Resenha: Aurora @ Sacadura 154

Por Natalia Salvador

De fato, a vida é cheia de surpresas e Aurora foi uma. Não tenho como falar dela sem envolver o afeto e admiração que criei desde que tive meu primeiro contato com o trabalho da jovem norueguesa. Acredito que a primeira coisa que chama atenção ao ouvir suas músicas é a leveza e doçura presentes em sua voz, que fazem o balanço perfeito às letras profundas e melancólicas. Depois do primeiro contato é impossível não se apaixonar pelo jeito carinhoso e afetuoso de Aurora, o que torna tudo mais incrível é que cada um desses detalhes transbordam na sua espontaneidade.

Durante a última semana, Aurora e equipe passaram por algumas cidades do Brasil, pela primeira vez, e realizaram cinco shows em quatro capitais. Salvador, Curitiba, São Paulo e Rio Janeiro foram as contempladas da vez. No domingo, 22 de outubro, encerrando a tour, foi a hora da cidade maravilhosa se conectar com a artista de casa cheia e revelar mais surpresas. A primeira delas aconteceu ao chegar no local do evento: a fila para entrar no Sacadura 154 dava voltas no quarteirão! Para coroar a ansiedade dos fãs do lado de fora, a chuva chegou com tudo.

Aurora@2017

Pouco depois das 20h Aurora e banda subiam ao palco ovacionados pelo público e o coro era forte desde a primeira nota. O setlist contemplou o primeiro álbum da cantora, lançado em 2016, “All My Demons Greeting Me As A Friend”, e contou com Lucky, Winter Bird e Black Water Lilies. Além de apresentar singles antecessores ao CD, como Little Boy In The Grass e Under Stars. O presente para os fãs ficou por conta da apresentação de Animal Soul, com a artista tocando piano, e Murder Song. E claro, as prévias de duas músicas novas deram o toque mais que especial para a noite. Queendom e Soft Universe mostraram um pouquinho do que vem por ai.

Durante o show, a jovem norueguesa troca muito com o público. A doçura é sua marca registrada. Além de tentar recolher o máximo de presentes possíveis, para não deixar ninguém voltar pra casa triste, Aurora se preocupa com o bem-estar de seus fãs. As vezes fica difícil acreditar que ela seja real. Ao receber uma bandeira do Brasil no palco, a artista acompanhou o coro de “Fora Temer” da platéia e afirmou estar orgulhosa de ver seus Warriors e Weirdos se preocupando com o futuro e a população do país. E como já era de se esperar, ela arriscou algumas frases em português. “Vocês são perfeitos” e “Eu amo vocês”, foram só mais alguns motivos para fazer a platéia surtar.

Apesar do cameraman inconveniente no meio da banda durante todo o show, era nítida a emoção e satisfação de todos os músicos no palco. Vale destacar ainda a tecladista que acompanhou Aurora nos vocais, Silja Sol. As vozes doces pareciam se entrelaçar entre as melodias. Um verdadeiro abraço na alma, é isso que Aurora proporciona em cima do palco. É quase que impossível não se emocionar. A jovem é entusiasta do amor e, como a mesma disse, em uma de suas poucas músicas que falam sobre o tema, ela convidou todos os presentes para cantarem com paixão. O público acompanhou I Went Too Far em plenos pulmões.

Aurora@2017

O show começava a se aproximar do fim, mesmo parecendo que ainda nem tinha começado. Como passam rápidos os momentos em que você está realmente entregue a alguma coisa. Runaway, Under The Water, Running With The Wolves, Warrior e Conqueror marcaram o fim do show e o bis. Deixando todos com aquela sensação gostosa de carinho e uma saudade instantânea.  Aurora ainda nem foi e eu já estou doida pra ela voltar. Mais alguém com esse sentimento?

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Resenha: O culto da Fresno no @Imperator

   Por Natalia Salvador e Thaís Huguenin (texto e fotos)

O último domingo poderia ter sido só mais um dia tedioso em casa e de sofrimento antecipado pela segunda-feira, mas não dessa vez. Dia 8 de outubro de 2017 foi marcado pela passagem da turnê Sinfonia de Tudo Que Há, da Fresno, no Imperator. Para deixar a festa ainda mais bonita, foram adicionados a banda Vital e o sold out da casa!

Os cariocas da Vital tiveram a difícil missão de dar início ao baile. Com os Eps “Sobre Viver” e “Selvagem”, eles conquistaram o público sem muita dificuldade, graças aos riffs de guitarras bem marcardos, letras que ficam na cabeça e, obviamente, uma apresentação energética. Driblar a barreira de um mar de fãs ansiosos para o show principal da noite não é tarefa fácil, mas a banda mostrou para o que veio e o público acolheu a apresentação. 

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Vital | por Natalia Salvador

Antes mesmo da notícia de sold out, que abalou alguns fãs e deixou outros tantos do lado de fora, a Fresno já prometia um belo show para encerrar com chave de ouro a turnê do sétimo álbum de inéditas do grupo.  A banda que completa 18 anos esse ano, demonstra a cada trabalho que sempre é hora de arriscar e renovar.

Aos gritos de “é a melhor banda do Brasil”, eles subiram no palco e mostraram que ninguém ali iria sair como chegou. A primeira música foi Sexto Andar, seguida pelas faixas do disco que nomeia a turnê: A Maldição, Astenia, Hoje Sou Trovão e Deixa Queimar intercaladas com as clássicas Milonga, Cada Poça Dessa Rua Tem Um Pouco de Minhas Lágrimas e Stonehenge, que provocou uma certa nostalgia no público e fez todo mundo cantar o mais alto possível.

A versatilidade dos meninos em cima do palco e o troca-troca de instrumentos ao longo do show não é nenhuma novidade. Quando Lucas foi em direção ao teclado, o coração dos fãs já bateu mais forte na expectativa do que ia aprontar. Foi um pouco inacreditável quando ele puxou Cidade Maravilhosa, seguido pelo clássico da banda britânica Queen, Bohemian Rhapsody e Poeira Estelar.

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Fresno | por Thaís Huguenin

Para acabar de vez com o restante de voz que as pessoas ainda tinham, o último bloco do show contou com mais clássicos da banda, incluindo Eu Sei, Revanche, Duas Lágrimas e Maré Viva. Nesta última, um mix de acontecimentos fez com que a apresentação se tornasse inesquecível. Primeiro, Lucas Silveira concedeu sua benção para um casal de fãs antes do início da canção, depois Thiago Guerra – que toca guitarra nesse momento – interrompeu sua participação para socorrer uma fã que passava mal na grade. Entre mortos e feridos, Guerra foi ovacionado pelo público e no fim todos terminaram a noite em segurança.

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A banda estava muito emocionada com tudo que aquele dia representava. Por muitos momentos, o discurso do vocalista expressava isso. “Estamos construindo algo muito diferente aqui com vocês, é sempre um prazer diferente tocar no Rio. Obrigado!”, dizia Lucas. Uma coisa é certa, quem entrou no Imperator no último domingo não saiu o mesmo. O encerramento da tour Sinfonia de Tudo que Há foi espetacular, como muitos mencionaram no local, um verdadeiro culto.

A psicodelia flamejante é a atração no feriadão do Las Quintas

Mais uma quinta-feira, mais uma edição do Las Quintas! Dessa vez, em pleno feriadão de 12 de outubro, o La Esquina (Lapa, Rio de Janeiro) receberá três bandas que tem em comum a sonoridade psicodélica que tem influenciado o trabalho de vários outros artistas.

Las Quintas feriado

Abrindo a noite, teremos o power trio carioca Laboratório Groove trazendo uma interessante mistura do rock and roll clássico com stoner rock e a psicodelia. A seguir, diretamente do subúrbio carioca, a Lagarto Rei promete botar a casa abaixo com seu rock n’ roll que mistura peso e feeling, também com muitos momentos lisérgicos. Fechando a noite e quebrando tudo, a Euráculo levará ao palco do La Esquina um caldeirão musical de muita personalidade, inclusive para autorolutar o que fazem como mystic rock. O termo é facilmente compreendido já nos primeiros acordes de músicas como “Casaco Preto” e “O Bruxo”.

Euraculo

O Las Quintas é um projeto de fomento ao rock autoral no Rio de Janeiro, criado em setembro deste ano por quatro das principais produtoras responsáveis pela efervescência do rock carioca: Abraxas, Collapse Agency, Flecha Discos e Speed Rock.

SERVIÇO
Las Quintas com Euráculo, Lagarto Rei e Laboratório Groove
Data: 12 de outubro
Horário: às 19h30
Local: La Esquina
Endereço: Avenida Mem de Sá, 61, na Lapa (Rio de Janeiro-RJ)
Ingresso: R$ 10 (com nome no mural do evento no facebook) e R$ 15 (portaria)
Realização: Abraxas – Collapse Agency – Flecha Discos – Speed Rock

 

RIFF Indica #2: Cidade Dormitório

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa | Foto Juliana Teixeira

 

Um tanto setentista, indie, alternativo e vocais pra lá de chapados. Saca o som da Cidade Dormitorio, banda sergipana.

Mais uma indicação aqui no RIFF, galera. E dessa vez saímos do eixo Rio-São Paulo e fomos até Aracajú (SE) trazer mais um som massa demais. Confira:

Foi em um corre danado lá em Sergipe, dois anos atrás, que Yves Deluc (Vocal e guitarra), Lauro Francis (Baixo), Heder Nascimento (Guitarra) e Fabio Aricawa (Bateria e backing vocals) formaram a Cidade Dormitório.

Com um vocal cheio de personalidade, letras criativas, sutis e irônicas, neo grunge cheio de originalidade, um lo-fi querendo protagonismo, a psicodelia não se deixando esquecer… O som da Cidade Dormitório é uma mescla de referências distintas e um resultado uniforme, original bonito, feliz e triste.

Em janeiro desse ano eles lançaram pelo selo independente Banana Records, o seu primeiro EP intitulado “Esperando o Pior”, e não é por nada não, mas, esse é um dos melhores discos que ouvi esse. Também em janeiro, saiu um clipe pra faixa “Setas Azuis”.

O EP contém 4 faixas faixas que que versam principalmente sobre o cotidiano, amor, desamor e como já foi dito, uma carga de psicodelia e indie rock incrivelmente deliciosa de ouvir. E é bom ficar ligado a partir de agora, porque eu ouvi dizer por aí que tem álbum completo pra sair.

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Lançamento: Ouça “Ato Três”, novo e ótimo álbum da RADIOATIVA

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa  Foto @MarjorySales

 

Quinteto carioca divulgou no último dia sete de outubro o seu terceiro disco de estúdio, intitulado “Ato Três”.

Fundada em 2009, no Rio de Janeiro, a RADIOATIVA vem ganhando espaço na cena underground e desde 2012, ano do lançamento do seu primeiro EP, “Acredite”, esse espaço é acompanhado de grande destaque através de um som muito bem feito. A Radioativa ainda tem lançado o EP “Se Ainda Há Razão”, e quatro clipes produzidos de forma totalmente independente.

O grupo que já abriu shows de Chunk! e Evanescense fazendo um pop punk de ótima qualidade, com arranjos de guitarras bem elaborados e com os vocais marcantes da Ana Marques, é pra mim uma das bandas mais legais do Rio de Janeiro. Outro destaque da banda, é a presença de palco da Ana, liderando o grupo há quase dez anos na estrada e deixando claro algo que deveria estar: A mulher faz uma put@ diferença no palco. E cada vez mais têm que subir nele e “quebrar” tudo.

Agora em “Ato três”, quatro personagens chegam a um estágio de reflexão sobre suas trajetórias e tentam definir os próximos passos de um destino incerto, porém cheio de esperança. O novo projeto tem sete faixas, incluindo “Inverno” que já ganhou clipe, e traz em suas composições muito dos sentimentos comuns a todas as pessoas, esperança, saudade, batalha, acreditar em um futuro bom.

Eu ouvi e curti muito!

RADIOATIVA é Ana Marques (Vocal), Felipe Pessanha (Guitarra/Sintetizador), Fabricio Oliveira (Guitarra), Rodrigo Aranha (Bateria) e Cris Gadelha (Baixo). Conheça um pouco mais do quinteto no Facebook Oficial da banda e ouça “Ato Três” no seu Canal Oficial no Youtube.

 

 

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RIFF Indica #1: Fire Department Club

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa

 

Amigos rifeiros, vamos iniciar uma série de publicações com a temática de indicações. Primordialmente, as publicações terão novos nomes da música nacional, embora vocês também possam colar aqui e se deparar com indicação de álbuns e até artistas da gringa.

Confere nossa primeira indicação e depois fala pra gente se conhece, se gosta ou indica coisa pra gente também.

Bom, eu sou apaixonado pelo indie rock, e por isso, nossa primeira edição é uma ótima representante do estilo. Acompanhe:

EP Human Nature | @firedepartamentclub

 

O Fire Department Club é o um quarteto formado em Porto Alegre por Andre Ache (Vocal e baixo), Gabriel Gottardo (Gutarra e sintetizadores), Mainel Waldow (Guitarra) e Gui Schwertner (Bateria). A banda nasceu em 2011 da amizade de colégio do quatros indie boys, e no mesmo ano lançaram o EP “Colourise” que chegou primeiro em Los Angeles. Aliás, os caras começaram a chamar atenção primeiro lá na gringa.

Em 2013 eles lançaram os singles “Merry Go-Round” e “Love Reconnected” e em 2015 veio o segundo EP, intitulado “Best Intuition”. Esses trabalhos foram tão elogiados que renderam aos caras um contrato com a Sonovibe Records, de Los Angeles. Além disso a FDC já tocou no Lollapalooza Brasil e abriu shows para The Kooks e Kasabian.

A FDC canta em inglês e tem referências em bandas como Phoenix, Daft Punk, Blur e Interpol. Sua sonoridade, indie principalmente, flerta com o ambiente oitentista, sintetizadores lapidados e frescos, guitarras e bateria orgânica.

Em 2016 eles ainda lançaram o terceiro EP, intitulado “Human Nature”, que foi produzido pelo americano Luc Silveira e masterizado por Dave Locke (Smashing Pumpkins).

Ouça abaixo o excelente som da Fire Department Club:

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Lançamentos: 21 Álbuns de setembro que você tem que ouvir

Por Felipe Sousa | @Felipdsousa

Nossa lista mensal de lançamentos está pronta. Confira alguns dos lançamentos mais legais do mês de setembro entre produções nacionais e internacionais.

E ah, aproveita e segue o RIFF no spotify. lá rolam várias playlists, incluindo a dos lançamentos.

Bora ouvir:

 

Jake Bugg – Hearts That Strain

Um dos primeiros e mais legais lançados em setembro, o intimista “Hearts That Strain” é o quarto disco do Jake Bugg. O Sucessor de “On My One” (2016) tem 11 faixas, dentre elas o single “How Soon The Dawn”, e participações especiais de Noah Cyrus e Dan Auerbach (The Black Keys).

LCD Soudsystem – American Dream

Finalmente os nova-iorquinos do LCD Soudsystem retornaram de seu hiato de cinco anos. A banda de punk disco lançou em setembro o provocante e dançante “American Dream”.

 

Mogwai – Every Country’s  Sun

Eu não conhecia o som da banda escocesa Mogwai, e me surpreendi ao ouvir seu mais novo lançamento, o disco “Every Country’s Sun”. Me deparei com versos cantados instrumentalmente, belas guitarras gritando suavemente, ora não tão suaves, ambientes melódicos e também repletos de sujeira… curti! Ouça:

Motorhead – Under Cover

“Under Cover”, lançamento do Motorhead, é um disco com 11 faixas de covers executados pela banda durante toda sua carreira. Dentre eles, a inédita versão de “Heroes”, David Bowie.

Jack Johnson – All The Light Above It Too

“All The Light Above It Too” é o sétimo disco de Jack Johnson e contém dez faixas, dentre elas os singles “Sunsets For Somebody Else” e “You Can’t Control It”.

O músico aterrissa em terras brasileiras em novembro para shows em São Paulo e Rio de Janeiro. Algum riffeiro vai?

The National – Sleep Well Beast

Com a sua amargura poética e sonora, O The National retorna quatro anos depois de “Trouble Will Find Me” (2013) e explora o amor caótico do eu lírico em “ Sleepe Well Beast”. Com uma nova pitada eletrônica e o ambiente melancólico já tradicional da banda, o novo disco é mais um belo trabalho do quinteto. Eu me Amarro em The National. E você?

Neil Young – Hitchhiker

“Hitchhiker” traz dez canções originalmente compostas na década de 70 e que só agora Neil Young decidiu lançar – Algumas aparecem em outros trabalhos do cantor. Ouça:

Foo Fighters – Concret And Gold

Lançado no dia 15 de setembro, “Concret And Gold” é o nono disco da carreira do Foo Fighters e conta com participações de Justin Timberlake e Paul McCartney. Se liga na nossa resenha do disco.

E lembrando, o Foo Fighters vem ao Brasil em 2018 em turnê conjunta com o Queens Of The Stone Age. Os shows acontecem e fevereiro e março em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba.

Prophets Of Rage – Prophets Of Rage

O Prophets Of Rage é um projeto formado por membros de Rage Against The Machine, Public Enemy e Cypress Hill, e os caras acabam de lançar o seu primeiro álbum, homônimo. O disco tem doze faixas, incluindo os singles “Radical Eyes” e “Living On The 110”.

Ringo Starr – Give More Love

Com participação de Paul McCartney, o ex Beatles Ringo Starr lançou seu décimo nono disco solo, intitulado “Give More Love”. O disco está disponível em todas as plataformas digitais e você pode ouvi-lo abaixo:

The Killers – Wonderful Wonderful

Você curtiu ao álbum novo do The Killers? Eu curti. Uma das coisas que gosto nos Killers é que suas músicas podem ser ouvidas a partir de ordem nenhuma. As mais antigas ou as mais recentes caem muito bem nos ouvidos. E é por isso que gostei de “Wonderful Wonderful”. É The Killers.

The Horros – V

A banda britânica, que tem muita audiência no reino unido, The Horrors lançou o seu quinto disco de estúdio, intitulado “V”. O Disco conta com dez faixas e está disponível em todas as plataformas digitais.

The Neighbourhood – Hard

Os aguardadíssimos do The Neighbourhood lançaram em setembro o EP “Hard”. O registro contém cinco faixas e é uma prévia do seu novo álbum, que ainda não tem nome nem data de lançamento prevista.

Os caras também devem pintar no Lollapalooza Brasil em 2018 e provavelmente já com o álbum completo lançado. Ouça “Hard”:

Circa Survive – The Amulet

A banda norte-americana Circa Survive lançou “The Amulet”, seu sexto álbum de estúdio.  O disco conta com dez faixas, e dentre elas, “The Amulet”, “Lustration” e Rites Of Investiture” já ganharam clipes.

As Bahias e a Cozinha Mineira – Bixa

Raquel Virgínia, paulista, Assucena Assucena, baiana e o mineiro Rafael Acerbi formaram a banda, na época de faculdade, em São Paulo. E nesse mês de setembro eles lançaram o disco “Bixa”. O trabalho é inspirado em Caetano Veloso, e traz também sonoridades variadas com muitas batidas eletrônicas e MPB. Vale ouvir.

Maglore – Todas as Bandeiras

Mais um lançamento brazuca. E de uma das bandas mais legais do país. A Maglore acaba de lançar o ótimo álbum “Todas as bandeiras”. Você pode conferir nossa resenha do disco e já vai compartilhando esse dom massa da Maglore.

Tim Bernardes – Recomeçar

“Recomeçar” é o primeiro disco solo do cantor e compositor Tim Bernardes. O paulistano, que é vocalista da banda O Terno (Que vai estar no Lollapalooza 2018), propõe um ambiente intimista e com composições bastante sentimentalistas. Ouça e diga o que achou:

Sound Bullet – Terreno

Mais um lançamento brazuca de setembro é o “Terreno”, dos cariocas da Sound Bullet. Esse é o primeiro disco do grupo, que já havia aparecido bem com o EP “Ninguém Está Sozinho” (2013). Ouça a mistura de indie rock e rock alternativo dos caras:

Bergamota – Oscilação

Quarteto carioca formado por Lucas Fernandes (guitarra), Lucas Machado (guitarra e vocal), Amon Deister (baixo) e Gabriel Medeiros (bateria), mistura influências do rock progressivo, stoner rock e Indie rock, e lançam pelo selo Crooked Tree Records seu disco de estreia, intitulado “Oscilação”. Mais uma banda nacional pra você curtir!

The Flying Eyes – Burning Of The Season

Mais um belo lançamento do selo Abraxas, “Burning Of The Season” é o quarto disco dos norte-americanos The Flying Eyes. Com muitas distorções, psicodelia pedindo passagem pro protagonismo, riffs afloradíssimos e o vocal envolvente de William Kelly, “Burning Of The Season” é de fato um ótimo disco.

Quarto Ácido – Paisagens e Delírios

A Abraxas na lista de novo e agora trazendo coisa boa pros fãs de instrumental. “Paisagens e Delírios” é novo álbum do Quarto Ácido, que tem uma roupagem influenciada pelas maravilhas sonoras da década de 70 e pelo stoner rock noventista.