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Voz de prisão, hinos feministas, e lutas ninjas… veja o Top 10 dos momentos inesquecíveis de Madonna ao vivo

Por Lucas Sales I @LucasAtende

Sabe aquelas lendas da música que estamos acostumados a assumir como estrelas absolutas? Elas ralaram muito para chegar lá. É o que prova a cantora Madonna que aos seus 57 anos e 33 anos de carreira, que pode amargurar alguns insucessos nas paradas musicais, mas ainda é unanimidade para muitos quando o critério são os palcos.

Madonna Rebel Heart Tour
Dona do título de turnê feminina mais lucrativa de todos os tempos com a Sticky & Sweet Tour, que fez em 2008 cerca de US$ 450 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão), e em segundo lugar no mesmo ranking a MDNA Tour – dela mesma – tendo feito US$ 300 milhões (R$ 1,1 bilhão), provam que ela ainda é unanimidade em concertos de música pop.

A referência em performances femininas está para voltar com sua turnê Rebel Heart Tour, que começou ontem, dia 10 de Setembro, e aproveitando o alvoroço das redes sociais em expectativas sobre a nova turnê mundial de Madonna, o Canal RIFF separou os 10 principais momentos ao vivo aonde ela nos deixou de boca aberta.

10º – Like a Virgin – Blond Ambition Tour

Nada mais justo do que começar o ranking com um de seus maiores hits dos anos 80.

Em tempos de Miley Cyrus semi-nua rebolando em rede nacional, talvez você não entenda muito dos tabús que a Madonna ajudou a quebrar. Com o icônico sutiã de cone, ela recebeu voz de prisão em Toronto, no Canadá em 1990 (há 25 anos) por causa desta performance.

9º – Causing a Commotion – Who’s That Girl Tour

Quem vê a Madonna glamourosa nos palcos de hoje em dia mal deve imaginar o tanto de feijão-com-arroz que a cantora teve de comer. Com o glamour longe do que vemos hoje em dia nos palcos, esta performance esbanja energia e eletricidade em sua segunda turnê mundial, a Who’s That Girl Tour.

8º – Don’t Tell Me – Drowned World Tour

Após oito anos longe de turnês, a Drowned World Tour marcou a volta da cantora, que por aquela época acumulara três cds sem turnê e o filme Evita em seu currículo. Já mãe, voltou renovada para os palcos com essa divertidíssima performance onde ela encarna uma cowgirl.

7º –  Everybody – Confessions on a Dancefloor Promo Tour

De volta a 1982, Everybody foi o primeiro single da cantora que faz questão de renovar e atualizar de tempos em tempos. Com roupagem nova  respeitando ritmo e acordes criada pelo produtor musical Stuart Price, a cantora apresentou a música em 2005 na turnê promocional do seu cd de trabalho na época, o álbum Confessions on a Dancefloor.

6º – Sky Fits Heaven – DWT

Num tempo em que aparatos tecnológicos como telões gigantes ainda eram novidades, encenar uma luta de ninjas também não era lá um grande clichê na época. Lembro de ter ficado de boca aberta quando … ah, assiste aí se não estrago a surpresa!

5º – Open Your Heart – MDNA

Uma coisa interessante que ela tem feito desde a Re Invention Tour em 2004 é trago um estilo folk de música para suas turnês. A popstar conta no video que conheceu a dupla Sagarra Jo enquanto viajava e os trouxe para sua turnê. No video seu clássico dos anos 80 Open Your Heart com um clima descontraído pela dupla de música folk no instrumental.

4º – Express Yourself – Truth or Dare

O hino feminista de 1989 que gritava “não se deixe pra segundo lugar” trás uma Madonna que insiste em não se desatualizar. Performada há 25 anos atrás, a produção e qualidade da performance poderia facilmente figurar entre qualquer turnê de qualquer artista topo de linha!

3º – Vogue – Re Invention Tour

Certamente o maior hino da cantora, é certamente o ápice de qualquer turnê em que o hit Vogue está presente. Depois de cantar algumas vezes o sucesso, por que não separar uma vezinha pra cantar de cabeça pra baixo? E é dessa forma que ela inicia sua turnê de 2004.

2º – Into the Groove – Sticky & Sweet Tour

Ter mais de 30 anos de carreira e apelar para títulos antigos não deve ser tarefa fácil pra nenhum artista com essa extensão de carreira. Mas eis que mais de duas décadas depois ela ressurge com o hit do filme ‘Procura-se Susan Desesperadamente’. E vou contar: foi o ponto alto unânime entre os fãs em sua turnê de 2008.

1º – Hung Up – Confessions Tour

Olha, vou contar que encerrar um top 10 de performances de uma artista com carreira extensa como essa não foi tarefa nada fácil. Mas dessa vez vou jogar sem arriscar no duvidoso e apostar no passinho de Hung Up da Confessions Tour (2006), direto do mais bem sucedido hit da mais aclamada turnê do nosso patrimônio tombado favorito do pop.

setlist

  1. Iconic
  2. Bitch I’m Madonna
  3. Burning Up
  4. Holy Water / Vogue
  5. Devil Pray
  6. Body Shop
  7. True Blue (Acústica)
  8. Deeper and Deeper
  9. HeartBreakCity / Love Don’t Live Here Anymore
  10. Like a Virgin
  11. S.E.X.
  12. Living for Love
  13. La Isla Bonita
  14. Dress You Up
  15. Who’s That Girl (Acústica)
  16. Rebel Heart
  17. Music
  18. Candy Shop
  19. Material Girl
  20. La vie en rose (Cover de Édith Piaf)
  21. Unapologetic Bitch
  22. Holiday

*Setlist do primeiro show da nova turnê, em Montreal, Canadá, 9/9*

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Playlist

PLAYLIST: Conheça os setlists atuais de Paradise Lost e Anathema

Falta pouco para o encontro entre Paradise LostAnathema, e os seus fãs no Rio de Janeiro. As bandas britânicas tocam nesta terça-feira, dia 8 de setembro.

Anathema

Foto: Caroline Traitler

Canal RIFF selecionou as setlists dos shows em São Paulo e Porto Alegre – e que provavelmente serão as bases das apresentações de hoje.  Tá tudo no Spotify do canal, pronto para treinar e ficar com tudo na ponta da língua.

Lembrando que os shows começam cedo para um dia de semana. Os portões serão abertos às 19h. O Paradise Lost deve começar às 20h30, e o Anathema toca na sequência.

Setlist do Paradise Lost: 
Setlist do Anathema: 
Perfil do RIFF no Spotify com outras listas: https://open.spotify.com/user/canalriff

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Agenda de Shows

Paradise Lost, Anathema, All Time Low… confira a agenda de shows da semana!

Feriadão de 7 de setembro terminando, baterias recarregadas, e hora de se programar para mais uma semana repleta de shows legais.  O Rio de Janeiro receberá uma penca de artistas internacionais, como por exemplo Paradise LostAnathema All Time Low.

Confira a Agenda de Shows do RIFF e se programe direitinho. E, lembre-se: acontecendo algum show imperdível é só nos avisar nas redes sociais que recomendamos por aqui – indique pela hashtag #AgendaRIFF.

TERÇA – 8 de setembro
Paradise Lost + Anathema (Circo Voador)

Anathema

Anathema se apresenta no Circo nesta terça (Foto: Caroline Traitler) 

SEXTA – 11 de setembro
11 – Biquíni Cavadão + Ultravolts (Quadra do Salgueiro)
11 – At the Gates + Hatefulmurder (Teatro Odisseia)
11 – Facção Caipira +  Sonics + Balba (E.Klub)

Biquini Cavadão

Sexta é dia do Biquini Cavadão visitar o Salgueiro (Foto: Laura Tardin)

SÁBADO – 12 de setembro
12 – Sound Bullet + Pessoal da Nasa + La Nuova + Nargis (Espaço Marun)
12 – All Time Low (Sacadura 154)

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Música do Dia

Música do Dia #7: Breakeven – Ilhado

Banda: Breakeven (Santos/BR)
Música:
Ilhado (2015)


Todo dia a página do Canal RIFF apresenta uma banda diferente! Seja nova ou rodada, brasileira ou gringa.
Quer ver o seu som aqui? Indique nas nossas redes sociais!

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Resenha

RESENHA: A (nova) consagração da loucura do Cachorro Grande

Por Laura Tardin

Noite chuvosa, Lapa meio vazia. Circo Voador confortavelmente tomado por rostos conhecidos. Após apresentação naturalmente explosiva do Far From Alaska, um amigo me pergunta: “E Cachorro Grande? É melhor do que Far From Alaska?”

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De volta ao Rio, o FFA  fez um show irretocável (Foto: Laura Tardin)

Uma enorme nostalgia tem gosto de Circo Voador. Lá estão eles, os cachorros gaúchos, latindo após 10 anos desde que estouraram na MTV – ela, saudosa, que ditava o que os jovens ouviam. Beto Bruno (vocais), Marcelo Gross (guitarra), Pedro Pelotas (teclados), Rodolfo Krieger (baixo e vocais) e Gabriel “Boizinho” Azambuja (bateria) aparecem como se o tempo não tivesse passado, no mesmo estilo de rock sólido, irreverente e eterno, com suas roupas mod e boinas na cabeça.

Formada em 1999, a Cachorro Grande provavelmente chegará aos seus vinte anos de estrada bebendo de suas fontes tão claras: ali estão os Beatles, The Who, Rolling Stones. Aos que ouvem a banda pela primeira vez, os refrões são de fácil entendimento, e dançar e pular são tarefas simples. Beto Bruno solta uns palavrões aqui e ali, o que aumenta ainda mais o seu carisma. Fala do amor e da saudade pelo Rio de Janeiro, cidade que inspirou a canção Bom Brasileiro, em versão adaptada para o show do Circo. E isso não é demagogia.

Após o DVD “Acústico MTV: Bandas Gaúchas”, de 2005 – no qual havia uma versão de Dia Perfeito, balada sensual digna de um strip-tease, cantada em dueto com Paulo Miklos (Titãs) -, a Cachorro Grande fez uma temporada no Rio, com direito a muitos shows em sebos, proximidade ao público e muita, muita cerveja à beira da praia. Ali foi o seu estouro para um público mais aberto, e provavelmente a formação para o animado público do Circo Voador, em setembro de 2015.

Aliás, a música Desentoa, sucesso diário do Disk MTV, não foi tocada pela banda. Mick Jagger falou que não chegaria aos 60 anos tocando Satisfaction, e no entanto chegou. Será que Beto Bruno enjoou de Desentoar?

O show começa aproximadamente à 1h40, após (os showzaços) di The Outs e Far From Alaska, com Você não Sabe o Que Perdeu, seguida de Hey Amigo. Nostalgia, nostalgia, dez anos não fazem diferença alguma. O Circo está captado e cativado. Apesar disso, a proposta da turnê é apresentar o disco “Costa do Marfim”, de 2014. Dele vêm as próximas canções do show, cantadas por menos fãs empolgados.

Beto Bruno, dignamente sempre alcoolizado, não poupa sua voz e seu estilo irreverente na comunicação com o público, tampouco na execução das músicas. Talvez pule menos do que há dez anos. Os vocais são divididos a todo o tempo com Rodolfo Krieger, tocando linhas simples e eficientes de baixo. Os teclados, típicos de classic rock, talvez curiosamente apareçam menos do que os teclados eletrônicos de FFA.

Cachorro Grande no Circo Voador 2015

Os gaúchos apresentaram o álbum ‘Costa do Marfim’ (Foto: Laura Tardin)

Ao voltar para os antigos clássicos, mais e mais músicas cantadas a plenos pulmões pelos presentes. Foi assim com Sinceramente, na qual Beto Bruno nem precisava ter aparecido para cantar uma estrofe sequer.

O único cover do show foi o bis, Helter Skelter, dos Beatles. Lembro-me mais uma vez da década passada – já ouvi a pergunta “como se chama aquela música que Cachorro Grande canta em inglês?” “É Helter Skelter, dos Beatles, cara pálida”. Sexperienced foi executada pela metade, intercalada com a letra de Holidays in the Sun, dos Sex Pistols.

Se Cachorro Grande é melhor do que FFA? O rock bêbado e claramente espelhado com os anos 60 é melhor do que o Beto Bruno com muita satisfação definiu como “rock da nova geração”? Sei lá, talvez sim, talvez não. Mas é minha banda nacional favorita, e fico feliz em ver que ela não é efêmera nem no que faz, nem no que é.

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Resenha

RESENHA: A ‘violência intimista’ de Falling in Reverse e Issues

Por Guilherme Schneider

No último domingo, 30 de agosto, o Rio de Janeiro recebeu duas promissoras bandas de metalcore norte-americanas. O Issues, que veio pela primeira vez ao Brasil, e o Falling in Reverse, que retornou após dois anos. Dois shows na medida certa para os poucos fãs que compareceram ao Circo Voador.

Tanto a banda de abertura (Issues), quanto a a principal (Falling in Reverse) fizeram shows que por pouco não poderiam entrar na classificação de ‘pocket shows’.  Assim como uma partida de futebol, cada show durou um pouquinho mais do que 45 minutos.

No ‘olhomêtro’ o Circo Voador devia ter pouco mais de 200 fãs na noite de ontem. 300 forçando a barra? Nah… isso foi um problema? Para os fãs não. Quem estava lá curtiu bastante. Dava pra ver que os que foram são muito fãs – de uma ou de outra banda. Mas, cá entre nós, para os músicos deve ser frustrante uma casa esvaziada – ah, isso deve ser mesmo.

Bom, sem dúvidas havia muito espaço para as rodinhas – a maioria rolou durante o show do Issues, que comandou o ‘primeiro tempo’ com muito ânimo. A banda formada em 2012 em Atlanta (EUA) mandou muito bem, com muita interação por parte dos dois vocalistas Michael Bohn (com uma camisa retrô do Corinthians) e Tyler Carter (com a camisa da Seleção Brasileira).

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Foto: Ricardo Irie

Quem estava por lá pulou que nem pipoca. E essa em sido uma contante para a banda, que já tem (ou teve) turnês ao lado de grandes nomes como A Day To Remember e Bring Me The Horizon.

Destaque para o baixo na pressão de Skyler Acord, presente com a camisa do Fluminense. As guitarras distorcidas de AJ Rebollo e a batera eficiente de Josh Manuel seguraram a barra. A ausência foi a de Ty “DJ Scout” Acord, responsável pelos constantes samplers (substituídos por um laptop ao lado do baterista).

Foi a demonstração de mais pura energia juvenil. Em Sad Ghost o público arriscou um Wall of Death. O mosh foi nervoso, especialmente em King of Amarillo, ponto alto.

“Quero agradecer ao Brasil. Vocês tem sido incríveis e nos tratado muito bem”, agradeceu o Michael Bohn, antes de passar a bola para o Falling in Reverse.

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Foto: Gustavo Chagas

O Falling in Reverse entrou mantendo o nível do Issues, arrancando uma boa dose de histeria. Banda muito esforçada e competente, mas que ainda não é tão conhecida por essas bandas. Talvez falte “O” hit.

Queridinho dos fãs, o guitarrista britânico Jacky Vincent acertou em cheio ao usar uma camisa do Angra (com a imagem da capa do Rebirth). Uma homenagem ao Brasil mais consistente do que camisas de futebol.

Lá pelas tantas a banda percebeu que o caminho era se divertir. E quem estava mais no clima era o vocalista Ronnie Radke, que fazia caras e bocas. Ronnie interagiu com o público, recebeu dois quadros de presente e pegou celular de um fã para fazer uma selfie.

O grande momento foi na música Just Like You (tema perfeito para um filme adolescente), última do show. Quando parecia que a apresentação terminaria faltando um pouco mais de ‘loucura’, Ronnie desceu do palco sorrateiramente e saiu nos braços da galera.

O corre corre foi geral, e, no meio disso, alguns fãs aproveitaram para subir no palco e abraçaram os ídolos. Talvez até por isso o show tenha sido um pouco encurtado. Mas, ponto para esse delicioso caos que só o rock proporciona.

opinião dos fãs

                                                                                 ISSUES
John Vitor Naylor, 15 anos
Ponto alto?
“Cheguei logo que apagaram as luzes, e vi os caras com muita emoção. Os caras da banda estavam tentando tirar o máximo da galera. Gostei disso. O set estava bom também”
Ponto baixo?
“Não achei que teve um ponto ruim. Espero que a galera que esteja aqui em volta chegue mais pra perto do palco no Falling in Reverse”

Marcos Vinícius da Silva Lima, 20 anos
Ponto alto?
“O mais legal foi a galera interagindo. O espírito que teve. Até tomei um soco na boca, do meu primo, que é o maior fã da banda. E até para homenagear ele eu peguei um cd autografado para ele”
Ponto baixo?
“Fui entrar na rodinha pra defender ele. Tava muito violenta, mas na lealdade. O pior foi o soco na boca mesmo, de resto tudo ótimo. O show foi perfeito, a galera tá curtindo. Tá muito bom”

Wendell Luan, 22 anos
Ponto alto?
“O ponto alto pra mim foi a segunda música, que é uma das minhas favoritas, Stingray Affliction. Eles interagem muito com o público, pedem pra pular, dão a mão… isso pra gente que é fã é muito bom”
Ponto baixo?
“O ponto ruim é porque está vazio. Não sei o motivo… pode ser porque o Issues não é muito conhecido e o Falling in Reverse já veio outra vez (em 2013)”

Juliana Portes, 21 anos
Ponto alto?
“Vim por causa do Issues e o show foi maravilhoso, sem palavras para descrever. A presença de palco da banda é super foda…. a banda toda é foda. Issues salvou minha vida, literalmente. Me influenciaram a fazer coisas boas, a ser uma pessoa melhor, então posso dizer que me salvaram”
Ponto baixo?
“Não faltou nenhuma música, todas que eu queria eles tocaram. Inclusive queria deixar bem claro que o Mike gritou que me amava. Eu gritei ‘I love you’ e ele gritou de volta”

Daniel Croce, 36 anos
Ponto alto?
“Estou ouvindo Issues há uns 20 dias e estou achando bom pra caralho. Vocês imaginam assim se o Justin Bieber enlouquece, surta, pira na batatinha e chega pro produtor: ‘Aí gente, quero que vocês se fodam, caguei pra vocês! Vou tocar metalcore, deathcore, djent’. Aí monta uma banda foda, com um vocalista gutural foda… aí pronto, esse aí é o Issues. Por incrível que pareça essa mistura me ganhou fácil”
Ponto baixo?
“Gostei do show pra caralho, conhecia todas as músicas. O único ponto fraco foi porque não teve a música ‘Late’. Se tivesse eu ia me juntar a criançada ali, abraçar e cantar junto”
                                                           FALLING IN REVERSE

Filipe, 24 anos
Ponto alto?
“O show foi foda, não faltou nada. Só acho que ele não devia ter descido, porque acho que o show não iria acabar agora”
Ponto baixo?
“Acho que ele ficou puto, porque foi todo mundo em cima dele. Acho que faltou mais segurança em cima dele, do Ronnie. Todo mundo em cima dele puxando a roupa, o cabelo… sacanagem. Os fãs são loucos pelo ídolo. Ele faz isso em todo canto, mas lá fora tem seguranças protegendo”

Matheus Richard, 20 anos
Ponto alto?
“O que achei mais legal as músicas novas. Foi um bom show. Gostei da última música, quando ele veio aqui na galera. Fui na muvuca, corri atrás dele. Muito bom”
Ponto baixo?
“A parte que eu menos gostei é que eles deixaram de tocar algumas músicas mais antigas. Pena que acabou muito cedo, poderia ter bem mais”

Elmo, 17 anos
“Achei foda pra caralho. Peguei a toalha de uma das bandas, e nem vou lavar ela. Amo as duas bandas são duas das minhas favoritas. O show foi na medida certa, não achei curto”

Tânia, 22 anos
“O show foi incrível genial. A presença de palco do Ronnie… foi tudo lindo, maravilhoso. Amei! Peguei o setlist e estou nervosa até agora. Vou tentar tirar um foto e pegar um autógrafo”

Geovana, 19 anos
“Achei que eles estavam bem mais comunicativos do que o último show, mais conectados com a gente. Em geral foi muito bom. Fui atrás do Ronnie e abracei ele. Foi muito bom”

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setlist

ISSUES

  1. Life of a Nine
  2. Stingray Affliction
  3. Never Lose Your Flames
  4. Princeton Ave
  5. Love Sex Riot
  6. Sad Ghost
  7. King of Amarillo
  8. Mad at Myself

FALLING IN REVERSE

  1. God, If You Are Above…
  2. Sexy Drug
  3. Rolling Stone
  4. Raised By Wolves
  5. Bad Girls Club
  6. I’m Not a Vampire
  7. Alone
  8. Situations (Cover do Escape the Fate)
  9. The Drug In Me Is You
  10. Just Like You
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Playlist

PLAYLIST: Dj Thiago Burgos apresenta o melhor de 2015 (até agora!)

O mês de setembro mal começou de começar e já é hora de olhar um pouco para trás. Ao menos para perceber o quanto esse ano já trouxe uma penca de músicas legais. O Canal RIFF convidou o Dj Thiago Burgos para preparar uma playlist especial com o que de melhor foi lançado em 2015.

DJ Thiago Burgos

Thiago Burgos, um especialista do indie rock e música brasileira, topou o desafio e propôs a seguinte lista (para não abraçar o mundo todo, claro) com os seus lançamentos preferidos de “Indie Pop e Rock em 2015“.

Lá  você encontra músicas para dançar muito (e pra ouvir . Afinal, Burgos toca em algumas das principais festas do Rio – e do país. Carioca de 27 anos e Dj profissional há cinco anos, ele é o residentes das festas Keep on RockinRocknbeats – a maior festa indie do Brasil (que só neste mês desembarca em quatro cidades diferentes).

Confira a agenda de setembro e encontre o Dj em seu habitat natural – as pistas:

5 (sábado)- Keep on Rockin @ Casa da Matriz
12 (sábado)- Rocknbeats Aracaju @ República – Aracaju
18 (sexta)- Festa Pista Libre + Bloco Pra Iaiá + Disritmia | Música Brasileira + Hey Ho Brass Band @ Circo Voador
19 (sábado) – Rocknbeats Rio de Janeiro @ Teatro Odisséia
25 (sexta)- Rocknbeats Petrópolis @ Budha Bar
26 (sábado) – Rocknbeats Volta Redonda @ Pianos Bar Embaixador


Siga o perfil do RIFF no Spotify e acompanhe mais listas:  https://open.spotify.com/user/canalriff

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Resenha

RESENHA: Iron & Wine hipnotiza público no Rio

Por Thais Rodrigues

Quando a canção Flightless Bird, American Mouth embalou o casal Edward e Bella no primeiro filme da saga Crepúsculo –  que também conta com outros grandes nomes do cenário alternativo em seu soundtrack – não esperava-se que algo mais viesse depois disso. Até então, Iron & Wine era só mais um nome. Ou dois!

Iron & Wine

Foto: Thais Rodrigues

E não é que veio e em 2015? Recebi o setlist do show de hoje, que aconteceu no Sacadura e pelo Queremos, às dez da manhã nessa ensolarada quinta-feira de setembro. A primeira surpresa foi não ter encontrado músicas que não só eu, mas outros conhecidos esperavam que Sam Beam tocasse. A coisa toda tinha ido bem mais longe: não tinha mais nada a ver com vampiros e modinha adolescente, e sim com um encontro com o inesperado.

Depois de tomar ciência de que as músicas favoritas não eram as óbvias e não necessariamente por escolha, mas talvez por identificação ou feeling, chega a hora de entender o que acontece de verdade em um show da banda de um homem – e que homem, com aliança no dedo e família – só.

Ao chegar no Sacadura, outra surpresa: o público. Achava-se que o pré-requisito para fazer parte do target de um show como o de hoje era ter barba e coque. Obviamente, a parcela lumbersexual marcou presença, mas não deixou de dar espaço para pessoas tão diferentes umas das outras, as quais, com um simples anúncio de que o show começaria em alguns minutos, ficaram com o mesmo brilho nos olhos: todas hipnotizadas, ainda encarando o Dj da ‘Que Se Folk’, esperando por qualquer sinal, de barba, voz ou violão.

Dois violões, duas garrafas d’água e uma taça de vinho. Um ‘Hello, Brazil‘ bem tímido, porém feliz e surpreso por ver tantas pessoas. Lamentou a falta do português na ponta da língua, soltou um obrigado e, logo em seguida, a voz. E lá estava a primeira música do mesmo setlist que havia recebido pela manhã. The Trapeze Swinger deu o pontapé inicial para a atmosfera mais acolhedora. Todos subimos em um balão, e a cada acorde, íamos um pouquinho para mais perto do céu.

Aparentemente, o show duraria mais que o esperado, e esperar pelo inesperado deveria ser a resposta para a noite. Não demorou muito para que o show fosse do Sam Beam, e não de Iron & Wine. Foi como passar a tarde no sofá de casa, ouvindo-o cantar despretensiosamente, sem esperar da gente como a gente, mais que aplausos. Overwhelming, ele repetia. Parece que o jogo virou não, é mesmo?

Iron & Wine

Foto: Pamella Renha

Apesar de ainda ter em mãos o violão, entregou o show nas mãos de fãs e quem mais podia ouvi-lo. Decidiu que decidiríamos o repertório, e assim, o show voou. Todos nós voamos, ainda naquele mesmo balão, lembra? A cada pausa para aplausos ou elogios, um tempo para assimilar e respirar. Estávamos nas nuvens, longe de casa, mas com aquela sensação calorosa de lar.

Mesmo pedindo por músicas “tristes”, a alegria estava estampada em cada um. Foi incrível ver tanta gente deixar celular e câmera de lado para apreciar o show como merecia. Ele hipnotizou a todos, novamente com voz e violão, e até com apenas um dos dois, e só nos demos conta do fim quando ele disse que voltaria mais vezes ao Brasil. E não o vimos voltar mais com a taça de vinho para o palco.

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O bem estar ficou, mas aquela sensação lúdica foi sendo desconstruída aos poucos. Na verdade, era mais próxima do real do que pensávamos, pois facilmente imaginaríamos domingos em família com Sam Beam tocando para nós, com chuva batendo na janela e tudo! Se desse, até barulho do vento. O show terminou e a vontade de “fica pra um café” grudou, como todas as outras canções de seu repertório bastante rico.

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Música do Dia

Música do Dia #6: S.E.T.I. – Arte da Guerra

Banda: S.E.T.I. (Campinas/BR)
Música:
Arte da Guerra (2015)


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FALLING IN REVERSE E ISSUES – COBERTURA RIFF #4

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FRESNO É BOM?

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A GRANDE TAG MUSICAL, O DESAFIO (Canal RIFF)