Resenha: Ira e Wander Wildner @Circo Voador

Por Guilherme Schneider | @jedyte

No último sábado (25/6) o Circo Voador pôde presenciar dois nomes fundamentais do rock nacional: Wander Wildner e Ira! A noite fria para os padrões cariocas (chavão inevitável nas resenhas mais recentes do RIFF) foi muito melhor do que o imaginado. Mesmo do alto dos meus 33 anos, me senti um garoto, em um Circo praticamente lotado de quarentões e cinquentões.

Muitas vezes passamos batidos por shows assim, de figurões nacionais. Talvez por conta de uma (errada) ideia de que “podemos ver essas bandas quando quisermos”, ao menos em comparação com as gringas, mais “valorizadas”. Confesso que só havia visto o Ira! no Rock in Rio III, em 2001 – em show dividido com o Ultraje a Rigor.

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O que dizer então da abertura, do ex-Replicante Wander Wildner? Nunca tinha visto um show do bardo punk ao vivo. Certamente por conta disto eu tinha uma imagem totalmente equivocada do gaúcho. Muito por causa do “Acústico MTV: Bandas Gaúchas”, especial de 2005 que deu um gás nas carreiras de Cachorro Grande, Bidê ou Balde, Ultramen e do próprio Wander Wildner.

A imagem que (envergonhadamente) guardei foi completamente desconstruída por um show arrebatador. No palco, Wander é um cara que passa uma sinceridade absurda. Posso até estar enganado, mas o que ele canta é verossímil. Você consegue sentir mesmo aquela emoção.

#WanderWildner não consegue ser alegre o tempo inteiro - mas alegrou MTO a noite aqui no Circo Voador.

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O setlist foi pautado em seu mais recente lançamento, Wanclub, que saiu em março. Trata-se de uma coletânea, com regravações de diversas fases da carreira – diga-se de passagem, upgrades. Destaque para Astronauta, Mantra das Possibilidades, Eu Queria Morar Em Beverly Hills e Surfista Calhorda. Um Lugar do Caralho (Júpiter Maçã) e Amigo Punk (Graforréia Xilarmônica) deram o tom de homenagens ao aclamado rock gaúcho.

Além do comanchero velho de guerra Jimi Joe (guitarra), Wander teve a companhia do competente trio carioca Beach Combers. Rouquidão poderosa, postura rock and roll despojada, e a cara-de-pau de se denominar um ‘punk brega’ fazem dele um herói da resistência digno. Ovacionado, o magnético Wander deixou o palco com o hino Festa Punk, clássico dos Replicantes.

Logo depois foi a vez do Ira! entrar em cena. Liderado pelos lendários Nasi (vocal) e Edgard Scandurra (guitarra), o Ira! está cada vez mais família. Daniel Rocha, filho de Scadurra, é o baixista. Johnny Boy (teclado) e Evaristo Pádua (bateria) completam a banda.

#Ira, com o perdão do trocadilho inevitável, em uma noite iradíssima no Circo!

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Com o perdão de qualquer trocadilho, o show do Ira! foi iradíssimo! A ideia era comemorar os 30 anos do segundo álbum de estúdio, o “Vivendo e Não Aprendendo” – gravado no Rio de Janeiro e produzido pelo Liminha. Nasi cantou todas as músicas, tanto do Lado A quanto do Lado B. Algumas, como Casa de Papel, não eram cantadas ao vivo há décadas.

Mas a banda também tocou músicas de outros discos, no início e no final do show. Em Bebendo Vinho, Wander Wildner subiu novamente no palco, junto com Jimi Joe, para uma tabelinha sensacional.

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A sequência de sucessos do cancioneiro roqueiro nacional foi incrível. O público cantou alto em Envelheço na Cidade, Dias de Luta (inclusive com o seu “refrão secreto”), Flores em Você e Núcleo Base. Destaque também para a irresistível Pobre Paulista, iniciada com um direto “Pau no cu do Bolsonaro”.

Estranhamente o som do Circo não esteve em seus melhores dias, justamente no Ira!, mas nada que atrapalhasse a noite de celebração de um dos álbuns mais importantes do rock brasileiro. É um privilégio ver (e ouvir) ao vivo Scandurra, um dos maiores da história no país. Além, é claro, de Nasi, emocionado com mais uma recepção calorosa no Rio. Saiu do palco aos gritos de “Ole, ole, ola, Ira, Ira!”, aquela certeza de quem vive, aprende e ensina como pode.

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SETLIST IRA! (RJ – 25/06/16)

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Resenha: Menores Atos, Literal, Cliva e Incendiall @Planet Music

Por Igor Gonçalves | @igoropalhaco | Fotos: Fernando Valle

Por motivos de não está fácil essa vida, só hoje lhes trago a resenha do show que aconteceu no último dia 18 de junho, na Planet Music em Cascadura. Contamos com apresentações das bandas Literal, Cliva, Incendiall e também, daquela que já podemos convidar para a macarronada de domingo de tão íntimos, Menores Atos.

Nesse clima montanhoso (pelo menos para nós cariocas) muita gente encontra dificuldades em encontrar formas de se aquecer e se divertir. Sábado eu escolhi ir me aquecer em Cascadura e acabei me surpreendendo com quão além de “apenas aquecimento” o evento foi. Por isso, um primeiro agradecimento ao Luciano Paz, um dos grandes embaixadores do underground nacional. Na histórica Planet Music, um clima imediato de acolhimento e união. Era como se todos, apesar das diferenças de estilos, estivessem ali com os mesmos objetivos e mesmas expectativas.

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Literal @2016

Abrindo o evento, Literal subiu ao palco. A banda mostrou um grunge enérgico e com muita vontade. O público gostou por ter a oportunidade de fazer rodas em algumas músicas e extravasar um pouco. Eu particularmente não consegui aproveitar muito o show. Possivelmente por ter ido ao evento com uma vibe diferente ou por simplesmente não ser muito o meu estilo. Apreciadores do grunge, ouçam a Literal e depois me xinguem pelo meu mau gosto.

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Cliva @2016

A Cliva assumiu os instrumentos e, na introdução da primeira música, já fez a galera que havia sentado para tomar mais uma cerveja levantar. Fiquei feliz em conhecer a banda. Me fez lembrar muito a época de ascensão do hardcore nacional, que nos trouxe bandas como Dead Fish e CPM 22. A distorção das guitarras e a presença de palco do vocalista da Cliva (PW) com certeza influenciou no aumento de temperatura da frienta Planet Music.

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Incendiall @2016

Graças à propaganda de amigos, eu estava com uma certa expectativa para o próximo show. A Incendiall, para quem não sabe, é ex-banda do Cyro (vocalista e guitarrista da Menores Atos). Eles pararam, pois tiveram que dar atenção a questões pessoais e, durante esse intervalo nasceu a Menores Atos. A Incendiall apresenta um hardcore de raiz. Aquele hardcore de várzea que te abraça e te dá vontade de esgoelar a letra e pular. Eu gostei demais do show e eles conquistaram minha atenção. Esse ano eles estão voltando aos palcos com pequenas mudanças na formação e, segundo o vocalista (Thiago), já tem música pronta e algumas outras para serem finalizadas e fecharem um novo álbum. Uma banda que com certeza merece a nossa atenção.

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Menores Atos @2016

Chega esperada hora da Menores Atos. O baterista oficial da banda (Ricardo Mello) estava presente, mas ainda em fase de recuperação. O substituto (Felipe Fiorini) segue comandando a cozinha da banda sem prejudicar o instrumental.

Cyro, acompanhado de sua fiel escudeira Cort, deu início ao show com o tranquilizante tapping inicial de Animalia. Meus amigos, que energia! Tive a sensação de que todos sabiam as letras e cantavam em um volume respeitoso à voz do Cyro afim de não ouvir apenas as próprias vozes.

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O show arrebatou os corações presentes. É incrível a capacidade deles de fazer como se as músicas tivessem sido feitas individualmente para cada um ali. Muitos choraram sem nenhuma vergonha de demonstrar emoções enquanto berravam ou cochichavam as letras. A primeira grande participação do público veio ao final de Transtorno com o público fazendo um coro de “PREPARAR, APONTAR! PUXANDO O GATILHO!”. Na saideira Sereno, uma parte dos vocais é feita pelo baterista que, como dito anteriormente, estava presente, mas não pôde tocar por estar se recuperando de problemas de saúde. Se aproximando da parte dele, eis que sobe no palco uma pessoa da plateia e tem o microfone cedido por Cyro para, junto com o restante do público, cantar energicamente a parte do Ricardo. Em meio à stage dives, o participante devolve o microfone ao pedestal e desce (também com stage dive) do palco. Se aproxima onde seria uma outra participação de Ricardo e sobe uma outra pessoa para puxar o coro novamente. Foi uma linda noite. Garanto que sentirei uma dor no peito caso eu perca futuras oportunidades de assistir Menores Atos novamente. Por isso, caro leitor do RIFF, vá o quanto antes assistir a esse trio. Você merece.


Conheça mais de Menores Atos na RIFF Session 360º:

Resenha: Posada e O Clã @Teatro Ipanema

Por Alan Bonner (texto e fotos) | @Bonnerzin 

Queridos riffeiros, o poeta está vivo, anda muito bem escoltado e tem encantando as multidões. E quem esteve no Teatro Ipanema na última sexta-feira (24/6) pôde ver mais um de seus testemunhos e saiu abençoado pelo som maravilhoso de Posada e O Clã. O show foi mais um fruto do ótimo trabalho da residência artística “Vem! Ágora”, que tem feito diversos eventos culturais no Teatro Ipanema, e que promete trazer mais artistas independentes da música para o seu palco nas sextas-feiras.

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Na humilde concepção desse fã de música que vos escreve, estamos vendo em Carlos Posada o Caetano Veloso da nova geração. Exagero ou não, o tempo dirá. O fato é que o sueco de sotaque pernambucano tem a alma de um poeta urbano, e traz tal faceta para o palco de uma forma ainda mais visceral do que suas composições já deixam explicitas. As letras são densas, mas a interpretação é tão cuidadosa e sincera que parece que ele dá uma aula do que quis dizer. Para tornar tudo mais didático, O Clã dá todo o tom das situações versadas por Posada de maneira magistral. O que é de se esperar, visto que ele é composto por ninguém menos que os entrosados Gabriel Barbosa (bateria), Hugo Noguchi (baixo) e Gabriel Ventura (guitarra), parceiros em outros projetos como Ventre, SLVDR e Duda Brack.

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Posada abre o show agressivamente, na base da tijolada. Tijolo, talvez a canção mais conhecida do compositor, ganha uma voz de denúncia/protesto e dá o tom ao que está por vir: um show forte, com um instrumental que convida a todos para prestar atenção no que será dito. Daí para frente, a banda alternou as músicas do álbum “Posada” (2013) com novidades de um futuro novo álbum, e que promete ser tão fantástico quanto o primeiro, pelo que deu para perceber nas músicas tocadas. Músicas essas que animaram bastante o público, que não se contentou em ficar sentado nas poltronas do teatro e se levantou para dançar.

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O grande destaque da noite ficou por conta das talentosas participações especiais, com Duda Brack, que cantou Lamento, Caio Prado, que cantou Retalhos e Júlia Vargas, que cantou Pulmão. As cerejas do bolo ficaram por conta do bis com Tijolo, cantada por todos os convidados no palco, e o anúncio de que o novo álbum sai em breve, “No máximo em dois meses”. Vamos aguardar e torcer por vários shows, pois o que Posada diz e O Clã toca não pode ficar no ouvido de poucos. Porque não só “parece arte/revolução”, de fato é.

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5 músicos que nos deixaram de forma precoce

Por Bruno Britto | @brunosbritto

O fim de uma vida é sempre um choque, apesar de ser uma certeza para todos nós. Nossos ídolos não estão imunes a isso, e a notícia de que algum deles nos deixou sempre causa aquele aperto no coração dos fãs.

Diversos músicos conseguem usufruir de seu sucesso e possuir uma vida longa, porém não foi o caso dos listados abaixo. Existem aqueles que partiram cedo demais, alguns no ápice de suas carreiras, e essa partida repentina se torna ainda mais triste e saudosa.

Confiram abaixo cinco músicos que nos deixaram de forma precoce.

  1. Kurt Cobain

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O fundador de um dos maiores fenômenos musicais da história, o Nirvana, Kurt Cobain sempre lutou contra seu vício em drogas e seu histórico de depressão. Visto como um marco da geração dos anos 90, a banda foi um dos mais fortes grupos de grunge e alcançou sucesso absoluto. Apesar de todas suas qualidades como vocalista e guitarrista, a presença e a personalidade de Cobain eram sua marca registrada. Faleceu aos 27 anos, com um tiro de espingarda na cabeça. E, apesar de oficialmente ter sido considerado suicídio, muitos ainda questionam se realmente foi o que de fato aconteceu.

  1. Jim Morrison

Jim Morrison

Jim Morrison foi o vocalista da lendária banda norte-americana, The Doors. É considerado uma das maiores influências musicais para bandas da atualidade, além de ter sido o principal compositor do The Doors. Além da música, Morrison escrevia poesias, a qual dedicou bastante do seu tempo. Faleceu em julho de 1971, também aos 27 anos, e a causa ainda continua bastante discutida. Apesar de inicialmente ter sido relatado um ataque cardíaco, não houve autópsia e, consequentemente, confirmação.

  1. Randy Rhoads

Randy Rhoads

Virtuoso é uma palavra que pode ajudar a definir Randy Rhoads. Foi o guitarrista do Quiet Riot e do projeto solo de Ozzy Osbourne e, apesar da pouca idade, impressionava a todos por sua maneira de tocar, tanto por sua habilidade, como por sua originalidade, criando um estilo diferenciado, sendo considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos. Nos deixou de maneira muito precoce, apenas com 25 anos, após um acidente de avião.

  1. Cliff Burton

Cliff Burton

Os fãs do Metallica ainda hoje parecem não ter superado a perda de Cliff Burton. Mas, quem pode culpá-los? Um baixista extraordinário, que inovou usando a distorção e efeitos mais característicos da guitarra, em seu baixo, deixando-o com um som peculiar. Esteve presente em três álbuns da banda, incluindo uma das maiores unanimidades do metal,  “Master of Puppets”. Faleceu em 1986, após um acidente de ônibus com a banda, com apenas 24 anos.

  1. The Rev

The Rev

A mais recente perda da lista, Jimmy Sullivan, conhecido como “The Rev”, foi o baterista do grupo norte-americano Avenged Sevenfold. Um excelente baterista, The Rev era um músico carismático e muito querido por todos os integrantes da banda. Faleceu em 2009, aos 28 anos, vítima de uma overdose acidental de remédios. Em sua memória, a banda lançou como tributo ao mesmo a emocionante canção So far away.


O RIFF já fez um vídeo sobre “Maldição dos 27 anos”. Confira:

O retorno da Catch Side

Por Lorena Nascimento | @lorenallori 

Quantos anos você tinha em 2004?

Bom, estamos em 2016, e talvez você tenha hoje a idade que eu tinha quando conheci a banda Catch Side.

Pois é, meus amigos…. o tempo voou. Há 12 anos assisti ao primeiro show deles, no auge dos meus 15, e de lá pra cá, muita história rolou!

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Kaká Reis (vocal/guitarra), Diego Santos (guitarra), Bryan Chagas (baixo) e Rodrigo Galha (bateria) estão juntos desde 2008, porém, a Catch Side já teve outras formações, e ao contrário do que o Vagalume pensa, o primeiro CD da banda não foi “O Sonho Não Acabou”. ;p

Apesar dele ter sido o álbum mais vendido do grupo, e o que fez a banda estourar, com o hit Eu e Você, os meninos da Catch Side já faziam sucesso antes mesmo desse primeiro CD oficial lançado em 2007.

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Depois de bombarem na internet, na TV, em eventos, e de muitos shows pelo Brasil, em agosto de 2009 eles lançaram o álbum “Sempre Mais”. Foi aí que surgiu o primeiro clipe da Catch Side, com outro hit marcante, “Daquilo que Eu Chamo de Amor” (não sei você, mas sete anos se passaram e eu ainda sei cantar essa! rs).

Olha só o que estava rolando com a banda nessa época:

Exatamente um ano depois, em agosto de 2010, a Catch Side anunciava seu fim, e dava início à sua última turnê pelo Brasil:

“[…]Chega uma hora na vida que cada um tem que correr atrás do que é bom pra si, sempre buscando seus sonhos e objetivos, mas com o pé no chão. Viver de musica é muito complicado como vocês todos sabem. Saber a hora de parar é importante, pois o que construímos com o Catch Side é muito grande e não seria justo nem com vocês e nem com a gente que deixássemos esse legado terminar de uma forma feia, com brigas, problemas e sem shows. Estamos terminando de cabeça erguida, numa época boa e sabendo que todos nós fizemos sempre o melhor pro Catch Side. Esse fim não pode nunca, de forma alguma, ser considerado um fracasso, pelo contrário, o saldo final dessa história é de total SUCESSO. Corremos as principais capitais do pais, tocamos em shows excelentes, gravamos dois CDs, chegamos a uma gravadora, fomos indicados em prêmios, abrimos shows gringos, fizemos inúmeros amigos, e principalmente, conquistamos vocês. Com certeza nosso maior sucesso é ter vocês do nosso lado!”

Em 2015, a banda chegou a lançar um terceiro CD, o “Colombo”. Com apenas seis faixas, esse é o meu favorito. Ele traz um som mais maduro da banda, mas com toda a história e nostalgia desses 13 anos de estrada.

Agora,  seis anos após sua turnê de despedida, a formação mais marcante e importante da história da banda Catch Side está de volta. Kaká, Digo, Bryan e Galha se reuniram mais uma vez, e resolveram comemorar os 10 anos do álbum “O Sonho Não Acabou”, o mais vendido do grupo. Tocando na integra todas as canções do disco, prometem um reencontro único!

Eles já fizeram shows em São Paulo e no Rio de Janeiro, o Canal RIFF foi conferir, e já pegamos o set list oficial pra vocês:

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É ou não é memorável?! ;D

Não vou contar detalhes sobre o show, que é pra não estragar as surpresas.

Aproveita que bateu aquela saudade, e vai lá conferir de perto o último show dos caras, que vai rolar HOJE, dia 25/6, às 18:30 no Teatro Odisséia!


SERVIÇO | Show Catch Side

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Data e horário: 25/6 (sábado) às18h30

Local: Teatro Odisséia (Endereço: Av. Mem de Sá, 66 – Lapa / Rio de Janeiro)

Classificação: 18 anos

Ingressos:

Primeiro Lote R$ 20,00

Segundo Lote R$ 25,00