As novas formas de distribuição, produção e consumo de música têm como uma de suas várias consequências uma “explosão” no surgimento de bandas com propostas parecidas. As bandas que conseguem se destacar no meio desse mar de informação são aquelas que conseguem trazer alguma inovação no meio dessa mesmice. É isso o que a the last whale traz em seu primeiro single, “Inhale”.
A banda, formada por Pedro Arantes (vocal), Gregorio Carnevale (bateria),Andre “Nico” Nicodemus (guitarra), Lucas Alfradique (baixo) e Tadeu Levy (guitarra)bebe em fontes muito diversas e faz um som difícil de definir, trazendo elementos do post-hardcore junto com o djent, o prog metal e até o metal tradicional. É justamente essa mistura que faz a the last whale soar com uma identidade própria e bastante sólida, mesmo para uma banda que deu seus primeiros passos no ano passado.
Composta por Pedro Arantes, a faixa traz em seus versos um grito sobre decepções e volta por cima. “A letra fala de pessoas que dizem estar sempre do seu lado, e em momentos ruins são as primeiras a dar as costas, ou pior, dar aquela apunhalada. Fala sobre reviravolta também, sobre ver o inferno mas juntar força pra se levantar”, diz Arantes. Tudo isso vem aliado a melodias virtuosas com diversas camadas, um vocal rasgado digno da temática do single e um riff principal que cola no ouvido de primeira. “Inhale” é uma faixa que merece ser escutada com cuidado para que cada uma de suas diversas nuances seja percebida. Mas também precisa ser ouvida naqueles momentos em que se quer berrar pela casa e espantar a energia ruim depois de um dia cansativo.
“Inhale” está disponível no Spotify, no YouTube e no bandcamp da the last whale:
No último domingo (05/3) a banda finlandesa Him anunciou em suas redes sociais o fim de suas atividades. Nada de hiatus, mas sim um ponto final após mais de 26 anos de carreira.
Liderados pelo emblemático quarentão Ville Valo, os ícones do Love Metal agradeceram pelo apoio dos fãs ao longo dos anos. Para demonstrar o agradecimento, a banda fará uma turnê mundial de despedida – que passará por pelo menos 14 países a partir de junho.
Após quatro anos de espera a banda italiana Lacuna Coil retorna ao Brasil para um série de shows no sudeste. A turnê é do álbum Delirium (2016), o oitavo do grupo de metal alternativo.
Se você ainda não ouviu o último álbum, ouça! Afinal, boa parte do setlist é formado por ele, vide a apresentação que a banda realizou ontem no Chile (ouça no box do Spotify do Canal RIFF). Mas, claro, os clássicos como ‘Spellbound‘, ‘Heaven’s a Lie‘ e ‘Senzafine‘ também estão presentes.
Criada em 1994, a formação do Lacuna Coil traz três membros originais: Cristina Scabbia (vocal), Andrea Ferro (vocal) e Marco Coti Zelati (baixo). Além de Ryan Folden (bateria), Daniel Sahagún (guitarra) e Diego Cavallotti (guitarra).
Será também a primeira vez dos italianos em Limeira, interior de São Paulo, e Belo Horizonte. Seguem abaixo os link com mais informações de cada apresentação:
Sábado (18/02), o Canal RIFF marcou presença no Círculo Operário do Cruzeiro, que foi palco do aniversário de 5 anos da Acetona Produções. Os brasilienses fãs de hardcore ganharam uma noite nostálgica, com direito a apresentação de banda que não tocava há muito tempo e a show de reunião de banda que já acabou. A produtora trouxe, assim como em seu primeiro evento, a banda Zander para ser a principal atração da noite, além das bandas locais Nada em Vão, ADI e Dias.
A Acetona, que já produziu shows de renomadas bandas da cena underground nacional, como Menores Atos e Bullet Bane, também está com um divertido projeto, que acontece às terças-feiras, no Club 904. “A Fantástica Fábrica de Bandas” é uma espécie de karaokê para bandas, que, com inscrição prévia, podem se apresentar no palco do Clube da ASCEB.
A Nada Em Vão deu início às comemorações. Por volta das 21h, Lucas Cardoso (voz), Pedro Tavares (guitarra), Delton Porto (bateria) e César Oliveira (baixo) já estavam a postos. Com músicas relativamente curtas, mas com mensagens fortes e concisas, a caçula da noite apresentou, quase na íntegra, as canções de seus dois EPs: “Nada em Vão”, de novembro de 2015, e “Sempre em Frente”, lançado um ano após o debut da banda.
Nada Em Vão @2017
O show do grupo contou com duas participações especiais. A primeira, de Regis Matsumoto para ajudar Lucas nos vocais do cover de “We”, dos veteranos do Descendents. A segunda participação foi mais espontânea e veio da plateia, que, mais ao fim da apresentação, já entoava as músicas junto com a banda.
O punk rock tocado pelo grupo não tem nada de niilista e se destaca justamente pela mensagem positiva que entrega. De acordo com o baixista, César, e o vocalista, Lucas, a Nada Em Vão tenta sempre transmitir boas energias por meio de suas composições, dando ênfase ao lado bom da vida e trazendo indagações que estimulem seus ouvintes a buscar a melhor versão de si.
Depois de um pequeno intervalo para troca de palco, a segunda banda do lineup, ADI, começou sua apresentação, com um setlist que contemplou todas as canções do último EP da banda, “Sobre os Dias que Não Vão Voltar”, lançado no final do ano passado, sem muito alarde, além de músicas de trabalhos mais antigos.
ADI @2017
Gustavo Hildebrand (voz e guitarra), Rafael Rezende (guitarra), Gustavo Portella (baixo) e Thales Maia (bateria) foram muito bem recebidos pelo público, que, provavelmente, estava com saudade de ver a banda nos palcos. Os fãs de longa data da banda puderam matar a saudade de alguns clássicos, como “Retrato Que Eu Fiz”, “Falhas Perfeitas” “Edu” e “Mundo Inteiro”, a mais pedida em uma enquete feita pela banda na página do evento. Deu pra matar a saudade da ADI, mas a apresentação e as novas músicas deixaram um gostinho do quero mais.
A banda, que ficou 8 anos sem lançar novos trabalhos, surpreendeu ao soltar o EP de inéditas. O baterista, Thales, contou pra gente que essas músicas estavam guardadas há uns 4 anos e que sofreram algumas modificações, ao longo do tempo, até que eles resolveram gravá-las. Nos últimos anos, a banda fez um show aqui e acolá e as coisas devem continuar assim, já que nem todos os integrantes residem no DF.
A Dias, terceira banda a ser apresentar, foi responsável por alguns dos momentos mais bonitos da noite. Manoel Neto (voz), Fill Braga (guitarra), Leandro Correia (guitarra), Bruno Formiga (baixo) e Arnoldo Ravizzini (bateria) se reuniram, após cinco anos do término da banda, para matar a saudade dos palcos e do público, que aproveitou cada segundo da apresentação.
Dias @2017
Os mais próximos do palco cantaram com Manoel durante todas as dez músicas do set, intercalando os berros com bate-cabeça. A banda começou a apresentação com “Vazio”, do EP de 2008, mas o palco pegou fogo quando o grupo resgatou músicas do começo da carreira, como “Procura” e “Aprender”, do primeiro EP (2004).
Nostálgico, o vocalista lembrou do começo da banda, quando matava aula para ensaiar e de quando trocava correspondência com Gabriel Zander e comprava fita K7 da Noção de Nada. Apesar da recepção calorosa da galera, a banda já tinha falado que o show não seria uma volta às atividades, e sim uma oportunidade para a banda lembrar os bons momentos que viveram juntos.
Outro intervalo, para o público recuperar o fôlego do show eletrizante do Dias, e a Zander subiu no palco do Círculo Operário para fechar a noite. Com mais pessoas para ver o show e com caras novas próximas ao palco, a quarta e última apresentação da noite foi iniciada. Perto de meia-noite, Gabriel Zander (voz e guitarra), Gabriel Arbex (guitarra), Marcelo Mauni (baixo) e Bruno Bade (bateria) tocaram os primeiros acordes de “Bandida e Malvista” e de cara emendaram mais duas músicas no “Flamboyant”, álbum que o grupo veio lançar.
Zander @2017
O público, mais uma vez, não deixou a desejar. Muitas vezes o coro gritado dos fãs silenciava a voz de Bill, que é um vocalista com uma ótima presença de palco. O bate-cabeça continuou, rolavam uns stage dives e até uma pequena invasão de palco rolou, mais para o final do show. Em “Humaitá”, música do primeiro álbum completo da banda, “Brasa” (2010), o caos tomou conta da frente do palco. A Zander tocou músicas de todos os seus trabalhos lançados, exceto do Ep’tizer. Uma das canções mais pedidas foi “Dezesseis”, do trabalho de estreia, o EP “Em Construção” (2008).
Bill lembrou ao público que a banda estava vendendo seus produtos de merchandising, ao lado do palco, e o quanto era importante o apoio dos fãs para que a banda conseguisse seguir lançando trabalhos e fazendo shows. O vocalista também lembrou das bandas locais e da importância delas para que bandas de fora toquem na cidade e elogiou os presentes pelo suporte à cena local. Antes de finalizar o show, a Zander anunciou que tinha acabado de fechar outra apresentação, na Casa da Val, e convidou a galera para comparecer. Por fim, a banda se despediu com “Até a Próxima”.
A Acetona teve uma bonita festa de aniversário e compartilhou o presente com os fãs. A produtora homenageou, de certa forma, a cena de uns anos atrás trazendo a Dias, que teve uma importância muito grande para o hardcore do DF e mostrou que a capital ainda tem muita coisa nova a oferecer.
Perto de lançar o próximo álbum de inéditas, “Lovely Little Lonely”, o famoso grupo do Arizona, The Maine, mostra, mais uma vez, entender muito bem de relacionamento com o público. A banda, que tem um histórico de ótimas estratégias para fidelização dos fãs, ainda consegue se reinventar e arrumar novas formas de envolver seus admiradores na trajetória da banda.
Em uma geração que tem tantas informações à disposição e tantas formas de acessá-las, o gosto musical muitas vezes traz a sensação de identificação e pertencimento a um grupo. Mas, como fazer esse sentimento durar se também vivemos na era do desinteresse e das relações líquidas? O quinteto parece ter encontrado a resposta para essa complicada equação.
São dez anos de banda, cinco álbuns de estúdio e nove EPs. Com certeza, toda a experiência na estrada e lançamentos ajudaram o grupo a aprimorar a forma de se comunicar com os fãs. Mas, desde o começo, a banda soube como fazer esse vínculo entre fã e artista ser um de seus maiores trunfos. A base de fãs do The Maine, espalhada ao redor do mundo, parece ser uma das mais fiéis e os jovens músicos sabem como retribuir o carinho que recebem.
Presença online
O rol de ações de marketing de relacionamento deles é admirável para uma banda tão nova. Eles estão em todos os cantos da Internet: Facebook, Instagram, Twitter, Youtube, Snapchat e Tumblr. Além do perfil da banda, todos os integrantes estão presentes nas redes sociais, desde o vocalista John O’Callaghan, que gosta de usar o Twitter de forma mais poética, ao baterista Pat Kirch, que usa muito bem os 140 caracteres do microblog, com bastante frequência, para interagir com os fãs e atualizá-los sobre a banda.
No Instagram, você pode acompanhar banalidades do dia a dia dos músicos, fotos de apresentações, informações sobre a agenda de shows e até registros dos bastidores. O fotógrafo Guadalupe Bustos, que acompanha o grupo em várias ocasiões, faz lindos registros de vários momentos do quinteto.
O Youtube é outra ferramenta que a banda utiliza com maestria. A conta, criada há 5 anos, tem 441 vídeos, até o momento. Desde a criação da página, o espaço é usado para a comunicação com o público e consegue aumentar a sensação de proximidade entre ídolo e fã. Lá você encontra de tudo: videoclipes, os músicos explicando suas composições, anuncio de shows, os bastidores da tour, vídeos respondendo as perguntas dos fãs, registro de shows, documentários sobre a passagem da banda em outros países e a lista continua. No final do ano passado, eles lançaram uma série de vídeos, chamada “Miserable Youth”, com os bastidores da gravação do novo álbum.
Vantagens para os fãs
Mesmo com a forte presença online, a banda não se limita à rede de computadores para estreitar os laços de amizade com os fãs. Quem curte a banda pode facilmente conhecê-los, pois o Meet & Greet já virou uma tradição. Enquanto várias bandas cobram uma taxa extra pelo encontro com os fãs, antes ou depois do show, os estadunidenses fazem isso gratuitamente. Nos shows que acontecerão no Brasil, em julho, os primeiros 400 ingressos vendidos também dão direito ao encontro com Kennedy Brock, Garrett Nickelsen, Jared Monaco, Pat e John.
Em 2015, o grupo anunciou a tour “Free For All”, com treze shows gratuitos, passando por nove estados norte-americanos. No site oficial, a banda disse que a tour era uma forma de agradecer aos fãs que foram a inúmeros shows, assim como aos que nunca conseguiram ir a um show por falta de dinheiro.
Este ano, alguns fãs que compraram o “LLL” na pré-venda foram surpreendidos pelo Pat, que ligou para agradecer pela compra e apoio. O baterista prometeu, pelo seu Twitter, que continuará a contatar os fãs até a estreia do álbum, em abril. Outra ação promocional do álbum, mais especificamente da música de trabalho “Bad Behavior”, deixou os fãs alvoroçados: a banda fez uma aparição surpresa na casa de uma fã e tocou o single para ela, no fundo de um caminhão.
O grupo, que começou independente, foi pra gravadora e agora está independente de novo, criou o coletivo “8123” e chamou alguns artistas amigos para se juntarem a eles. O coletivo tem como objetivo desenvolver a carreira dos artistas envolvidos no projeto, trabalhando tanto o lado comercial quanto a conexão com os fãs, reconhecendo que estes são uma força motriz da indústria. Aliás, a banda deixa bem claro o seu “pé no underground” quando o assunto é entrevista. Mesmo com todo o reconhecimento da mídia, eles não deixam de conceder entrevistas para veículos pequenos. Você encontra entrevista do grupo no podcast da Alternative Press, no site da Billboard, assim como em blogs independentes e sem tanto alcance de público.
Sucesso absoluto no Brasil desde sua primeira visita, em 2011, os meninos também criaram uma loja só para os fãs da América do Sul, que vende produtos de merchandising da/para a “8123 Family”. Lá você encontra CDs, camisetas, bonés, etc, com preços bem próximos dos produtos de bandas brasileiras e com frete nacional.
Uma nova forma de promoção
E quando parecia que o grupo tinha usado todas as cartas da manga, o The Maine surpreendeu, novamente. Ontem (28), a banda anunciou a campanha de divulgação do “Lovely Little Lonely”. Afirmando que não tem interesse em fazer parte da indústria musical tradicional, o grupo deixou na mão dos fãs a promoção do novo álbum e da tour, dizendo que “vocês são a nossa gravadora”.
Chamada “#WEARE8123”, a campanha também funciona como uma espécie de competição, em que os fãs têm recompensas. A banda oferece várias alternativas para os fãs ajudarem a espalhar o som do novo álbum: vendendo o álbum por meio de um link personalizado, vendendo uma edição limitada em lojas físicas, promovendo a tour, o álbum ou pedindo a música de trabalho nas rádios locais.
Foram disponibilizados no site oficial flyers do álbum e tour, que podem ser baixados e impressos; assim como artes para divulgação nas redes sociais, como a capa do álbum, foto promocional, capa para canal no YouTube, link dos eventos, entre outros.
No caso do representante de vendas, a cada álbum vendido pelo link personalizado, 5% do valor vai para o fã. Esse valor será revertido em um cartão-presente da loja oficial da banda. Além disso, os líderes de venda semanais terão acesso a um grupo que terá um chat com a banda toda segunda-feira, até o lançamento do álbum. Toda venda conta pontos e os dez melhores vendedores terão prêmios exclusivos, como ingressos vitalícios para os shows da banda, uma música acústica escrita para você, um show acústico privado, vídeo chamada com os integrantes, cartões-presente e muito mais.
Sem dúvidas, a banda conseguiu criar uma boa relação com seu público e aprendeu a impulsionar o amor dos fãs para criar algo muito maior do que uma mera troca comercial. O grupo tem fãs que os acompanham desde o começo, que cresceram junto com a banda e que se sentem parte da história do The Maine.
Você pode saber mais sobre o concurso #WEARE8123 aqui.
O Canal RIFF esteve ontem, 23/02, no primeiro show da banda paulistaPagan John em solo carioca. O local escolhido foi o La Esquina, bar localizado na Lapa, zona mais boemia e acolhedora do Rio de Janeiro.
Começando um pouco depois do esperado, a banda Bordô abriu os trabalhos da noite. Eles apresentaram canções do EP de estreia “O Boato da Viúva Vermelha”(2015) e mesmo com um setlist curto, mostraram um som de qualidade e uma performace cheia de estilo.
Bordô @2017
Um pouco antes das 23 horas, Pagan John assumiu o palco e fez a noite valer muito a pena. O quarteto composto por Gustavo Pagan (voz e violão), João Milliet (violão, mandolin e guitarra), Leo Wicthoff (baixo) e Mauricio Sousa (bateria e percussão) ganhou projeção na última edição do programa Superstar, em 2016.
Formada em 2014 o grupo conta com músicos que já participaram de outras bandas e estão no meio musical há muito tempo, por isso pode soar familiar.
Pagan John @2017
Mesmo com problemas técnicos na primeira canção, eles pararam, se desculparam, recomeçaram e não deixaram isso abalar a noite que estava apenas começando. Carta foi escolhida como abre alas, seguida por Sina e Beija Flor.
Em um pouco mais de uma hora de show eles saíram completamente do clima carnavalesco que paira sobre a cidade e caminharam perfeitamente entre as músicas de “Inesperado” (2016) e as releituras como Sina e Maria Maria, sucessos que caíram na graça do público no programa Superstar. Do “Black to Grey” (2014), disco de estreia e com composições em inglês, eles só tocaram Raindrops On the Glass.
A interação com o público é constante e os músicos se divertem no palco como se não estivessem em um, o que torna a apresentação ainda mais especial e menos automatizada. A música gravada já é boa, mas aovivo é melhor ainda. No fim, a sensação é que todos ali fazem parte de uma grande família.
OutroEu e Melim estavam presentes e fizeram participações mais do que especias durante a apresentação, mostrando que a amizade iniciada no programa global se estende até hoje. Coisa de Casa, Zade e Meu Abrigo foram muito bem recebidas pelo público.
Pagan John e OutroEu @2017
Para a reta final do show, as músicas escolhidas foram Muito Obrigado e Come Together dos Beatles. A banda se despediu ao som de Maria Maria e para ajudarem nessa missão convocaram os integrantes da OutroEu e Melim para retornarem ao palco e fecharem com chave de ouro essa grande festa.
Não resta dúvidas que Pagan John arrebatou mais ainda os corações cariocas. Tomara que esse seja o primeiro de muitos outros shows por aqui!
Este slideshow necessita de JavaScript.
Para os que chegaram até aqui e não conhecem o som da banda, mas ficaram com vontade, confere aí:
Rafael Costa, vocalista e compositor da banda paulista Zimbra, lançou hoje, 17/02, a primeira música do seu projeto solo Bola. A canção intitulada Eu Que Nunca Amei, faz parte do disco já gravado pelo cantor, mas que ainda não tem data de lançamento. O Bola era um desejo antigo dele, mas só começou a tomar forma no início desse ano.
É impossível não comparar as sonoridades, mas a música do projeto é composta por voz e violão, e acaba sendo diferente do som da banda. Confira:
Muito ativo nas redes sociais, Rafael já tranquilizou os fãs da Zimbra deixando claro que vai continuar na banda. (Ufa!)
O músico carioca Lucas Parada lançou “NUM3R0L8G1A”, o primeiro trabalho de sua carreira. O álbum é composto por 14 faixas e mostra as diferentes influências musicais de Parada.
O disco completo e o clipe Quem Sabe de Mim já estão disponíveis no canal do Lucas no Youtube. Para alimentar ainda mais a curiosidade do público, o cantor divulgou um teaser com trechos de todos os vídeos que ainda estão por vir. Confira ‘NUM3R0L8G1A O Filme’:
Em comemoração ao seu aniversário de 26 anos , Ed Sheeran liberou na madrugada desta sexta-feira a música inédita How Would You Feel (Paean). Ela é a décima primeira faixa do álbum “÷” (Divide), previsto para ser lançado no dia 03 de Março.
No twiter, ele explicou que esse não é o próximo single, mas é uma de suas favoritas. E depois do vídeo, liberado no canal do cantor no youtube, podemos entender perfeitamente. Veja:
Sheeran anunciou recentemente a sua vinda aoBrasil em maio. A turnê vai passar pelas cidades de Curitiba (23), Rio de Janeiro (25), São Paulo (28) e Belo Horizonte (30) e já tem ingressos à venda.