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Rock Am Ring 2017 e o Terror na Música | Live da Madrugada

 

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Unboxing da Velvet Store

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Resenha de Álbum

Com “Last Young Renegade”, All time Low mostra crescimento e tenta alcançar novos objetivos na carreira

Por Ygor Gomes

O All Time Low cresceu e vem mostrou um amadurecimento em suas músicas. Isso pode ser percebido a cada lançamento e até mesmo no comportamento da banda, que foi de um grupo da cena alternativa americana a pessoas de quase 30 anos de idade consolidados em sua carreira, que sabem muito bem o que estão fazendo. O grupo vinha trabalhando em segredo no disco ‘’Last Young Renegade’’ a quase um ano. Atualmente eles fazem parte da Fueled By Ramen, uma gravadora conhecida por produzir artistas como Paramore e Twenty One Pilots.

“Last Young Renegade” é a conclusão de todo o trabalho que a banda fez durante todo esse tempo, no ano em que marca uma década de lançamento do disco que os fez ficarem conhecidos mundialmente. É um álbum bastante linear que consegue prender o ouvinte e também não deixa a desejar. Mesmo com diversas musicas que não usam muitas baterias e guitarras, trocando esses elementos por sintetizadores, os elemento de pop punk ainda são bastante presentes.

Esse tom mais adulto e um pouco mais pop do que punk pode levar a banda a um novo degrau na indústria musical, atraindo o grande publico e a mídia massiva. Uma grande evolução para o grupo, que já tentou isso com o álbum “Dirt Work“, lançado em 2011 por outra grande gravadora, mas não conseguiu atingir muito seus objetivos.

Podemos ver que a banda está mais evoluída e ciente do que fazem, “Last Young Renegade” é o trabalho mais adulto e sério do All time Low, é uma mudança bem vinda e bastante consciente e que nos mostra o crescimento tanto musical quanto individual da banda.

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Os cincos vídeos mais bem-humorados do Foo Fighters!

Por Tiago Bruno

O Foo Fighters é, sem dúvidas, uma grande banda com diversas qualidades. No entanto, além da sua qualidade musical, precisamos admitir que a banda ganha muitos fãs com seus clipes bem elaborados e divertidos. Alguns dos mais famosos possuem certa aleatoriedade e um bom toque de humor. Ao abraçar algo que poderia ser visto como embaraçoso, transformam em algo genial. Utilizam-se do humor simples somado a grandes produções para surpreender seus fãs a cada lançamento.

Dirigido por Dave Grohl e lançado hoje (1º de junho) de surpresa para divulgar as datas da nova turnê internacional, “Run” é mais um dos clipes produzidos por Dave para a sua banda, assim como “Rope” e “Monkey Wrench”.

Embalados pelo lançamento, trazemos a vocês os cinco clipes mais bem-humorados da banda:

1 – Learn To Fly

Os membros interpretam diversos papéis em um voo de avião com problemas de turbulência. A banda acaba aterrissando a aeronave e salvando a todos. O clipe ainda conta com a participação, mais que especial, do Tenacious D. De longe um dos vídeos mais bem-humorados da banda e uma das músicas mais populares também.

2 – Long Road To Ruin

A banda interpreta personagens de uma novela antiga. Dave Grohl vive seu alter ego Davy Grolton, um protagonista muito sentimental e egocêntrico.

3 – Everlong

O clipe se passa nos sonhos de Dave e circula por vários cenários: uma festa alternativa, um filme de terror e etc… Assim como quase em todos os vídeos da banda, Dave e Taylor fazem um casal.

4 – Big Me

Levando de um jeito divertido, o clipe reproduz comerciais de bala, aparentemente a Mentos, criando a “Footos”. Durante o clipe, feito intencionalmente em uma qualidade baixa e com formato clichê, todas as adversidades que aparecem são resolvidas ao colocar uma bala na boca e, é claro, com uma propaganda.

5 – Breakout

A história se passa em um cinema no estilo “drive-in”. Dave interpreta uma pessoa tímida e que vai a um encontro. Devido a sua timidez e tranquilidade, seu personagem é ofendido das mais diversas formas, até que surta e dá o troco.


Qual o seu clipe favorito do Foo Fighters?

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Resenha de Álbum

Papa Roach faz uma visita às suas origens com o novo “Crooked Teeth”

Por Ygor Gomes

Com quase duas décadas de existência, o Papa Roach lançou no último dia 19 seu novo álbum de estúdio, “Crooked Teeth”.

A banda vem tentando se reposicionar na indústria desde seu o álbum, “F.E.A.R” em 2015. O CD não recebeu muita atenção na época e foi definido como fraco pela maioria da mídia especializada. O Papa Roach sumiu por um tempo após esse lançamento, retornando aos poucos no ano passado com uma turnê mundial e a produção do novo álbum.

Crooked Teeth chega como uma forma da banda se renovar pois, como nas palavras do próprio Jacoby Shaddix, vocalista da banda, em entrevista recente a uma rádio americana , o som deles estava se tornando repetitivo e eles precisavam sair um pouco da caixa e fazer algo diferente.

Com esse álbum a banda volta um pouco as suas origens produzindo um bom “rap-rock”, em musicas como “Break The Fall“, “Born For Greatness” e “Sunrise Trailer Park” que conta com a participação do rapper Machine Gun Kelly. O disco tem uma pegada muito mais pesada que seu antecessor e não deixa cair o ritmo em nenhum momento. A balada “Periscope“, que tem a participação da cantora Skylar Grey, que é um momento de transição do CD.

No contexto é um bom trabalho, porém não mostra uma verdadeira mudança na carreira da banda. O álbum é entregue como uma produção mais voltada para os fãs que já conhecem e acompanham o grupo há algum tempo. O disco e sua versão Deluxe vêm com uma apresentação ao vivo realizada no ano passado nos Estados Unidos, que vem como um bom bônus mas deixa a desejar na qualidade do som.

Podemos destacar desse trabalho as faixas “My Medication“, “None of the Above“, a faixa-título “Crooked Teeth” e “Help“, algumas dessa já haviam sido divulgadas antes e são uma ótima pedida para começar a descobrir a banda.

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Resenha

Resenha: O Autossuficiente Ed Sheeran @Jeunesse Arena

Por Lorena Nascimento | @lorenallori 

Após dois anos de sua última vinda ao Brasil, com a X Tour, o cantor britânico Ed Sheeran voltou com tudo! Na última quinta-feira, 25 de Maio, o ruivinho subiu no palco da Jeunesse Arena, e levou os fãs (e até os não tão fãs: o/) à cantarem e pularem por quase duas horas.

Com o lançamento de seu terceiro álbum, “÷ (Divide)”, em março deste ano, o cantor e compositor de apenas 26 anos, trouxe em sua nova turnê, além dos novos hits, sucessos de seus outros dois álbuns: “X (Multiply)”, lançado em 2014, e “+ (Plus)”, seu álbum de estreia (2011).

Um fundo todo preto, um pedestal e um microfone.

Pensei: “será que é só isso?”

Assim que Ed Sheeran subiu ao palco, já foi logo tocando (e gravando) os acordes de “Castle On The Hill”, primeiro single lançado do “÷”. Sucesso! Durante 60 segundos, enquanto ele fazia o papel de toda uma banda, as fãs gritavam, empolgadas.

Entre uma música e outra, algumas ~tímidas~ interações com o público, mas suficientes para tirar o fôlego das adolescentes (que eram a maioria).

Falando em tirar o fôlego, um dos pontos altos do show foi quando Sheeran tocou uma versão de “Bloodstream” (sim, eu fiz o dever de casa e ouvi o setlist até decorar tudo =p), e mostrou todo seu talento e autossuficiência. O cara fica sozinho num palco, só ele, um microfone e alguns violões, e não deixa nada a desejar!

Outro ponto alto foram os mega telões, com projeções incríveis, que os fizeram sair do óbvio, e realmente deram toda a diferença no clima do show.

E, pra quem como eu, checou o setlist e achava que não teria nenhuma surpresinha na noite, também se enganou. No meio do show, Sheeran puxou a clássica “Feeling Good”, da Nina Simone (que, pra minha surpresa, nem só os mais velhos cantaram junto), seguida da linda “I See Fire”, que faz parte da trilha sonora do filme “O Hobbit”. Mais pontos pro ruivinho!

Após cantar sucessos como “Give Me Love”, “Photograph”, “Thinking Out Loud” e “Sing”, Ed Sheeran voltou pro bis, vestindo uma camisa do Brasil e, claro, deixando os fãs ainda mais eufóricos pra cantar a tão esperada “Shape Of You”.

A fã Juliana Oliveto, que estava na plateia, sentiu o mesmo que eu: “Com voz, muitos violões e um apoio de recursos de áudio, ele conseguiu levantar e encantar a plateia de forma que ter ou não uma banda não fez diferença. O telão foi um show à parte e ajudou a tornar a atmosfera do show ainda mais especial. Foi uma noite inesquecível, e vi gente de todas as idades saindo encantada e sem voz.”

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Saí do show com uma certeza: Ed Sheeran conquistou novos fãs, um espacinho maior na minha playlist, e no coração dos pais e mães que caíram lá de pára-quedas, mas cantaram e dançaram ~quase~ mais que os filhos! ;D

Ed Sheeran Setlist Jeunesse Arena, Rio de Janeiro, Brazil 2017, ÷

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Lançamentos

Ouça! Depois de dois anos sem lançamentos o NX Zero divulga novas músicas

         Por Thaís Huguenin

Sem lançar músicas inéditas desde Norte (2015), O Nx Zero divulgou nesta sexta, 26/05, os singles Sintonia Nessa Cidade. Produzidas por Rafael Ramos, Deckdisk, elas trazem uma sonoridade diferente dos últimos trabalhos, mas isso é uma coisa que os fãs da banda aprenderam a lidar lá atrás, entre os álbuns Sete Chaves (2009) e Projeto Paralelo (2010).

Com 16 anos de carreira o quinteto já passou por diversas fases de composição, seja numa casa de praia isolada ou dentro do estúdio, o mais importante disso tudo é que eles se reinventam a cada trabalho. Infelizmente, essa mudança leva a uma divisão de opiniões entre os fãs, já que sempre vão existir os que gostam dessas metamorfose e os que preferem a banda como conheceram, vide os casos recentes de Paramore e Linkin Park.

Mais do que a questão da sonoridade isso tudo envolve o amadurecimento da pessoa, tanto no âmbito profissional quanto no pessoal. É um ciclo natural, pois estamos em constante mudança e no fim temos que aprender a lidar com isso. Diego, Leandro, Filipe, Conrado e Daniel nesse novo trabalho só reforçaram a premissa de que se fazemos algo com verdade, isso tende a se propagar de maneira positiva. Como diz a letra de Sintonia: “É um novo ciclo que se inicia”.

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Será que seríamos fãs DESSE Paramore no passado?

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Resenha

Resenha: Scalene + Alarmes @Imperator

           Por Natalia Salvador | Fotos: Thaís Huguenin

O palco do Imperator é famoso por receber grandes shows e ser responsável por proporcionar noites especiais para o público, e dessa vez não seria diferente. A dobradinha brasiliense Scalene e Alarmes fez uma mini tour conjunta e, na última quinta-feira, dia 18 de maio, foi a vez do Rio de Janeiro receber essas duas bandas com  euforia e energia, já conhecidas, do público fiel.

Dos palcos gringos direto para a cidade maravilhosa, Arthur Brenner, Gabriel Pasqua e Lucas Reis fizeram o primeiro show depois de uma série de apresentações pela Europa. O trio passou por cidades de Portugal e Espanha e voltaram ainda mais entusiasmados para conquistar o público. O show contou com músicas do CD ‘Em Branco’, primeiro da banda, e que comemora um ano de lançamento.

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Alarmes @2017

Ao contrário do que se costuma observar, a casa já estava cheia logo nas primeiras músicas e a galera acompanhava o trio com muita empolgação. Além dos movimentos de headbang, o rebolado também marcou presença, como na performance coreografada de ‘Mas não sei’. ‘Incerteza de um encontro qualquer’, ‘Não quero mais’ e ‘Tempo bom’ também marcaram presença no setlist. O palco que podia parecer grande, ficou pequeno para a Alarmes.

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Alarmes e Scalene @2017

Encerrando a turnê do DVD ao vivo, a banda Scalene parecia estar em casa no palco do Imperator. Para um show em dia de semana na zona norte carioca, o público compareceu em peso e encheu a casa. Os fãs do quarteto já são conhecidos pela energia e interação durante as músicas, e familiarizados com o setlist, a galera não parou desde a introdução ‘XXIII’ até o encerramento, com ‘Legado’. Mas se enganam os que acham que isso leva o show a uma mesmice. Toda apresentação da Scalene é uma nova (e boa) surpresa.

A grande novidade da noite ficou por conta dos brinquedinhos tecnológicos usados pelo baixista Lukão, que incrementaram e deram um toque especial às faixas. Além das clássicas rodinhas nas músicas mais agitadas, o carinho entre os amigos que a banda proporcionou ficou claro ao ver tantas pessoas abraçadas durante ‘Amanheceu’. Perto das finalizações e lançamento de um novo CD, Scalene vem mostrando, para quem ainda tinha dúvidas, o por que são merecedores de um Grammy.

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O público apaixonado deixou o Imperator, mais uma vez, com a alma lavada e aquela saudade instantânea. A princípio, o próximo encontro da Scalene com a cidade maravilhosa acontece no Rock In Rio, no dia 21 de setembro. Mas a verdade é que, juntos ou separados, o retorno das duas bandas é garantia de uma noite animada, aguardada e de muito som.

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