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Top 10: As Melhores Músicas de 2016!

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Ed Sheeran surpreende fãs e lança duas músicas

Por Thaís Huguenin

Depois de dar uma pausa dos holofotes, Ed Sheeran voltou com tudo. No primeiro dia do ano publicou um vídeo nomeado “Hello 2017…” no qual segurava uma folha escrita “New music coming Friday!!”, avisando que lançaria uma música na madrugada desta sexta-feira.

Os fãs só não imaginavam a divulgação de  duas, isso mesmo, DUAS MÚSICAS novas: “Shape of You” e “Castle on the Hill”. As faixas fazem parte do álbum ‘÷’ (Divide), seu terceiro álbum de estúdio, que ainda não tem data de lançamento.

Confira os dois lyric vídeos abaixo:

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As 5 melhores apresentações do SuperStar

Por Bruno Britto

A era do SuperStar na Globo chegou ao fim, ao menos por enquanto. O programa, que inspirou um dos quadros preferidos de todos os seguidores do RIFF, o “Comentando o SuperStar”, não foi renovado pela emissora.

Em um tom um pouco mais saudoso, resolvemos lembrar as melhores apresentações que ocorreram no programa. É importante ressaltar que estamos falando apenas das apresentações de forma avulsa, não avaliando a banda nem por sua trajetória no programa, nem um contexto maior.

Sem mais demoras, vamos ao ranking.


5. Bellamore – “Come Together”

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Participante da terceira temporada do programa, a Bellamore destruiu logo na sua primeira apresentação. Colocaram sua própria personalidade na clássica música dos Beatles e o resultado agradou a todos, incluindo os jurados, que elogiaram a presença de palco do vocalista Pedro Sárria.

Logo no seu primeiro dia, a Bellamore mostrou a que veio.

4. Suricato – “Trem”

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A Suricato esteve presente na temporada original do SuperStar e foi talvez a banda mais querida de tal edição. Não era pra menos.

Após uma audição onde inovaram com instrumentos bem inusitados, o grupo trouxe sua música autoral para a fase de duelos, sendo bastante elogiada e mostrando o poder de suas composições.

3. Supercombo – “Piloto Automático”

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A banda de indie rock de Vitória-ES, já tinha um bom reconhecimento, principalmente na internet. Mas logo em sua audição na segunda temporada, o Supercombo conseguiu atingir um enorme público, graças a qualidade e bom gosto musical. “Piloto Automático” foi um dos maiores sucessos do programa e serviu para trazer mais interesse para o grupo.

2. OutroEu – “Coisa de Casa”

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Com influências diretas do folk, a OutroEu emocionou a todos com sua apresentação de estreia, com uma música extremamente linda e com arranjos muito bem feitos. O grupo se tornou o queridinho do público nessa edição do programa e muito isso se deve a “Coisa de Casa”.

  1. Scalene – “Danse Macabre”

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Em uma opinião própria do autor, arrisco-me a dizer que a Scalene foi a maior “revelação” que o programa já fez e que a música em questão foi a responsável por isso. A vice-campeã da segunda temporada apresentou “Danse Macabre” na sua segunda participação no programa e foi com ela que mostraram toda a sua personalidade.


Menções honrosas: Plutão Já Foi Planeta – “Viagem Perdida”, Pagan John – “Carta”, JAMZ – “Love never felt so good”, Scambo – “Janela”, Kita – “You”, Versalle – “Marte”.


E aí, lembrou de outra apresentação marcante? Deixe suas opiniões nos comentários!

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Guitarrista e baterista do The Doors cantam em celebração às ‘bodas de ouro’ do álbum de estreia

Por Guilherme Schneider

Há exatos 50 anos atrás debutava um das bandas mais influentes do rock mundial. No dia 4 de janeiro de 1967 o The Doors lançou o seu homônimo primeiro álbum. E a partir daí o quarteto liderado pelo poeta Jim Morrison escreveria o seu nome na história da música.

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E logo de cara deram o seu recado ao mundo com alguns de seus maiores sucessos, como ‘Break On Through (To The Other Side)‘, ‘Light My Fire‘ e ‘The End‘. Ao longo da história o álbum vendeu mais de 20 milhões de cópias pelo mundo, alcançando certificados como Disco de Platina Quíntuplo nos Estados Unidos (ouça o álbum na íntegra no box do Spotify abaixo).

Para celebrar essas ‘bodas de ouro‘, os dois membros fundadores remanescentes se reuniram em Venice, Los Angeles, onde tudo começou – dois anos antes do lançamento do álbum de estreia.

Após as mortes do vocalista Jim Morrison (1971) e do tecladista Ray Manzarek (2013) sobraram o guitarrista Robby Krieger e o baterista John Densmore. Robby completará 71 anos no próximo domingo, enquanto John fez 72 no mês passado.

Os septuagenários músicos se reuniram no chamado Day of The Doors, em homenagem aos 50 anos de lançamento do álbum. Os dois dividiram os vocais no hit ‘L.A. Woman’ e o resultado emocionante pode ser conferido no vídeo acima, gravado em uma live de Facebook.

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Vai deixar saudades? Globo cancela reality SuperStar

Por Guilherme Schneider

O telão não sobe mais para o SuperStar. Após três temporadas de declínio na audiência, o reality show musical da Rede Globo não foi renovado e dará espaço ao programa ‘Tamanho Família’, comandado pelo apresentador Márcio Garcia.

Mas afinal, qual legado que o SuperStar nos deixa?

O programa ajudou sem dúvidas a revelar (ou pelo menos expor ao grande público) algumas bandas com enorme potencial. Vide a Scalene, segunda colocada na edição de 2014 do reality. Recentemente os brasilienses faturaram um Grammy Latino – além de ganharem dois Prêmios RIFF.

Basta na verdade relembrar quem foram os finalistas das três edições do programa:

  • 2014: 1º) Malta; 2º) Jamz; 3º Luan e Forró Estilizado; 4º) Suricato
  • 2015: 1º) Lucas & Orelha; 2º) Scalene; 3º) Versalle; 4º) Dois Africanos
  • 2016: 1º) Fulô de Mandacaru; 2º) Plutão Já Foi Planeta; 3º) OutroEu; 4º) Bellamore

Repare que alguns nomes conseguiram alguma projeção pós-programa, figurando em festivais de música por exemplo, como a já citada Scalene, Suricato, Jamz, Versalle, OutroEu, Plutão Já Foi Planeta etc. Naturalmente outros caíram no ostracismo rapidamente…

No entanto isso pouco parece importar para a maior emissora do país. Sem dúvidas a questão financeira pesou. O custo-benefício do SuperStar ficou alto, inclusive por pagar royalties para a israelense Keshet Media Group, responsável pelo formato. Afinal, o SuperStar  foi baseado no programa Rising Star. Assim, a tendência é que a Globo lance o seu próprio formato de reality musical, para reduzir custos e exportar tal qual os The Voices e X-Factors da vida.

Superstar Jurados
A emissora até que convidou jurados de prestígio no showbizz

E, lógico, a queda de audiência incomodou. O programa começou em horário ingrato para a maioria – após o dominical Fantástico – tarde da noite. Após duas edições terminando depois da meia noite, o programa passou para o início das tardes de domingo. E com isso mudou inclusive sua dinâmica, valorizando mais covers do que músicas autorais.

Se na estreia do programa (em março de 2014) a audiência marcou 20,4 pontos, no mês seguinte oscilou em torno de 12 pontos. As médias das duas temporadas seguintes foram ainda menores: 10,9 (2015) e 10,5 (2016). Ficando por vezes atrás de concorrentes diretos da Globo, como o SBT e a Record.

O programa bem que tentou, chamou nomes de peso do showbizz para o corpo de jurados – e assim tentar amenizar o aparente descrédito da audiência em cima de bandas ‘novatas’. Sandy e Paulo Ricardo foram os jurados que mais participaram do programa (duas edições cada). Mas também estiveram por lá (dividindo opiniões) Daniela Mercury, Thiaguinho, Dinho Ouro Preto, Fábio Júnior e Ivete Sangalo.

Na verdade a confirmação do cancelamento não é exatamente uma novidade. O diretor Boninho já havia confirmado a notícia em novembro do ano passado através de sua conta no Twitter: “Adorei ter ajudado muitas bandas novas. Agora temos outros projetos”, disse Boninho.

Mesmo com alguns poréns, particularmente considero o SuperStar o meu formato de reality musical favorito. É nele que as bandas aparecem como um todo, e não só os vocalistas da maioria dos reality shows (que quase sempre seguem a mesma fórmula). Para o Canal RIFF o SuperStar proporcionou o nosso querido quadro Comentando o SuperStar, que tanto divertiu a gente e nosso público (veja aqui alguns episódios).

Sem dúvidas ficam as boas memórias do reality show. Quem soube aproveitar a oportunidade vai seguir forte. A música com sentimento sempre fica e faz o telão subir.

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RIFFCAST #1: Bate-papo com a banda Versalle

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Muito mais do que parece: Sing é uma homenagem à paixão por cantar

Por Guilherme Schneider

No finalzinho do ano passado (mais precisamente 22 de dezembro) estreou nos cinemas brasileiros o longa de animação Sing – Quem Canta Seus Males Espanta, dirigido por Garth Jennings – o mesmo de ‘O Guia do Mochileiro das Galáxias’. Pai de filha pequena que sou fui assistir hoje e não me decepcionei nem um pouco.

Antes de mais nada não se iluda achando que Sing é meramente um filme infantil. Aliás, em pleno 2017 já é hora de assimilar que animação não é apenas ‘coisa de criança’. A história é na verdade uma grande homenagem à paixão por cantar.

E é fácil entender. O enredo é pontual e dialoga direto para um público que cresce vendo os reality shows como os principais celeiros de talentos, vide a imensa repercussão de programas como o The Voice, American Idol, X Factor, SuperStar, etc.

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O pontapé inicial da história gira em torno do coala (todos personagens são animais antropomorfizados) Buster Moon, que tenta salvar da iminente falência o teatro que herdou de seu pai. A solução encontrada para aumentar as bilheterias é um concurso de canto. Moon sugere um prêmio de US$ 1000, mas graças a um erro de sua (maravilhosa) funcionária iguana a oferta aumenta cem vezes – e atraí a fauna toda.

Daí em diante o que se vê são nada menos do que 85 canções. Indo de Beatles à Lady Gaga, de George Michael à Gipsy Kings, de Ed Sheeran à João Gilberto. Destaques para as versões de ‘I’m Still Standing‘, de Elton John, ‘My Way‘, de Frank Sinatra, e ‘Shake It Off’, de Taylor Swift.

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Os personagens são bastante carismáticos, muito em parte pelas vozes dos dubladores. A maioria já consagrada no cinema, como o coala Buster Moon (Matthew McConaughey), a porca-espinho Ash (Scarlett Johansson), a porquinha Rosita (Reese Witherspoon), o ratinho Mike (Seth MacFarlane) ou o gorila Johnny (Taron Egerton). A versão dublada também surpreende, com participações de cantoras como Wanessa Camargo e Sandy.

A produção da cada vez mais ascendente produtora Illumination vale a pena, especialmente para fãs de reality shows musicais – aqui no Canal RIFF não é diferente. O grande destaque é para a seleção da trilha sonora (link acima para o álbum). Sing é um programão para a família toda, independente de idades. O filme tem seus momentos cômicos, bem dosado com os emocionantes. Ah, e tem tudo para se tornar uma série. Sem contar que vem com tudo para abocanhar prêmios de animação e trilha sonora.

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Junte-se ao time! O RIFF quer você no time em 2017!

Por Guilherme Schneider | Foto: Rodnei Rosa

As vagas para colaboradores no Canal RIFF estão novamente abertas! Se você também se identifica com nossa filosofia de paixão pela música, bom humor e nada de preconceitos musicais… não pense duas vezes! Fala com a gente!

Queremos reforçar ainda mais o nosso time para 2017 – tudo dentro do nosso plano de dominação mundial, claro. Entre já em contato se você gosta de escrever sobre música (estudantes de Comunicação ou Letras são sempre um bônus), resenhar shows, editar, etc. Queremos saber mais sobre você!

Achas que tens o que é preciso para integrar essa equipe? Então mande um email com o título “RIFF 2017” para contato@canalriff.com

Lembrando sempre que se trata por enquanto de colaboração não remunerada – assim como não é para a gente, infelizmente. Queremos quem quer somar e vir junto nessa caminhada! ;)

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Cockney Rejects anuncia retorno ao Brasil em 2017

Oi! Oi! Oi! Uma grande notícia para os fãs do clássico street punk. O lendário Cockney Rejects anunciou hoje em suas redes sociais o retorno ao Brasil em 2017 (assista ao vídeo clicando aqui).

A banda inglesa é provavelmente a maior difusora do gênero Oi pelo mundo desde o finalzinho da década de 70.  Aqui no Brasil já tocaram em 2008 e 2010, ambos shows em São Paulo – destino mais provável nesse retorno. As datas dos shows ainda não foram confirmadas .

O comunicado é comandado pelos fundadores da banda, o guitarrista Micky Geggus (que promete algum tipo de homenagem para a Chapecoense – lembrando os laços estreitos da banda com o futebol) e o vocalista Jeff “Stinky” Turner. Turner elogiou bastante o engajamento dos fãs da América do Sul.

Além do Brasil, a turnê passará por Colômbia, Chile e Argentina – além de Peru e Bolívia, dois destinos prováveis.

Assista abaixo um vídeo da primeira passagem da banda no Brasil, em show memorável no Hangar 110:

Assista abaixo na íntegra uma apresentação mais recente do Cockney Rejects, em 2016:

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Fotos! Fotos! Fotos! Reviva os melhores momentos do Prêmio RIFF 2016

Hora de relembrar e matar as saudades da cerimônia de entrega do 2º Prêmio RIFF de Música, que aconteceu no dia 1º de dezembro de 2016 no Teatro Odisseia. Bom, até aí você já sabe, né? A noite teve entrada franca e contou com showzaços das bandas El Toro Fuerte, Def, Hover e Versalle.

No Facebook do Canal RIFF (clique aqui) você encontra todas as fotos tiradas pelo fotógrafo Rodnei Rosa. Segue abaixo algumas prévias – que já nos deixam com sede de um novo Prêmio RIFF em 2017!

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Depois da Tempestade – Famous Last Words (My Chemical Romance/Cover)

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Podcast: Grosseria #3