeys é uma banda mais jovem, formada em 2002, em Sheffield, e desde o início contagiou a cena do rock britânico, depois conquistando o mundo. A voz marcante de Alex Turner tem ponto forte nessa conquista, mas a evolução do A.M como banda foi gigantesca. Seu primeiro sucesso, “I bet you look good on the dance floor” alcançou nº 1 no Reino Unido. Desde então, a banda apenas subiu o nível e vem conquistando ainda mais seguidores.

1. Oasis

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É impossível falar do cenário do rock britânico e não mencionarmos o Oasis.

A banda dos irmãos Gallagher é uma das maiores da história do cenário musical britânico, com músicas icônicas como “Wonderwall”, “Live Forever” e “Stop crying your heart out”, que virou até tema para a seleção inglesa na Copa do Mundo de 2002. A banda ficou famosa por suas canções e também por suas desavenças internas, com os irmãos Liam e Noel sempre discutindo muito. Fato esse que ocasionou o fim da banda em 2009, deixando até hoje os fãs na expectativa de um possível retorno (fato esse que já foi matéria aqui no Canal RIFF!).

Após o fim da banda, Liam formou o Beady Eye com os outros integrantes da Oasis, enquanto Noel criou seu próprio projeto, o Noel Gallagher’s High Flying Birds.


E aí, faltou alguma banda? Deixe suas sugestões nos comentários!

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O Teatro Mágico | Cobertura RIFF #12