Gosta de eventos de anime e cultura pop? Nós também gostamos! E por isso é muito legal comunicar que o Canal RIFF foi convidado para o seu primeiro evento do gênero, o Anime Victory.
Em tempo de preços exorbitantes, o evento é um dos mais democráticos possíveis. Afinal, a entrada custa um quilo de alimento não perecível.
Será nos dias 16 e 17 de janeiro de 2016 (está mais perto do que parece) no Orfão Português. Mais adiante daremos todas as informações sobre data e horário da participação do RIFF.
Desde já fica o convite: reserve na sua agenda o terceiro final de semana de janeiro. Gravaremos conteúdo para o canal lá no local e por isso queremos ouvir vocês. Vem dar um alô para a equipe toda do RIFF lá no Anime Victory!
A lógica de shows no Rio de Janeiro mudou cinco anos atrás. Foi quando a empolgação dos cariocas do Queremos entrou em cena para mobilizar fãs frustrados. O cenário local via artistas indo para vizinhos (estados ou mesmo países) e não desembarcando nos palcos de cá. Isso mudou.
A proposta do crowdfunding fez com que os fãs pudessem converter a tal frustração em ação. Eles passaram a reivindicar e trazer seus músicos preferidos, viabilizando financeiramente shows que jamais veríamos. Bom, né?
Passados cinco anos o Queremos está em festa. Na próxima quinta-feira (12) o Sacadura 154 recebe na Gamboa a festa de aniversário do grupo. Comemorada com duas coisas bem bacanas: um livro e um show internacional.
O show fica por conta do hypado duo Rhye, que vem ao Rio para celebrar a festa do Queremos. Além do show a festa terá diversos DJs e até open bar (todas informações no evento do Facebook).
Mas, o mais genial é o material gráfico que conseguiram reunir. O livrão conta com fotos, adesivos e posteres destacáveis de todas as dezenas de shows que vieram para cá. As artes exclusivas já “valem o ingresso”.
“É uma grande chance de completar a coleção com as artes criadas por renomados artistas brasileiros e internacionais, assim como uma maneira de guardar e relembrar os bons momentos vividos em tantos shows”, explica Pedro Seiler, um dos fundadores do Queremos.
Começou na semana passada, mas, caso você ainda não saiba, o Canal RIFF agora também faz podcasts. As gravações são transmitidas ao vivo pelo YouTube, e em seguida disponibilizadas tanto em vídeo quanto em áudio no SoundCloud.
Em princípio são dois programas: o RIFFCAST (bate-papo sobre um tema relacionado a música) e o Caçadores do RIFF Perdido (indicações de bandas pouco conhecidas).
Ouça e saiba o que que você não pode perder no Rock In Rio (No 2º final de semana):
Ou conheça indicações de bandas pouco conhecidas no 1º Caçadores do RIFF Perdido:
O Metallica é a banda mais acostumada ao Palco Mundo do Rock in Rio. Desde o retorno e consolidação do festival, em 2011, a banda norte-americana esteve nas três edições brasileiras – fora as no exterior.
Analisamos os setlists das três vindas dos gigantes do heavy/thrash metal. E, ao contrário do que dizem por aí, os shows não são tão repetitivos assim. Claro que algumas músicas estiveram em 2011, 2013 e agora em 2015.
Fotos: I Hate Flash
Das 18 músicas apresentadas em cada um dos shows, sete delas se repetiram sistematicamente – além da introdução instrumental The Ecstasy of Gold, também presente em todas aberturas. São elas: For Whom the Bell Tolls , Sad But True, One, Master of Puppets, Nothing Else Matters, Enter Sandman e Seek & Destroy.
Além tocarem músicas de todos os álbuns (exceto o St Anger), a edição de 2015 trouxe alguns momentos diferentes (como a animada Whiskey in the Jar e a clássica The Unforgiven) no setlist, que lembrou mais o show de 2011 do que 2013. Na verdade as novidades foram: The Unforgiven, Turn the Page, King Nothing, The Frayed Ends of Sanity e Whiskey in the Jar.
Ah, além dos problemas técnicos (o som simplesmente desapareceu para o público em certas partes, irritando a banda) durante as mais de 2h20 de apresentação… fora isso, o que você achou do(s) show(s)?
No dia 29 de setembro, o ex-baixista e compositor majoritário do Pink Floyd, Roger Waters, apresenta seu mais novo longa-metragem, o documentário/show “Roger Waters – The Wall“. O trailer do filme (cujo link pode ser acessado ao final do texto) apresenta uma intermitência de cenas de show, no palco, com cenas externas de uma entrevista aparentemente reveladora sobre os mistérios dessa peça fundamental da arte contemporânea. Infelizmente, nada é mencionado quanto ao filme de 1982, dirigido por Alan Parker e contando com as animações perturbadoras de Gerald Scarfe e a atuação ácida de Bob Geldof no papel de Pink; no entanto, a última turnê mundial de “The Wall”, de 2011-2013 (cuja gravação também estará acessível ao final do texto), mostrou que a tecnologia ajudou – e muito – a manter a essência da obra-prima pelos palcos mundo afora.
Com diversos artifícios que podem ser percebidos ao longo do show e uma iluminação impecável, o passar dos anos trouxe ao espetáculo mais tecnologia, mais capacidade de captar a essência do conceito, e mais sabor da militância política de Roger Waters, que não tem pudor algum de esconder o que pensa durante o espetáculo visual. A resposta ao verso “Mother, should I trust the government?” (“Mãe, devo confiar no governo?” em uma tradução livre) estampando no muro “No fucking way” (“Nem fudendo”, nos shows feitos em terras brasileiras); as projeções durante “Run Like Hell” e a sequência “Vera”/”Bring The Boys Back Home”; e a própria faixa inédita “The Ballad of Jean Charles de Menezes”, que faz alusão ao caso do rapaz brasileiro que foi assassinado injustamente pela Polícia Metropolitana de Londres no metrô em 2005 por ser confundido com um terrorista.
Espera-se, porém, que o documentário trate não apenas do viés político que a turnê tomou, mas também (e, para alguns, principalmente) do lado artístico e conceitual do álbum/longa-metragem enquanto conceito e obra de arte. Sabe-se, segundo declarações do próprio Roger Waters em entrevistas, que o gatilho foi a irritação com a plateia de Montreal em 1977, que o levou a cuspir em um fã enquanto pedia para que o público parasse de gritar e soltar fogos de artifício, durante uma turnê chamada “In The Flesh” (“Em Carne E Osso”, em uma tradução livre) – que acabou dando nome às duas faixas que tratavam mais incisivamente do tema de “culto de personalidade” no próprio álbum “The Wall”.
Mas o que há por trás disso? Quais foram as principais inspirações de Roger Waters para desenvolver toda a alegoria do muro e da solidão para justificar sua incapacidade de lidar com o sucesso e seus percalços – para o bem ou para o mal? Quão autobiográfico é o conceito do personagem e a história de sua vida, e a quem mais ele se refere – em outras palavras, a pergunta que nunca calará: “Which one’s Pink?” (“Qual é o Pink?”, em uma tradução livre)? Como ele chegou à concepção da pedra fundamental do Rock Progressivo conceitual?
Só derrubaremos, enfim, esse muro no dia 29 de setembro.
A contagem regressiva para o Rock in Rio 2015 diminuiu cada vez mais. Faltam apenas 35 dias para a 6ª edição do festival mais tradicional do Brasil. Mas, apesar de artistas renomados, os ingressos não se esgotaram.
A organização do Rock in Rio liberou na última quarta-feira (12) um lote extra de ingressos. Se até o início da semana só era possível encontrar as entradas com cambistas, agora há ingressos para quase todos os dias.
Ainda restam ingressos para o show do Slipknot (Foto: IHateFlash)
Até o momento, apenas dois dias se encontram 100% esgotados: dias 18 (Queen + Adam Lambert) e 26 de setembro (Rihanna).
Se você quer ir em algum dos outros cinco dias de festival é bom correr. A organização afirma que restam poucos ingressos, todos frutos de devoluções/pagamentos não confirmados.