Categorias
Vídeos

Show da Lady Gaga é cancelado na véspera do Rock in Rio

Categorias
Notícias

Música e literatura: vocalista da banda Capela lança seu terceiro livro na Bienal do Rio

Por Tiago Bruno

Gustavo Rosseb (32), cantor e compositor da banda Capela, participante do reality show musical do Canal Sony, “Breakout Brasil”, também é escritor e figura como autor mais vendido no estande de sua editora na Bienal do Livro.

Sua banda, iniciada em 2012, foi indicada ao Prêmio de Música Brasileira na categoria “Melhor Disco Independente” com seu primeiro disco, “Música de Cabeceira”, e ganhou projeção após participar do programa de televisão, em 2014. Desde então, está em seu terceiro disco e segue construindo sua brilhante carreira e tocando em diversos palcos pelo Brasil, como no Rock in Rio.

“Nem escritor, nem músico, sou artista”

Gustavo, morador de São Paulo, não deseja se enquadrar em apenas uma forma de arte, por isso diz não se considerar músico ou escritor, mas sim artista. Em suas palavras: “Todo artista é um observador e um comentarista. A gente observa o mundo ao redor e confessa o que a gente viu. Se hoje eu quero expressar isso em música e amanhã em livro, porque não?”.

 Seus livros são constituídos em uma trilogia, chamada: As aventuras de Tibor Lobato. Sua obra explora o folclore brasileiro de uma forma nunca explorada antes, visando principalmente o público jovem adulto.

Até o dia 07/09, seus livros se encontravam nas primeiras colocações da lista dos mais vendidos no estande do grupo editorial “Pensamento”:

1° – O Oitavo Vilarejo
2° – A Carruagem da Morte
3° – A Guardiã das Muiraquitãs

O autor faz questão de estar no estande de sua editora todos os dias de evento e conversar pessoalmente com cada um de seus leitores e apoiadores. Segundo ele, a “troca” que acontece quando se estabelece essa relação é impagável.

Embora pareça difícil levar duas carreiras simultaneamente, Gustavo, que também é roteirista de cinema e designer, tem planos para os próximos anos. Sua banda segue a turnê do álbum “Gigante” e pensa na possibilidade de gravar um DVD no ano que vem. Já em sua carreira literária, seu primeiro livro virará um filme em 2019.

Os livros e músicas do Gustavo Rosseb podem ser encontrados nos seguintes links:

Categorias
Entrevista

Entrevista Twin Pumpkin: “É sensual, violento e infame como ‘Albert Fish”

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

 

Twin Pumpkin é um projeto criado em 2015 pelo artista independente Israel “Izzy” Castro. Nessa época, Izzy produzia vídeos pro youtube, publicando alguns covers na plataforma. Em paralelo, o músico foi desenvolvendo alguns sons experimentais que acabaram culminando no seu primeiro EP, “Spook Like Halloween”, gravado inteiramente em seu home stúdio e lançado em 2016.

Conversamos com o grupo, que nos falou sobre o inicio da careira, o primeiro EP, e os projetos futuros. Acompanhe:

 

Reprodução Instagram Twin Pumpkin

Antes de tudo, Izzy, queria que contasse pra galera como foi o seu início em particular. Quando começou a se interessar por música e quando começou o lance dos covers? Aliás, eu vi um de “Where Is My Mind”, do Pixies, e cara, que ótimo trabalho ali. 

Izzy – Valeu cara! Pixies é uma das minhas bandas favoritas! Então, meu interesse por música começou quando eu tinha uns 15, 16 anos, logo depois que vi meu pai tocando batera com a banda dele da época! Tive a oportunidade de assistir o gig em cima do palco, pique papagaio de pirata ao lado dele e lembro até hoje do monstro musical que ele era! Devo muito do que eu sei ao meu velho e tenho certeza que se não fosse por ele, eu provavelmente não estaria envolvido com a música hoje em dia!
Já os covers, na real, vieram pra suprir uma vontade de compor algo próprio (algo que não conseguia fazer na época) então, o único jeito era ”coverzear” pelo youtube e boa.

 

Boa! E nessa época você já era o Twin Pumpkin nas redes. Mas vendo isso hoje, esse nome parece soar mais do que apenas um nome artístico. Soa mais como um personagem, dentro da obra como todo. Ali você já buscava essa identidade? Quem é Twin Pumpkin dentro da cena?

Izzzy – A Twin pra mim é muito mais do que uma banda ou um simples projeto! É um lado pessoal que conheci alguns meses depois que meu pai faleceu! Foi um lado que surgiu pra me salvar e me tirar do buraco que eu estava me afundando! Um lado que surgiu pra me dizer que eu posso ser o que eu quiser, que eu posso ser forte e que tudo isso só depende de mim! Acho que todos nós temos um pouco desse lado ”Twin Pumpkin”, sabe? Meio escondido, mas SEMPRE preparado pra batalha.

Reprodução Facebook Twin Pumpkin

 

É, realmente isso é algo que percebemos ao ouvi-lo. E talvez por isso, em meio aos covers, em 2015, as autorais foram sendo compostas e mais tarde, em janeiro de 2016, elas se transformaram no EP “Spook Like Halloween”. Até de fato virar EP, como foi o processo? Quando deixou de ser experimentação pra finalmente se transformar em projeto sólido?

Izzy – Muitas músicas surgiram (e ainda surgem) a partir de pequenas ideias ou explosões de criatividade. Não tenho um momento do dia onde eu pare tudo que estou fazendo e digo pra mim mesmo ”Hoje eu vou compor uma canção”. Sempre estou escrevendo e muitas vezes, deixo uma música quieta e ela vai se terminando sozinha com o tempo. O processo se resume bem como um tiro no escuro! Tem dias que o tiro é certeiro e tem dias (que são na maioria) que você deseja nem ter carregado sua pistola.

ZeRO – ”Carregado sua pistola” hahahahaha as ideias

 

Vamos daqui a pouco falar mais das canções de forma mais específica. Mas sobre o EP, ele tem as letras meio sombrias e com alguns temas particulares, em contraste à melodias menos tensas e mais dançantes. Conta pra gente o que ele tem de pensamento a passar.

Izzy – Muitas das músicas foram escritas logo após o falecimento do meu pai e esse ”descobrimento pessoal” que rolou comigo depois disso. Como se fosse um novo lado tentando sair nas letras! Músicas como ”Hello, My Name is Twin Pumpkin” ou ”The Phoenix” são gritos de ajuda desse lado ”twin pumpkiniano”, tentando me arrancar da maré ruim! Já outras como a ”Tombstone Rock” ou ”You Make Albert Fish Look Like Magikarp” são odes ao mundo do Horror/Terror, cheio de referências aos livros e filmes que gosto e todo o conceito desse universo fantástico! No geral, foi uma experiência bastante catártica compor o EP ”Spook like Halloween” e foi uma das épocas mais importantes da minha vida!

Capa do EP

 

Em meio a tudo isso, todos esses momentos complicados, e de autoconhecimentovocê produziu e gravou todo o EP sozinho. Como foi essa experiência e o processo em si?

Izzy -Um aprendizado do caralho! Cheguei a regravar o EP 5 vezes até chegar em um resultado satisfatório, e a cada regravação, novas ideias e novos aprendizados surgiam.

 

Algum tempo após o EP ser lançado, a Twin deixou de ser banda de um homem só para virar um trio. Explica como foram essas mudanças e de que forma elas interferem positivamente hoje.

 
Izzy – o ZeRO e Tuiú entraram diretamente para somar, acreditando em mim, no conceito e no projeto, tornando também o projeto da vida deles!
ZeRO – é nois carai

Haha, boa! E como se conheceram? ZeRO e Tuiú já fizeram parte de algum outro projeto?

ZeRO – Eu e o Israel nos conhecemos há uns 7 anos atrás quando ambos tinham banda de escola e tocavam por pura diversão. Inclusive, fizemos uma música que vai estar no próximo CD da TxPx muito antes do conceito Twin Pumpkin surgir e sem pretensão de nada. E acabou que estamos nessa juntos agora.

Izzy – Já eu e o Tuiúzão nos conhecemos no primeiríssimo show da Twin, que rolou no LadoB em São José dos Campos! A TxPx ainda era um projetinho solo nessa época e eu tinha fechado um acústico nesse rolê, abrindo o show para a Atarin, então banda do Tuiúzera! Dps do show, trocamos uma ideia, comemos umas esfihas e o resto é história

 

Em 2016 vocês começaram a chamar atenção e inclusive abriram show pro Dead Fish. Como foi essa experiência?

Izzy – Realização de um sonho! Dead Fish é uma das nossas bandas favoritas e tocar ao lado dos caras foi bem estranho, mas estranho pra um lado bom! Era de lei sempre vê-los de longe ou no Youtube ou do meio do mosh e de repente BAM lá está você do lado da banda, trocando uma ideia sobre qualquer fita aleatória e boa! Baita experiência massa!

Reprodução Facebook Twin Pumpkin

 

Abrir pra uma banda como Dead Fish por si só já é um baita reconhecimento do trabalho de vocês. Mas falem aí, que show gostariam de fazer, ou qual festival têm vontade de tocar? 

Izzy – Ó… acho que qualquer banda quer tocar no Lolla ou no Rock In Rio, mas a gente quer mesmo é tocar numa festa á fantasia de Halloween! Sempre trocamos ideia sobre isso e sempre combinamos fantasias diferentes em ocasiões diferentes haha um dia ainda vamos fazer o ”Red Hot Chili Peppers” e tocar só de meias, fica vendo haha!

 

Seria demais um evento desse hein! Quando rolar, chama o RIFF! E Falando um pouco sobre referências. O que vocês têm ouvido e o que tem influenciado o som da banda?

Izzy – Pra mim é díficil falar sobre uma banda ou um estilo em específico. Por exemplo, ontem fui dormir ouvindo Mukeka di Rato e acordei ouvindo Mac DeMarco! Nossos gostos musicais são bem ecléticos e acho que, muitas vezes, buscamos referências não só na música, mas também em livros, jogos e filmes.

ZeRO – Eu acordo ouvindo Radiohead e na hora do almoço, tô ouvindo Cacique e Pajé. Realmente é bem extremo, mas falando em referência, O Slash é o cara que me motivou a aprender a tocar um instrumento e me moldou no músico que sou hoje.

Tuiú – Eu gosto do som do galo cantando de manhã, do passarinho batendo as asas e do café pingando na cafeteira.

Tuiú | Reprodução facebook Twin Pumpkin

 

Uma música que gostariam de ter feito:

Izzy –  Where is my mind do Pixies! Que músicão

ZeRO – Bittersweet Symphony do The Verve

Tuiú  Bleed do Meshuggah. o Tomas Haake é um dos meus bateristas favoritos, pois hoje em dia é muito fácil aprender a tocar e desenvolver a técnica com o acesso que temos a internet, mas ser autêntico não é pra qualquer um, e ele faz isso com tamanha facilidade.

Com quem gostariam de fazer uma parceria?

Izzy – Putz, com muitas pessoas, mas o primeiro humano que veio na mente foi o Brendon Urie do Panic! At The Disco! Imagina ter um trampo produzido ou compor um som com esse cara, ta louco! Pra mim, ele é umas das mentes mais criativas dos últimos tempos e uma das grandes vozes da música atual.

ZeRO –  Difícil essa hein? Mas acho escolheria o Kelly Jones do Stereophonics, pego bem demais o Britpop e com a voz daquele cara!

Tuiú – Placebo, conheci os caras ainda na época do VHS. Pirei quando ouvir The Bitter End pela primeira vez, uma banda das primeiras bandas que virei fã e até hoje curto demais!

 

Agora acho que devemos ilustrar o “Spook Like Halloween” e fazer esse EP entrar na playlist dos riffeiros. “Bora”? Faixa a Faixa:

HelloMy Name is Twin Pumpkin

Nossa música de introdução! Resume bem todo o conceito ”Twin Pumpkiniano” e se inicia com um quote do livro ”Clube da L***”.

Tombstone Rock

Nosso ode ao mundo do horror! Um rockabilly cheio de tremolos, referências e aquele pézinho de inspiração da banda The Misfits!

The Phoenix

Ninguém sabe da força que tem até precisar usa-la e essa música resume bem isso! É sobre superar obstáculos e renascer através de si mesmo.

   OperatorPlease

Aquela mistura do Indie Rock da era ”Suck it and See” do Arctic Monkeys com uma pitadela de ”My Michelle” do Guns n’ Roses

You Make Albert Fish Look Like Magikarp

Esse som é o nosso ”B-Movie cinema trash” diretamente das entranhas de uma produção do Grindhouse! É sensual, violento e conta a história de um assassino que se julga PIOR do que o ínfame serial killer ”Albert Fish”, comparando-o com aquele Pokemon inútil; Magikarp!

Spook Like Halloween

Uma história de amor fantasmagórica repleta de influência de uma banda de folk-horror que vocês deveriam ouvir chamada ”Timber Timbre” (Sério, ouçam essa banda!) Inclusive, a ideia da capa do nosso EP veio a partir do conceito dessa música!

Live, FightBleed

Um conto sobre o início de uma revolução através da perspectiva de um narrador! Da-lhe Da-lhe riffs pesados e MUITA distorção, fechando o EP ”Spook like Halloween” com uma chave de Ununséptio!!

Boa! E falando nisso, agosto passado vocês lançaram vídeo pra “HelloMy Name Is Twin Pumpkin. Como o clipe aconteceu?

Izzy – Juntamos nossos amigos e com apoio da casa de shows Hocus Pocus em São José dos Campos, fizemos o nosso primeiro videoclipe, com direito a muitas risadas, muito goró e um rolê totalemente DIYzêra!

Quais são os projetos pro futuro?

 
Izzy –  Ficar famoso, tretar por estrelismo, acabar com a banda e 10 anos depois, fazer um show de reunião e ganhar milhões de dólares hehehe.
Brincadeiras à parte, estamos no processo de gravação de um cd novo e a lei é sempre continuar produzindo e gastando ideias a milhão!

Opa! CD novo é uma ótima notícia. Já dá pra adiantar alguma coisa?

Izzy – Dá pra adiantar que as gravações já começaram, o nome do CD vai ser um quote do Bukowski e vai ter a voz do Tuiuzera, e se achar ruim o Tuiú vai virar vocalista nessa caralha.



Demais! Queremos ver o resultado. E pra gente finalizar, qual o Riff que marcou a vida de vocês?

Izzy – Dammit do Blink-182! Foi o primeiríssimo riff que aprendi na vida e é isso. Blinkão é blinkão e o resto é o resto.

ZeRO –  Scar tissue, that I wish you saw, Sarcastic mister know it all… e por aí vai.

 

Saibam mais da Twin Pumpkin:
TwitterFacebookInstagramSpotify Deezer |  Youtube

 

Categorias
Resenha

Resenha: The Get Up Kids @ Carioca Club

Por Alan Bonner |@bonnerzin

Viajar para ver um show é sempre um misto de angústia e prazer, pelo menos pra mim. Angústia pelas horas de estrada/voo com medo que dê algo de errado e não dê pra chegar a tempo. O prazer, bom, esse começa na chegada do local do evento e a certeza que aquele será um(a) ótimo(a) dia ou noite. Foi bem o que aconteceu nessa #coberturariff, onde fui a São Paulo para mais um evento do Ano Do Emo No Brasil ™ cobrir a primeira vinda de uma das mães do real emo e do pop punk, o The Get Up Kids, com direito a abertura das ótimas Horace Green e Hateen e mais uma produção impecável da Powerline.

IMG_6906.JPG

A qualidade da safra de bandas novas brasileiras (em especial as de hardcore e suas inúmeras vertentes) permitem um fenômeno interessante: o de sentir o nível de ansiedade em ver a(s) banda(s) de abertura chegar próximo ao nível de ansiedade em ver a atração principal. Poucas bandas teriam me causado todo esse frisson em uma noite de The Get Up Kids, e a Horace Green é uma delas. A fúria trazida por Shamil Carlos, Fernando Chero, Clayton Romero e Guilherme Amato nos trabalhos em estúdio trazia uma grande expectativa ao riffeiro que vos escreve em ver os paulistanos ao vivo. Expectativa que, infelizmente, foi frustrada pelos percalços de se viajar para longe para ver um show. Não consegui chegar a tempo para ve-los, desejo que só aumentou para uma próxima oportunidade. Tomara que seja breve!

O que melhor para confortar um corpo cansado de horas na estrada e frustrado por não ver uma banda que tanto queria ver do que uma hora de baile de uma das clássicas do hardcore melódico brazuca? Graças ao Getúlio (motorista gentil e eficiente que conduziu meu bonde para SP), consegui chegar a tempo de ver o Hateen botando a casa abaixo e fazendo o público superaquecer os gogós para o ato final da tarde/noite. Rodrigo Koala e companhia desfilaram os hits da banda, sobretudo as músicas da fase “em inglês” da banda. O público ainda foi presenteado com um excelente cover de “In Circles”, hino do Sunny Day Real Estate.

IMG_6789.JPG
Hateen @ Carioca Club
IMG_6774.JPG
Koala arrepiando em “In Cicles”

Depois do belo show do Hateen, chegou a hora de acabar com uma espera de 22 anos. O The Get Up Kids finalmente subiu em um palco brasileiro. E que jeito melhor de compensar toda a demora senão começando com o maior clássico da banda? Matt Pryor (Guitarra/Vocal), Jim Suptic (Guitarra), Rob Pope (Baixo), James Dewees (Teclado) e Ryan Pope (Bateria) começaram os primeiros acordes de “Holiday” e levaram o público (que cantou alto) à loucura logo no início do show. A intensidade continuou lá em cima, com o público respondendo com stage dives antecedidos de dancinhas criativas em cima do palco, que arrancavam risadas dos membros da banda durante as músicas e elogios à energia do público nas pausas entre elas.

essa.JPG
The Get Up Kids @ Cariora Club
IMG_6911.JPG
“Só vocês!”

Particularmente, fui surpreendido positivamente em dois aspectos: como o vocal de Matt continua atingindo os tons altos do início dos anos 90 e como os teclados compõem bem nas músicas quando executadas ao vivo. Com o passar das músicas do longo setlist (22 músicas!) e com a execução de baladas como “Valentine”, foi possível olhar em volta e ver cenas bem bonitas. Amigos se abraçando, casais se declarando, fãs chorando e todo mundo bem emocionado. A vibe era maravilhosa, tanto para quem estava assistindo quanto para quem estava tocando. Tanto que Matt se questionou porque a banda tinha levado tanto tempo para ir ao Brasil, levando a galera ao delírio mais uma vez. Ao final do show, a banda não queria sair do palco e reservou dois “bis” para o público, o primeiro deles com covers de The Cure e The Replacements, seguidos de “I’ll Catch You” e “Ten Minutes”, do “Something to Write About”. No segundo, entre as ótimas “Out of Reach” e “Shorty”, a banda mandou o clássico “nós voltaremos”. Esperamos que seja verdade e que seja breve!

IMG_6924.JPG
“We will be back! I promise!” Vamos cobrar heim
IMG_6926.JPG
Um dos sortudos que ganhou o setlist e o abriu pra uma fotinha :)

O Canal Riff lamenta a morte de Mateus Pagalidis, jovem fluminense que, tal como nosso correspondente, viajou até São Paulo para assistir ao show. Mateus foi um grande entusiasta, produtor, músico e agitador musical em Cabo Frio e região, agregando pessoas e produzindo shows no estado do Rio de Janeiro e no Brasil. Nossas condolências aos amigos e familiares e nosso desejo de que mais jovens façam acontecer aquilo que eles acreditam, não importando a distância ou o obstáculo, como Mateus fez em vida.

14708243_1330509000333215_2771516659108805740_n.jpg
R.I.P., Mateus :'(
Categorias
Listas Recomendação

Pra ver de casa: 11 Documentários pra quem é amante de rock

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

Fala riffeiro, beleza? Hoje vou trazer pra vocês alguns documentários bem legais que estão disponíveis na Netflix e Youtube.

Eu particularmente gosto muito desse tipo de material, pois quando feito com profissionalismo, nos dar a chance de conhecer um pouco mais sobre um ídolo, uma banda ou um movimento.

Bom, sem mais delongas, confira abaixo:

Imagem da Música –  Os anos de influência da MTV Brasil

 

Produzido pela Crua Produções e dirigido por Lucas Tomaz Neves, o documentário mostra a história da MTV Brasil, desde sua chegada ao país (1990) até sua última transmissão (2013). Nos seus 23 anos no ar, a emissora apresentou quadros marcantes como O saudoso Rock GolHermes e RenatoAcústico MTV e é claro o VMB (Vídeo Music Brasil). E além dos programas, a MTV teve papel fundamental na difusão da música no país.

Dê o play abaixo e confira relatos de ex VJs e músicos e relembre os momentos da MTV Brasil.

 Assista no Youtube: 

 Austin To Boston

Após se apresentarem no festival de música SXSW, em Austin, quatro bandas seguem rumo a Boston em quatro vans e fazem diversos shows pelo caminho. O documentário conta com Bem HowardThe StavesNathaniel RateliffBear’s Dean e Bem Lovett (Mumford & Sons).

Assista na Netflix:

 Los Punks – We Are All We Have

Acompanha o cenário do punk em Los Angeles, principalmente da comunidade latina. Retratam a vida de bandas em shows caseiros e o panorama político da região.

Assista na Netflix:

Cobain – Montage Of Heck

História autorizada pela família de Cobain, acompanha toda a vida do líder do Nirvana a partir do início da carreira até seu trágico suicídio.

Assista na Netflix:

Amy

Indicado ao Oscar em 2016, o documentário retrata, com vídeos caseiros e entrevistas com amigos, a vida da icônica e talentosa Amy Whinehouse.

Assista na Netflix:

Metallica – Some Kind Of Monster

 

Produzido entre os anos de 2001 a 2003, documentário retrata a gravação do álbum “St. Anger em meio à diversas tensões pessoais e profissionais entre os integrantes do grupo.

Assista na Netflix:

Keith Richards – Under The Inluence

Da infância aos dias atuais. Documentário mostra as histórias, influências, e a vida, de uma das grande lendas do rock, Keith Richards.

Assista na Netflix:

Who The F**k Is That Guy

Michael Alago, um porto-riquenho, gay e amante da música. Conheça a história desse empresário que assinou com MetallicaWhite Zombie e outras.

Assista na Netflix:

Can’t Stand Losing You – Surviving the Police

A história da lendária banda The Police pelo passado, do também lendário, Andy Summers, guitarrista do grupo.

Assista na Netflix:

Eagles Of Death Metal –  Nos Amis (Our Friends)

O documentário acompanha a banda americana no seu retorno à Paris, três meses após a tragédia do ataque terrorista em seu show que deixou 89 mortos. O antes, durante e depois daquele episódio é retratado no filme, Assim como a forte amizade dos fundadores da banda, Josh Homme e Jesse Hughes. 

Assista na Netflix:

Oasis – Supersonic

A história de uma das bandas mais importantes nos anos 90. Um retrato da ascensão do Oasis no mundo da música em meio a conturbada relação dos irmãos Gallagher.

Assista na Netlix:

Categorias
Notícias

Versalle mostra seu novo clipe: A Saudade é o que eu não quero

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

 

Faixa está no seu disco “Distante em um Lugar” (2015), lançado pelo selo Slap logo a pós o grupo ter sido finalista do programa Superstar, da rede Globo.

A letra da canção é retratada no vídeo com o sentimento de busca das pessoas pelos seus sonhos, a partida de um ponto ou situação, a outro (a) e saudade em meio a isso. Ao mesmo tempo em que promove esse sentimento ao ouvinte, o clipe mostra também a própria busca da Versalle por seus sonhos. Tão por isso, partes das cenas foram gravadas em Rondônia, terra natal da banda, e ilustram  sua partida rumo a novos horizontes.

A direção do vídeo é de Bruno Corsino (Fita Crepe Produções).  Foto  divulgação acima por Pedro Margherito. Assista o vídeo abaixo:

 

Categorias
Resenha

HANSON @ KM DE VANTAGENS HALL

Por Natalia Salvador

Eu lembro do dia que estava na casa da minha avó, provavelmente experimentando todos os sapatos de salto da minha tia – como sempre -, e a gente ouvia Middle Of Nowhere no rádio. Lembro também que, nesse dia, minha tia perguntou se eu não queria aquele CD pra mim. Eu tinha gostado muito daquilo e, vamos combinar, sempre fui um pouco mimada. Eu devia ter por volta de uns 5 anos e arrisco afirmar que foi ali que toda minha saga apaixonada por música e bandas começou. Lembro ainda de uma das várias manhãs em finais de semana que meu pai tirava a gente de casa e, em uma dessas ele me deu uma revistinha 100% do trio. Eram fotos, quadrinhos – SIM! minha parte preferida -, textos e mais textos. O tempo passou e parece que em um piscar de olhos Hanson estava prestes a anunciar uma turnê comemorativa de 25 anos de carreira.

Não pensei duas vezes: lá estava eu, anos depois de me apaixonar pela primeira banda da minha vida, comprando o ingresso para um show deles. Foi um dia muito aguardado e, depois de vários dias nublados, os irmãos de Tulsa trouxeram o sol de volta a cidade maravilhosa. Muitas mulheres que ali estavam, eram a grande maioria do público, pareciam dividir desse mesmo sentimento de primeiro amor. Era pura nostalgia. O trio americano subiu ao palco pontualmente às 21:30, feito muito raro para shows no Rio de Janeiro, e fez todo mundo dançar, pular, cantar e se emocionar durante as 2 horas de show.

Hanson @ 2017

O setlist caminhou pelos 6 discos da banda – não amigos, eles não pararam nos anos 2000 – e, como uma turnê comemorativa, contemplou cada fase desses 25 anos de história. Os irmãos são multi-instrumentistas e, enquanto Isaac troca de guitarras e violões a todo o tempo – juro, perdi a conta de quantas vezes isso aconteceu -, Zac toca bateria, mas também, em alguns momentos, vem para a frente do palco cantar e tocar um pouco de piano – e, claro, arrancar gritos e suspiros. Enquanto isso, o mil e uma utilidades, Taylor, assume os vocais principais da grande maioria das músicas, enquanto intercala entre tocar piano, bateria, violão, gaita… e claro: o cara ainda pula e coloca o público pra cima em diversos momentos do show. WOW, haja fôlego!

Hanson @ 2017

 

Apesar do pouco destaque, o baixista de apoio fez questão de mostrar o gingado, principalmente em faixas mais dançantes, como Thinking About Something. A casa dos 30 fez muito bem para todos eles – quero envelhecer assim como a família Hanson -, e eles parecem os meninos cheios de energia e brilho nos olhos. Where’s The Love, This Time Around, Juliet e Penny and Me causaram o famoso frenesi. Mas foram os 3 grandes sucessos do trio que arracaram os maiores coros da noite: Save Me, If Only e, claro, MMMBop, não deixaram ninguém contido.

Passando por momentos mais atuais, Taylor dedicou Give a Little aos poucos homens presentes. Get the Girl Back, Fired Up e o mais recente lançamento I Was Born não ficaram para trás. Quando o trio deixou o palco, parecia que só tinham se passado 5 minutos de show e a platéia não arredou o pé até eles voltarem para o bis. Os irmãos se uniram em volta de um microfone, apenas voz e o estalar dos dedos para a apresentação mais fofa de Rockin’ Robin, cover de Bobby Day e encerraram com Lost Without Each Other, do CD Underneath, de 2004.

Hanson @ 2017

Com certeza este não foi o show mais cheio da tour, mas a entrega do trio foi nítida e recíproca ao sentimento dos fãs presentes. Para os que pararam no tempo e conhecem os irmãos Hanson apenas por MMMBop – o grande sucesso que rendeu mais de 10 milhões de cópias vendidas, além do Hanson Day, em Tulsa, e a indicação para 3 Grammys – está mais do que na hora de se atualizar nos trabalhos mais recentes. Com a empolgação do público, é provável que eles estejam animados a voltar qualquer dia desses e eu, com certeza, não perco esse show!

Categorias
Vídeos

Poo Bear Feat. Anitta – Will I See You | Live React

Categorias
Lançamentos Listas

Lançamentos: 30 Álbuns de agosto pra você ouvir agora

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

O mês mais longo do ano finalmente chegou ao fim, e se tivemos motivos pra comemorar agosto, eles estão aqui. Confira alguns dos lançamentos, nacionais e internacionais, que tivemos no mês. Divirta-se com essa bacana e variada lista:

The Rise Of Chaos – Accept

Os Alemães do Accept estão de volta com “The Rise Of Chaos”. Esse é o quarto disco dos quarentões do Heavy Metal depois de vários momentos conturbados e desde a saída do vocalista Udo Dirkscheneider em 1996. A Partir de 2009 Mark Tonillo Assumiu os vocais do grupo.

 

Índigo Cristal – Natiruts
Já eram oito anos desde o último disco do Natiruts, o sucessor de “Raçaman” (2009) chega com 11 faixas e participação especial de Ed Motta. Ouça:

 

Unlikely – Far From Alaska
A primeira dica pra você riffeiro é: Vá ao show do Far From Alaska. Principalmente agora com “Unlikely”, segundo álbum da banda. O disco traz a formula para extrair com sucesso elementos em referências gringas e produzir um autoral brazuca digno de grandes nomes e festivais. Um trabalho onde Emmily Barreto  canta mesclando raiva, melancolia e um sentimento de expurgação numa performance já marcante dela e do grupo. Ouça:

 

Arauna – O Trago
Rafael Mimi (Projeto Caixa Preta, Nx Zero), Fi Ricardo (Nx Zero), Yuri Nishida (Granada, VOWE, Nx Zero, Gloria) e Ale Labelle (BBGG), forma a banda O Trago. E já está disponível em todas as plataformas digitais seu excelente EP de estreia “Arauna” Confira:

 

Indefinido – Msário
Movido pelo sentimento pessoal de desconstrução, o rapper Msário lançou no último dia 04 de agosto o seu primeiro EP, intitulado “Indefinido”. O EP tem cinco músicas, tais como “Dona de Si” que fala sobre igualdade de gêneros e a criação machista que o rapper teve.

 

Who Told You To Think – Milo
O papel do artista na sociedade, política, Harry Potter, crenças pessoais, esses são alguns dos temas abordados filosoficamente no plural “Who Told To Think”, novo disco do americano Milo. Um Hip Hop com rimas métricas propositalmente tentando atingir o consciente analítico do ouvinte. Ouça:

 

24-7 Rockstar Shit – The Cribs
O The Cribs traz em 2017 o “24-7 Rockstar Shit”,  seu sétimo álbum. Quem vai gostar do trabalho do trio inglês: Admiradores de garage rock com guitarras por todo o lado e que não tem tanta ânsia por originalidade. Alguns contras: Como falei, falta originalidade, músicas de destaque (…). O que achou do disco?

 

Scum – Rat Boy
O inglês Jordan Cardy, o Rat Boy, de 21 anos lançou em agosto o seu disco de estreia, “Scum”. Como todo jovem, Jordan Sente a necessidade de gritar ao mundo suas angústias, e ele faz isso muito muito bem nesse disco. Ouça o álbum. Vale a pena.

 

A Gente Mora no Agora – Paulo Miklos
Confesso que o som solo do Paulo Miklos não é dos meu preferidos. Embora isso seja apenas a opinião deste que vos escreve. Fato é que Miklos é  um dos artistas mais respeitados no país e
em seu terceiro disco solo, intitulado “A Gente Mora No Agora”, ele mostra toda sua versatilidade trazendo vários elementos da música brasileira. Ouça abaixo:

 

O Cheiro da Chuva na Farmácia Pobre da Velha Congela – Bife Simples  o Carabala
Rock noventista, groove e uma pinatda de psicodelia esse é o EP “O Cheiro da Chuva Na Farmácia Pobre da Velha Congela!”, que leva no título o nome das quatro faixas que o compõem. Bife Simples é Carlinhos Carneiro (vocalista da Bidê ou Balde e criador do Império da Lã) e o Carabala (Gabriel Klaser, Ronaldo Rocha e Guilherme Cunha) em uma excelente união gaúcha. Confira:

 

Antes Durante Depois – Pavilhão 9
Com dez faixas, “Antes Durante Depois” é o sétimo disco de estúdio Pavilhão 9 que já está há 25 na estrada. Ouça na sua plataforma de preferência e compartilhe o som brazuca. Abaixo o disco no spotify:

 

II – Humbold
De Brasília, Guilherme de Paula (vocal e guitarra), Guilherme Breda
(guitarra), Lorena Lima (baixo) e Anderson Freitas (bateria) formam a Humbold que disponibilizaram o EP “II”, segundo trabalho do grupo. Ouça e prestigie:

 

Big Mess – Grouplove
“Big Mess” é o novo disco do Grouplove. Com 11 faixas carregadas de pop, ele chega sem grande alarde mas pode agradar quem curte umas baladinhas. Ouça e nos diga o que achou:

 

Painted Ruins – Grizzly Bear
Quinto disco de inéditas dos novaiorquinos, “Painted Ruis” traz boas composições, guitarras protagonistas e boa interpretação vocal; ouça abaixo o novo disco de Grizzly Bear:

 

A Fever Dream – Everything Everything
Dizem que o rock britânico é melhor, mas essa eu deixo pra vocês responderem. Mas uma coisa é certa: ótimos nomes saem da terra da rainha. Everything Everything é um deles. Agora com seu quarto disco, intitulado “A Fever Dream”, o quarteto se lança novamente como um desses bons nomes. Ouça:

 

Magnetite – Scalene
“Magnetite” é a consolidação da Scalene como novo nome do rock nacional. O terceiro disco dos brasilienses traz 12 excelentes faixas inéditas. Ouça abaixo o disco enquanto desvenda um pouco mais sobre ele na nossa resenha:

 

The Peace And The Panic – Neck Deep

Que tal ouvir um pop punk? Os galeses do Neck Deep lançaram em agosto o seu terceiro disco, intitulado “The Peace And The Panic”. Ouça abaixo e conta pra gente o que achou:

 

Lá e Cá – Novo
De Vitória (ES), Rodrigo Novo lança o seu primeiro EP, no projeto que carrega se sobrenome, intitulafo “lá e Cá”. É mais um belo lançamento nacional e nos do RIFF adoramos isso. Prestigie:

 

Science Fiction – Brand New
Depois de oito anos de hiato, o Brand New está de volta com o inédito “Science Fiction”. O disco é com certeza um dos mais legais do ano e evidencia ainda mais o Brand New como uma das bandas mais influentes no cenário da música.

 

Still Strving – A$AP Ferg
Esse trabalho trata-se de uma mixtape (Produções com a mesma qualidade de um disco), a segunda de A$AP Ferg. “Still Strving” tem 14 faixas e conta com participações de Migos, French Montana e mais.

 

All We Know of Heaven, All We Need of Hell – PVRIS
Mais sombrio e adulto, o segundo disco de estúdio de PVRIS está disponível nas plataformas de streaming desde 25 de agosto. Ouça “All We Know Of Heaven, All We Nedd Of Hell”:

 

Seekers And Finders – Gogol Bordello
No dia 25 de agosto o punk do Gogol Bordello ganhu mais um capítulo na sua carreira. O Grupo lançou “Seekers And Finders”, sucessor de “Pura Vida Conspirancy” (2013).

 

Villains – Queens Of The Stone Age

O sétimo disco disco de estúdio do QOTSA, “Villains”, está disponível nos streamings. O novo trabalho do grupo chega com um ambiente dançante (Com ajuda de Mark Ronson na produção), as tradicionais guitarras e sintetizadores, pitadas de psicodelia. Ouça abaixo o dançante Villains:

 

Beast Epic – Iron & Wine
Sam Beam e seu Iron & Wine chegam a 15 anos de carreira com um folk de ótima qualidade. Em agosto, Sam nos deu mais oportunidade para, pelas suas composições, entender mais sobre amor. “Beast Epic” é o nome do seu mais novo disco e você pode ouvir abaixo:

 

A Deeper Understanding – The War On Drugs
O novo disco do The War On Drugs é composto por dez músicas distribuídas em quase 70 minutos.  Abaixo você pode ouvir “Deeper Understanding”, sucessor de “Lost In The Dream” (2014):

 

Good Nature – Turnover
Os estadunidenses da Turnover lançaram no último dia 25 o seu terceiro disco de estúdio, intitulado “Good Nature”. Além do disco, a banda já confirmou três shows no Brasil em 2017, no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. Ouça abaixo e se prepare pra vinda do grupo:

 

Orc – Oh Sees
O Oh Sees (Antes conhecido como Thee Oh Sees) lançou o seu 19º disco, intitulado “Orc”. O álbum conta com dez faixas incluindo o single “The Static God”.

 

Tribalistas – Tribalistas
Depois de quinze anos, Marisa Monte, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes anunciaram a volta do projeto Tribalistas e com ele, o novo disco de inéditas, homônimo. Ouça abaixo:

 

Caravanas – Chico Buarque
“Caravanas” novo disco de Chico Buarque é essencialmente um ambiente romântico. Suas composições continuam afiadas e a mestria, bom, ela parece só aumentar. Ouça abaixo o genial Chico Buarque:

 

EP2 – Whipallas
“EP2” é quase um lado do B do primeiro EP (2016) dos cariocas da Whipallas. Com inglês adotado para suas canções, que dessa vez passeiam pelo rock e indie rock dos anos 2000. Ouça abaixo mais um lançamento nacional:

 

Quer ver sua banda aqui no RIFF? Fala com a gente. Vamos adorar conhecer o teu som!

Categorias
Notícias

Conheça o Las Quintas um novo espaço carioca para bandas autorais

Por Ygor Gomes

O Rio de janeiro ganha mais um espaço para as bandas da cidade e de outros lugares se promoverem: Las Quintas. O evento começa nessa quinta-feira (07) e irá ocorrer em todas as quintas-feiras de setembro na casa de shows La Esquina, na Lapa

As produtoras Abraxas, Collapse Agency, Flecha Discos  Speed Rock se juntaram para abrir um espaço maior para bandas independentes do cenário brasileiro, idealizando o Las Quintas como um projeto que irá misturar diversos segmentos do rock como metal, punk hardcore e rock alternativo, junto com exposições de artistas gráficos e nos intervalos o som ficará por conta dos DJ’s convidados de cada noite.

A primeira noite do Las Quintas contará com as bandas: Barizon e Ladrão, ambas cariocas e com os paulistas do War Industries Inc. O evento começa às 19:30, shots de Jägermeister serão distribuídos para os primeiros que chegarem na casa, o ingresso custará R$ 15 para quem tiver o nome no evento oficial do Facebook, que você pode acessar clicando aqui e R$ 20 se o seu nome não estiver na lista, está disponível para venda antecipa o passaporte para os quatro dias de evento, custando R$40, podendo ser adquirido por aqui

 

Categorias
Vídeos

Por que ir no The Get Up Kids?

Categorias
Vídeos

Scalene – Magnetite | Resenha RIFF #9