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The Neighbourhood: Banda divulga novo EP “Hard” 

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa

Depois de MUITO mistério, finalmente o THENBHD divulgou nesta sexta-feira (22) seu mais novo EP, intitulado “Hard”.

A banda californiana sempre foi regada por mistérios e tensões. Sempre instigando seus fãs com publicações misteriosas e dramáticas. E ontem (21/09) o grupo usou mais uma vez essa característica e lançou um teaser em suas redes sociais, onde aparecem colando um cartaz em uma parede com o dizer “Hard”. Isso foi o suficiente pro público quebrar a internet e encher a timeline com questionamentos: “Novo álbum? Nova música? “Querem me matar do coração?”.

Bom, agora, pra acalmar – ou não – os fãs, eles confirmaram“Hard” é o primeiro trabalho de inéditas após o sucesso Wiped Out! (2015), seu último álbum. Isso é uma ótima notícia pra quem não estava aguentando mais de tata ansiedade pelo material novo dos caras.  Agora já se pode ao menos ter um gostinho do novo The Neighbourhood. O EP tem cinco faixas, Roll Call“, “You Get Me So High”, “Noise“, “24/7” e “Sadderdaze“.

Ao que parece esse é uma prévia de um álbum completo. Vamos aguardar porque deve ainda mais coisa boa por aí.

E lembrando, Mikey Jesse, baxista e vocalista, respectivamente, já deixaram claro, através de seus twitters que a banda vem ao Brasil. Informação confirmada pelo jornalista José Norberto Flesch, incluindo nela o parêntese de que eles tocarão no Lollapalooza.

Ouça abaixo, compartilhe e marque xs amigxs:

 

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Música e literatura: vocalista da banda Capela lança seu terceiro livro na Bienal do Rio

Por Tiago Bruno

Gustavo Rosseb (32), cantor e compositor da banda Capela, participante do reality show musical do Canal Sony, “Breakout Brasil”, também é escritor e figura como autor mais vendido no estande de sua editora na Bienal do Livro.

Sua banda, iniciada em 2012, foi indicada ao Prêmio de Música Brasileira na categoria “Melhor Disco Independente” com seu primeiro disco, “Música de Cabeceira”, e ganhou projeção após participar do programa de televisão, em 2014. Desde então, está em seu terceiro disco e segue construindo sua brilhante carreira e tocando em diversos palcos pelo Brasil, como no Rock in Rio.

“Nem escritor, nem músico, sou artista”

Gustavo, morador de São Paulo, não deseja se enquadrar em apenas uma forma de arte, por isso diz não se considerar músico ou escritor, mas sim artista. Em suas palavras: “Todo artista é um observador e um comentarista. A gente observa o mundo ao redor e confessa o que a gente viu. Se hoje eu quero expressar isso em música e amanhã em livro, porque não?”.

 Seus livros são constituídos em uma trilogia, chamada: As aventuras de Tibor Lobato. Sua obra explora o folclore brasileiro de uma forma nunca explorada antes, visando principalmente o público jovem adulto.

Até o dia 07/09, seus livros se encontravam nas primeiras colocações da lista dos mais vendidos no estande do grupo editorial “Pensamento”:

1° – O Oitavo Vilarejo
2° – A Carruagem da Morte
3° – A Guardiã das Muiraquitãs

O autor faz questão de estar no estande de sua editora todos os dias de evento e conversar pessoalmente com cada um de seus leitores e apoiadores. Segundo ele, a “troca” que acontece quando se estabelece essa relação é impagável.

Embora pareça difícil levar duas carreiras simultaneamente, Gustavo, que também é roteirista de cinema e designer, tem planos para os próximos anos. Sua banda segue a turnê do álbum “Gigante” e pensa na possibilidade de gravar um DVD no ano que vem. Já em sua carreira literária, seu primeiro livro virará um filme em 2019.

Os livros e músicas do Gustavo Rosseb podem ser encontrados nos seguintes links:

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Versalle mostra seu novo clipe: A Saudade é o que eu não quero

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

 

Faixa está no seu disco “Distante em um Lugar” (2015), lançado pelo selo Slap logo a pós o grupo ter sido finalista do programa Superstar, da rede Globo.

A letra da canção é retratada no vídeo com o sentimento de busca das pessoas pelos seus sonhos, a partida de um ponto ou situação, a outro (a) e saudade em meio a isso. Ao mesmo tempo em que promove esse sentimento ao ouvinte, o clipe mostra também a própria busca da Versalle por seus sonhos. Tão por isso, partes das cenas foram gravadas em Rondônia, terra natal da banda, e ilustram  sua partida rumo a novos horizontes.

A direção do vídeo é de Bruno Corsino (Fita Crepe Produções).  Foto  divulgação acima por Pedro Margherito. Assista o vídeo abaixo:

 

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Conheça o Las Quintas um novo espaço carioca para bandas autorais

Por Ygor Gomes

O Rio de janeiro ganha mais um espaço para as bandas da cidade e de outros lugares se promoverem: Las Quintas. O evento começa nessa quinta-feira (07) e irá ocorrer em todas as quintas-feiras de setembro na casa de shows La Esquina, na Lapa

As produtoras Abraxas, Collapse Agency, Flecha Discos  Speed Rock se juntaram para abrir um espaço maior para bandas independentes do cenário brasileiro, idealizando o Las Quintas como um projeto que irá misturar diversos segmentos do rock como metal, punk hardcore e rock alternativo, junto com exposições de artistas gráficos e nos intervalos o som ficará por conta dos DJ’s convidados de cada noite.

A primeira noite do Las Quintas contará com as bandas: Barizon e Ladrão, ambas cariocas e com os paulistas do War Industries Inc. O evento começa às 19:30, shots de Jägermeister serão distribuídos para os primeiros que chegarem na casa, o ingresso custará R$ 15 para quem tiver o nome no evento oficial do Facebook, que você pode acessar clicando aqui e R$ 20 se o seu nome não estiver na lista, está disponível para venda antecipa o passaporte para os quatro dias de evento, custando R$40, podendo ser adquirido por aqui

 

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O estado ”magnetite”: um pouco mais sobre o novo álbum da Banda Scalene

‏‏‏Por Camila Borges

“magnetite é um estado. magnetita é a pedra-imã mais magnética de todos minerais. cristais de magnetita estão presentes em diversos lugares da natureza e em cérebros de animais, inclusive nos nossos. magnetite é o estado de viver ciente e responsável pelas causas e consequências energéticas de nossas ações. inflamados com essa condição, magnetite é nosso estado.”

Assim descreve a Banda Scalene sobre o seu terceiro álbum de estúdio em suas redes sociais.

Com 12 faixas, o álbum gravado no estúdio do Red Bull Station teve seu lançamento na sexta-feira (18/8) e já é um dos mais queridos pelos fãs.

Aproveitando toda essa empolgação conversamos um pouco com o Tomás Bertoni, onde ele conta um pouquinho mais sobre o magnetite e algumas curiosidades.

Canal Riff: A arte do álbum é do Bruno Luglio, vocês já conheciam o trabalho dele? Como foi a escolha?

Tomás:  Conhecemos ele há um tempo. Ele era da banda Level Nine, então sabe como funciona o mercado e a vida na música. Hoje em dia ele é diretor criativo de uma agência em Nova York. Trabalhou no amor com a gente, interessado em ajudar e chegar em um resultado legal. Foi um prazer ter ele conosco, o cara é gêniozinho.

E sobre o processo de gravação, como foi gravar no Red Bull Station? Alguma coisa diferente que você possa contar?

Foi a primeira gravação completa em um estúdio profissional. O Real/Surreal foi 100% em home studio, o Éter gravamos bateria em um estúdio profissional e o resto em home studio e agora no magnetite tivemos o apoio da Red Bull pra gravarmos no estúdio deles. Não necessariamente um caminho é melhor que o outro, são escolhas bem relativas e com muitas variáveis, mas queríamos a experiência de passar semanas em um estúdio como o da Red Bull Station pra gravar um álbum. Sentimos que mudarmos por um mês pra SP também seria interessante pelo foco natural que isso iria gerar. Estávamos todos em outra cidade, das 11h às 20h, todo dia. Diferente de gravar em casa, com horário mudando todo dia, com compromissos do dia-a-dia e etc.

Red Bull Station in Sao Paulo, foto Patrícia Araújo

A maioria das músicas são do Gustavo, você tem participação em duas. Como é o processo de composição de vocês (banda) juntos?

Na verdade tenho participação em bem mais de duas haha e o processo do instrumental e da letra são em momentos meio separados e minha participação é grande principalmente nas letras. Varia muito! Algumas músicas o Gustavo faz tudo como foi o caso de ‘maré’ (eu escrevi só uma frase dessa haha), outras eu faço a letra inteira e o Gustavo todo o resto. ‘fragmento’ por exemplo chegou a ter duas letras sobre temas diferentes, uma eu fiz e a outra eu ajudei o Gustavo a terminar. A letra que ficou foi finalizada todo mundo junto um dia antes de gravar voz.

No início de tudo a preocupação maior é de estruturar a música, depois vamos pensando nos arranjos e nas letras. No processo de fazer os arranjos e letras as vezes mudamos a estrutura. Então realmente não tem um passo-a-passo definido, vamos deixando o fluxo nos levar e vamos fazendo o que cada composição pede.

Existe algum motivo de os nomes das músicas estarem todos em letras minúsculas?

falar hoje em dia é digitar, então é falar com calma, em voz baixa. também chamando atenção pro conteúdo e não como ele é divulgado.

Tenho duas perguntas sobre Phi

A primeira é que o final de Phi liga a introdução de Extremos Pueris. Dá uma certa sensação de como se o álbum não tivesse fim. Foi pra galera se sentir assim ou só pra haver ligação mesmo entre as músicas?

todos são parte do ciclo sem fim, causa e efeito do bom e ruim.

A segunda é que numa parte de Phi a gente nota o instrumental de XXIII, as músicas foram compostas ao mesmo tempo, uma depois da outra, tem alguma ligação?

tem que digitar as músicas em caixa baixa gente, bora nessa haha

então! phi foi composto na época do DVD, junto de Inércia, Vultos e Entrelaços. ponta do anzol também, falando nisso. Escolhemos as três do DVD, mas estávamos muito apegados e gostávamos muito da música que ainda não tinha nome nem letra. Usar parte da música como introdução do DVD e de toda a turnê do DVD foi uma forma daquela composição já fazer parte das nossas vidas desde ano passado. E estava nos planos ela vir no álbum desde sempre. Acabou que virou duas músicas diferentes e complementares. Uma espécie de sequência, como rola em Sonhador e Sonhador II, mas de outra forma e com outra proposta.

Foto Breno Galtier

É pouco tempo pra saber, mas dá pra ter uma noção do que a galera tá achando do álbum?

Foi muito legal ver tanta gente já gostando de primeira, disposta a ouvir e gostar, de coração aberto pra absorver o que tem de diferente. Repercussão tá muito boa! Tem uma galera estranhando, mas estaríamos bem mais preocupados se não tivesse. Normal um álbum que a banda explora outros caminhos, os ouvintes precisarem de algumas ouvidas pra digerir. Estamos com o sentimento que os objetivos estão sendo cumpridos e expectativas alcançadas. Galera gostando bastante das letras também, o que tem sido bem gratificante. Como você disse, tem pouco tempo ainda, mas a tendência é ir crescendo mais ainda.

Vocês tiveram muito da música brasileira num todo no Magnetite, dá pra citar algumas bandas/cantores que serviram de inspiração?

Vitor Rammil, Metá Metá e Lenine são algumas. As bandas amigas da nossa geração influenciaram bastante também. Muita gente sacou que Inky foi influência por exemplo. Ouvíamos muita mpb e bossa nova quando éramos crianças, resgatamos isso nesse álbum também.

E sobre o Rock in Rio, falta praticamente um mês! Estão ansiosos? Como anda a preparação pra esse grande dia?

Ansiedade vai começar a bater mais perto só. As músicas que tocamos desde ano passado ou desde 2013 tão mais que ensaiadas, a questão maior vai ser decidir quantas músicas novas vamos tocar e ensaiá-las muito bem. Além de descobrir como vamos encaixá-las na setlist. Geralmente esse processo acontece aos poucos ao longo de meses de shows até ficar bonzão e não vamos ter esse tempo.

Com álbum novo vem turnê nova. Quais os próximos passos após o Rock in Rio?

Continuar divulgando o magnetite, fazer os shows que estão sendo marcados e gerar mais conteúdo do álbum novo. Estamos com vontade de voltar a fazer colaborações com bandas amigas também, tomara que a gente consiga.

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Arctic Monkeys: Sexto álbum sai até o fim do ano

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

 

A especulação sobre o sexto álbum da banda só não é tão grande quanto o desejo e ansiedade dos fãs por ele. Diversos rumores e relatos foram aparecendo, e desde o final de 2016 quando o grupo foi visto reunido em Sheffield para supostamente começar a compor o novo disco, e depois que fotos foram sendo compartilhadas, só aumentaram as esperanças do público pelo sucessor de “AM” (2013).

 

Alex Turner ao piano | @ danielecavalli

Alex Turner, inclusive, deu uma entrevista à Shamir Masri, da BBC, confirmando os rumores:

“Alex Turner told me during an interview for @BBCSheffield they are coming back to Sheffield to pen a new album.. it Is happening!” Confira aqui.

Dessa vez, a “confirmação” da chegada do novo álbum veio através de um fã da banda. Will Franco revelou em sua conta no Instagram, que depois de um show do Royal Blood teve uma conversa com Matt Helders (Baterista do AM), e ele confirmou que a banda lançaria algo até o fim de 2017.

Nos comentários de sua publicação, Will foi questionado: “did you ask about the new album?” E respondeu em seguida: “I did. He told me hopefully by the end of the year”.

 

Reprodução Instagram | @ scummyman

 

É amigos, a ansiedade é grande. Mas tudo indica que esse disco deve realmente sair. E seria demais imaginar os caras no Lollapalooza? Bom, não custa nada sonhar.

 

 

 

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M83: Divirta-se e inspire-se com “Do It, Try It”

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

 

Em 2016 o M83 lançava o seu sétimo – e interessantíssimo – disco de estúdio, intitulado “Junk”. O registro cheio de pop oitentista, ganhou mais um capitulo nesse mês, com um novo vídeo para a faixa “Do It, Try It”.

Na produção, dirigida por David Wilson(que já trabalhou com nome como Royal Blood, Arcade Fire e Tame Impala), vemos uma família com pais estressados em uma refeição bastante conturbada. Ao longo do vídeo, o filho do casal, para conseguir lidar com estresse dos pais, imagina seus desenhos ganhando vida e saltando do papel para o mundo real.

Aos fãs de M83, fica a bem humorada referência do sapinho que aparece no clipe. Reconhecem?

Assista abaixo ao vídeo e divirta-se.

 

 

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Buzina Festival 2: Supercombo, Fresno, Pense, Medulla e mais

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

 

Com dois palcos, 30 bandas e mais de 22 horas de shows distribuídos em dois dias, o Buzina Festival  chega para sua segunda edição nos dias 23 e 24 de setembro em São Paulo.

Através da Agência Pindorama o festival nasceu no intuito de dar oportunidade pra novas bandas e evidenciar todo o cenário musical do país. Na sua primeira edição, que foi realizada em abril desse ano e contou com bandas como Scalene, Zimbra e Selvagens à Procura de Lei, o Buzina fez uma bela festa e foi de fato um sucesso, e agora a expectativa é de um evento ainda melhor.

Você pode adquirir online os ingressos no site Clube do Ingresso e acompanhar todas as novidades e programação na página oficial do festival no facebook.

 

Acessa nossa agenda de shows e fica por dentro de todos os eventos que estão rolando.

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Maglore libera “Aquela Força”, single do seu quarto álbum

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

A queridíssima Maglore liberou nesta quinta-feira o primeiro single do seu quarto disco de estúdio, intitulado “Todas as Bandeiras”.

“Aquela Força” é mais uma ótima composição da banda. Escrita por Teago Oliveira e por Luiz Gabriel Lopes, da banda Graveola, ela propõe aquela ideia espirituosa e otimista de que as pessoas possuem uma força interior, que pode movê-las a um futuro com bons acontecimentos.  Além de tudo, as marcantes guitarras da banda aparecem novamente como protagonistas na canção.

O novo disco da Maglore está previsto pra sair em setembro, mas já dá pra sentir um gostinho do que vem por aí com a nova música. Ouça abaixo e nos conte o que achou.

 

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Whitney no Brasil: Duo americano anuncia show em São Paulo

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

 

Whitney é um duo formado em Chicago em 2015, por Marx Kakacel e Julien Ehrlich. E amigos, se vocês ainda não conhecem o som dos caras, essa é uma ótima oportunidade para tal. Eles apresentam um som bem particular e doce, uma leve mistura de country e soul (há quem diga que é um indie pop) com influência de Neil Young e Bon Iver. Tão por isso eles já são vistos com excelentes olhos nas terras norte americanas.

Em 2016 eles lançaram o álbum “Light Upon the Lake” – com destaque pra faixa “No Woman” -, que vem sendo muito bem aceito e gerando bons frutos. Inclusive desde seu lançamento, a Whitney já passou por grandes momentos nos festivais mais concorridos do circuito, estiveram no Lollapalooza Chicago e Glastonbury e como exemplo.

A show deles aqui no Brasil acontecerá no dia 14 de novembro em São Paulo em mais uma excelente produção da Balaclava Records. Você já pode adquirir os ingressos, que variam entre R$ 60,00 e R$ 120,00, no site do Sympala.

Riffeiro preste atenção nessa banda. Ouça e confie.

 

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The National no Lollapalooza Brasil

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

A organização do Lollapalooza  ainda não deu muitos detalhes sobre a programação do festival, ou mesmo sobre os preços. A novidade já adiantada é que na edição do ano que vem, voltaremos a ter três dias de evento.

Contudo, nomes já vão sendo noticiados como prováveis a subir no palco do Autódromo de Interlagos (SP). O jornalista José Norberto Flesch já havia afirmado, por exemplo, que Royal Blood e Pearl Jam desembarcariam em São Paulo como headliners.

Hoje (11/08), Flesch apareceu novamente, e em sua conta pessoal no Twitter, divulgou que The National é mais uma atração confirmada no festival.

A banda americana de indie rock, formada em 199, em Ohio, recentemente lançou a canção “Carin at the Liquor Store”, que estará presente no seu sétimo álbum, “Sleep Well Beast”, com data prevista de lançamento para 8 de setembro.

E ai riffeiros, curtiram a novidade? Quem aí curte The National?

 

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Festival Dosol 2017: Mais de 35 artistas e muita diversidade musical

Por Felipe Sousa | Felipdsousa

Já falamos aqui que os festivais nacionais vêm ganhando força e mostrando que o país pode sim produzir grandes eventos.

Mais um, que já é tradicional na cena, o Festival Dosol chega com mais de 35 atrações para a edição de 2017. O evento acontecerá nos dias 11 e 12 de novembro em Natal, Rio Grande do Norte, e também contará com sideshows do dia 13 ao 19.

O festival traz uma diversidade musical enorme, e muito rica, contando com artistas de várias partes do país.  Dentre os nomes já confirmados, estão a Menores Atos (RJ), Gorduratrans (RJ) – que recentemente lançou seu segundo, e excelente álbum “Paroxismos” -, Liniker e os Caramelows (SP), Projeto Rivera (CE), BRVNKS (GO), e mais.

Mais nomes e informações sairão em breve, mas você já pode garantir seu ingresso, e acompanhar tudo na página oficial da produtora Dosol no facebook.

E lembrando que todos os eventos que mencionamos aqui estão listados na nossa agenda de shows. Fica ligado que estamos sempre atualizando e te deixando por dentro do que tá rolando.