A febre de acelerar músicas no YouTube fez mais uma vítima

Por Guilherme Schneider | @Jedyte 

Desde pequeno sempre gostei de jogar videogame. Na década de 90, além do vício de jogar, também colecionava revistas de games – aquelas com toneladas de dicas. Achava fantástico que os jogos tivessem tantos segredos escondidos por trás de uma combinação de botões.

Uma única vez descobri sozinho um macete, e, por isso, me senti um gênio. Era uma combinação do encaixe de qualquer cartucho de Mega Drive sobre o cartucho de Sonic  & Knuckles (que permitia encaixes). Depois disso bastava apertar A + B + C ao mesmo tempo e voilà: fases de bônus infinitas.

Foi mais ou menos assim que me senti hoje ouvindo algumas músicas nacionais em versões naturalmente aceleradas pelo YouTube.

Para quem não sabe, qualquer vídeo do YouTube pode ter sua velocidade alterada pelo usuário. Basta clicar no ícone da engrenagem no canto inferior direito e selecionar “detalhes” (a velocidade varia de 0.25 – ultra lento – até o frenético 2, que eu sugiro para os vídeos abaixo).

Não, não dá “certo” com qualquer combinação. Mas, às vezes, vale arriscar o remix instantâneo – que espero que não soe como uma heresia para as bandas. Definitivamente rolou uma pegada que lembra aquela primeira onda de indie rock – cheio de guitarradas velozes.

https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fdiegosoares.arcanjo%2Fposts%2F1298497486895456&width=500

A sugestão veio na verdade de um post do Diego da El Toro Fuerte, que recomendou a bela ‘Se a gente tivesse se conhecido’. Até agora não parei de acelerar… Amei as versões rápidas de ‘você não sabe quantas horas eu passei olhando pra você‘ do gorduratrans; ‘Doce’ do Boogarins, ‘Solidão’ da Sara Não Tem Nome; e até a recém-lançada ‘Fantasmas’ do Jonathan Tadeu.

Experimente por sua conta e risco essa correria frenética com o cardápio abaixo (e diga nos comentários o que achou). Ah, e se curtiu a vibe Sonic, sugira também alguma outra música brazuca que se encaixa bem assim.



Ah, em tempo: o tal macete do Sonic (que me fez sentir um gênio aos 12 anos) servia para pouca coisa. Mas era o suficiente pra me divertir por algumas horas.

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