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Podcast: Como foi o Prêmio RIFF 2016?

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Resenha: O amor existe + Jéf @Vizinha123

Por Natalia Salvador  | @_salvadorna 

O Happy Hour do dia 23 de novembro foi repleto de sentimentos. A combinação O amor existe e Jéf encantou os corações apaixonados e os casais que foram para a Vizinha 123, em Botafogo. Os shows inéditos na capital carioca foram recebidos com muito calor, carinho e apoio vocal do público. “Não imaginava que seria assim a recepção, foi muito bonito e emocionante”, afirmou o gaúcho Jéf.

O escritor e músico, Leandro Neko, foi quem abriu a noite e apresentou para os cariocas o projeto O amor existe, que une crônicas, música e convidados especiais. Em entrevista ao Canal RIFF, Neko afirmou que todos os dois EP’s e CD já lançados foram feitos com importantes parcerias, como Uyara Torrente (A banda mais bonita da cidade), Lucas Silveira (Fresno), Jéf e Anna Sofya, que participou do recém lançado CD Transbordar.

“E eu já estou para lançar uma música nova com a participação de uma amigona minha lá de Curitiba, cada vez chamando mais gente para agregar né. Estão para sair coisas bem legais por ai”, contou.

O show se desenrolou leve entre músicas e conversas. O setlist passeou entre canções dos 2 EP’s, como ‘Coração de Isopor’ e ‘Como meu coração foi gostar do teu?’, além de músicas do CD e o single ‘Eu também não é eu te amo’, lançados em 2016. O gaúcho ainda apresentou sua primeira composição para a banda Tópaz, onde é baterista, ‘Saudade de sentir saudade’ e deixou os fãs eufóricos.

Jpeg

Em seguida, quem subiu ao palco foi o cantor e compositor Jéf, que nesse ano, além de se apresentar em diferentes cidades do Brasil, esteve presente no festival SXSW, em Austin, Texas (EUA). “Foi uma experiência incrível! Eu saí do país pela primeira vez, sem saber falar inglês direito, e tinha gente lá cantando as minhas músicas. Foi bem legal”, lembrou. Sem banda, o cantor se apresentou para um público cheio de carinho e músicas como ‘Rema e acredita’, ‘Quando você voltar’ e ‘Tão pra lá’ na ponta da língua.

Além de projetos para produção de um novo CD, Jéf contou ao RIFF que, em 2017, estreia nas telonas como protagonista de um musical chamado ‘A maré’. “Eu também fiz a trilha do filme, são músicas novas e estão bem legais. Eu gosto muito de cinema né, o coração bate diferente”, acrescentou.

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Para quem já curte o som dos projetos a dica é ficar de olho nas novidades que estão por vir no próximo ano e torcer para Neko e Jéf voltarem logo para a cidade maravilhosa, por eles parece que tudo bem essa ideia. E se você ainda não sabe do que eu estou falando, vale a pena conhecer o trabalho desses dois gaúchos!

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Conheça todos os vencedores do Prêmio RIFF de Música 2016!

O Canal RIFF viveu neste dia 1º de dezembro o dia mais louco de seus quatro anos de história. Graças a quatro bandas incríveis e mais de 350 pessoas que passaram pelo Teatro Odisseia, no centro do Rio de Janeiro. A entrega do Prêmio RIFF de Música 2016 teve shows lindos da El Toro Fuerte, Def, Hover e Versalle.

A noite reuniu também os produtores e colaboradores do coletivo de audiovisual RIFF. Pelo segundo ano seguido distribuíram troféus para várias categorias – 13 ao todo. Oito nacionais e cinco internacionais.

Os grandes vencedores da noite foram Scalene e David Bowie, cada um com duas premiações. Destaque também para a premiação de ‘Melhor Instrumentista’ para a baterista Larissa Conforto, a única presente que de fato levou o troféu – afinal, Larissa, baterista da Ventre, tocou com a El Toro Fuerte.

Ao todo foram mais de 2500 votos recebidos de todo o país – e de vários cantos do mundo. O RIFF deixa aqui o seu MUITO obrigado a todos que participaram de alguma forma desta premiação! Ano que vem tem mais! :)


Confira abaixo todos os vencedores através do voto popular:

INSTRUMENTISTA DO ANO: Larissa Conforto (Ventre/Xóõ) 

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MELHOR CLIPE – INTERNACIONAL: ‘Lazarus’ (David Bowie)

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MELHOR CLIPE – NACIONAL: ‘Ai, Ai, Como Eu Me Iludo’ (O Terno)

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MÚSICA DO ANO – INTERNACIONAL: ‘Burn The Witch’ (Radiohead)

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MÚSICA DO ANO – NACIONAL: ‘Vultos’ (Scalene)

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SHOW DO ANO – INTERNACIONAL: Guns N’ Roses

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SHOW DO ANO – NACIONAL: Scalene

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ÁLBUM DO ANO – INTERNACIONAL: ‘Blackstar’ (David Bowie) 

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ÁLBUM DO ANO – NACIONAL: ‘Sabotage’ (Sabotage)

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BANDA/ARTISTA DO ANO – INTERNACIONAL: Twenty One Pilots    15241934_10154079314661961_4665252792596435102_n

BANDA/ARTISTA DO ANO – NACIONAL: Pense

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REVELAÇÃO 2016: Plutão Já Foi Planeta 

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MÍDIA DE MÚSICA: Tenho Mais Discos Que Amigos

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Em breve fotos e vídeos do Prêmio RIFF. Siga nossas redes sociais para mais detalhes!

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20 Anos Sem Renato Russo | Drops RIFF

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Live: As últimas informações sobre o Prêmio RIFF 2016

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Hover, Versalle, El Toro Fuerte e Def: Conheça as bandas que estarão no Prêmio RIFF

A cerimônia de entrega do 2º Prêmio RIFF de Música será na próxima quinta-feira, dia 1º de dezembro, no Teatro Odisseia (RJ). Além de anunciar os vencedores das 13 categorias indicadas (vote neste link: http://bit.ly/PremioRIFF2016), o evento terá também shows com quatro bandas de destaque na cena atual: Hover (RJ), Versalle (RO), El Toro Fuerte (MG) e Def (RJ).

Identidades diferentes, porém todas bandas mais do que promissoras de rock. Fizemos uma playlist com algumas músicas de cada um das bandas.

Também separamos alguns clipes das bandas:

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Resenha: Wander Wildner @Teatro Rival

Por Guilherme Schneider | @Jedyte | Fotos: Marcelo Mirrela

Às vezes as boas oportunidades da vida estão pertinho de nós. E, infelizmente, nem percebemos. Um bom exemplo foi no último dia 3 de novembro. Uma quinta-feira chuvosa no Rio de Janeiro que poderia passar desapercebida – ainda mais na noite do Centro da cidade. Mas, havia algo de especial para acontecer no Teatro Rival: show de graça do Wander Wilder.

Mesmo garimpando para atualizar sempre a Agenda de Shows, não tem jeito: um ou outro show acaba de fora por desconhecimento. Por muito pouco não perdi o retorno do ex-vocalista dos Replicantes – fundamental banda oitentista de punk rock do Rio Grande do Sul. Fiquei sabendo na véspera, por acaso. Desde o show de junho, quando abriu para o Ira, fiquei com o som do Wildner na cabeça.

Confesso que pouco conhecia até então, mas, depois disso, virei fã do cara. Muito graças a sinceridade de um show ao vivo. O proclamado ‘bardo do punk brega‘ trouxe novamente um show à altura da expectativa recém-criada. Apesar do show de gratuito (vale muito a pena ficar de olho na programação do Teatro Rival), a casa encheu mesmo pertinho da hora do show – dando até um susto. Porque, convenhamos, seria muito injusto.

Aos 57 anos Wander Wilder mostra a fome de um garotão. Novamente fazendo tabelinha o talentoso Power Trio carioca Beach Combers, Wildner fez um show que foi crescendo aos poucos. Começou na voz e violão, sozinho, ao lado do LP ‘Feito para Dançar 9″ de Waldir Calmon, que servia de decoração do belo palco da casa. Até a entrada dos Beach Combers a maioria do público estava sentada nas mesas, como quem apreciava um show num bar.

Porém, a medida em que as cervejas desse bar iam sendo consumidas, o povo se levantava para dançar. O repertório pedia isso. Presentes as principais músicas da coletânea Wanclub, lançada neste ano. Sinceramente, para mim um dos melhores álbuns do ano – mesmo que não se trate apenas de lançamentos. Um resumão da carreira, que merece ser ouvido já, com regravações desde o tempo de Replicantes até as composições mais novas.

Músicas como ‘Bebendo Vinho‘, ‘Eu Não Consigo Ser Alegre O Tempo Inteiro‘, ‘Um Lugar do Caralho‘, ‘Surfista Calhorda‘, ‘Astronauta‘, ‘Amigo Punk‘ esquentaram o clima. Que presença. Um canastrão raro e necessário para o rock nacional.

Há quem diga que o público dos shows do Wander Wildner é quase sempre o mesmo. Habitués que não querem perder aquele vibe. Ganharam mais um para o time. E, espero que a crescente siga se confirmando – até porque tem álbum novo saindo do forno.

A saideira foi ao som de ‘Festa Punk‘, hino do gênero no Brasil. Palco devidamente invadido e aquela energia caótica que o underground pede. Wander agradeceu ao público, elogiou a casa e foi pra galera literalmente. Que volte mais vezes.

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