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Festa

Canal RIFF estreia DJ Set em pista exclusiva na Tekiller do dia 5/11! #RIFFnaTEKILLER

Por Guilherme Schneider | @Jedyte 

É com muita alegria que o Canal RIFF anuncia a sua primeira parceria com uma festa. E não é qualquer festa: é logo a tradicional Tekiller, no Teatro Odisseia – na Lapa (Avenida Mem de Sá nº 66), Rio de Janeiro.

Na próxima edição (sábado, dia 5 de novembro – daqui a duas semanas) o RIFF cuidará do som da Pista Zombies, a do andar de cima. Podem esperar o inesperado do crew todo do canal – especialmente aquele rock nacional que não tem muita vez na maioria das festas.

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O rock nacional tem vez na pista do RIFF

Então marca aí na agenda o 5/11 e vem tomar tequila com a gente na Tekiller! Fique ligado nas nossas redes sociais para um sorteio de ingressos nos próximos dias usando a hashtag #RIFFnaTEKILLER

RELEASE:
Dia 5 de Novembro tiene la tradicional edición del Dia de Los Muertos de LA FIESTA MÁS FUEDA DE LA CIUDAD! Como el Dia De Los muertos en México eres dia del FESTEJO, comemoraremos aqui com mucha pegación, tequila, roquenrôu, Batalha de Tequila, Concurso de Mejor Maquiagem de Caveira Mexicana, Bodyshots e mais unas porradas de doideiras que só a TEKILLER tem!

► SHOTS NA PISTA
– Tequila
– LA BELA MUERTE (no se o que tem, mas sei que tem absinto)
– Margarita
– Mojito
– Tekiller Bomb (Tequila, jager y Red Bull)
– Bong de Desperados

► ATRACIONES DEL OTRO MUNDO
– Concurso da Calavera
– Stand de maquiagem
– Batalha de Tequila en el PALCÓN
– Sombreros y bigodes por toda la pista
– Moshboat – Mergulhe a buerdo de nosso bote em direción a la multidón

► LINE UP
PISTA CALAVERAS
Fernando Prado [Tekiller / FESTARALHO]
Thiago Halleck [Tekiller / Arcade ON Fire!]
Grazzia [Sex Tape]
Suirá (Meister Party)

PISTA ZOMBIES
– Canal RIFF DJ SET (Gustavo Chagas, Ricardo Martins e Guilherme Schneider)

► LAS FUETOS Y VÍDEOS
– Cobertura fuetográfica

► ANIVERSÁRIO
– Seus convidados pagam R$25 la noche tueda;
– Levando 5 convidados, usted entra VIP;
– Levando 10 convidados, usted gaña +1VIP e una garrafa de espumante;
– Envie sua lista com data e nome de la fiesta para atendimento@teatroodisseia.com.br e aguarde o e-mail de confirmación;
– Usted puede enviar até as 19:00h del dia del evento, mas não deixe para la última hora, la casa tem limite de listas;
– La promoción vale para aniversariantes de novembro e de las 2 últimas semanas de outubro.

► ENTRADA
R$20,00 [Antecipado]*
R$20,00 [Lista até 00:00h]
R$25,00 [Lista após 00:00h]
R$35,00 [Mané]

► ANTECIPADOS
http://bit.ly/TeKillerDiadeLosMuertosANTECIPADOS

► [CHAPELARIA NO LOCAL]

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Resenha

Resenha: Vilipêndio @Via Láctea

Por Guilherme Schneider | @Jedyte 

Após mais de um ano longe dos palcos o Vilipêndio retornou. E, parafraseando música deles, foi uma autêntica ‘Noite do Vilipêndio’ no Estúdio Via Láctea. Aliás, o espaço surge como um promissor cenário para shows underground na tríplice fronteira entre Andaraí, Vila Isabel e Tijuca.

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Vilipêndio @2016

E uma ‘Noite do Vilipêndio’ normalmente é marcada por um show direto, forte, com a honestidade e face do underground. O power trio de punk metal é formado pelo casal Ricardo Caulfield (guitarra, vocal) e Simone Caulfield (teclado), além do experiente baterista Alexandre ‘Vovô’ Fersan.

Os três apresentaram um setlist com novidades, como as primeiras vezes ao vivo de ‘O Silêncio que Foi Costurado‘ e ‘Tem Sempre Um Idiota Querendo Ensinar Uma Lição‘, músicas que fecharam a apresentação. Destaques também para o retorno ao set de ‘Eu Defendo a Lei – Parte 2‘ e ‘Olhos Vermelhos‘, que há muito tempo não figuravam nos shows.

A noite contou ainda com shows de outras bandas do underground carioca que merecem atenção: Homens de Verde (banda que capitaneou a organização do evento), Band’Doido, New Day Rising, Mau Presságio, Repressão Social e Lacrau.

Agora o Vilipêndio retorna aos palcos no próximo dia 30 de outubro, no tradicional Calabouço Heavy & Rock Bar, em Vila Isabel. A noite terá ainda Sevciuc e Defenders (cover do Judas Priest). Que esse retorno seja cada vez mais frequente!

setlist

  1. Paraíso
  2. Shangri-lá
  3. A Viagem
  4. Anestesiado
  5. Eu Defendo A Lei
  6. Eu Defendo A Lei – Parte 2
  7. Vigia ou Vampiro
  8. Olhos Vermelhos
  9. Crime Perfeito
  10. Noite do Vilipêndio
  11. O Silêncio que Foi Costurado
  12. Tem Sempre Um Idiota Querendo Ensinar Uma Lição
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Resenha

Resenha: Disclosure @Metropolitan

Por Thais Rodrigues | @thwashere | Fotos @gustavochagas

Sexta à noite é o presságio de uma aventura surpreendente que ainda conhecemos muito bem como fim de semana. Cada plano pra curtir os dois dias off é arquitetado meticulosamente do início ao fim, mesmo que o fim não seja tão importante assim e tudo que sabemos é que a diversão é garantida – com ou sem Netflix.

Na última sexta-feira de setembro (30/9), não foi preciso sair de casa pra ter um daqueles finais de semana épicos. A chuva no Rio de Janeiro – esse tal lugar que chamamos de “lar” – limpou todo o caos da semana para recebermos com muita disposição e brindes o duo inglês Disclosure, que nos fazia a primeira visita, mas não a última, garantiram Guy e Howard Lawrence.

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Disclosure @2016

Com vários singles que sabemos até de trás pra frente, eles abriram espaço para um show iluminado e no sentido mais literal da palavra. Os irmãos chegaram animados e com toda educação possível, trazendo com eles equipamentos e um som inconfundível e bastante característico para fazer a melhor festa em casa que cariocas e turistas já viram.

Todos os convidados presentes foram recepcionados pela hospitalidade de Guy e Howard que não tinham cara, nem jeito de visita. O carisma e a energia dos dois ecoaram em alto e bom som e essa combinação tipicamente Made in Brazil trouxe à tona a selvageria de corpos em movimento em uma verdadeira pista de dança improvisada no Metropolitan.

Depois de incendiar o lugar inteirinho com “F For You”, “White Noise” e a própria “When A Fire Starts To Burn”, os caras prometeram duas surpresas antes de encerrar a apresentação e sem muito suspense, convidaram Brendan Reilly que fez com que o sentido da expressão “ao vivo” fizesse mais sentido durante sua apresentação.

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Logo em seguida, o duo levou o público à loucura com a apresentação de “Help Me Lose My Mind”, faixa que segundo eles não era tocada há muito tempo e encerrando a apresentação, “Latch” trouxe toda a energia do início do show de volta para que o título de melhor festa do ano fosse nossa.

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Resenha de Álbum

Resenha: Novo do Alter Bridge é abaixo do esperado

Por Igor Gonçalves | @igoropalhaco

Lançado no último dia 7 de outubro, ‘The Last Hero’ é o quinto álbum da banda Alter Bridge. formada por Myles Kennedy (vocal/guitarra), Mark Tremonti (guitarra/backing vocal), Brian Marshall (baixo) e Scott Phillips (bacteria).

O disco conta com a produção de Michael “Elvis” Baskette, que além de também produzir os álbuns solos do guitarrista Mark Tremonti, conta com a minha amada Trivium, Slash e Falling in Reverse no currículo. Com 13 faixas e uma extra na versão deluxe (listadas ao final do review), o cd foi composto por Myles e Tremonti enquanto estavam em turnê juntos no ano passado.

14553339_1099263376808986_8148939960070701056_nMinha primeira impressão é que todos andaram ouvindo bastante metal progressivo ultimamente e resolveram incorporar isso no som do álbum, o que fez muitas músicas ficarem mais pesadas. Peso este que também pode ser justificado pelo uso inédito de uma guitarra de sete cordas na gravação. O instrumental é muito bem executado, pensado e fechado. Não passa a sensação de que está faltando algo em nenhum momento, mas a Alter Bridge nunca foi uma banda que ficou devendo no seu instrumental.

São todos excelentes músicos. Com algumas músicas dignas de se tornarem trilhas de filmes de luta da Sessão da Tarde, ‘The Last Hero’ me passa a impressão de que eles estão focados em tornarem a banda mais popular no gênero. Esse objetivo tornou o album um tanto quanto… sem graça.

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Apesar de ser repleto de músicas animadas, solos poderosos e a magnífica extensão vocal do Myles, peca nos quesitos essência e originalidade. Todas as músicas seguem uma receita já bem conhecida dos amantes do metal.

Ouvi o cd inteiro algumas vezes, mas a partir da segunda já tinha se tornado um pouco massante. Nenhuma música me cativou o suficiente para ouvir mais que uma vez. Infelizmente a banda se perdeu tentando fazer músicas para rádio ao invés de fazer para os fãs. A perceptível tentativa de reviver o espírito dos dois primeiros álbuns (One Day Remains e Blackbird), ‘The Last Hero’ não conseguiu me conquistar, mesmo após as exaustivas chances que dei, ouvindo-o.

Alter Bridge me decepcionou fazendo o que considero ser seu pior álbum até o momento. Nem parece a mesma banda que fez o excelente AB III


Ouça na íntegra e tire suas conclusões: 

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Fernando Motta – Sexto Sentido | RIFF SESSIONS

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Música do Dia

Música do Dia #28: Imago Mortis – Me and God

Banda: Imago Mortis (Rio de Janeiro/BR)
Música: Me and God (Ao vivo no Imperator em 2016)

 


Periodicamente a página do Canal RIFF apresentará uma banda diferente! Seja nova ou rodada, brasileira ou gringa.

Quer ver o seu som aqui? Indique nas nossas redes sociais!

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Melhores músicas do FIFA 17 | TOP 5

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Artigo

Video Games Live retorna ao Rio de Janeiro após quatro anos

Por Guilherme Schneider | @Jedyte 

Todo fã de games que se preze sabe apreciar uma boa trilha sonora. Temas grandiosos como da série Final Fantasy, lúdicos como os de Mario, empolgantes como de Street Fighter, nostálgicos como Donkey Kong ou inesquecíveis como de Top Gear. Não importa a preferência: bastam alguns acordes e toda uma memória afetiva retorna imediatamente.

E é justamente a celebração dessas músicas (e dos próprios games em si) que o Video Games Live propõe em seu retorno ao Rio de Janeiro, no próximo sábado, 22/10, às 20h. Após quatro anos (a última vez foi em 2012) sem receber uma edição do evento, a Cidade Maravilhosa foi uma das duas cidades brasileiras agraciadas com a atual e 11ª turnê do projeto – a outra é Belo Horizonte, com show no dia 23/10 no Cine Theatro Brasil.

Para quem ainda não conhece, a Video Games Live apresenta os temas dos games com acompanhamento de uma orquestra sinfônica local. Quem comanda a festa é o simpático Tommy Tallarico, compositor das trilhas de mais de 200 games. Diante de projeções em telões, a celebração gamer sempre reserva algum tipo de surpresa – seja na escolha do setlist ou em alguma participação especial.

A oitava vez do Video Games Live no Rio de Janeiro será na Cidade das Artes (ainda conhecida por muitos como ‘Cidade da Música’), na Avenida das Américas, nº 5300, Barra da Tijuca. Os ingressos estão disponíveis (clique aqui para comprar) e variam de R$ 100 a R$ 300.

Confira o vídeo abaixo com a cobertura oficial da última edição no país, em 2015:

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VENTRE | RIFFPEDIA #5

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Playlist

Playlist: O lado mais ‘light’ de Corey Taylor, do Slipknot e Stone Sour

Um dos vocalistas de rock mais respeitados dos últimos anos é Corey Taylor. Vocalista do Slipknot Stone Sour, Taylor sabe como poucos como dominar um palco – com ou sem máscaras. Mas, ainda é bastante estigmatizado pela postura ‘agressiva’ do Slipknot.

Quem é fã sabe que Taylor vai muito além do Nº 8 (alter ego em sua principal banda). O cantor também é compositor e multi-instrumentista, tocando ao menos cinco intrumentos diferentes. Fora seu lado mais melódico, seja em projetos solos ou em suas duas principais bandas.

O Canal RIFF montou uma playlist no Spotify para destacar justamente as suas músicas com um tom mais ‘light‘. Bom para relaxar, entre uma porradaria e outra, né?

Ouça e inscreva-se na playlist: https://goo.gl/5uMwYU

Siga o RIFF no Spotify para acompanhar outras listas: https://open.spotify.com/user/canalriff

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Artigo

O respeito máximo é pra ele! O álbum póstumo de Sabotage é uma obra prima do rap nacional

Por Guilherme Schneider | @Jedyte 

Dizem por aí que alguns talentos só serão reconhecidos tardiamente, após a morte do artista. Não, definitivamente não foi o caso de Sabotage. Pouco antes de seu assassinato, em janeiro de 2003, o rapper já era uma realidade na cena de São Paulo e expandia suas rimas  sagazes pelos quatro cantos do país – especialmente no auge da MTV.

Mas, inegavelmente, Sabotage ganhou o status de lenda após sua morte precoce, aos 29 anos. Sua carreira nas artes foi meteórica, com apenas um álbum de estúdio lançado, o histórico ‘O Rap É Compromisso‘, lançado em 1999 pela Cosa Nostra.

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Mauro Mateus dos Santos, o Sabotage

Mas, era pouco. A vontade desde então era de ouvir muito mais daquelas letras diretas, que ilustravam tão bem sua a realidade (e de muita gente). Antes, participou também em cinco das onze faixas da trilha sonora de ‘O Invasor‘, filme que também participou atuando. Outro momento em que se mostrou um artista versátil, Sabotage também foi ator em ‘Carandiru‘.

O lamento desde então era imaginar até onde o ‘Maestro do Canão’ poderia chegar. Um full álbum com onze músicas, e punhados de boas participações com rappers de peso como RZO,  Rappin’ Hood, BNegão entre outros – que naturalmente renderam coletâneas.

Felizmente o garimpo em busca de gravações perdidas foi um sucesso. Ouro puro, tratado como tal. E nesse 17 de outubro de 2016 saiu enfim o ‘Sabotage‘, o almejado álbum póstumo.

Aí é de se tirar o chapéu para o primoroso trabalho de produção, feito por gente que reverencia a obra de Sabotage. E não é à toa, afinal, foi feito com o amor de seus dois filhos, Tamires e Wanderson ‘Sabotinha’ – ambos participam na faixa  de abertura, Mosquito.

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Sabotage e Instituto: Parceria de ‘milianos’

Mérito para a longa parceria com o coletivo Instituto, dos produtores Rica Amabis e Tejo Damasceno e Daniel Ganjaman – além de diversos rappers.

“Foram 13 anos de trabalho para superar, compilar, organizar, produzir e finalizar esse trabalho, sempre respeitando e priorizando a vontade da família e a memória desse grande amigo e eterna inspiração”, disse Ganjaman em sua página no Facebook.

Destaque para as faixas Canão Foi Tão Bom, Míssel Sai da Frente. Grande momento é a embargada de voz de um emocionado Sabotage em País da Fome: Homens Animais, que dialoga com a faixa País da Fome, de seu primeiro álbum. Além de Quem Viver Verá, gravada um dia apenas antes de sua morte.

O lançamento só reafirma a genialidade do Sabota, provavelmente o maior (ou um dos maiores, vai do gosto de cada um) rapper nacional. 13 anos depois Sabotage segue atual, rimando forte, versátil e bem produzido. Ouça no Spotify um dos fortes candidatos a ‘álbum do ano‘:


Assista aos documentários para conhecer mais de Sabotage:

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Podcast: Grosseria #2